sexta-feira, 31 de agosto de 2012

FUTEBOL – PORTUGAL TEM PELA 1ª VEZ 6 EQUIPAS NAS PROVAS DA UEFA


Pela 1ª vez Portugal tem 6 equipas nas provas da UEFA:
Liga dos Campeões: Porto e Benfica, com entrada directa na fase de grupos, 1º e 2º do Campeonato e o Braga, 3º, porque conseguiu eliminar a Udinese.
Na Liga Europa, a Académica com entrada directa na fase de grupos por ter vencido a Taça de Portugal, e o Sporting e o Marítimo por conseguirem eliminar os adversários para chegarem à fase de grupos.
Mesmo depois daquele roubo superescandaloso à Ucrânia, em que um golo legítimo foi anulado para beneficiar a Inglaterra, o desonesto Platini, insiste na desonestidade, proibindo as novas tecnologias nas balizas, para que a desonestidade da UEFA tenha mais campo de manobra.
Entretanto o jogador do Barcelona Iniesta foi considerado o melhor jogador a actuar na Europa em 2011.
Seria de supor que as melhores equipas vencessem honestamente, o que é impossível enquanto Platini não for banido da UEFA e outros como ele da FIFA. Lembremos o Chelsea-Barcelona de 2009 e o Croácia-Espanha de 2012. Se o Barcelona e a selecção da Espanha são as duas melhores equipas do Mundo, estão dispensadas de cumprir as regras do futebol, sendo proibido, por ser uma heresia, marcar penaltis contra o Barcelona e contra a selecção da Espanha. 
Esta corrupção que vêem milhões de pessoas nas televisões, e que a gravam, transformou o futebol da UEFA e da FIFA num grande negócio, em que a verdade desportiva está proibida em certos jogos. Além dos dois atrás referidos da UEFA convém não esquecer o França - Irlanda, este da FIFA, em que para colocar fora do Mundial da África do Sul a Irlanda até valeu dominar a bola com a mão por Thierry Henry para depois a passar em condições de um seu colega marcar um golo ilegal, mas valeu!!!

O IRÃO ESTÁ A ENVIAR TROPAS DE ELITE PARA AJUDAR A SÍRIA NA GUERRA CONTRA A INVASÃO DOS CONTRAS


«Teerão estaria mandando comandos de elite e centenas de soldados para ajudar Damasco na sua luta contra a invasão estrangeira.
Um passo mais na internacionalização do conflito.
Um comandante da Guarda Revolucionária do Irão confirmou que o seu país está a ajudar, militarmente, a Síria, fontes actuais e ex-membros do Exército iraniano dizem que Teerão envia as suas tropas de elite para apoiar o governo de Bashar al Assad.
«Hoje estamos empenhados em analisar cada aspecto da guerra na Síria, tanto no militar como no cultural» disse o general Salar Abnoush, um comandante dos corpos de elite da Guarda Revolucionária Islâmica iraniana num discurso dirigido aos voluntários, segundo noticia a agência Daneshjoo.» (In «Red Voltaire»)

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

RTP – O FANATISMO PRIVATIZADOR NEOLIBERAL



Um indivíduo de carreira mais que duvidosa nas finanças internacionais disse na TVI, um tal Borges, rico, bem pago, desonesto, hipócrita e parvo, disse que a RTP 1 ia ser concessionada a privados e o canal 2 fechado. Pensa que todos os outros são parvos. Devia era ter como assessor o Medina Carreira.
Não se percebe bem por que Portugal passará a ser um dos poucos países do Mundo, se aquilo que o Borges disse se concretizar, sem uma televisão e uma rádio estatais.
Este Borges é proprietário agrícola no concelho de Alter do Chão, onde é presidente da Assembleia Municipal.
Licenciou-se em Finanças, em 1972, no antigo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras da Universidade Técnica de Lisboa, e depois seguiu a chamada carreira da vigarice «legal». Foi para os Estados Unidos, em 1976. Aí adquiriu os graus académicos de Mestre e Doutor em Economia, o último dos quais em 1980, na Universidade de Stanford. No mesmo ano iniciou funções docentes no Institut National Supérieur Européen de l'Administration des Affaires (INSEAD), em França.
Assumiu a função de Vice-Governador do Banco de Portugal e leccionou na Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, de 1990 a 1993. Nesse ano regressou ao INSEAD, tornando-se seu director, até 2000. Entre 2000 e 2008 foi Vice-Presidente do Conselho de Administração do Banco Goldman Sachs International (a maior concentração de vigaristas ditos «legais») em Londres.
Arranjou uns tachos na Administração do Citibank, BNP Paribas, Petrogal, Sonae, Jerónimo Martins, Cimpor e Vista Alegre.
Em 2010 conseguiu arranjar o tacho de director do Departamento Europeu do Fundo Monetário Internacional. É professor catedrático convidado da Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Católica Portuguesa, Presidente do Instituto Europeu de Corporate Governance e administrador da Fundação Champalimaud. Borges é membro do Partido Social Democrata, onde foi vice-presidente da Comissão Política Nacional, entre 2008 e 2010.
Este Borges, com o tacho no FMI, impôs condições brutais a Portugal, que conduziram a esta caminhada para o abismo em que estamos.
Borges com a sua riqueza, graus académicos e tachos na vigarice «legal» é como que um ‘Madoff legal’.
Ora, a maioria dos portugueses que votaram no partido do Borges nem são ricos nem estão habituados a tachos. Mas votaram no oposto do que eles são. Agora que aguentem o Borges, votaram no partido dos milionários e são pobres, e cada vez estão a ficar mais pobres.

