sexta-feira, 30 de novembro de 2012

O EIXO DO MAL ANTI-PALESTINA CONTRA O MUNDO


Os senadores dos Estados Unidos (como vingança pela monumental derrota sofrida na Assembleia Geral da ONU em 29 de Novembro de 2012), do Partido Democrata, Chuck Schumer e Robert Menéndez uniram-se aos republicanos Lindsey Graham e John Barrasso para promoverem um projecto legislativo que propõe eliminar a ajuda financeira à Palestina.

ISRAEL E ESTADOS UNIDOS MAIS SETE LACAIOS CONTRA O MUNDO



Os países de língua oficial portuguesa votaram todos a favor dos direitos do povo palestiniano.

PALESTINA - O EIXO DO MAL ANTI-PALESTINIANOS REDUZIDO A 9 ESTADOS


Israel, Estados Unidos, Canadá, República Checa, Panamá, Ilhas Marshall, Nauru, Palau e Micronésia votaram, isolados, contra os direitos do povo palestiniano, na Assembleia Geral da ONU de 29 de Novembro de 2012. Nove países cruéis contra o Mundo.

Votaram a favor do povo palestiniano 138 países e só 9 países   votaram contra. Abstiveram-se 41 países.



«A escala da derrota representou um repúdio forte e público para Israel e os EUA, que se encontram fora de sintonia com o resto do Mundo.» («The Guardian»)


A PALESTINA E A INSIGNIFICÂNCIA DA REPÚBLICA CHECA


O único país da União Europeia que votou contra os direitos dos palestinianos, na Assembleia Geral da ONU de 29 de Novembro de 2012, foi a insignificante República Checa, que tentou colonizar a Eslováquia, mas saiu-lhe o tiro pela culatra. A República da Eslováquia declarou a independência e pôs fim à Checoslováquia. E Praga deixou de mandar na Eslováquia.
Alguma coisa, finalmente, o governo PSD-CDS fez bem, Portugal votou a favor dos direitos do povo palestiniano.


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

PALESTINA – SÓ NOVE ESTADOS CONTRA OS DIREITOS DOS PALESTINIANOS



«A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) modificou nesta quinta-feira (29) o status dos territórios palestinos, de “entidade observadora” para “estado observador não-membro” na organização, no que significa um reconhecimento implícito da existência do Estado Palestino.
O pedido palestino foi aprovado por vasta maioria, de 138 votos a 9.
Abstiveram-se da votação 41 países.
O Brasil votou favoravelmente.» (In «G1» «Mundo» net)

PORTUGAL TEM UMA SOCIEDADE DIVIDIDA EM CLASSES SOCIAIS


É, quase totalmente proibido, nas televisões, aparecerem pessoas, que expliquem, claramente, que Portugal tem uma sociedade dividida em classes, e que os interesses da alta burguesia são opostos aos da maioria esmagadora da sociedade. A alta burguesia é constituída por 2 a 5% da população.
Na revista «Visão» desta semana Ricardo Araújo Pereira publicou um texto, onde mostra, claramente, quem constitui a alta burguesia – «os banqueiros, os accionistas das concessionárias das PPP, os grandes empresários». Os capatazes das altas burguesias, nas televisões, dizem que os privilegiados da sociedade portuguesa são os funcionários públicos, os reformados e os estivadores. Os banqueiros, os accionistas das concessionárias das Parcerias Público Privadas, os grandes empresários, esses ‘não são privilegiados’ para as televisões portuguesas.
Ora Passos Coelho, Vítor Gaspar, Paulo Portas e Cavaco Silva são capatazes da alta burguesia, cujos interesses defendem custe o que custar.

OS CRISTÃOS DOS ESTADOS UNIDOS, DA INGLATERRA, DA FRANÇA E DA ALEMANHA DÃO DINHEIRO E BOMBAS AOS TERRORISTAS QUE INVADIRAM A SÍRIA PARA ESTES MATAREM OS CRISTÃOS DA SÍRIA COM CARROS-BOMBA


Os governos de países cristãos como os Estados Unidos, a Inglaterra, a França e a Alemanha dão dinheiro, mísseis e bombas aos terroristas que invadiram a Síria, para estes matarem os cristãos da Síria com carros-bomba, estes cristãos da Síria assassinados com o dinheiro e as bombas de Obama, Cameron, Hollande e Ângela Merkel são homens, mulheres e crianças de todas as idades.
A moral de algumas democracias é igual à do nazismo. Podemos chamar à moral de Obama, Cameron e Hollande de nazismo «das raças inferiores».

PORTUGAL - OS BRANDOS COSTUMES


Nos começos da década de 1890 Portugal vivia uma grave crise financeira.
Em 1891 a crise agrava-se, acentuadamente, e em Junho de 1892 é declarada a bancarrota.
Em 1907 o rei D. Carlos I, suspendeu os direitos e garantias da Constituição de 1826 («Carta Constitucional de 1826»). D. Carlos I suspendeu a Constituição e juntamente com o obscuro João Franco começou a governar em Ditadura.
D. Carlos I pagou com a vida a suspensão da Constituição. Em 1908 foi assassinado, em Lisboa, juntamente com o seu filho herdeiro do trono D. Luís Filipe.
Seu filho sobrevivente D. Manuel II subiu ao trono e repôs em vigor a Constituição de 1826, mas era tarde demais.
Em 4 de Outubro de 1910 o Partido Republicano realizou uma revolução militar e popular, que em 5 de Outubro de 1910, acabou, definitivamente, com a monarquia portuguesa.
Sidónio Pais tornou-se presidente da I República e impôs uma Ditadura, em 1917.
Em 1918 foi assassinado, em Lisboa, na estação dos caminhos-de-ferro do Rossio, pelos republicanos.
A crise financeira da década de 1890 provocou muito sofrimento às classes menos favorecidas. As convulsões sociais que desencadeou conduziram ao assassinato do rei D. Carlos I e à queda definitiva do regime monárquico. Ao imitar a ditadura de D. Carlos I, o presidente da República Sidónio Pais, também pagou com a vida esse autoritarismo. Em 10 anos os portugueses assassinaram dois chefes de Estado e acabaram, definitivamente, com o regime monárquico.
Como vimos, os portugueses não são um povo de brandos costumes.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

PASSOS COELHO E VÍTOR GASPAR, CADA UM NA SUA LOUCURA, ESTÃO A SER ALTAMENTE DESONESTOS, NA SUA DITADURA TEMPORÁRIA



Até da própria Direita surgem críticas aprofundadas e bem fundamentadas às injustiças destes loucos sádicos que desgovernam Portugal. O representante da Alemanha em Portugal, Pedro Passos Coelho está a escolher grupos sociais mais brutalizados que outros. Tributar o Capital, a sério, nem pensar, renegociar os juros da dívida nem pensar.
Bagão Félix, a seguir, num artigo publicado no jornal «Público» mostra algumas injustiças sociais muito graves, praticadas pelos desonestos loucos sádicos Passos Coelho e Vítor Gaspar.

«Aprovado o OE 2013, Portugal arrisca-se a entrar no "Guinness Fiscal" por força de um muito provavelmente caso único no planeta: a partir de um certo valor (1350 euros mensais), os pensionistas vão passar a pagar mais impostos do que outro qualquer tipo de rendimento, incluindo o de um salário de igual montante! Um atropelo fiscal inconstitucional, pois que o imposto pessoal é progressivo em função dos rendimentos do agregado familiar [art.º 104.º da CRP], mas não em função da situação activa ou inactiva do sujeito passivo e uma grosseira violação do princípio da igualdade [art.º 13.º da CRP].

