segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS E REFORMADOS TORNARAM-SE PAGADORES DE DÍVIDAS AO BPN, ENQUANTO FIGURAS CONHECIDAS E DESCONHECIDAS ENCHEM OS BOLSOS COM OS SEUS SUBSÍDIOS EXTORQUIDOS POR PASSOS COELHO E CAVACO SILVA

Começamos a saber para que bolsos foram os subsídios de férias e de Natal, extorquidos por Passos Coelho, com a assinatura concordante de Cavaco Silva, embora tal extorsão tenha sido ilegal.
A República das Bananas em que Passos Coelho e Cavaco Silva transformaram Portugal mostra o incrível, o inacreditável. O dinheiro roubado aos funcionários públicos e aos reformados está a ser entregue a uma máfia com nomes, que vamos conhecendo, horrorizados e perplexos.

«Estado assume dívida de 10 milhões de euros de Vítor Baía

Por Ana Tomás, publicado em 31 Dez 2012 - 12:27 | Actualizado há 8 horas 48 minutos

O Estado assumiu as dívidas de duas empresas de Vítor Baía ao BPN, no valor de 10 milhões de euros, noticia a edição desta segunda-feira do “Correio da Manhã”.

A dívida, assumida pela empresa pública Parvalorem, resulta da concessão de créditos pelo banco, na altura liderado por Oliveira e Costa, às sociedades Sunderel e Cleal, geridas por António Manuel Esteves, ex-sócio de Baía e a quem o ex-jogador acusou de burla.



As dívidas daquelas duas empresas ao BPN foram transferidas para a Parvalorem, sociedade criada para acolher os activos tóxicos do banco, que foi nacionalizado no início de Novembro de 2008 e reprivatizado em 2011, através da venda ao BIC, por 40 milhões de euros.



Apesar do valor da dívida da Sunderel e da Cleal, a rondar os 10 milhões de euros, "os créditos das empresas de Vítor Baía não são os piores, porque têm garantias reais” e darão para pagar a quase totalidade do montante por liquidar, garantiu ao Correio da Manhã fonte ligada ao processo.



Além da transferência das dívidas daquelas duas firmas para a Parvalorem, desde o final de 2011 que a empresa pública adquiriu ao BIC créditos malparados no valor total de quase 4,2 mil milhões de euros.» (In jornal «i» net)

BOLÍVIA NACIONALIZA ELECTRICIDADE


Contra a corrente neoliberal que devasta a qualidade de vida dos trabalhadores da Europa do Sul e da França, o presidente da República da Bolívia, Evo Morales, nacionalizou a electricidade.
Temos aqui na Bolívia, mais um golpe de Estado para a NATO tentar organizar.


«Bolívia nacionaliza empresas de eletricidade da Iberdrola

Presidente Evo Morales diz que medida foi necessária para “garantir o direito humanitário à eletricidade” por parte das populações rurais. Empresa espanhola cobrava tarifas mais altas nas áreas rurais. Desde 2006, governo já nacionalizou várias empresas em vários sectores, desde o petróleo às telecomunicações, passando pela indústria mineira e energia.

Evo Morales considerou que a nacionalização vai “garantir o direito humanitário à eletricidade” por parte das populações rurais. Foto de Yves Picq, wikimedia commons
O presidente da Bolívia, Evo Morales, justificou este sábado a decisão de nacionalizar as duas empresas distribuidoras de eletricidade do grupo espanhol Iberdrola com a necessidade de ampliar a cobertura do serviço em áreas rurais e de igualar as tarifas cobradas, mais altas nas áreas rurais que nas urbanas.

"Fomos obrigados a dar esse passo para as taxas de serviços elétricos serem equitativas em La Paz e Oruro e garantir que a qualidade de serviço de energia elétrica seja uniforme em áreas rurais e urbanas", disse. Morales considerou que a nacionalização vai “garantir o direito humanitário à electricidade” por parte das populações rurais. "Somos obrigados a tomar este passo para que as tarifas de electricidade sejam uniformizadas”.

Segundo descreve o El País, as zonas rurais pagam o equivalente a mais 0,10 euros por cada Kilowatt hora (kWh), além de o serviço ser mais irregular.

Mais de 700 polícias e militares guardam as instalações das empresas elétricas Electropaz e Elfeo, expropriadas pelo governo à Iberdrola, de acordo com um ministro da Bolívia. O executivo destacou um total de 740 efetivos para guardar as sedes e instalações destas filiais nas regiões de La Paz e Oruro.

