quarta-feira, 18 de outubro de 2017

O aquecimento global e as árvores assassinas


O documentário de Al Gore sobre o aquecimento global mostra, claramente, que a poluição está a fazer aquecer o planeta Terra. O documentário de Leonardo di Caprio sobre o mesmo tema reforça as conclusões anteriormente divulgadas por Al Gore.
Só que o aquecimento global está a ser mais rápido do que o previsto. O aquecimento global já chegou a Portugal – o Verão é a época do calor, mas o calor do Verão é cada vez mais intenso. Ao calor associamos a seca, a falta de água.
Já o arquitecto Ribeiro Teles tinha salientado a necessidade de diminuir a floresta, de fazer cortes nas grandes manchas verdes de eucaliptos e de pinheiros bravos. Há floresta a mais para as condições climatéricas existentes.
O fulcro da questão é este: há manchas verdes de eucaliptos e de pinheiros bravos demasiado grandes.
Há muitas pessoas a pegar fogo às florestas, ou por pura acção criminosa ou por negligência.
Por outro lado, há manchas florestais que entram pelas aldeias dentro, que entram pelas vilas dentro, que entram por algumas cidades dentro. É preciso abater muitas árvores que são um perigo iminente para muitas casas, para muitas fábricas, há que criar perímetros de segurança, sem material combustível à volta das aldeias, à volta das zonas industriais, à volta das vilas, à volta das cidades.
O aquecimento global já chegou a Portugal, há que adaptar as florestas à nova realidade.
As árvores quando ardem com tempo muito seco e com ventos fortes tornam-se árvores assassinas, porque matam pessoas.

E quando começam as árvores a arder é preciso ter meios de combate às chamas eficazes, dirigidos por pessoas preparadas para tal.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

O insucesso escolar do cabrão do filho da puta que escreveu isto no blog «Aventar»

Este cabrão deste filho da puta que escreveu isto, no blog «Aventar», é uma grande besta o cabrão do filho da puta chamado Carlos. Este Carlos além de cabrão é burro, evidencia a estética da Direita portuguesa, mas além de burro, este filho da puta deste cabrão deste Carlos é muito burro, além de muito burro é um grande cabrão. Aqui vai um texto do Carlos Burro  Cabrão Filho da Puta dum Cabrão.  


«Vai-te embora, cabrão.


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Disse-o há 2 anos e repito-o hoje e as vezes que forem precisas: Costa é bem mais desonesto que Sócrates. Pode “não meter para a blusa” como o Engenheiro, mas, politicamente, é muito mais mentiroso, falso e trapaceiro. É o rei do embuste.

Costa não governa. Porque nem sabe nem quer. Nem está preocupado com isso (pelo menos, não estava até há uns dias atrás). Costa só se preocupa em gastar dinheiro. O que lhe deixaram, o que nos suga nos impostos que descem, mas afinal nem por isso, o que vai acrescentando à dívida, o que cativa, etc. Para quê? Para que as pessoas pensem que descobriu uma fórmula mágica que nos deu a prosperidade da noite para o dia e que os outros que estiveram antes é que eram uns pérfidos que só queriam fazer mal ao nosso querido País. E já agora, aproveita e dá uns brindes à dupla Jerónimo e Catarina que assim, também, brilham e podem dizer que cumpriram e que defenderam com unhas e dentes o proletariado. Quando vier a factura, arranjam-se as desculpas do costume: foram os “investidores”, foram os mercados, foi o Trump, e a preferida, foi a Merkel. E nessa altura, infelizmente, e como aqueles dois sabem bem, será o tal proletariado cujos interesses, “agora”, se defendem intransigentemente, quem mais sofrerá.
Tudo isto é, cuidadosamente, oferecido num embrulho lindo e ilusório alinhavado por “spin doctors” e agências de comunicação, tolerado e dissimulado por uma comunicação social alinhada e complacente e, ingenuamente, aceite por quem estava à míngua de esperança.
Só que para azar dele, Costa, para muito mais azar nosso e, pior ainda, para o infortúnio trágico de alguns, os “focus groups” não apagam incêndios.
Se com Sócrates, pagamos a interesseira agenda dele com muito suor e sacrifício, com Costa, o povo português está a pagar a sua inexistência governativa com sangue.»