Por exemplo, um reformado com uma pensão mensal de 2200 euros pagará mais 1045 € de impostos do que se estivesse a trabalhar com igual salário ( já agora, em termos comparativos com 2009, este pensionista viu aumentado em 90% o montante dos seus impostos e taxas!).

Tudo isto por causa de uma falaciosamente denominada “contribuição extraordinária de solidariedade” (CES), que começa em 3,5% e pode chegar aos 50%. Um tributo que incidirá exclusivamente sobre as pensões. Da Segurança Social e da Caixa Geral de Aposentações. Públicas e privadas. Obrigatórias ou resultantes de poupanças voluntárias. De base contributiva ou não, tratando-se por igual as que resultam de muitos e longos descontos e as que, sem esse esforço contributivo, advêm de bónus ou remunerações indirectas e diferidas.

Nas pensões, o Governo resolveu que tudo o que mexe leva! Indiscriminadamente. Mesmo – como é o caso – que não esteja previsto no memorando da troika.

Esta obsessão pelos reformados assume, nalguns casos, situações grotescas, para não lhes chamar outra coisa. Por exemplo, há poucos anos, a Segurança Social disponibilizou a oferta dos chamados “certificados de reforma” que dão origem a pensões complementares públicas para quem livremente tenha optado por descontar mais 2% ou 4% do seu salário. Com a CES, o Governo decide fazer incidir mais impostos sobre esta poupança do que sobre outra qualquer opção de aforro que as pessoas pudessem fazer com o mesmo valor… Ou seja, o Estado incentiva a procura de um regime público de capitalização (sublinho, público) e logo a seguir dá-lhe o golpe mortal. Noutros casos, trata-se – não há outra maneira de o dizer – de um desvio de fundos através de uma lei: refiro-me às prestações que resultam de planos de pensões contributivos em que já estão actuarialmente assegurados os activos que caucionam as responsabilidades com os beneficiários. Neste caso, o que se está a tributar é um valor que já pertence ao beneficiário, embora este o esteja a receber diferidamente ao longo da sua vida restante. Ora, o que vai acontecer é o desplante legal de parte desses valores serem transferidos (desviados), através da dita CES, para a Caixa Geral de Aposentações ou para o Instituto de Gestão Financeira da S. Social! O curioso é que, nos planos de pensões com a opção pelo pagamento da totalidade do montante capitalizado em vez de uma renda ou pensão ao longo do tempo, quem resolveu confiar recebendo prudente e mensalmente o valor a que tem direito verá a sua escolha ser penalizada. Um castigo acrescido para quem poupa.

Haverá casos em que a soma de todos os tributos numa cascata sem decoro (IRS com novos escalões, sobretaxa de 3,5%, taxa adicional de solidariedade de 2,5% em IRS, contribuição extraordinária de solidariedade (CES), suspensão de 9/10 de um dos subsídios que começa gradualmente por ser aplicado a partir de 600 euros de pensão mensal!) poderá representar uma taxa marginal de impostos de cerca de 80%! Um cataclismo tributário que só atinge reformados e não rendimentos de trabalho, de capital ou de outra qualquer natureza! Sendo confiscatório, é também claramente inconstitucional.


Aliás, a própria CES não é uma contribuição. É pura e simplesmente um imposto. Chamar-lhe contribuição é um ardil mentiroso. Uma contribuição ou taxa pressupõe uma contrapartida, tem uma natureza sinalagmática ou comutativa. Por isso, está ferida de uma outra inconstitucionalidade. É que o já citado art.º 104.º da CRP diz que o imposto sobre o rendimento pessoal é único.

Estranhamente, os partidos e as forças sindicais secundarizaram ou omitiram esta situação de flagrante iniquidade. Por um lado, porque acham que lhes fica mal defender reformados ou pensionistas desde que as suas pensões (ainda que contributivas) ultrapassem o limiar da pobreza. Por outro, porque tem a ver com pessoas que já não fazem greves, não agitam os não  organizados. (...)»

ZONA EURO – VIOLENTA LUTA DE CLASSES COM A ALTA BURGUESIA FINANCEIRA A VENCER EM TODAS AS FRENTES


Os comentadores convidados pela televisões portuguesas dizem todos mais ou menos o mesmo (com raras excepções, de vez em quando).
O aparelho conceptual usado mostra logo desonestidade pessoal e intelectual.
Ninguém fala em luta de classes, mas ela trava-se com alta violência.
Ninguém diz nas televisões portuguesas, explicitamente, que as leis da moeda euro e do mafiosamente falso «Banco Central Europeu» representam a ditadura não do proletariado, mas da alta burguesia financeira.
Esta ditadura da alta burguesia financeira é escandalosa. A vitória nesta guerra de classes sociais, que está a ocorrer na Zona Euro, da alta burguesia financeira mostra a crueldade destes animais e dos seus capatazes. A alta burguesia financeira proibiu o falso «Banco Central Europeu» de emprestar dinheiro, em condições normais ao Estado ou Estados. A alta burguesia financeira obrigou o falso «Banco Central Europeu» a emprestar-lhe a ela (alta burguesia financeira) dinheiro directamente, para a alta burguesia financeira emprestar aos Estados a juros muito mais altos. Chegou a alta burguesia financeira a receber dinheiro do falso «Banco Central Europeu» a 1% para emprestar esse mesmo dinheiro ao Estado da Itália a 7%. Grande negócio, ganhar 6% de juros num esquema em que a alta burguesia financeira foi intermediária desnecessária e parasitária.
E agora falemos das ajudas da troika nos «resgates». Se o «BCE» e a Comissão Europeia ajudassem mesmo era a 0% de juros. Os ditos resgates não são ajuda nenhuma, são um negócio, são um negócio lucrativo de empréstimos de dinheiro a juros. Mas, a inteligência da alta burguesia financeira e dos seus capatazes tem muitos limites. Agora baixaram os juros dos empréstimos à Grécia, mas nem assim vão colher os frutos do negócio. A certa altura, se fizermos bem as contas aos «perdões» da dívida grega, iremos constatar que vão mesmo emprestar dinheiro à Grécia a 0% de juros.
Mas, por enquanto, a alta burguesia financeira ostenta o seu triunfo na guerra de classes, na Zona Euro.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

FACEBOOK E CAVACO SILVA


Cavaco Silva utiliza o Facebook para expor as suas opiniões. No entanto, a maioria dos portugueses não anda pelo Facebook. Muita gente da Blogosfera pt não quer saber do Facebook, porque o que distingue um texto no Facebook de um texto de um blog é que no Facebook existe uma Censura tipo Inquisição e o texto do Facebook tem que passar na Censura da Inquisição dos proprietários do Facebook.
Por outro lado, Cavaco Silva vai escrevendo algumas frases dissonantes com o discurso de Passos Coelho, mas, na prática Cavaco Silva é um apoiante do governo PSD-CDS.