Cartazes com as cores da bandeira e a palavra “Nacionalizada”» (In «Esquerda Net»)

FUTEBOL PORTUGUÊS – SUCESSOS INDIVIDUAIS


EUSÉBIO – altura 1,75m
Bola de Ouro para o melhor jogador dos campeonatos da Europa em 1965, no Benfica
Bota de Ouro para o melhor marcador dos campeonatos da Europa em 1968 e 1973, as duas vezes no Benfica
Eusébio foi o melhor marcador do Campeonato do Mundo de 1966, na Inglaterra, com nove golos. Portugal ficou em 3º lugar. Nos quartos-de-final Portugal chegou ao intervalo a perder por 3-0 com a Coreia do Norte. Com 4 golos de Eusébio, Portugal, no fim do jogo, vencia por 5 – 3. Há quem considere este o melhor jogo de sempre de uma selecção portuguesa de futebol A. 

LUÍS FIGO – altura 1,80m
Melhor jogador do Mundo escolhido pela FIFA, em 2001, no Real Madrid
Bola de Ouro para o melhor jogador dos campeonatos da Europa em 2000, no Barcelona e no Real Madrid (jogou em ambas as equipas no ano de 2000)

CRISTIANO RONALDO – altura 1,85m
Bola de Ouro para o melhor jogador do Mundo em 2008, no Manchester United (acabou a Bola de Ouro para o melhor jogador dos campeonatos da Europa e este nome passou a ser dado ao prémio da FIFA para melhor jogador do Mundo)
Bota de Ouro pra o melhor marcador dos campeonatos da Europa (ou Primeiras Ligas) em 2008 no Manchester United, e em 2011 no Real Madrid

FERNANDO GOMES - altura 1,76m
Bota de Ouro para o melhor marcador dos campeonatos da Europa em 1983 e em 1985, as duas vezes no Futebol Clube do Porto

CONTAS PARA OS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS E OS REFORMADOS PAGAREM COM OS SEUS SUBSÍDIOS. OS PREJUÍZOS DO BPN FORAM NACIONALIZADOS

Para que bolsos está a ir o dinheiro roubado aos funcionários públicos e aos reformados? A seguir estão os nomes de alguns dos ladrões a quem esse dinheiro foi entregue pela quadrilha de Pedro Passos Coelho.



ENERGIA HIDROELÉCTRICA OU IMPORTAÇÕES DE PETRÓLEO PARA SUBSTITUIR AS BARRAGENS?


«em favor de uma Barragem inútil»

Quem é suficientemente rico para não aproveitar a energia hídrica de Portugal e comprar petróleo, que deve ser muito barato? Cada barragem que não se constrói impõe um pagamento anual de milhões de euros aos exportadores de petróleo. Quem é suficientemente rico para pagar as importações de petróleo para substituírem as barragens que não se constroem, cada ano? Deviam mandar a conta das importações de petróleo à QUERCOS e a outros ambientalistas-extremistas, supostamente milionários, ao ponto de preferirem pôr os portugueses a passarem fome, para se pagarem as importações de petróleo. A Portugal sobra dinheiro? Se sobra nada melhor do que gastá-lo em importações de petróleo para substituir as tais barragens «inúteis».  Pelos vistos a energia hídrica é «inútil». «Útil» é comprar petróleo, cada ano, cada ano cada vez mais caro, cada vez mais caro. As barragens ficam por fazer, porque sobra dinheiro para comprar petróleo, que substitui as «inúteis barragens», como, supostamente, há dinheiro a mais, nada melhor do que importar petróleo para produzir a «inútil» electricidade, que as barragens hidroeléctricas podiam produzir. A fome é ecologicamente boa, para alguns.

Portugal não deve destruir o meio ambiente, mas tem grandes potencialidades para aproveitar a energia hidroeléctrica e a energia eólica, sem destruir o ambiente. Queimar notas de euros nas estações de produção de electricidade com base no petróleo não me parece boa ideia, quando há alternativas.