«A crise económica de 2008-2012, também chamada de Grande Recessão, é um desdobramento da crise financeira internacional precipitada pela falência do tradicional banco de investimento estadunidense Lehman Brothers, fundado em 1850. Em efeito dominó, outras grandes instituições financeiras quebraram, no processo também conhecido como "crise dos subprimes".
De todo modo, a quebra do Lehman Brothers foi seguida, no espaço de poucos dias, pela falência técnica da maior empresa seguradora dos Estados Unidos da América, a American International Group (AIG). O governo norte-americano, que se recusara a oferecer garantias para que o banco inglês Barclays adquirisse o controle do cambaleante Lehman Brothers, alarmado com o efeito sistémico que a falência dessa tradicional e poderosa instituição financeira - abandonada às "soluções de mercado" - provocou nos mercados financeiros mundiais, resolveu, em vinte e quatro horas, injectar oitenta e cinco mil milhões de dólares de dinheiro público na AIG para salvar as suas operações. Mas, em poucas semanas, a crise norte-americana já atravessava o Atlântico: a Islândia estatizou o segundo maior banco do país, que passava por sérias dificuldades.
As mais importantes instituições financeiras do mundo, Citigroup e Merrill Lynch, nos Estados Unidos; Northern Rock, no Reino Unido; Swiss Re e UBS, na Suíça; Société Générale, na França declararam ter tido perdas colossais em seus balanços, o que agravou ainda mais o clima de desconfiança, que se generalizou. Para evitar o colapso, o governo norte-americano reestatizou as agências de crédito imobiliário Fannie Mae e Freddie Mac, privatizadas em 1968, que agora ficarão sob o controle do governo por tempo indeterminado.»

O Banco Goldman Sachs apostou na AIG contra produtos tóxicos que vendeu aos seus clientes, de má-fé, pois burlou-os. E essa manobra fraudulenta do Banco Goldman Sachs foi recompensada, pois recebeu dos contribuintes norte-americanos uma colossal fortuna fraudulenta que a AIG falida não lhe podia dar.
Os principais professores catedráticos de Economia das universidades dos Estados Unidos ganham fortunas extra, incomparavelmente superiores aos salários de docentes, dos grandes bancos para ensinarem o que os grandes bancos querem que eles ensinem, e para apoiarem publicamente, os interesses desses grandes bancos.
Barack Obama, a grande desilusão, tem na sua administração, em posições chave, aqueles e aquelas que desencadearam ou que apoiaram os procedimentos que desencadearam a crise financeira que rebentou em 2008.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

A ALEMANHA PERDEU A GUERRA

I REICH NO SÉCULO X

II REICH
REPÚBLICA ALEMÃ DE WEIMAR
III REICH
HITLER E MUSSOLINI
MANIFESTAÇÃO DE APOIO A HITLER
HITLER E O MARECHAL KEITEL COMANDANTE SUPREMO DA WERMACHT E DE TODAS AS OUTRAS FORÇAS MILITARES DO III REICH
HITLER E KEITEL E OUTROS ELEMENTOS DA ELITE DO III REICH
MARECHAL WILHELM KEITEL
O MARECHAL WILHELM KEITEL, DEPOIS DO SUICÍDIO DE HITLER, ASSINA A RENDIÇÃO INCONDICONAL DA ALEMANHA PERANTE O ALTO COMANDO DO EXÉRCITO VERMELHO DA RÚSSIA SOVIÉTICA OU UNIÃO SOVIÉTICA, NA QUALIDADE DE COMANDANTE SUPREMO DE TODAS AS FORÇAS MILITARES DA ALEMANHA (WERMACHT, QUE INCLUÍA EXÉRCITO, MARINHA E FORÇA AÉREA, E AINDA TODAS AS OUTRAS FORÇAS MILITARES COMO AS WAFFEN-SS).
É-LHE COMUNICADO PELOS GENERAIS RUSSOS QUE A FRONTEIRA ORIENTAL DA ALEMANHA RECUARIA MIL ANOS, PARA O SÉCULO X, PARA LINHA DOS RIOS ÓDER E NEISSE.
LINHA ÓDER-NEISSE
A RENDIÇÃO INCONDICIONAL NAS RUAS DE BERLIM
A LINHA ÓDER-NEISSE
RIO ÓDER
RIO NEISSE

A PROPRIEDADE DAS MINAS DE PLATINA DA ÁFRICA DO SUL QUESTIONADA PELA JUVENTUDE DO ANC

«A indústria sul-africana da platina – que cobre 80% da produção deste metal estratégico (...) é dominada por três grupos multinacionais: Lonmin, Impala Platinum Holding e Anglo American Platinum.
O apartheid político foi destruído pela longa e dura luta dirigida pelo ANC, mas as suas raízes económicas persistem. Razão pela qual a Liga da Juventude do ANC, contornando a orientação do partido, defende a nacionalização das minas». (In «Red Voltaire»)

terça-feira, 28 de agosto de 2012

DO ILUMINISMO DE J-J ROUSSEAU AO MARXISMO-LENINISMO


Em primeiro lugar quero referir os aspectos técnicos deste blog devido a esta crítica num post sobre as cores, «pois o "highlight" com cor de fundo é usado para chamar a atenção para uma parte do texto, se usar no texto todo é impossível de ler sem apanhar uma grande dor de cabeça».