ORÇAMENTO DE ESTADO DO PSD-CDS- MANIFESTAÇÃO CONTRA


segunda-feira, 26 de novembro de 2012

MENTIRA E SADISMO COMO PROGRAMA POLÍTICO


Passos Coelho passou a campanha eleitoral a dizer mentiras. Agora faz tudo ao contrário do que prometeu.
Passos Coelho é um não-homem. Ele é o contrário do que afirmou ser na campanha eleitoral.

domingo, 25 de novembro de 2012

CONTRA A CORRENTE DO NEOLIBERALISMO DOMINANTE NOS COMENTÁRIOS TELEVISIVOS EM PORTUGAL



PREGAR UMA MORAL AOS OUTROS QUE SE NÃO SEGUE OU PSD-CDS


Passos Coelho quer que as pessoas sejam honestas, mas ele é desonesto. Passos Coelho é mentiroso, é um grande aldrabão e ainda é sádico.
Passos Coelho quer que as pessoas falem verdade, mas ele mente descaradamente. Passou a campanha eleitoral, alegremente, a mentir. Chegou ao poder e passou a fazer o contrário do que tinha afirmado, passou a fazer o contrário do que tinha prometido.
Mas Pedro Coelho não está sozinho, tem do lado dele os homens e as mulheres do governo PSD-CDS. E tem também do lado dele os deputados e as deputadas do PSD e do CDS, salvo uma pequena excepção.
É neste pântano de mentiras e de práticas sádicas que Portugal está mergulhado.
O festim de mentira, de cinismo, de hipocrisia e de sadismo, que é a prática desta gente, está a lançar Portugal em direcção ao abismo.

sábado, 24 de novembro de 2012

A MORAL DOS GOVERNANTES E DOS PEPUTADOS E DEPUTADAS DO PSD E DO CDS



Uma coisa óbvia é que os governantes (e governantas) do PSD e do CDS e os deputados e as deputadas destes dois partidos andam a pregar para os outros uma moral que eles e elas não praticam. Pregam uma moral para os outros, com aparente grande convicção, mas que não serve para eles e para elas.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

OS TROIKOS EM PORTUGAL - DESONESTOS, HIPÓCRITAS E ESTÚPIDOS

AS PREVISÕES DO CRESCIMENTO DO PIB EM PORTUGAL EM 2014, FEITAS PELA TROIKA, ESTÃO  A MUDAR, PARA PIOR:
Gradualmente, vão diminuindo os números do eventual crescimento do PIB em Portugal, em 2014. Os elementos da troika ainda não perceberam que são as políticas por eles impostas que estão a arruinar cada vez mais Portugal. E as medidas neoliberais «para além da Troika» de Passos Coelho ajudam ainda mais a arruinar os portugueses.

A CRIMINALIDADE PORNOGRÁFICA DA NATO


Sou adepto da Democracia, mas acho que devo salientar todo o tipo de Crimes mandados cometer pelos governos dos países da NATO, governos esses quase todos nas mãos de criminosos e criminosas, entenda-se, ladrões (e ladras), raptores, torturadores e assassinos.
Os mais comuns são rapto, tortura, incluindo tortura até à morte ou assassinato precedido de tortura, e condenações à morte sem julgamento e respectivos assassinatos. Mas ainda há mais.


«Os polícias infiltrados podem iniciar relações de carácter sexual com suspeitos se isso tornar os seus disfarces mais consistentes, afirmou hoje o ministro do Interior britânico Nick Herbert.
De acordo com o governante, a lei sobre os poderes e limitações das investigações - Regulation of Investigatory Powers Act 2000 (RIPA) - permite aos agentes terem relações sexuais como parte do seu trabalho.
Falando durante um debate no Parlamento, Herbet reforçou que a autorização para estas situações deve ser dada em "situações muito limitadas", "analisadas caso a caso" e sempre com "aconselhamento legal".
O Reino Unido tem sido palco de alguma polémica sobre este assunto, depois de vir a público o caso de um polícia infiltrado, Mark Kennedy, que teve relações sexuais com duas activistas ambientais durante uma investigação.
"Não estou convencido de que será necessário especificar na lei orientações precisas para essas circunstâncias de relacionamentos sexuais abrangidas pelo RIPA", acrescentou o governante.
Respondendo às vozes que estão contra os polícias infiltrados poderem fazer sexo com suspeitos, o ministro do Interior britânico sublinhou que "banir estes comportamentos pode dar ao grupo alvo de investigação a oportunidade descobrir que há um polícia infiltrado no seu seio".» (In «DN» net)

A DESUNIÃO EUROPEIA E O NEOLIBERALISMO OU ULTRALIBERALISMO


A formalmente chamada União Europeia é cada vez mais uma DESUNIÃO EUROPEIA capturada pelas altas burguesias.
Dentro da chamada União Europeia tem estado a decorrer uma violenta luta de classes onde a alta burguesia triunfante já, orgulhosamente, pôs muitas crianças a passar fome, nomeadamente em Portugal.
Dentro da alta burguesia é a alta burguesia financeira que está por cima. As leis da moeda euro e do falso «Banco Central Europeu» foram feitas por capatazes da alta burguesia financeira, concentrados no PPP (Partido Popular Europeu, que é uma associação de partidos políticos de Direita).
O criminoso escândalo que é obrigar o «BCE» a emprestar dinheiro à alta burguesia financeira, para esta, em condições ditas normais, como intermediária obrigatória, ir emprestar esse mesmo dinheiro ao Estado ou Estados a um juro muito superior, obtendo lucros de uma intermediação escandalosa, desnecessária, parasitária e criminosa, mostra o brutal domínio da Zona Euro pela alta burguesia financeira.
Estamos numa fase escandalosa de privatização dos lucros e de socialização dos prejuízos.
Por detrás de tudo isto está o caderno de encargos do chamado neoliberalismo ou ultraliberalismo, teorizado pelo fascista praticante Milton Friedman da Universidade de Chicago, que foi conselheiro pessoal do ladrão, raptor, torturador e assassino Pinochet, durante a ditadura fascista do Chile, que derrubou o presidente eleito em eleições livres Salvador Allende.

«Uns e outros procuram escamotear a evidência maior dos nossos dias, que é a do fim do ciclo ultraliberal iniciado entre finais dos anos 70 e começos dos anos 80 do século passado, com as respostas que Margaret Thatcher e Ronald Reagan deram às primeiras dificuldades que, com a crise do petróleo e as suas consequências, abalaram o horizonte de crescimento que enquadrava a economia ocidental desde os anos cinquenta.

Com características, variantes e ritmos muito diversos, a solução ultraliberal impôs-se por todo o lado, com o seu cortejo de desregulamentações, privatizações, flexibilizações e... endividamentos. E a Europa, ao contrário das piedosas ilusões tantas vezes proclamadas, deixou-se levar por esta miragem e por muitas das suas ideias, quando não foi ela própria um instrumento activo da sua adopção e da sua generalização. Convém, hoje, ter a lucidez de o reconhecer.