[In blog «Aventar»)

As grandes manchas florestais de eucaliptos e de pinheiros bravos tornaram-se um grave perigo para a vida de muitos portugueses e portuguesas

«Isto não pode ficar na mesma




Em Portugal, a comunidade científica foi seriamente ouvida quanto às implicações das alterações climáticas? Que mudanças foram feitas nas políticas de ordenamento do território nas últimas décadas? Que mudanças foram feitas pelos últimos governos na política de ataque aos incêndios e na estrutura da Protecção Civil? Há algum planeamento efectivo, organizado com peritos reconhecidamente competentes, para enfrentar um sismo de grande magnitude? As regras de construção, em regiões de risco sísmico, estão a ser mesmo fiscalizadas?
Portugal falhou dramaticamente no que toca ao chamado “problema dos incêndios”. Houve uma abordagem amadora, há negócios suspeitos, olharam para a escala local sem perceber que a prevenção e o combate aos incêndios tem uma escala supramunicipal e, o mais grave, colocaram nos postos de comando e nas estruturas do sistema muita gente que não estava qualificada para as funções que deviam desempenhar. O amiguismo e a rede partidária funcionaram bem mas o País ficou muito mal.
Em geral, os gabinetes dos ministérios e as estruturas da administração pública estão ocupadas por pessoas do partido que governa, ou são simpatizantes de longa data que fazem parte da rede de relações dos partidos, tanto no plano local como no regional e nacional. Foram nomeados sem qualquer procedimento de recrutamento que avalie as competências técnicas para o exercício das funções. O que hoje sabemos através do Relatório Independente elaborado na sequência do grande incêndio de Pedrógão Grande confirma o que já se suspeitava. A Protecção Civil e o sistema de que faz parte são um caso paradigmático da forma como o país tem sido governado. Um desastre com consequências fatais.
No resto da administração pública é igual. Pode não causar mortes nesta escala, mas pelo menos no sector da saúde também mata. Os boys ocupam o Serviço Nacional de Saúde e a sua conivência com os interesses privados, a sua incompetência, a arrogância das administrações e chefias com cobertura política garantida, desmoralizam os funcionários sensíveis ao serviço do bem-comum. Importaram o modelo neoliberal do Banco Mundial e aplicam-no como se fosse politicamente indiscutível, uma questão de gestão técnica. Não foram recrutados por concursos sérios, não são escrutinados por comissões de utentes, encobrem e negam a degradação que o sistema está a sofrer, esmagam muitos médicos e enfermeiros. Neste caso, também é impossível executar uma nova política que reabilite o SNS enquanto não mudarmos o sistema de recrutamento dos quadros da administração tornando-o independente das máquinas partidárias. Este assunto é crucial para uma estratégia de desenvolvimento do País.
Na Educação, na Segurança Social, na RTP, no Banco de Portugal, por todo o lado salta aos olhos que em Portugal há uma razão de fundo que impede a elaboração e execução de políticas fundamentadas no melhor conhecimento científico disponível, com objectivos e etapas planeadas, com os recursos adequados e com procedimentos de avaliação e responsabilização. A questão dos incêndios pôs a nu um problema que não temos querido enfrentar porque incomoda muitos. A acusação no “caso” Operação Marquês diz-nos que esse problema envolve partidos até ao mais alto nível e tem múltiplas ramificações. Muita gente fingiu que não sabia de nada e, por isso, foi conivente por omissão.
O problema é este: temos sido governados por gente que não devia ter acedido aos cargos que ocuparam ou ainda ocupam. O País tem estado aliviado com o "poucochinho" que o actual governo conseguiu, mas agora está confrontado com uma realidade nua e crua que não pode ignorar. As políticas que têm efeitos a médio e longo prazo precisam de dinheiro para o muito investimento público que Bruxelas não permite; precisam de uma administração pública purgada dos boys que a ocupam, mas os partidos que têm governado metem a cabeça debaixo da areia porque eles são isso mesmo, no essencial uma estrutura de assalto à administração pública; precisam de uma Assembleia da República repleta de deputados qualificados de onde saiam governos responsabilizados, mas os partidos colocam nas listas os carreiristas e, sabendo que estão desacreditados, lá vão disfarçando através do convite a algumas personalidades, indiscutivelmente competentes, mas sem influência política relevante.
O apodrecimento técnico, político e moral dos partidos que nos têm governado deu nisto. Não, depois deste choque de realidade, o País tem de mergulhar a fundo no debate sobre o essencial. Precisamos de organizar uma resposta aos discursos oficiais que vão passar ao lado desse essencial. Precisamos de uma mudança profunda no sistema de recrutamento para a Administração do Estado e um aprofundamento radical da nossa democracia que ponha em causa o sistema político-partidário dominado pelo "centrão". Não chega "mudar de modelo" mantendo o sistema de relações que nos conduziu até aqui. Temos mesmo de dizer basta. 
Finalmente, a chuva chegou. Estou a ouvi-la cair e pergunto, fica tudo na mesma?»