Não sabia deste pormenor porque costumo usar um «écran» de 60 cm de comprimento por 34 cm de altura. (Como os ingleses devido ao ódio de morte à revolução Francesa de 1789, que impôs os conceitos na Matemática de metro, quilómetro, litro, quilo, tudo invenções de cientistas franceses, etc., continuaram a usar as medidas do Império Romano como a milha, e os Estados Unidos como colónia da Inglaterra não se libertaram da Matemática colonial, por exemplo nos automóveis o 'conta-quilómetros' está pelas normas do Império Romano, marca milhas e não os quilómetros inventados pelos franceses).
Ora os «écrans» dos computadores aparecem na Matemática colonial inglesa, em polegadas. Uma polegada são 2,54 centímetros. Na diagonal o atrás referido «écran» tem 68,58 centímetros o que equivale a 27 polegadas e os «écrans» de computadores são classificados pela dimensão da diagonal do rectângulo.
Como este é o meu computador de preferência, nunca reparei em incómodo na coloração do fundo do blogue. Em férias, ou noutras deslocações, uso um computador portátil e também não notei incómodo na coloração do fundo do blogue. Mas, como, efectivamente, pode causar incómodo noutros computadores, vou passar a usar menos coloração de fundo nos textos do blogue.
 Escrevi esta introdução técnica, porque a crítica está no «post» «A ESQUERDA AS DESIGUALDADES E A LIBERDADE».
Ora o filósofo iluminista franco-suíço Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) no seu livro «O Contrato Social» (1ª edição 1762) sintetiza as posições mais avançadas do iluminismo aplicado à política, ao defender a República contra Monarquia, a Liberdade de expressão de pensamento, as eleições livres para a escolha dos governantes, a soberania popular, e ao condenar, radicalmente, a escravatura considerando que todos os homens devem ser iguais em direitos. Embora J-J Rousseau tenha morrido antes da Revolução Francesa de 1789, a sua obra «O Contrato Social» foi considerada a «a Bíblia da Revolução Francesa iniciada em 1789». O conteúdo do livro atrás referido não era pensamento exclusivo de J-J Rousseau, porque havia muitos textos convergentes de outros iluministas, nomeadamente na (primeira) «Enciclopédia».
E também não podemos esquecer o livro do iluminista mais antigo Montesquieu (1689-1755) «O Espírito das Leis» (1ª ed. 1748) que ao defender a separação dos três poderes do Estado legislativo, executivo e judicial, foi também decisivo na Revolução Francesa de 1789. Esta ideia em 2012 é quase universal.
Durante a Revolução Francesa de 1789-1799 Jean-Jacques Rousseau foi considerado um herói nacional da França e em 11 de Outubro de 1794, pela Convenção, foi realizada uma cerimónia grandiosa de trasladação dos seus restos mortais para o Panteão francês em Paris.
Ora, J-J Rousseau foi um dos fundadores da Democracia Contemporânea não esclavagista, em oposição à Democracia Grega esclavagista, ao Parlamentarismo da Inglaterra esclavagista e à Democracia dos Estados Unidos também esclavagista. É também um dos criadores do conceito Direitos Humanos.
A escravatura foi proibida pela I República da França (também conhecida por Convenção na 1ª fase), em 4 de Fevereiro de 1794, em França e em todas as colónias francesas.
Os 3 conceitos síntese da Revolução Francesa de 1789 Liberdade, Igualdade, Fraternidade, falharam todos no curto prazo, porque esta foi uma revolução fracassada no curto prazo.
Mas, em 1848 a Europa ocidental e central foi abalada por um conjunto de revoluções transnacionais, que começaram em França.
Nesta altura estavam em actividade os filósofos alemães Marx (1818-1883) e Engels (1820-1895) que viriam a marcar, profundamente, o século XX. Exactamente em 1848 Marx e Engels publicaram a obra conjunta «Manifesto do Partido Comunista».
Foi o filósofo e político russo Lenine (Vladimir Ilitch Ulianov, 1870-1924) que levou à prática as ideias de Marx e Engels na Revolução de Outubro de 1917 na Rússia (Novembro no calendário russo).
As teorias de Marx, Engels e Lenine foram simplificadas no conceito marxismo-leninismo.
Foi Lenine que explicou as três fontes teóricas do pensamento de Marx e Engels.
«A doutrina de Marx é (…) harmoniosa e completa; dá aos homens uma concepção coerente do mundo, inconciliável com toda a superstição,  com toda a reacção, com toda a defesa da opressão burguesa. É a sucessora legítima de tudo quanto a Humanidade criou de melhor no século XIX: a filosofia alemã, a economia política inglesa e o socialismo francês.
É destas fontes, das três partes constitutivas do marxismo, que vamos rapidamente falar.
Os seus pontos de vista estão expostos com o máximo de clareza e pormenor nas obras de Engels «Ludwig Feuerbach» e o «Anti-Dühring» que, como o «Manifesto do Partido Comunista» (…).
Mas Marx (…) levou a filosofia mais além.
Enriqueceu as aquisições da filosofia clássica alemã, sobretudo do sistema de Hegel, o qual tinha conduzido por seu lado ao materialismo de Feuerbach. A principal destas aquisições é a dialéctica, isto é, a teoria da evolução, no seu aspecto mais completo, mais profundo e mais isenta de estreiteza (…)
Depois de ter verificado que o regime económico constitui a base sobre a qual se ergue a superestrutura política, Marx concentra a sua atenção, sobretudo, no estudo deste regime económico. A principal obra de Marx, «O Capital», é consagrada ao estudo do regime económico (…) da sociedade capitalista.
A economia política clássica anterior a Marx nasceu na Inglaterra, o país capitalista mais evoluído. Adam Smith e David Ricardo, estudando o regime económico, marcaram o início da teoria do valor-trabalho. Marx continuou a sua obra. Deu um fundamento estritamente científico a esta teoria e desenvolveu-a de modo consequente. Demonstrou que o valor de toda a mercadoria é determinado pelo tempo de trabalho socialmente necessário à produção dessa mercadoria.
(…)
Quando o regime feudal foi derrubado, e logo que a “livre” sociedade capitalista nasceu, tornou-se imediatamente evidente que essa liberdade significava um novo sistema de opressão e de exploração dos trabalhadores. Diversas doutrinas socialistas começaram imediatamente a surgir, como reflexo dessa opressão e protesto contra ela. Mas o socialismo primitivo era um socialismo utópico. (…)
Não sabia nem explicar a natureza da escravatura assalariada no regime capitalista, nem descobrir as leis do seu desenvolvimento, nem encontrar a força social capaz de se tornar o criador da nova sociedade. (…)
Marx teve de genial o facto de ter sido o primeiro a pôr em evidência e a aplicar de modo consequente o ensinamento que a história universal contém. Este ensinamento é a doutrina da luta de classes.»
Assim como Marx e Engels constataram que a Revolução Francesa de 1789 foi uma revolução falhada, Lenine acentuou, como vimos, sobre a Liberdade que «essa liberdade significava um novo sistema de opressão e de exploração dos trabalhadores».
Ora, em 2012, nós podemos constatar que o regime fundado por Lenine na Rússia em Outubro de 1917 foi um regime falhado, que implodiu, isto é, autodestruiu-se. O grande momento de reflexão desse próprio regime foi pouco antes da escolha de Gorbatchov para secretário-geral do partido comunista da União Soviética em 1985. Ora, foi em 1984 e começos de 1985 que o próprio partido comunista da União Soviética (fundada por Lenine) constatou que a revolução iniciada por Lenine em 1917 tinha falhado os seus objectivos.
Gorbatchov tinha por missão reformular a teoria e a prática do marxismo-leninismo, mas este advogado não tinha capacidade intelectual para tal fazer. A inteligência na Rússia estava em crise, já que a Rússia era, de muito longe, a maior e a mais importante república da União Soviética. Em vez de Gorbatchov podiam ter escolhido um homem mais inteligente que ele. Mas não encontravam nenhum!
Se Gorbatchov era e é intelectualmente muito limitado, depois da separação das repúblicas étnicas que constituíam a União Soviética, a Rússia passou a ser governada por Ieltsin, um homem muitíssimo pouco inteligente, ignorante, alcoólico, e ainda por cima desonesto.
Em 1949, Yeltsin foi admitido no Instituto Politécnico dos Urais em Sverdlovsk , especializando-se em construção, graduou-se em 1955. Não tinha formação filosófica, não tinha formação académica nas ciências humanas, era da área da engenharia.
Se compararmos a inteligência dos dirigentes chineses, que constataram que o marxismo-leninismo era uma teoria falhada na prática, com Gorbatchov e Ieltsin, uma coisa constatamos, com frieza, sem moralismos, que na China havia e há homens de inteligência superior na área da economia.
Gorbatchov e Ieltsin afundaram a economia da Rússia, enquanto os dirigentes chineses fizeram o oposto, tornaram a China a segunda potência económica mundial, e continua a crescer, podendo até, se a inteligência na China continuar a prosperar, tornar-se a maior potência económica mundial, a médio prazo.
Mas, entretanto o capitalismo mudou, para muito diferente do que era no tempo de Marx e Engels. Foi precisamente na Europa ocidental que a qualidade de vida da classe operária atingiu o melhor nível de sempre na história da Humanidade. O capitalismo cedeu muitos direitos aos trabalhadores, criando o chamado modelo social europeu ocidental em que foram dados direitos ao povo que mais nenhuma civilização deu. Serviço Nacional de Saúde, subsídios de férias e de Natal, sistema público de Ensino de qualidade, subsídio de desemprego, pensões de reforma de qualidade, num quadro de Liberdade política A burguesia manteve-se como classe dominante, mas fez enormes cedências às outras classes sociais. E a Liberdade aumentou muito para as classes fora da burguesia.
Ora, nos regimes inspirados no marxismo-leninismo a Liberdade acabou, sendo substituída por uma Ditadura da classe política. Este é o elo mais fraco do marxismo-leninismo.
Neste momento assiste-se a um retrocesso geral na Europa ocidental e a um aumento significativo da liberdade na China.
Os Estados Unidos estão numa fase de Barbárie, anterior à invenção do Direito pela República Romana, com condenações à morte sem julgamento e respectivos assassinatos, com a prática generalizada da tortura em Guantánamo e Sucursais, e na invasão directa e indirecta de países soberanos membros da ONU. Esta deriva para a Barbárie dos Estados Unidos é seguida pelos países da NATO, nomeadamente pela Inglaterra, pela França e pela Alemanha, enquanto estão em retrocesso os direitos dos trabalhadores.