Quatro décadas passadas, a evidência que agora toma uma forma inequívoca é, contudo, a de que não há solução ultraliberal para a crise que enfrentamos, nacional e internacionalmente. Mas outra evidência emerge ao lado desta: a de que, apesar de esgotado, o modelo resiste tal como - na expressão de Pessoa - "um cadáver adiado que procria". O que caracteriza um fim de ciclo é sempre a indecisão, com os seus múltiplos e imprevisíveis efeitos, que bloqueiam tudo o mais. E é nisto que estamos, por todo o lado - daí, o grande impasse, bem como o dominó de pequenos impasses, em que vivemos.» (Manuel Maria Carrilho)

O presidente da República da França general De Gaulle sempre vetou a entrada do Reino Unido na União Europeia, alegando que os ingleses queriam destruir a União Europeia.
Não se percebe por que o Reino Unido está na União Europeia. O que parece é que o Reino Unido quer destruir a União Europeia.
Aproveitando a ideia do neoliberal inglês David Cameron de destruir a União Europeia outros países alinham na mesma onda, propondo um Orçamento da União Europeia muito baixo. A União Europeia é mais formal que factual. Cada vez há menos união, cada vez há mais desunião na chamada, hipocritamente, «União Europeia».

A DITADURA PARLAMENTARISTA PSD-CDS


Ainda em França vigorava a Ditadura Absolutista de Luís XVI, assessorado pela rainha Maria Antonieta, quando o filósofo iluminista e republicano, Jean-Jacques Rousseau reflectia sobre os perigos de uma Ditadura Parlamentar, mesmo havendo eleições livres. Para Jean-Jacques Rousseau poderia haver, efectivamente, eleições livres, e uma Ditadura Temporária entre dois actos eleitorais
Em 1762 Jean-Jacques Rousseau já mostrava que entre dois actos eleitorais os eleitores poderiam viver em Ditadura, isto é, como escravos.
«O povo inglês pensa ser livre, mas está redondamente enganado, pois só o é durante a eleição dos membros do Parlamento, assim que estes são eleitos ele é escravo.» (Jean-Jacques Rousseau in «O Contrato Social», Ed. Martins Fontes, São Paulo, Brasil, 1999)
E já que falei no rei da França Luís XVI e na rainha Maria Antonieta quero recordar o excelente texto do escritor António Lobo Antunes dedicado a Isabel Jonet, uma mulher da alta sociedade intelectualmente indigente (ou numa linguagem mais popular uma mulher burra) com dupla personalidade, por um lado pratica o Bem (é presidente do Banco Alimentar Contra a Fome), há que reconhecê-lo, ajudando os mais necessitados nesta sociedade altamente injusta e das mais desigualitárias do Hemisfério Norte, mas ao mesmo tempo defende a política que produz pobreza e miséria, mas ao mesmo tempo defende a prática política que põe as pessoas a passar fome.
O escritor António Lobo Antunes passou quase a vida inteira a escrever livros e outros textos sobre o seu umbigo e para o seu umbigo, mas Isabel Jonet conseguiu mostrar a António Lobo Antunes que à volta dele havia gente.
Ora o texto do escritor António lobo Antunes sobre Isabel Jonet recorda que do sumptuoso Palácio de Versalhes Luís XVI e Maria Antonieta foram parar ao cadafalso, com os pobres a assistir, onde os republicanos lhes cortaram as cabeças.
Os adeptos de Jean-Jacques Rousseau inventaram as Constituições para impedirem Ditaduras Parlamentares temporárias, entre dois actos eleitorais. Ora o governo de Passos Coelho, Paulo Portas e Vítor Gaspar não respeita a Constituição da III República portuguesa, governa em Ditadura temporária. (E já agora digo que se fizessem o mesmo que foi feito ao rei de França Luís XVI, a Passos Coelho, Vítor Gaspar, Cavaco Silva, Paulo Portas e Miguel Macedo muitos portugueses que passam fome, provavelmente não se sentiriam incomodados).

MAIS CRÍTICAS À SELVAJARIA DA PSP/PIDE/DGS



Enquanto o silêncio cúmplice de todos os deputados e deputadas do Parlamento da III República portuguesa nos faz duvidar dos valores éticos e morais de quem anda na política partidária, surgem mais críticas na Blogosfera pt à selvajaria da PSP às ordens de Passos Coelho, Cavaco Silva, Paulo Portas e Miguel Macedo. A Aliança entre o Poder e o Crime (em nome do Estado) avança em Portugal, em Novembro de 2012.

«A caminho de um Estado policial»

por Sérgio Lavos

«Depois da actuação criminosa da direcção da polícia na manifestação de 14 de Novembro, que pôs em causa a integridade física de agentes e de manifestantes pacíficos; depois dos procedimentos de cariz fascista após a carga, das detenções indiscriminadas de inocentes, da recusa de acesso a advogados, das agressões dentro de esquadras, do assédio de natureza sexual a mulheres detidas e da tortura psicológica; depois da mentira de Miguel Macedo, da negação de que existiam agentes infiltrados quando a própria polícia o admitiu e de que houve vontade deliberada de protelar a intervenção policial por razões dúbias. Depois deste acumular de indícios, mais um pisar da linha que separa os regimes democráticos dos totalitários: por ordem da tutela, a PSP entrou nas instalações de uma estação de televisão pedindo imagens não editadas dos cidadãos que exerciam o direito à manifestação. Uma sórdida história que, como não poderia deixar de ser, também terá tido o dedo de Miguel Relvas, uma das maiores aberrações da nossa coxa democracia. Até quando poderemos dizer mesmo que ainda vivemos num Estado de direito?»

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

PSP PEDIU IMAGENS ÀS TELEVISÕES, DE PREFERÊNCIA ILEGAIS



A PSP pediu imagens das cargas policiais de 14 de Novembro de 2012, de preferência ilegais, isto é contra as leis em vigor.

É interessante a atitude da PSP ao colocar-se como, clara, inimiga da Lei.
O jornalista Nuno Santos da RTP primeiro disse que não  mostrou imagens não editadas da RTP à PSP, mas depois disse que afinal tinha mostrado.
Pelos vistos os «bons», como Nuno Santos, para certos deputados e deputadas podem cometer ilegalidades. As ilegalidades em si não interessam.
Não é suposto que os «bons» se afirmem como bons pelos seus actos?


«A Comissão de Trabalhadores (CT) da RTP quer que sejam apuradas eventuais responsabilidades políticas no caso do visionamento das gravações da manifestação junto à Assembleia da República nas instalações da empresa, uma vez que elas consubstanciam, no seu entender, uma violação da lei. "Não pode tolerar-se que homens de mão do ministro [Miguel Macedo] entrem na televisão pública como numa quinta sua, sem mandado judicial, para visionar e requerer cópias de imagens destinadas exclusivamente ao trabalho jornalístico", diz um comunicado da CT distribuído ao princípio da tarde.» (In RTP net)


Ora, o jornalista Nuno Santos praticou actos que não devia ter cometido e acabou por se demitir de director de Informação da RTP.

«Nuno Santos apresentou ontem o pedido de demissão do cargo de diretor de Informação da RTP. Em causa está o visionamento e a alegada cedência de imagens da manifestação do passado dia 14 de novembro, frente ao Parlamento, a elementos estranhos à empresa. O diretor demissionário afirmou já que "nenhuma imagem saiu das instalações da RTP" e que não teve "qualquer intervenção direta" ou autorizou "de forma expressa ou velada a cópia de quaisquer imagens".»(In RTP net)

OS CRIMES DA POLÍCIA DA III REPÚBLICA PORTUGUESA TÊM AMPLO APOIO PARALAMENTAR




O Parlamento da III República portuguesa tem deputados e deputadas que defendem interesses diferentes, mas não parece ter deputados ou deputadas contra os crimes bárbaros, de Sequestro e Tortura, da PSP da III República.
Há um divórcio colossal entre os deputados e as deputadas do Parlamento e o povo. Há um desprezo por parte dos deputados e das deputadas das várias correntes parlamentares pela dignidade da pessoa humana, acham bem os Sequestros e a Tortura praticados pela PSP.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

A SELVAJARIA, O SADISMO, A HIPOCRISIA E A MENTIRA EM NOME DA DEMOCRACIA


Sou adepto da Democracia, mas sou contra os Crimes em nome da Democracia.
Por mais doloroso que seja para os adeptos da Democracia a NATO, uma aliança de democracias, nos últimos 10 anos cometeu muito mais Crimes do que a ditadura da China.