[In blog «Ladrões de Bicicletas», Jorge Bateira]

domingo, 15 de outubro de 2017

A distopia em que vivemos – o regresso, em força, do fascismo falangista-franquista


Para os fascistas falangistas a Catalunha tem o dever de ser uma colónia de Castela. Este ponto de vista é partilhado por Rajoy, pelo rei de Espanha, pela União Europeia e pela NATO, especialmente pelos militares da NATO destacados para o Kosovo.

sábado, 14 de outubro de 2017

O caso José Sócrates e as conclusões neoliberais

«Para lá da operação marquês

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José Sócrates poderá estar apostado em transformar a operação marquês num processo político, levando para o julgamento a sua acção governativa, acreditando que a dificuldade que existe em provar casos de corrupção em Tribunal, resultará a seu favor. Sabemos dos prazos da Justiça portuguesa, da complexidade deste processo, pelo que dificilmente existirá uma decisão em primeira instância antes de 2020. Nessa altura previsivelmente António Costa continuará Primeiro-Ministro e até poderá obter uma maioria absoluta. Obviamente que existe em Portugal separação de poderes, e tal facto é por si suficiente para descredibilizar hoje a tese do julgamento político, quanto mais colocados perante um cenário em que o seu antigo número dois chefia o governo há vários anos. Mas claro está que o pior cego sempre foi o que não quer ver e crédulos por aí não faltam…
Ricardo Salgado prescindiu do auxílio da troika para financiar o BES, que entretanto haveria que falir. A verdade é que até ao momento em que lhe retiraram o tapete no Banco de Portugal, tudo foi controlando, mesmo afundando a PT quando tal foi necessário. Sempre que foi necessário financiar o Estado, entenda-se os sucessivos governos, não apenas os governos de José Sócrates, o homem esteve presente, é natural que tenha recebido contrapartidas e exigido garantias ao longo dos tempos. Não existem almoços grátis, embora tal não signifique por si só que todos os negócios constituem ilícitos, muitos seguramente terão sido perfeitamente legais. Mas basta que alguns não o tenham sido, para ficarmos perante um problema, que nasceu da promiscuidade entre políticos e financeiros.
Bem sei que Portugal é um país pequeno, os cargos são poucos, todos se conhecem, mas o facto das pessoas transitarem dos governos para os Bancos, empresas públicas, ou privadas que negoceiam com o Estado, é um grande problema para o país. Um ministro tutela um negócio com uma empresa com quem estabelece uma PPP e no final do mandato os seus serviços são contratados pela empresa com quem negociou em nome do interesse público. Outro governante salta do ministério para a administração do Banco com quem negociou financiamentos e pelo qual serão pagos juros. Isto permitiu ao longo das últimas décadas o florescimento de fortunas injustificáveis, enquanto Portugal vai definhando de crise em crise, aumentando a dívida pública aos limites do insuportável.
Quando José Sócrates se tornou Primeiro-Ministro o Estado já era demasiado omnipotente e omnipresente em Portugal, e continuou após a sua queda. Culpabilizar agora José Sócrates por todas as desgraças do país, seria manifestamente um exagero. O mesmo poderemos dizer de Ricardo Salgado, que por mais influente que tenha sido, jamais foi o dono disto tudo, existiu e felizmente existe mundo financeiro para lá do BES. Mas enquanto o Estado for demasiado poderoso e consumir metade dos rendimentos do país, sob as suas diferentes formas e necessidades, o problema irá persistir, a tentação será demasiado grande para quem ocupar o poder…»
[In blog «Aventar»]
Vou continuar a conclusão deste texto.
Se fecharmos todos os hospitais públicos poupa-se muito dinheiro, morrem muitos homens e mulheres que andam a dar prejuízo e assim o Estado fica menos poderoso e passará a consumir menos rendimentos do país...!!! Mas, se fecharmos também todas as Escolas públicas o Estado ficará ainda menos poderoso e consumirá muito menos dos rendimentos do país...!!!   Morram os portugueses e viva o neoliberlismo...!!!!!