ELEIÇÕES EM ANGOLA E OS SECTORES DA ESQUERDA PORTUGUESA RACISTAS E COLONIALISTAS

Uma verdade inconveniente para os sectores da Esquerda portuguesa racistas e colonialistas, João Soares e alguns compadres do PS, e do Bloco de Esquerda, uma coligação de maoistas, ex-marxistas, trotskistas e outros, é que Portugal tem graves responsabilidades por muitas desgraças que atingiram os angolanos.
Se a Revolução de 25 de Abril de 1974 tivesse ocorrido 20 (vinte) anos mais cedo (em 1954), poderia ter havido uma transição pacífica em Angola, semelhante à que ocorreu na África do Sul com Nelson Mandela (que infelizmente não tem sucessores à sua altura) e De Klerk.


Logo se conclui que foram os portugueses, que praticaram uma descolonização tardia em Angola. Como disse atrás, se a Revolução de 25 de Abril de 1974 tivesse sido 20 anos mais cedo muito sofrimento teria sido poupado aos povos das antigas colónias portuguesas, exceptuando o Brasil, que factualmente se tornou independente em 1808, quando o rei de Portugal D. João VI passou a residir no Rio de Janeiro, para fugir às invasões francesas, e formalmente em 1822.
Foi, portanto, a civilização portuguesa a acordar tarde para a descolonização.
João Soares o mais racista e colonialista dos políticos do PS, mas não é o único, os chamados soaristas não andam muito longe disso, foi um apoiante e colaboracionista do regime do Apartheid da África do Sul, que entrava ilegalmente em Angola, transportado pelos pilotos do Apartheid, como se Angola ainda fosse uma colónia de Portugal.
O Bloco de Esquerda tem uma mistura tão complicada que representa entre outras correntes, na prática, a direita fascista, racista e colonialista (mais importante que aquilo que os políticos dizem é aquilo que eles fazem e esta ideia tanto se aplica a Passos Coelho como ao BE). Ao virar as costas ao Presidente da República de Angola José Eduardo dos Santos o Bloco de Esquerda assumiu-se como representante da Direita fascista, racista e colonialista.
Espero que mais uma vez que a corrente racista e colonialista do PS mais ou menos apoiante do extinto regime do Apartheid da África do Sul e as correntes fascistas, racistas e colonialistas do Bloco de Esquerda do jornalista Daniel Oliveira ao médico João Semedo, se venham a sentir mal com o resultado das próximas eleições em Angola.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