Não foi a China que andou a chacinar a população do Iraque, atrás das célebres «Armas de Destruição Maciça», mas a NATO.
Não pertence à China a celebérrima Rede de Rapto, Tortura e Assassinato, Guantánamo e Sucursais, mas à NATO.
François Hollande não tem dinheiro para ajudar a Grécia, mas tem dinheiro para ajudar o Estado de Israel, que pratica o Mal Absoluto, aprendido com os alemães, sobre os palestinianos.
François Hollande clama contra as mortes de civis na Guerra da Síria e não clama contra a chacina de crianças por Israel.
François Hollande clama pelo reconhecimento de um governo da oposição a Assad da Síria, no exílio, mas não clama pela Independência da Palestina, nem   clama contra a brutal ocupação por Israel dos territórios palestinianos.
David Cameron não tem dinheiro para ajudar a Grécia, mas tem dinheiro, para ajudar Israel, nomeadamente, a fabricar bombas atómicas.
O «Observatório Sírio dos Direitos Humanos» nada diz sobre o extermínio de crianças palestinianas pelo Estado de Israel.
Os elementos da NATO e os Estados árabes que apoiam a Guerra contra Assad na Síria, nada dizem sobre os massacres de crianças palestinianas pelos judeus.
Quem fornece o petróleo a Israel para o combustível dos aviões e dos tanques? Quem? E quem lhe fornece as bombas para chacinar as crianças palestinianas? É, obviamente, a NATO.
O Estado de Israel, pela sua muito pequena dimensão terrritorial, é de facto, um protectorado da NATO.

          
(Israel - Área Total - 20 770 / 22 072 km² - Fonte «Wikipedia», artigo em língua portuguesa
População - Estimativa de 2012 - 7 913 900 hab. - Fonte, IDEM

Portugal - Área Total - 92 090 km² - Fonte «Wikipedia», artigo em língua portuguesa
População - Censo de 2011 - 10 561 614 hab. - Fonte, IDEM

Como vimos, o Estado de Israel tem menos de um terço da área ou superfície de Portugal.)


Não foi a China que invadiu e ocupou o Afeganistão, onde os ocupantes criaram câmaras de Tortura em Bagram, mais dolorosa do que a do próprio Inferno, mas as democracias da NATO. Portugal têm milhares de crianças a passar fome, mas sobra-lhe dinheiro para invadir e ocupar o Afeganistão em apoio à Tortura de Bagram, como disse, mais dolorosa do que a do Inferno.

Quem, mensalmente, faz condenações à morte sem julgamento, e manda realizar, os respectivos assassinatos, num formalismo anterior à invenção do Direito pela República Romana, na Antiguidade? Os Senhores da Guerra da NATO, obviamente.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

DE ABU GHRAIB E GUANTÁNAMO A LISBOA – A TORTURA EM NOME DA DEMOCRACIA




Há provas evidentes de Crimes selvagens cometidos pela PSP/PIDE/DGS e o regime rotativista, acha bem.
É bom não esquecer que o regime rotativista está altamente comprometido com Crimes Contra a Humanidade, José Sócrates, Cavaco Silva, Passos Coelho e Paulo Portas fizeram ou fazem parte de um esquema da NATO, de RAPTO, TORTURA, INCLUINDO TORTURA ATÉ À MORTE OU POR OUTRAS PALAVRAS DE ASSASSSINATOS PRECEDIDOS DE TORTURA, CUJA SEDE É EM GUANTÁNAMO.
Agora Cavaco Silva, Passos Coelho, Paulo Portas e Miguel Macedo montaram um esquema de RAPTOS E TORTURAS PRATICADOS PELA PSP/PIDE/DGS, em Lisboa.
Estes crimes de SEQUESTROS E TORTURAS são em nome do Estado.
É bom lembrar que os dirigentes alemães do III Reich foram julgados e condenados em Nuremberga, por crimes em nome do Estado. Alguns foram condenados à morte por cumprirem ordens superiores.
Por outro lado quero recordar que os juízes não são vacinados com a vacina da honestidade. Um exemplo, a Câmara da Lisboa não se deixou corromper e proibiu a construção das torres do Centro Comercial Colombo. Foi o poder judicial corrupto que deixou o capitalista Belmiro Azevedo fazer o que lhe apeteceu. Neste caso a honestidade estava do lado da Câmara de Lisboa e a corrupção foi praticada pelo poder judicial.
A III República está minada pela corrupção.
A TORTURA DA NUDEZ PRATICADA PELA PSP/PIDE/DGS ÀS ORDENS DE PASSOS COELHO, CAVACO SILVA, PAULO PORTAS E MIGUEL MACEDO É INSPIRADA NA REDE GUANTÁNAMO E SUCURSAIS DA NATO, DE QUE PORTUGAL FAZ PARTE.
A TORTURA DA NUDEZ PRATICADA PELA PSP/PIDE/DGS SOBRE A SARA DIDELET, EM LISBOA SEGUE A METODOLOGIA DA REDE GUANTÁNAMO E SUCURSAIS.

O REGIME ROTATIVISTA DA III REPÚBLICA ESTÁ A PREPARAR A SUA PRÓPRIA QUEDA OU UMA GUERRA-CIVIL


Os crimes bárbaros cometidos pelo Regime Rotativista PSD-PS da III República de Portugal, iguais aos da PIDE-DGS, são omitidos pelo PSD, pelo CDS, pelo PS, e só falados muito superficialmente pelo PCP e pelo Bloco de Esquerda, que agora tem dois líderes, um homem e uma mulher, mas nenhum deles aproveitou o tempo de antena para descrever a Tortura praticada pela PSP, exactamente igual à da PIDE/DGS.
Como dentro do regime ninguém se importa com esta nova Barbárie passista, cavaquista, portista e macedoista, há um sério risco de queda do regime.

