sexta-feira, 12 de outubro de 2012

PRÉMIO NOBEL DA PAZ PARA OS TORTURADORES E ASSASSINOS QUE CONQUISTARAM O IRAQUE, O AFEGANISTÃO E A LÍBIA E QUE INVADIRAM A SÍRIA E ESTÃO A PREPARAR UMA GUERRA CONTRA O IRÃO

A hipocrisia dos prémios Nobel já deu em loucura militarista.

«A decisão, tomada por unanimidade, foi justificada com o contributo que a União Europeia deu para a paz na Europa, para a reconciliação entre os países e a consolidação da democracia e da paz, disse o presidente do Comité Nobel, Thorbjoern Jagland, que é também secretário-geral do Conselho da Europa e um defensor da entrada da Noruega na UE.

“Estamos profundamente sensibilizados e honrados pelo facto de a União Europeia ter recebido o Nobel da Paz. A reconciliação é a essência da UE. É um projecto único que substituiu a guerra pela paz, o ódio pela solidariedade", disse o presidente do Parlamento europeu, o alemão Martin Schulz, que foi o primeiro a reagir à distinção.

O Comité Nobel mencionou o papel da União Europeia como instituição agregadora do continente europeu após a II Guerra Mundial. Foram também mencionadas as adesões, na década de 1980, de Portugal, Espanha e Grécia, após o desmoronar das respectivas ditaduras.

"A UE atravessa graves dificuldades económicas e uma considerável convulsão social. O Comité do Nobel deseja centrar-se no que considera ser o resultado mais importante da UE: o sucesso da luta pela paz e pela reconciliação e pela democracia e direitos humanos. O trabalho da UE representa a fraternidade entre as nações o que equivale a uma forma de 'congresso de paz', o que corresponde ao critério que Alfred Nobel deixou no seu testamento em 1895", disse Jagland.»

(Mísseis Milan, oferecidos pela União Europeia aos invasores da Síria, oferecidos pela França, pela Alemanha e pelo Reino Unido)

«Jacques Delors, antigo presidente da Comissão Europeia, explicou que este prémio é "uma mensagem moral e política".»


«"Moral no sentido em que saúda os países que, reconhecendo a sua atitude do passado, fizeram a paz entre eles.»

A União Europeia está directamente ligada à Rede de raptos e Tortura (incluindo tortura até à morte) Guantánamo e Sucursais, especialmente à Sucursal de Bagram, no Afeganistão, onde a tortura é pior do que no Inferno. A moral da União Europeia é a moral dos raptores, torturadores e assassinos. A União Europeia é mais perigosa do que a Máfia da Sicília. Seria mais honesto da parte do Comité Nobel ter dado o Prémio Nobel da Paz à Máfia da Sicília. Em termos quantitativos são muito mais os raptos, as torturas e os assassínios feitos pela União Europeia do que pela Máfia da Sicília.

«Política num momento em que há muitas críticas, muitas estatísticas, prognósticos desfavoráveis à UE", disse. Apesar de os últimos anos terem sido extremamente difíceis - prosseguiu Delors -, o prémio mostra que os valores da solidariedade e da confiança podem ajudar a fazer um mundo melhor".» (In jornal «Público» net)
A Noruega e a Suécia estão, directamente, envolvidas na Rede de Rapto e Tortura (incluindo tortura até à morte) Guantánamo e Sucursais.


Países da União Europeia que invadiram e ocuparam o Afeganistão no contexto da Guerra-Imperial-Colonial iniciada pelos neoconservadores norte-americanos, liderados por G W Bush – Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Polónia, Espanha, Holanda, Portugal, Luxemburgo, Irlanda, Áustria, Roménia, Dinamarca, Suécia, Hungria, Lituânia, Finlândia, Letónia, Estónia, Bulgária, República Checa, Bélgica, Eslovénia e Grécia.


Países da União Europeia que invadiram e ocuparam o Iraque atrás das famosíssimas «Armas de Destruição Maciça» - Reino Unido, Espanha, Itália, Polónia, Dinamarca, Portugal, Roménia, Bulgária, República Checa, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Holanda e Eslováquia.

Com a conivência de Bruxelas foi desviado o dinheiro atribuído pela União Europeia para a «modernização da agricultura da Polónia» para a compra de aviões de guerra F16 a G W Bush. Com esses F16 os polacos andaram a matar homens, mulheres e crianças de todas as idades no Iraque, com um apoio especial do Reino Unido.



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