FÉRIAS SEM SUBSÍDIO DE FÉRIAS


Para a maior parte dos funcionários públicos, não para todos (exceptuam-se alguns ‘tachos’ para compadres e comadres do PSD e do CDS), para os trabalhadores de algumas empresas estatais, e para os pensionistas do sector privado e também estatal, o mês de Agosto é o mês preferencial para as férias. Só que neste Agosto de 2012 sofreram um corte brutal e injusto nos rendimentos. Os mentirosos dizem que foi uma diminuição da despesa, mas não foi, na realidade foi um aumento da receita através de um imposto sobre 100% dos subsídios de férias das pessoas atrás referidas. É uma grande injustiça, quando os lucros do Capital não contribuem para diminuir a dívida pública.
Passos Coelho podia ter-se lembrado de tirar o subsídio de férias aos sportinguistas, como castigo pelo facto de o Sporting C P há muito não ganhar o campeonato de futebol. Seria uma disparatada injustiça!!! É claro que seria!
Mas também é uma disparatada injustiça a escolha das pessoas atrás referidas. Não é verdade que, na mesma actividade, ganhem mais os funcionários públicos do que os seus colegas do sector privado, em muitos casos, é precisamente o contrário, na mesma actividade ganham mais os funcionários do sector privado do que os do sector público.
Este Agosto do descontentamento de tanta gente está a afundar, cada vez mais, o mercado interno, por falta de dinheiro dos compradores. O afundamento do mercado interno provoca falências de empresas e de famílias e desemprego.



domingo, 26 de agosto de 2012

À ESQUERDA DA TROIKA



A Coligação da Esquerda Syriza (em grego Συνασπισμός της Ριζοσπαστικής Αριστεράς Synaspismos Rizospastikīs Aristerás, abreviado SYRIZA) mostrou, que, por vezes, muitos eleitores não votam nos partidos dos seus carrascos.
Ora, em Portugal, as pessoas que vão votar votam em massa nos partidos dos seus carrascos, no PSD e no CDS.
O PS já praticou políticas apoiadas pelos partidos à sua esquerda, como a criação do Serviço Nacional de Saúde e o desenvolvimento do Serviço Público de Ensino, iniciado ainda na Ditadura de Marcelo Caetano pelo ministro Veiga Simão. Mais recentemente a criação do Rendimento Mínimo Garantido, por António Guterres, para impedir que alguns portugueses morressem à fome.
O plano de erradicação das barracas, que eram habitações de miséria medieval no século XX, foi levado à prática pelo PS e também pelo PSD. Nesta fase o PSD até conseguiu atrair alguns votos à esquerda do PS, quando obteve duas maiorias absolutas com Cavaco Silva, que pôs, efectivamente, em prática, algumas políticas reivindicadas pela esquerda do PS.
Outro aspecto reivindicado à esquerda do PS era o desenvolvimento das infra-estruturas rodoviárias, visto que as estradas portuguesas estavam ainda no século XIX, que foi posto em prática pelo PS e também pelo PSD.
Actualmente há muita gente a atacar a criação destas infra-estruturas com mais violência do que os mais estúpidos políticos do século XIX atacaram a construção do caminho-de-ferro, defendendo, então, que Portugal deveria viver na Idade Média, «porque não tinha dinheiro para os comboios e para as respectivas linhas, túneis e pontes».
Medina Carreira se tivesse vivido no século XIX e fosse ele que mandasse, e depois políticos como ele, Portugal ainda hoje, em 2012, não tinha comboios.
No aspecto das liberdades individuais o PS alinhou com os partidos à sua esquerda ao pôr fim à perseguição da Inquisição às mulheres que faziam aborto, despenalizando a prática do aborto, dentro dos prazos considerados correctos pela Ciência, libertando a lei civil da influência religiosa. Ainda nas liberdades individuais permitiu o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, com a ajuda dos partidos à sua esquerda, libertando o conceito de casamento civil de qualquer influência religiosa.
A História da actual crise tem sido muito mal contada. Mas uma razão muito profunda foi a criação da moeda euro sem um verdadeiro Banco Central, porque o «BCE» é um falso Banco Central.
É pior que escandaloso, é aberrante, o facto do «BCE», em condições normais estar proibido de emprestar dinheiro directamente aos Estados, mas ser obrigado a dar lucros de intermediação (inútil e totalmente desnecessária) aos bancos privados. Assim, o «BCE» emprestou, por força das leis aberrantes que o regem, dinheiro a 1% aos bancos privados para esses bancos privados emprestarem esse mesmo dinheiro ao Estado da Itália a 7%, aberração das aberrações esta intermediação desnecessária, mas que permitiu à alta burguesia financeira ganhar 6% por uma intermediação abusiva e desonesta.
E depois, em condições excepcionais, chamadas de «resgate», o ilegítimo «BCE» faz negócio à custa das dificuldades dos Estados pois cobra juros usurários por empréstimos directos, se fosse um verdadeiro Banco Central cobrava juros de 0% aos Estados da Zona Euro em dificuldades.
Ora, as infra-estruturas rodoviárias eram necessárias, os negócios para a sua construção é que foram mal realizados pelos representantes do Estado.
Uma verdade inconveniente, que hoje, praticamente, quase toda a gente omite, é que em 2012 o Aeroporto de Lisboa já não suporta a procura. No ano de 2012 o Aeroporto de Lisboa já tem uma oferta para aterragens e descolagens de aviões inferior à procura, em 2012 já está desactualizado.
À Esquerda da troika, mais concretamente, os partidos à esquerda do PS não conseguem cativar muitos votos, porque estão agarrados a posições pouco compreensíveis, não conseguem atrair votos como o Syriza atraiu na Grécia.

sábado, 25 de agosto de 2012

QUEM INSPECCIONA AS 200 BOMBAS ATÓMICAS DE ISRAEL?


«O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta sexta-feira a um membro do Congresso americano em visita a Israel que o Irã acelera a sua busca pela arma nuclear, ignorando as sanções internacionais.
"Ainda ontem, nós recebemos novas provas sobre o fato de que o Irã continua a acelerar seus esforços para obter a arma nuclear, ignorando totalmente os apelos da comunidade internacional", disse Netanyahu, de acordo com um comunicado de imprensa de seu gabinete, que cita o premiê em conversas com o representante republicano Mike Rogers.» (In «Terra Brasil» net)
Os jornalistas do «Terra Brasil net» ‘esqueceram-se’ de informar os seus leitores de que o Estado de Israel tem duzentas bombas atómicas e que ninguém fala em inspeccionar Israel.
A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) teve um super-apagão de memória e esqueceu-se de falar em inspeccionar as duzentas bombas atómicas de Israel.
Quase ninguém fala nas duzentas bombas atómicas de Israel. É um esquecimento muito conveniente e muito oportuno.