OS DIREITOS HUMANOS INTERPRETADOS POR PASSOS COELHO, CAVACO SILVA E MIGUEL MACEDO


Sara Didelet, uma das capturadas pela PSP, durante a manifestação de 14 de Novembro, em Lisboa, explica, na primeira pessoa o que se passou e como foi no Tribunal de Monsanto:


«RELATO DA MANIFESTAÇÃO DE 14 DE NOVEMBRO

Ao contrário do que muitos possam pensar eu não tenho qualquer sede de protagonismo ou vontade de me expor, antes pelo contrário, há até alturas em que prefiro honestamente passar despercebida, mas esta altura não é (porque não pode ser) uma delas.
Decidi escrever este texto porque como cidadã sinto-me não só no direito como na obrigação de relatar o que realmente aconteceu na passada manifestação de 14 de Novembro na Assembleia da República, e digo realmente porque infelizmente mais uma vez a comunicação social preferiu manipular e ocultar a verdade, já para não falar das nojentas e falsas declarações da PSP.
Cheguei a São Bento acompanhada do meu namorado e dois amigos por volta das 16:00/16:30 quando o Arménio Carlos da CGTP ainda estava a discursar. Mantive-me lá alguns instantes, tendo depois chegado outra amiga nossa. Entretanto desloquei-me com uma amiga ao Mini Preço e qual não foi o meu espanto ao ver quando voltámos que já as grades tinham sido derrubadas e já um enorme alvoroço ocorria. Quem esteve presente não pode mentir e ser hipócrita dizendo que não houve violência da parte dos manifestantes pois é claro que houve, durante duas horas os polícias do corpo de intervenção foram agredidos com pedras da calçada, balões de tinta, garrafas de cerveja, etc. Foram agredidos sim, mas por uma MINÚSCULA minoria dos que estavam presentes na manifestação! No meio de milhares de pessoas talvez só umas 10 (e bem visíveis) arremessavam pedras e outros objectos. Independentemente da agressão que sofreram NADA justifica o que se passou em seguida… de repente, sem qualquer aviso prévio, (embora a comunicação social e a PSP insistam que houve um aviso feito através de megafone quem esteve presente na manifestação sabe tão bem quanto eu que não se ouviu absolutamente nada e que não foi feito qualquer esforço para que se ouvisse…) a polícia carregou sobre os manifestantes com uma brutalidade sem medida e que eu jamais tinha visto na vida. Como todos os outros comecei a correr e encostei-me à parede, de seguida várias dezenas de pessoas (muitas de idade avançada) se juntaram a mim e tentámos todos proteger-nos uns aos outros. A maioria das pessoas chorava e gritava “PAREM! PAREM POR FAVOR! NÃO FIZEMOS NADA!” e a polícia continuava a espancar toda a gente sem dó nem piedade e ainda com mais força! Vi velhotes a serem espancados, sei de pessoas que viram pais a serem espancados com os filhos pequenos ao colo, sei de pessoas que viram a polícia a tentar espancar uma pessoa de cadeira de rodas e vários manifestantes a rodeá-lo apanhando a pancada por ele para o protegerem. No meio de tanta violência, confusão e multidão histérica tentando sobreviver o melhor que sabia, consegui fugir com o meu namorado mas acabámos por nos perder dos nossos amigos. Continuámos sempre a fugir em direcção à Avenida Dom Carlos I, várias vezes parámos pelo caminho pensando que a polícia já não vinha atrás de nós, e várias vezes tivemos que fugir novamente pois a perseguição continuava. Acabámos por encontrar novamente um dos nossos amigos e depois de vários chamadas telefónicas soubemos que as duas meninas nossas amigas tinham ficado retidas pela polícia, marcámos um ponto de encontro e passados uns minutos elas lá conseguiram fugir e encontrámo-nos todos. Daí para a frente o nosso único objectivo era conseguirmos perceber o que se estava a passar mas acima de tudo assegurarmos também a nossa segurança, mas rapidamente percebemos que tal não seria possível. A polícia pura e simplesmente não parava de perseguir os manifestantes! Continuámos sempre a fugir, parando pelo meio para curtos descansos pois a perseguição continuava… já na Avenida 24 de Julho pensámos estar safos mas que mera ilusão, aí ainda foi pior!

A Polícia continuava atrás de nós e de muitos outros mas desta vez disparando balas de borracha! Todos corremos apavorados o máximo que podíamos até que de repente mesmo ao pé da estação de comboios fomos interceptados por um grupo de polícias à paisana que violentamente e chamando-nos todos os nomes e mais alguns nos obrigaram a encostar às grades da estação enquanto mandavam ao chão e agrediam outras pessoas. Lá ficámos sendo enxovalhados e revistados vezes e vezes sem conta. Os rapazes foram todos algemados (uns com algemas e outros com braçadeiras) e separados das raparigas e de seguida fomos obrigados a sentarmo-nos todos no chão sem saber o que ia acontecer pois os polícias só nos intimidavam e não respondiam a nada. Devo frisar que devíamos ser cerca de 15/20 pessoas todos na sua maioria jovens adultos (18/20 anos) e inclusive um rapazinho de 15 anos! Lá fui posta dentro da carrinha com as minhas duas amigas, com o meu namorado e com mais 6 jovens (um dos amigos que tinha ido connosco conseguiu fugir), ou seja 9 pessoas dentro de uma carrinha com capacidade para 6. Fomos dentro da carrinha (os rapazes todos algemados) sem nunca nos ter sido fornecida qualquer informação sobre o lugar para onde íamos ou sobre o que nos ia acontecer. Chegando ao local estivemos uns intermináveis minutos todos fechados dentro da carrinha até que com intervalos pelo meio nos foram tirando de lá um a um, até no final só ficar eu. Fora da carrinha agarraram em mim sempre a gritarem “BAIXA A CABEÇA! OLHA PARA O CHÃO CARALHO!”. Já dentro da “esquadra” (Tribunal de Monsanto, o que por si só representa uma ilegalidade) fui escoltada por uma mulher polícia até à casa de banho onde me obrigaram a despir INTEGRALMENTE, onde me obrigaram a colocar-me de cócoras para verem se tinha algo escondido na vagina ou no ânus, onde me obrigaram a tirar todos os brincos, anéis, pulseiras, atacadores dos sapatos e os próprios sapatos! Fui obrigada a dar o meu nome e data de nascimento. Ficaram com todos os meus pertences (incluindo o telemóvel que antes me tinham obrigado a desligar) e fui levada até à cela de meias num chão gelado! Lá á minha espera estavam as minhas duas amigas e outras duas meninas que também tinham sido detidas. O que se passou a seguir foram duas horas e meia ridículas e sem qualquer sentido… foram-nos sempre negados os telefonemas para casa, sempre que alguém falava nisso alegavam que não sabiam de nada, nunca nos disseram porque estávamos ali, nunca nos respondiam concretamente a nada, apenas mandavam bocas estúpidas! Ficámos na cela duas horas e meia ao frio, sem comer, sem beber, descalços e vá lá que nos deixaram ir à casa de banho embora às meninas tenham dito “espero que tenham aproveitado pois só lá voltam amanhã”. Passadas essas duas horas e meia fomos sendo chamados um a um para recolhermos os nossos pertences e para serem feitas as identificações. Foram preenchidas folhas em que nos eram pedidos todos os nossos dados (BI, nome dos pais, morada, telemóvel, telefone fixo, profissão, etc. …) tendo que assinar no final, caso não o fizéssemos não sairíamos dali. Lá fomos embora, vendo-nos todos no meio do Monsanto muitos sem saberem sequer como ir para casa.
Não fomos espancados na “esquadra” mas fomos todos vítimas de humilhação e violência psicológica. Todos fomos detidos injustamente sem nunca sequer termos sabido o porquê da detenção. Fomos perseguidos como criminosos desde São Bento até ao Cais do Sodré! Éramos todos jovens (como já frisei a média de idades devia rondar os 18/20 anos) cujo único crime cometido foi termos participado numa manifestação. Nem eu, nem nenhum dos meus amigos arremessámos qualquer pedra, garrafa ou o que quer que fosse, não o fiz desta vez nem em nenhuma outra manifestação. Fomos detidos e perseguidos injustamente quando já nos dirigíamos ao Cais do Sodré para apanharmos um táxi para casa!
Quem não esteve presente e não viveu tudo isto certamente pensará que estou a exagerar ou a dramatizar, mas acreditem que não, as coisas foram bem piores até do que aquilo que descrevo. A repressão policial sentida ontem foi muito, muito grave e digna dos mais nojentos regimes fascistas e ditatoriais! As pessoas estavam literalmente a ser espancadas e perseguidas nas ruas e não tinham ninguém que as protegesse! Eu vi velhos cobertos de sangue! Vi mulheres e homens aos gritos de medo e desespero!
Há quem sem sequer ter estado presente insista em “proteger” os polícias e dizer que agiram muito bem, que quem lá estava só tinha era que apanhar, que eles coitadinhos foram agredidos com pedras durante duas horas, que muito pacientes foram eles, que nós os manifestantes somos todos uns arruaceiros. A essas pessoas eu só vos digo: VÃO-SE LIXAR! Abram os olhos, abram a mente e vejam a realidade que vos rodeia! Vão a manifestações e vejam por vocês próprios o que realmente acontece! Sejam humanos, sejam solidários e deixem de acreditar em tudo o que a comunicação social vos mostra! NADA justifica tudo aquilo porque eu e milhares de pessoas passámos e isto não pode ficar impune! Toda a gente tem o direito de se manifestar sem ser agredido brutalmente ou perseguido! Fala-se num aviso feito pela Polícia de Intervenção mas ninguém ouviu esse aviso! Um dos rapazes que foi detido no Tribunal do Monsanto nem sequer tinha participado na manifestação, ia apenas a passar na Avenida 24 de Julho no momento das detenções! Acham isso bem? Acham correcto que dezenas de jovens inocentes tenham sido detidos sem terem cometido NENHUM crime? Eu não acho, acho vergonhoso, nojento e muito grave num país que se diz democrático e de 1º mundo! Foram queimados caixotes do lixo e postos a bloquear estradas? Sim foram, mas tudo como uma resposta de enorme ódio e revolta em relação à acção desumana da polícia! Eu era a primeira a ser contra o arremesso de pedras mas depois do que vi e vivi ontem digo com a maior tristeza do mundo: quem age assim não é um ser humano, é uma criatura maldosa e formatada e merecem o que lhes venha a acontecer daqui para a frente. São cães raivosos, mercenários do Estado que vestem a farda da ditadura em vez de protegerem o povo!
A todos os que foram detidos comigo, principalmente quem veio comigo na carrinha e as minhas companheiras de cela: OBRIGADA a todos! Obrigada pelo apoio, pela união, pelo convívio e risos mesmo numa altura tão triste para todos, pelas canções e assobios, pela partilha de opiniões e experiências e acima de tudo por lutarem por um país melhor para todos! Obrigada também a todos os que estavam à nossa espera à saída do Tribunal do Monsanto e a todos os que se preocuparam connosco.
Estou viva, bem fisicamente mas muito, muito triste e desiludida com tudo o que vivi … ainda estou em estado de choque e a achar surrealmente grave tudo aquilo que se passou. Peço desculpa se o texto não está o melhor possível mas é muito complicado relatar com exactidão tão chocante experiência.
O objectivo era incutir-nos medo e fazer-nos não frequentar mais manifestações? Teve o efeito exactamente contrário: não me calam e jamais me impedirão de lutar por aquilo em que acredito! A luta continua sempre! VOLTAREMOS!»