OS CLUBES PORTUGUESES DE FUTEBOL - PRINCIPAIS VITÓRIAS

Futebol Clube do Porto, fundado em 28 de Setembro de 1893
Taça Intercontinental - 2 vitórias, em 1987 contra o Peñarol (Uruguai) por 2-1 e em 2004 contra o Once Caldas (Colômbia), 0-0 e 8-7 nos penaltis.
Taça dos Campeões Europeus/Liga dos Campeões da Europa – 2 finais, 2 vitórias, 1986-7 (2-1 contra o Bayern de Munique) e 2003-4 (3-0 contra o Mónaco)
Liga Europa - 1 final, 1 vitória, 2010-11 (contra o Sporting Clube de Braga por 1-0)
Taça UEFA - 1 final, 1 vitória, 2002-3
Supertaça Europeia - 1 vitória, 1987
Campeonato de Portugal/ Campeonato Português/ Primeira Liga – 30 vitórias
Taça de Portugal – 16 vitórias
Supertaça de Portugal – 19 vitórias


Sport Lisboa e Benfica, fundado em 28 de Fevereiro de 1904
Taça Intercontinental – 2 derrotas, 1961 vencedor Peñarol (Uruguai), 1962 vencedor Santos (Brasil)
Taça dos Campeões Europeus/Liga dos Campeões da Europa   - 7 finais, 5 derrotas e 2 vitórias, 1960-61 (3-2 contra o Barcelona) e 1961-62 (5-3 contra o Real Madrid)
Campeonato de Portugal/Campeonato Português/ Primeira Liga – 35 vitórias
Taça de Portugal  - 24 vitórias
Supertaça de Portugal – 4 vitórias
Taça da Liga – 4 vitórias


Sporting Clube de Portugal, fundado em 1 de Julho de 1906
Taça das Taças – 1 final, 1 vitória (1-0 contra o MTK Budapest), 1963-64
Campeonato de Portugal/ Campeonato Português/ Primeira Liga – 18 vitórias
Taça de Portugal – 15 vitórias
Supertaça de Portugal – 8 vitórias



Sporting Clube de Braga, fundado em 19 de Janeiro de 1921
Taça Intertoto – vencedor em 2008
Taça de Portugal – 1 vitória, 1965-66



Os outros vencedores do Campeonato de Portugal/Campeonato Português/Primeira Liga foram o Clube de Futebol Os Belenenses, com 4 vitórias e o Boavista Futebol Clube com 1 vitória.

domingo, 30 de dezembro de 2012

LULA DA SILVA - ENTREVISTA DO EX-PRESIDENTE DA REPÚBLICA DO BRASIL SOBRE PORTUGAL E A EUROPA


«ENTREVISTA FEITA POR CARVALHO DA SILVA
Lula diz que "o que faliu foi a economia fictícia"
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Fotografia © Reuters/Edgard Garrido
O ex-presidente brasileiro não tem dúvidas de que a crise foi gerada pelo descontrolo do sistema financeiro. Numa entrevista ao diretor convidado do DN, Manuel Carvalho da Silva, lamenta que até agora os líderes mundiais só tenham combatido os efeitos e não as causas.

Sobre as políticas de austeridade, a recessão quase geral e o desemprego galopante que afetam a Europa, Lula proclama ser solidário com o povo português na defesa das conquistas sociais, ao mesmo tempo que defende o fortalecimento da União Europeia por ser património democrático da humanidade. Acrescenta que o seu Brasil tem uma palavra a dizer no mundo.
"Os dirigentes dos vinte maiores países do mundo disseram claramente que a crise era consequência da aventura especulativa", disse Lula a Carvalho da Silva. O professor universitário e antigo secretário-geral da CGTP, um dos poucos dirigentes sindicais no ativo convidados para a tomada de posse de Lula em 2003.
"Não é verdade que a crise só pode ser combatida e superada por meio de políticas recessivas. Ao contrário: em vez de curar o paciente, estas políticas podem agravar a sua doença", afirmou o ex-presidente.
"Quero dizer às forças progressistas de Portugal que não desanimem, não percam a esperança, estejam sempre, como estão hoje, lado a lado com os trabalhadores e a maioria da população", concluiu.» (In «DN» net)

UM OLHAR ANGOLANO SOBRE PORTUGAL 2012



O racismo contra os angolanos tem sido tão intenso em Portugal, nos últimos tempos, nomeadamente da facção pró-apartheid da África do Sul do PS, de que o mais conhecido é João Soares e do Bloco de Esquerda, os tais que viraram as costas ao presidente da República de Angola, por ele ser negro (embora tenham apresentado "justificações" diferentes, quem ouviu as "justificações" disparatadas do BE da altura pode ter ficado a pensar que quem fez um desfalque no BPN de 7 mil milhões de euros foi o "angolano" Oliveira e Costa e seus amigos), quando ele visitou Portugal, que achei por bem divulgar neste blog um texto de um angolano, a seguir.