«O que há a dizer
Porque guardo silêncio, há demasiado tempo,

sobre o que é manifesto 

e se utilizava em jogos de guerra 

em que no fim, nós sobreviventes,

acabamos como meras notas de rodapé.

É o suposto direito a um ataque preventivo,

que poderá exterminar o povo iraniano,

conduzido ao júbilo 

e organizado por um fanfarrão,

porque na sua jurisdição se suspeita

do fabrico de uma bomba atómica.

Mas por que me proibiram de falar

sobre esse outro país [Israel] onde há anos

- ainda que mantido em segredo – 

se dispõe de um crescente potencial nuclear, 

que não está sujeito a qualquer controlo, 

já que é inacessível a qualquer inspecção?

O silêncio geral sobre esse facto,

a que se sujeitou o meu próprio silêncio, 

sinto-o como uma gravosa mentira

e coacção que ameaça castigar

quando não é respeitada: 

“anti-semitismo” se chama a condenação.

Agora, contudo, porque o meu país,

acusado uma e outra vez, rotineiramente,

de crimes muito próprios, 

sem quaisquer precedentes,

vai entregar a Israel outro submarino

cuja especialidade é dirigir ogivas aniquiladoras

para onde não ficou provada 

a existência de uma única bomba, 

se bem que se queira instituir o medo como prova… digo o que há a dizer.

Por que me calei até agora?

Porque acreditava que a minha origem, 

marcada por um estigma inapagável, 

me impedia de atribuir esse facto, como evidente,

ao país de Israel, ao qual estou unido

e quero continuar a estar.

Por que motivo só agora digo,

já velho e com a minha última tinta,

que Israel, potência nuclear, coloca em perigo 

uma paz mundial já de si frágil?

Porque há que dizer 

o que amanhã poderá ser demasiado tarde, 

e porque – já suficientemente incriminados como alemães – 

poderíamos ser cúmplices de um crime

que é previsível,

pelo que a nossa quota-parte de culpa

não poderia extinguir-se

com nenhuma das desculpas habituais.

Admito-o: não vou continuar a calar-me

porque estou farto

da hipocrisia do Ocidente;

é de esperar, além disso,

que muitos se libertem do silêncio,

exijam ao causante desse perigo visível 

que renuncie ao uso da força

e insistam também para que os governos

de ambos os países permitam

o controlo permanente e sem entraves,

por parte de uma instância internacional,

do potencial nuclear israelita

e das instalações nucleares iranianas.

Só assim poderemos ajudar todos,

israelitas e palestinianos, 

mas também todos os seres humanos

que nessa região ocupada pela demência

vivem em conflito lado a lado,

odiando-se mutuamente,

e decididamente ajudar-nos também.»

(Günter Grass, Prémio Nobel da Literatura em 1999)

A ESQUERDA E OS SEUS FRACASSOS ÉTICOS E MORAIS


«A esquerda francesa no poder acantonou-se em matéria económica na gestão de curto prazo (...). Convertida à credibilidade internacional, flutuando na vaga liberal, ela colocou-se no terreno do adversário e ficou naturalmente cada vez mais desarmada. (...) Os objetivos de uma política de esquerda, ao serem sempre adiados para depois de um período de rigor que afinal nunca termina, tornam-se incompreensíveis, pouco credíveis ou mesmo ausentes." Palavras sábias escritas há alguns anos por um dirigente socialista francês. Sucede que entretanto o dito dirigente se tornou Presidente da França. Ei-lo pois confrontado agora com o teste da coerência. As palavras são importantes. Mas são também um ferrete para quem tem o poder de as transformar em ação e o não faz.
Cem dias depois de eleito, Hollande só desiludiu quem sobre ele criou ilusões. É certo que chegou a entusiasmar os seus apaniguados. No arranque da campanha que o levou ao Eliseu, prometia aos franceses "começar pelo sonho", "o sonho francês que é a confiança na democracia, a democracia que será mais forte que os mercados, mais forte que o dinheiro...". E, de facto, foi por esse sonho que começou, mas para o esvaziar.
Os antecipadamente encantados lembrarão a taxa sobre transações financeiras - valeria a pena recordar-lhes que ela incide apenas sobre 0,2% do valor dessas transações. Os indefetíveis sublinharão a tributação a 75% para rendimentos acima de 1 milhão de euros - valeria a pena recordar-lhes que a decisão foi adiada para o outono. E, acima de tudo, a claque do clube cantará hossanas à "mudança operada na governação europeia". E a eles deve recordar-se que a retórica de combate à orientação merkozysta da UE desaguou em capitulação pura: a emissão de eurobonds fica adiada por dez anos, o Pacto para o Crescimento será uma adenda insignificante, inodora e insípida ao Tratado Orçamental imposto por Berlim e mais de metade dos 120 mil milhões de euros tonitruantemente anunciados para o seu financiamento não são senão fruto de reafetações de fundos estruturais de gasto já programado até 2014.
A suposta solidez do sonho hollandista dissolveu-se rapidamente no ar com as expulsões das comunidades ciganas e com a resposta sem substância à ameaça de 8000 despedimentos pela Peugeot-Citroën e de 5000 pela Air France e pela Alcatel.
Hollande havia feito da sua apresentação como "presidente normal" uma eficaz arma de arremesso contra a hiperagitação de Sarkozy e a sua deriva de extrema-direita. Mas as virtudes de um homem normal deram lugar aos defeitos de um governante normal da social-democracia europeia, timorato na hora de fazer frente aos cânones do liberalismo económico porque rendido a ele como dogma que se pode, na melhor das hipóteses, suavizar mas nunca afastar. Hollande é um dileto membro dessa estirpe que ameaça a direita com pedidos de esclarecimento e a combate com abstenções violentas. Sem surpresa, por isso, o seu Governo assumiu-se como intérprete fiel do receituário dos cortes de despesa pública (33 mil milhões de euros até 2014) invariavelmente fragilizadores do Estado Social - em nome, como em toda a Europa, da sacralização do equilíbrio das contas públicas. A austeridade é para já, o sonho fica adiado sine die. (José Manuel Pureza, dirigente do Bloco de Esquerda, in «Diário de Notícias» net)
Ora uma questão que me parece muito importante é a política externa. José Manuel Pureza não fala nisso no texto acima sobre fundo amarelo. Tradicionalmente, a Europa ocidental é racista e colonialista. Hitler dividiu a Europa quando disse que a raça superior era a imaginária raça ariana, que ele atribuía aos alemães. Nesta perspectiva os franceses, os ingleses e os italianos seriam «raças inferiores».
Derrotado o III Reich pelas tais «raças inferiores» especialmente pelos russos e pelos norte-americanos (raças inferiores segundo Hitler), o racismo arianista foi substituído pelo tradicional racismo colonialista.
Ora a Síria já foi uma colónia e daí o povo sírio ser considerado uma raça inferior pelas classes políticas dominantes, na França tanto por Sarkozy como por Hollande e respectivas claques, na Inglaterra por Cameron e na Alemanha (vencida na II Guerra Mundial em que capitulou incondicionalmente) por Ângela Merkel.
Os mísseis franco-alemães Milan foram oferecidos aos terroristas do «E’LS’» por Sarkozy, por Cameron e por Ângela Merkel. Os invasores da Síria podem matar e esfolar na Síria, porque para Sarkozy, para Hollande, para Cameron e para Ângela Merkel, os sírios são uma raça inferior que pode ser sujeita a todas as atrocidades.
Ora o que falta no texto do dirigente do BE é referir que François Hollande é racista e colonialista. Os aspectos da traição socialista, dos países membros da Internacional 'Socialista' não são apenas nas teorias económicas e na imposição de políticas de Direita, incluem ainda o racismo e o colonialismo.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