O MESSIAS DOS JUDEUS


Os judeus acreditam, no seu fanatismo religioso, que surgirá um Messias que fará com que os judeus passem a dominar o Mundo.
Pelos vistos, os israelitas acreditam, e a NATO parece que também, que esse Messias estará para aparecer.
É esse messianismo judaico que justifica a Guerra contra os palestinianos de Gaza, não esqueçamos que essa Guerra começou, quando um avião de guerra israelita bombardeou um automóvel.
É esse messianismo judaico, que justifica o fabrico de cerca de dez bombas atómicas por ano, com materiais fornecidos pelos Estados Unidos e pela Inglaterra. O número de bombas atómicas dos israelitas já é superior a duzentas.
A crueldade com que os israelitas mataram crianças palestinianas, acusadas de «terroristas» é o Mal Absoluto.
Os alemães praticaram o Mal Absoluto em Auschwitz contra os judeus. Os judeus aprenderam a praticar o Mal Absoluto com os alemães. O fanatismo dos judeus é pior e mais perigoso do que o dos talibans do Afeganistão.
A NATO, cujos membros se auto-proclamaram os maiores defensores dos Direitos Humanos, esses membros da NATO não consideram os palestinianos seres humanos, nem os iranianos.

domingo, 18 de novembro de 2012

OS SENHORES DA GUERRA DA NATO AUTORIZARAM ISRAEL A MASSACRAR OS PALESTINIANOS DE GAZA


Tantos mortos na Síria, dizem os «média» ocidentais. Os mesmos hipócritas que alimentam a Guerra da Síria, liderados pelo cínico francês François Hollande e por Barack Obama, autorizaram Israel a atacar a Faixa de Gaza e o Irão. 

O HISTORIADOR FASCISTA RUI RAMOS E AS OMISSÕES CHAVE

  
Para os historiadores fascistas como Rui Ramos há omissões chave.
Omitir que Portugal não entrou na II Guerra Mundial do lado da Alemanha. Mas Portugal entrou, militarmente, na II Guerra Mundial, Salazar ordenou que os militares portugueses «voluntários» integrassem a Divisão Azul da Wehrmacht, por acordo com Hitler. Na Divisão Azul da Wehrmacht foram integrados os militares espanhóis e os portugueses, por acordo entre Salazar, Hitler e Franco. Um dos militares portugueses da Divisão Azul foi António de Spínola.
A seguir a homenagem da Wehrmacht a um militar português morto em combate a defender o nazismo.

É omitido que Salazar apoiou o extermínio dos judeus. Mas, Salazar apoiou o extermínio dos judeus. Uma prova disso é o chamado caso Aristides de Sousa Mendes. O cônsul do regime salazarista em Bordéus, Aristides de Sousa Mendes resolveu salvar a vida a cerca de 30 mil judeus, concedendo-lhes vistos de entrada em Portugal, contra as ordens de Salazar, para poderem fugir dos alemães, antes que eles chegassem à Fronteira França-Espanha. Se Salazar não fosse favorável ao extermínio dos judeus não teria castigado o diplomata Aristides de Sousa Mendes por este ter salvado a vida a cerca de 30 mil judeus, que fugiam à frente do exército alemão que avançava sobre a França. Salazar demitiu o diplomata Aristides de Sousa Mendes por este ter salvado a vida a cerca de 30 mil judeus e Aristides de Sousa Mendes morreu na miséria.
É omitido o facto de Salazar, quando soube do suicídio de Hitler ter decretado 3 dias de luto nacional em Portugal, com as bandeiras portuguesas colocadas a meia haste em homenagem a Adolf Hitler.
O historiador fascista Rui Ramos omite tudo isto.

sábado, 17 de novembro de 2012

O HISTORIADOR FASCISTA RUI RAMOS


Rui Ramos é, efectivamente, um historiador fascista.
Mussolini orgulhava-se de ser fascista.
Salazar tinha na sua secretária um retrato de Mussolini, mas não admitia que lhe chamassem fascista.
Os blogs da Direita portuguesa são estilo Salazar. Embora Rui Ramos seja, efectivamente, um historiador fascista, nos blogs da Direita portuguesa, não acham bem que se chame fascista a Rui Ramos, embora ele seja mesmo fascista.
Hoje no Expresso, jornal que não compro, em princípio, vem um texto, claramente, fascista de Rui Ramos.