«A crise
por Pepetela*

Para quem tem tantas ligações com Portugal como tenho, desde as familiares e emotivas até vivências, é com apreensão e tristeza que vou sabendo do que se passa aí no ultramar. Pode ser subjectividade apenas, mas das duas últimas vezes que estive em Portugal, este ano, senti ter voltado atrás no tempo, aos fins dos anos 50, princípios de 60, altura em que fingi estudar em Lisboa. Encontrei o mesmo ar entristecido das pessoas, olhos sem futuro para olhar. Claro, as vestes são mais garridas, há menos cinzentos e negros nos trajes, muito mais carros nas ruas. Mas os rostos, ou a vaga falta de fulgor nos rostos... Dá para recordar.
Não serei capaz nem ousaria analisar causas e caminhos. Não farei o que tantos estrangeiros fazem na minha terra, onde vêm nos dar lições sobre como deveríamos resolver os nossos problemas. E às vezes até temos direito a ensino à distância, nunca puseram aqui os pés mas dão lições à laia de comentários atirados para o éter ou para jornais.
Não sei como Portugal deve sair da crise, mas que vai sair, isso eu sei. Mais cedo ou mais tarde. E o problema é mesmo esse. Já tarda.
Toda a crise é mundial, mas esta mais que qualquer outra. Os americanos espirraram, os espertalhões lá se vão curando aos poucos, mas a Europa ressentiu-se e com ela o resto do planeta. Uns vão aguentando melhor, mas todos perdem. No caso de Portugal, a situação não é preocupante apenas no próprio país, pois sentimos também as vagas por aqui. Dirão que é pouca coisa. Também ainda temos pouco para perder, apesar da gabarolice que nos é reconhecida. Às vezes é só isso mesmo, gabarolice. E que nos faz pensar, eis o momento de nos exibir como grandes e poderosos, já que os outros estão com a corda ao pescoço. Não é um pensamento nobre e felizmente são raras essas pessoas. Mas existem e é triste.
Portugal precisa de vender o seu vinho e aí os interesses coincidem, nós gostamos de beber. Como esta, haverá muitas outras maneiras de nos ajudarmos uns aos outros. É necessário inventar os mil e um esquemas de dar a volta. Nesse aspecto, talvez esteja a faltar alguma imaginação.
Mas essencialmente o que quero dizer, neste momento em que as cabeças apontam certamente muitos caminhos diferentes, contraditórios, para a saída da crise, uns propondo A e outros B, Keynes contra Adam Smith ou Marx, em posições irredutíveis e irascíveis, talvez seja bom reflectir nos exemplos da História. Aqui usamos uma expressão que já tem mais de trinta anos. Quando alguém se queixa, ou a situação está mesmo empírica (entender: complicadíssima), dizemos: deixa para lá, em 1961 estávamos pior e resistimos. Portugal já passou por muitas crises, tremores de terra e invasões, ambições e traições. E resistiu. Quase por milagre, às vezes. Também vai sair desta. A receita parece ser sempre a mesma, mas os historiadores que me corrijam se digo asneira: a dado momento o povo se une, cerra os dentes, pára de se queixar, faz força, e o carro avança.
O problema, dirão, é como unir o povo, onde está o homem ou a ideia capaz de o levar à união? Normalmente as elites são muito ciosas do seu ego, tornam difícil pontos de encontro. Não sei, nem tenho de saber. Os portugueses descobrirão. Se eu fosse de rezas, diria: com a ajuda de Nossa Senhora. Como não sou, prefiro achar que nestas situações muito complicadas, até se pode levantar os olhos para o céu, como reflexo inconsciente, mas o importante é mesmo mover os olhos e com eles a cabeça, e com ela o corpo e com o corpo o destino.
Vão conseguir.
Estamos juntos.
*Escritor angolano, Prémio Camões em 1997. Licenciado em Sociologia, docente na Universidade Agostinho Neto, em Luanda. Foi vice-ministro da Educação, após a independência de Angola. Tem 71 anos» (In «DN» net)

sábado, 29 de dezembro de 2012

PORTUGAL – RECESSÃO EM CIMA DE RECESSÃO E MENTIRAS EM CIMA DE MENTIRAS


A ausência de Banco Central para a moeda euro é algo muito desastroso. O chamado «Banco Central Europeu» ou «BCE» não é um Banco Central, é um cavalo de Tróia da alta burguesia financeira.
É pouco falado este aspecto.