O COMPORTAMENTO DOS AMIGOS E SÚBDITOS DA NATO

Uma jovem síria confessou num canal da televisão estatal que colaborou com com grupos terroristas armados em Duma, na província de damasco Campo, e que participou como cúmplice no rapto, tortura e assassinato de mulheres.
As confissões de Sabah Othman, cidadã síria de 22 anos originária de Duama, foram difundidas pela televisão síria esta semana. Nas suas declarações relatou que se casou aos 14 anos e que o seu marido se separou dela três anos depois.

Foi então quando conheceu Ala’a Mahfoud, originário de Harasta, que disse quereer casar com ela e a apresentou aos membros do grupo Loua’a al Islam, vinculado ao Exército «Livre Sírio» (ELS).
O líder do grupo, Zahran Alloush, ensinou à jovem Sabah Othman a função de interrogadora de mulheres sequestradas. A jovem explicou que ela tinha autoridade para golpear, com a ajuda de outra mulher, todas as cativas que não respondessem às perguntas.

Confessou também que após os interrogatórios, os membros do E’LS’» (muito amado e apoiado pela NATO e pelos média dominantes na Europa Ocidental e EUA) «”degolavam as mulheres sequestradas e lançavam os seus corpos para junto de um matadouro.

Sabah Othman recorda perfeitamente as mulheres que interrogou. A primeira foi Samira Assaf, mãe de quatro filhos. Tal como as outras vítimas, Samira Assaf foi assassinada a sangue-frio e lançada para perto de um matadouro de gado, onde cães acabaram por devorar o seu corpo.

Tudo aquilo, segundo detalhou a jovem, foi inclusivamente gravado em vídeo pelos terroristas. Dunya Omar, a segunda interrogada, foi assassinada posteriormente com um tiro na cabeça e o seu corpo foi lançado de uma ravina. Outra das Mulheres sequestradas, Fadya Daher, foi violada e torturada antes de a assassinarem.» (In «Red Voltaire»)

RELVAS E COLEGAS MENTEM CADA VEZ MAIS


Em primeiro lugar é falso que no sector público ganhem mais que no privado, nas mesmas profissões. Obviamente que há profissões no sector público que não existem no privado, ora no privado não há generais, nem juízes, nem procuradores do Ministério Público, etc..
Mas, por exemplo, um médico do sector privado ganha mais que um médico do sector público, é precisamente ao contrário do que diz o governo.
E os jotinhas laranjas e do CDS, incompetentes, até recebem subsídio de férias para premiar a incompetência técnica, para os compadres e para as comadres há sempre um bónus corrupto.
E o Capital? Os lucros elevados do capital não têm que ajudar a pagar a dívida pública!!! Os capitalistas vão é ajudar a Holanda a ter boas receitas fiscais, como o homem mais rico de Portugal, o dono dos supermercados «Pingo Doce», pratica a evasão fiscal, em Portugal, alegremente…!!!
Algo vai mesmo muito mal «no Reino da Dinamarca»...

DINHEIRO PARA DAR ARMAS A TERRORISTAS NÃO FALTA NA UNIÃO EUROPEIA

Em último recurso o Exército Nacional da Síria teve que usar lançadores de mísseis múltiplos para destruir as baterias de mísseis franceses Milan.
Cada bateria de mísseis Milan custa 100 mil euros e cada míssil custa 12 mil euros.
Estes mísseis são fabricados na França pela «Nord-Aviation» em conjunto com a firma da Alemanha «MBB».
Esses mísseis foram oferecidos aos terroristas do «E’L’C» por Sarkozy, por Ângela Merkel e por David Cameron.
Sarkozy saiu e o «progressista» François Hollande faz o mesmo que ele.
O primeiro-ministro de Hollande, o «socialista» Jean-Marc Ayrault, confirmou o apoio material da França aos terroristas que invadiram a Síria. Acrescentou que não era material de guerra. Uma verdade e uma mentira. Digamos que as bombas e os mísseis não são material de guerra.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

A VACINA DA HONESTIDADE

Ao que dizem, mas não sei se é verdade, George W Bush mandou que lhe aplicassem a vacina da honestidade, uma nova descoberta da Ciência, antes de dizer a todo planeta Terra que ia invadir o Iraque por causa das Armas de Destruição Maciça, actualmente altamente famosas.
As atletas sexuais suecas que fazem acusações contra o fundador da WikiLeaks, Julian Assange, também foram vacinadas com a atrás referida vacina da honestidade. Não receberam dinheiro da CIA, ao que dizem, porque a CIA estará com problemas financeiros.
Os juízes suecos que querem incriminar Julian Assange foram todos vacinados com a vacina da honestidade.
Os juízes ingleses, tanto os que deram guarida a Pinochet, como os que querem lixar Assange, também foram todos vacinados com a vacina da honestidade.
Como vimos, o Mundo está cheio de pessoas honestas, graças à tal vacina da honestidade.
Já agora, Passos Coelho parece que também foi vacinado com a vacina da honestidade, durante a campanha eleitoral, antes de dizer que não ia tirar os subsídios de férias e de Natal aos funcionários públicos.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

A USURPAÇÃO DA DEMOCRACIA II – ALGUNS PORMENORES

A condenação à morte sem julgamento (e respectivos assassínios) representa um regresso à barbárie anterior à invenção do Direito pela República Romana, na Antiguidade.