A LIBERDADE DE MANDAR A POLÍCIA COMETER CRIMES OU A LIBERDADE INTERPRETADA POR PASSOS COELHO, CAVACO SILVA E MIGUEL MACEDO



«Durante a minha participação pacífica na manifestação da Greve Geral frente à Assembleia da República a polícia dispersou os manifestantes com foguetes, bastões e balas de borracha. Eu, como milhares de pessoas, corremos pelas ruas do Largo de São Bento para evitar bastonadas. Não querendo confusão, eu e os meus amigos seguimos pela 24 de Julho, no sentido do Cais do Sodré a caminho de casa.

Fomos surpreendidos por um grupo de polícias fardados a correr atrás de nós e, pela frente, homens não fardados mas armados ordenaram que nos deitássemos. Deitei-me de barriga para baixo e gritei “por favor não me faça mal” duas ou três vezes. A resposta do homem não fardado foi clara – uma bastonada na nádega direita e outra nas costas com marca bem visível. Fui algemado enquanto me gritavam que não me mexesse. Entretanto trocaram as algemas por braçadeiras, bem mais desconfortáveis.

Fui revistado (não possuindo nada de ilegal ou ilícito). Um agente da PSP rebentou as abas daminha mochila para ma tirar das costas através das braçadeiras que me prendiam os braços. Fui empurrado para uma carrinha da PSP com 6 lugares, onde me fizeram sentar na parte de cima da roda, nas traseiras. Fomos transportadas 9 pessoas na carrinha de 6 lugares.

Chegado ao Tribunal fui revistado mais duas vezes e, descalço, fui colocado numa cela com mais 4 pessoas, um deles com ferimentos na cabeça e costas, com sangue a cair na cela. Outro, um menor, de 15 anos, foi libertado com aflição pelos agentes ao aperceberem-se da detenção ilegal do menor. Eu pedi várias vezes para fazer o telefonema a que tenho direito. Responderam-me que “aqui não há telefones”. Insisti com diferentes agentes que sempre me recusaram esse direito.

Nenhum dos agentes que me detiveram e revistaram estavam identificados, tendo retirado a placa com o seu nome. Nenhum dos agentes no tribunal estava identificado.

Horas depois fui chamado a uma sala onde fui coagido a assinar um Auto de Identificação com os meus dados mas em branco no “local, hora e motivo da detenção”. Questionei o agente que me disse ser um procedimento normal, que depois eles preencheriam o resto “para bater certo com os outros detidos”. Insisti não me sentir à vontade para assinar um papel que será preenchido depois. O Agente colocou, então, o local de detenção mas recusou-se a pôr a hora e motivo. Foi-me dado a entender que bastaria assinar para ser libertado. Coagido, assinei.

Levaram-me para a rua, para a porta do tribunal, onde, já libertado, confirmei que não tinha direito ao telefonema.

A minha advogada foi impedida de entrar enquanto lá estive, foi impedida de ver os papéis que assinei. Chegado cá fora pedi aos agentes de serviço que me facultassem uma cópia do Auto que assinei, ou que o mostrassem à minha representante. Esse acesso foi negado com o argumento deque “já não estava detido”.

Saí sem nenhuma acusação ou explicação para o sucedido.

Conclusão: Estou no Cais do Sodré a caminho de casa (ali perto) quando homens não fardados me agridem, me algemam e detêm durante horas, sendo libertado cerca das 00h em Monsanto, sem forma de voltar a casa ou ao local de detenção. Não me foi feita acusação nem dada qualquer explicação. Foi-me recusado telefonar e também me foi recusado ver a minha advogada, como é direito de qualquer pessoa detida. O meu dia foi transtornado, fui agredido, e nenhuma explicação me foi dada. Foi uma experiência miliciana.

Fábio Filipe Varela Salgado
BI 13018976
DN 8/4/1986
Lisboa, 15 de Novembro de 2012»

A PIDE REESTRUTURADA DA OLIGARQUIA DO ROTATIVISMO CHAMA-SE «AGENTES INFILTRADOS», ALGUNS DE CARA TAPADA


sexta-feira, 16 de novembro de 2012

O BASTONÁRIO DA ORDEM DOS ADVOGADOS CRITICOU O DESRESPEITO PELA LEI POR PARTE DA POLÍCIA ÀS ORDENS DE PASSOS COELHO, CAVACO SILVA E MIGUEL MACEDO


O bastonário da Ordem dos Advogados (OA) disse hoje que os defensores dos nove detidos na manifestação de quarta-feira junto ao parlamento debateram-se com "obstáculos e impedimentos muito graves" no exercício das suas funções.

Marinho e Pinto disse à agência Lusa que recebeu denúncias de advogados dos detidos, presentes hoje em tribunal, e que a OA vai enviar exposições ao ministro da Administração Interna, à direção nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP) e à Assembleia da República.
"Foi-me denunciado que os advogados têm sido impedidos de contactar com os seus clientes. Na PSP, foi dito inclusivamente que alguns não estavam detidos quando estavam, que outros receberam tratamento hospitalar sob detenção", precisou o bastonário, indicando que, posteriormente, foi dito que a detenção só ocorreu depois de saírem do hospital.
Lembrando que "isto acontecia noutros tempos de má memória", Marinho e Pinto considerou que "os obstáculos e impedimentos" constituem "um conjunto de irregularidades, algumas delas graves, muito graves mesmo".
"Não é possível que se levantem obstáculos desta natureza e que se impeçam os advogados de exercerem o seu papel e as atribuições constitucionais", afirmou.

A POLÍCIA POLÍTICA DE CHOQUE DA OLIGARQUIA CÍNICA E CRUEL DO ROTATIVISMO PSD-PS


A OLIGARQUIA HIPÓCRITA E CRUEL DO ROTATIVISMO DEFENDE OS MÉTODOS DA PIDE/DGS E DA POLÍCIA DE CHOQUE SALAZARISTA


 «Tenho por isso um pedido a fazer à direcção do meu partido, o PS: que não hesite em defender pública e inequivocamente a actuação da polícia.» (Augusto Santos Silva)

 «Daquilo que vi, e dos elementos que tenho, parece-me que a polícia agiu de forma adequada.» (António José Seguro)
AGENTE INFILTRADO À PAISANA DA PIDE/DGS, DESCOBERTO. OS (E AS) HIPÓCRITAS E CRUÉIS DA OLIGARQUIA DO ROTATIVISMO PSD-PS CHAMAM AOS PIDES ACTUAIS «AGENTES INFILTRADOS À PAISANA», NÃO TÊM A DIGNIDADE SUFICIENTE PARA ADMITIREM QUE PUSERAM OUTRA VEZ A PIDE A FUNCIONAR, APENAS COM OUTRO NOME, COMO FEZ MARCELO CAETANO QUE CHAMOU À PIDE «DGS».