«Se nós tivemos de nos endividar nos últimos 20 anos para compra de habitação isso não significa que tenhamos vivido acima das nossas possibilidades, mas abaixo delas. Os salários portugueses mantiveram-se tão baixos nos últimos 20 anos que as pessoas para resolverem este direito básico que é a habitação tiveram de se endividar» (Raquel Varela in jornal «i» net)

«Em Portugal a mentira foi institucionalizada. A troika, o governo, os comentadores de economia e os jornalistas que hegemonizam o espaço televisivo e a imprensa ignoram as implicações do enorme fracasso da execução orçamental de 2012 e a sua mais que previsível repetição em 2013. Perante o desastre económico e social que está em curso, os alucinados proclamam que estamos no bom caminho e até já temos resultados positivos.» (Jorge Bateira, economista, in jornal «i» net)

Ontem, às 23 horas, o programa da «SIC Notícias» de propaganda do jornal «Expresso» (às sextas-feiras), que tal como a SIC pertence ao PSD Pinto Balsemão, foi interessante. «Expresso o jornal que faz opinião» pró-PSD, apoiou activamente, o candidato do PSD às últimas duas eleições presidenciais, Cavaco Silva, que, diferentemente da publicidade enganosa do «Expresso», é um homem incoerente e que não tem estado à altura do cargo que ocupa. O «Expresso» tem apoiado o PSD não só nas campanhas eleitorais, como também na prática governativa.
O director do «Expresso», mais um propagandista da Direita portuguesa, pediu desculpa aos telespectadores da «SIC Notícias», porque na semana anterior esteve no painel de convidados um burlão, já acusado e condenado a prisão efectiva por burla, já cumprida, que se fez passar por um funcionário da ONU. Depois um jornalista do «Expresso» apresentou as mesmas desculpas.
No painel de convidados estava uma especialista em História do século XIX, que mais parecia, uma advogada de defesa do Passos Coelho, do Vítor Gaspar, do Miguel Relvas, da troika e da Ângela Merkel. As palavras desta mulher causaram-me tanta repugnância que desliguei o televisor.
É curioso que nem o director do «Expresso» nem o outro jornalista pedem desculpa por levarem ao programa falsos independentes, que são propagandistas do PSD. Mas, no essencial, esses e essas falsos independentes pró PSD são também uns burlões e umas burlonas, praticam a burla legal, de enganarem os telespectadores.

PASSOS COELHO É SIMPATIZANTE DE SALAZAR, PORQUE LÊ SOBRE SALAZAR

Pedro Passos Coelho, anda a ler informações sobre a Salazar, como se pode ver pela fotografia do livro, acima.

OS ASSASSINOS DO CANTOR VICTOR JARA FORAM PROCESSADOS


«Procesan a siete exmilitares en Chile por el asesinato de Víctor Jara
El cantautor murió el 16 de septiembre de 1973 tras el golpe de Estado de Pinochet después de haber sido sometido a varios días de tortura
Chile pedirá procesar a cuatro oficiales por el asesinato de Víctor Jara
Los chilenos dan su último adiós a Víctor Jara
Comienza la exhumación del cuerpo de Víctor Jara
El asesino de Víctor Jara dice que "cumplió órdenes"
Detienen a los asesinos del chileno Víctor Jara
Un juez chileno ha procesado a siete exoficiales del Ejército como responsables del asesinato del cantautor Víctor Jara, ocurrido el 16 de septiembre de 1973 tras el golpe de Estado que encabezó Augusto Pinochet, informaron fuentes judiciales.