«Aviões não tripulados (drones)»

«20 de Agosto de 2012 por André Levy»

«Nos EUA, numa base militar, um militar olha para um conjunto de ecrãs e recebe autorização para bombardear um alvo. A realidade virtual com que está a lidar não difere da fantasia de um programa de computador. Mas o avião e armamento que controla não são inteiramente virtuais. Controlam um avião não tripulado real com armamento real que quando largado atinge e mata vítimas reais.

No passado fim de semana, um conjunto de ataques de drones dos EUA no Paquistão foram responsáveis pela morte de 16 pessoas. No sábado, um ataque no sul do Punjab, matou 6 pessoas. No domingo, dois ataques no norte-centro do Paquistão, um atingindo dois veículos e matando 7, o segundo atingindo uma casa e matando   3 pessoas. Terão sido, como indicam os média, todos Talibã e suspeitos terroristas?

O que não é disputado é que estes ataques foram realizados sem o consentimento do Paquistão. O Ministro dos Negócios Estrangeiros do Paquistão reiterou que estes ataques são uma violação da soberania e integridade territorial do Paquistão, e violam o direito internacional. A legalidade da acção dos drones é também questionada pelo o Alto Comissário dos Direitos Humanos das Nações Unidas, Navi Pillay.

Um relatório, em Junho, do relator e investigador especial do Conselho dos Direitos Humanos das NU sobre execuções extrajudiciais, sumárias e arbitrárias, Christof Heyns, condenou o uso continuado dos drones dos EUA para assassinar suspeitos terroristas, indicando que “enquanto estes ataques são lançados sobre pessoas suspeitas de serem líderes ou membros activos do al Qaeda ou Talibã, no contexto do Afeganistão e Paquistão civis inocentes têm sido também vítimas.”

Quem pensa que a guerra dos EUA no médio oriente acabou, pode bem tirar o cavalinho da chuva.»

«Publicado em André Levy, Imperialismo & Guerra   \ 10 comentários» (In Blog «5 Dias net»)

Já me esquecia, os órgãos de comunicação social dominantes na Europa ocidental (televisões, imprensa e rádios), censuraram 100%, radicalmente, as notícias sobre os drones, divulgadas neste post, fizeram Censura, à maneira da Inquisição, por uma boa causa, alguns destacados «adeptos da Liberdade de imprensa contra  a Censura», são mentirosos, fazem Censura e Censura pesada, inquisitorial.

CRUELDADE E HIPOCRISIA HOMICIDA DA CGTP

«Como afirma o NUM “os culpados da violência e dos assassinatos, alguns já presos, têm de ser condenados”.» (CGTP)
Atenção  -  A CGTP não pede a condenação dos polícias assassinos, pede a condenação dos trabalhadores grevistas, por não pertencerem aos sindicatos com os quais a CGTP se dá bem, como o atrás referido «NUM». Esta crueldade homicida da CGTP é qualquer coisa de hitleriano, de nacional-socialismo. Custa a acreditar, mas é verdade, nada melhor do que ler o texto integral da CGTP, mais abaixo, sobre fundo amarelo.
Este ódio homicida aos trabalhadores grevistas da África do Sul, mostrado pela CGTP, mostra a razão pela qual, em Portugal, os partidos da «troika», PSD, CDS e PS têm muitos votos. À sua esquerda há quem defenda a mais horrenda barbárie, de tipo nacional-socialista.
«Santa» hipocrisia!
Supõe-se, que, se numa mina portuguesa, os mineiros aderissem a um sindicato fora da CGTP e da UGT, e fossem assassinados a mando de Pedro Passos Coelho e de Paulo Portas, a CGTP pediria a prisão e condenação desses mineiros, mas não dos polícias assassinos.

«CGTP-IN toma posição sobre acontecimentos na África do Sul
19 de Agosto de 2012 por Bruno Carvalho
Queridos camaradas da COSATU,

É com muita preocupação que a CGTP-IN, central sindical portuguesa, e os seus sindicatos filiados, incluindo o dos Mineiros, seguem os mortíferos confrontos na mina de platina em Lonmin.

Expressamos, em primeiro lugar, as nossas mais sentidas condolências aos familiares das vítimas e condenamos todos os atos de agressão, particularmente por parte da força de polícia.

Concordamos inteiramente com a posição do vosso filiado, o Sindicato Nacional dos Mineiros (NUM) ao declarar que “a perda de vidas humanas foi desnecessária e a violência nunca poderá sobrepor-se ao diálogo”. Nada pode justificar os bárbaros assassinatos pela polícia, a sangue frio, a que assistimos.

Estamos conscientes de que o contexto por detrás da violência em Lonmin reside no facto de a empresa mineira sabotar os processos e estruturas de negociação e de ignorar o atual contrato coletivo, tentando ao mesmo tempo dividir os trabalhadores e os sindicatos.

É preocupante que a violência e a repressão policial possam estar a dar sinais de regressar ao país de Mandela, que foi um brilhante exemplo de uma das mais corajosas lutas pela democracia, pela liberdade e pela igualdade que o mundo jamais conheceu.

Queridos Camaradas,

Como afirma o NUM “os culpados da violência e dos assassinatos, alguns já presos, têm de ser condenados”.

Finalmente, transmitimos a nossa fraterna solidariedade à COSATU, aos trabalhadores e ao povo da África do Sul, neste momento de dor, mas também de construção de uma sociedade de paz, desenvolvimento e justiça social.

Augusto Praça
Secretário Internacional
Comissão Executiva da CGTP-IN – Portugal