La resolución, dictada por el juez especial Miguel Vásquez, de la Corte de Apelaciones de Santiago más de 39 años después del crimen, incluye a siete militares que en esa fecha estaban a cargo de centenares de prisioneros confinados en el "Estadio Chile", de la capital del país. Respecto de uno de los procesados, Pedro Barrientos Núñez, el juez dictó un orden de captura internacional, por encontrarse fuera del país y dispuso el arresto de los otros seis en un batallón de la policía militar, indicaron las fuentes. (In «Público es»)


Convém não esquecer que o golpe de Estado contra o presidente eleito do Chile Salvador Allende foi organizado pelo governo dos Estados Unidos, através da CIA, com o apoio dos países da NATO e da então CEE (Comunidade Económica Europeia).
Convém não esquecer que a CIA colocou no poder no Chile o ladrão, torturador e assassino Pinochet, com o apoio da NATO.
Convém não esquecer que a CIA assessorou Pinochet, através de Milton Friedman, da Universidade de Chicago, o pai do chamado «neoliberalismo», que se tornou, oficialmente, assessor do ladrão, torturador e assassino Pinochet.

E já agora, os monstruosos crimes do fascismo franquista espanhol, que para chegar ao poder provocou uma Guerra-Civil em que houve um milhão de mortos, continuam impunes. 

Mais ainda, o poder judicial espanhol, ao mais alto nível, é dominado por juízes simpatizantes do fascismo franquista e toda a barbárie que provocou.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

2012 – O ANO DOS AMIGOS DA ONÇA DA UNIÃO EUROPEIA QUE EMPRESTAM O DINHEIRO A JUROS


Emprestar dinheiro a juros aos países em «resgate» é um bom negócio para quem cobra os juros.
É inaceitável que exista uma moeda sem Banco Central. A moeda euro, de facto, não tem Banco Central. O chamado «Banco Central Europeu» ou «BCE» não é um Banco Central, o nome que tem é publicidade enganosa.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

A REPRESSÃO POLICIAL VISTA POR UM JUIZ


«Os acontecimentos de 14 de Novembro, em Lisboa, à volta da manifestação convocada para a Assembleia da República, barrada pelas forças policiais, vieram levantar duas questões: uma relacionada com a concreta actuação dessas forças e a outra com a gestão de imagens e de sons obtidos para fins jornalísticos e noticiosos, incluindo os que não foram emitidos naquele dia 14 de Novembro.

Tudo para saber, por um lado, se a actuação das forças policiais respeitou a Constituição da República Portuguesa (CRP) e a lei e se, por outro lado, o pedido de cedência de tais imagens e sons, para serem gravados, feito pela autoridade policial à RTP, no dia seguinte, e que foi atendido, tem base legal (no fundo, para saber quem e como pode aceder a essas fontes documentais).

Em primeiro lugar, há que registar diferentes patamares nos acontecimentos de 14 e 15 de Novembro, como sejam:

1. Patamares de legalidade e de legitimidade, no sentido de que não há censura a fazer, e que são:

a) A manifestação, como exercício de um direito constitucionalmente consagrado, “qua tale” (como tal), sem mais, o mais intensivo e extensivo que possa ser, com todas as marginalidades ou ocorrências que podem acontecer, sendo um direito que o Estado deve acolher e deve proteger (art. 45.º, n.º 2, da CRP).

b) A recolha de imagens televisivas da manifestação para serem divulgadas pelas estações de TV, entre elas, a RTP, no exercício da liberdade de expressão e de criação e do direito de informação jornalística, constitucionalmente consagrados para os jornalistas e colaboradores (art.s 37.º, 38.º, n.º 2, a) e 39.º, n.º 1, a), da CRP) e a que a lei ordinária dá cobertura (o Estatuto do Jornalista e a Lei da Televisão).

2. Patamares de ilegalidade e de ilegitimidade, no sentido de que há censura a fazer, e que são:

a) A actuação policial na repressão da manifestação, ainda que para pôr cobro às marginalidades ou ocorrências que aconteceram, após longo período de desafios dos manifestantes, podendo qualificar-se de excessiva e desproporcionada, contrariando os limites constitucionalmente definidos no art. 272.º, n.º 2 (o “estritamente necessário” aí previsto), em especial e, pelo menos, relativamente às pessoas presentes no local ou passantes, que nada tiveram a ver com tais marginalidades ou ocorrências. Portanto, um excesso de meios coercivos nas operações materiais da polícia, envolvendo o uso de bastões, que é constitucionalmente reprovado e sem cobertura na Lei de Segurança Interna, e que, no limite, poderia ter justificado o exercício do direito de resistência por parte dos manifestantes, como é reconhecido no art. 21.º da CRP.

b) O acesso da autoridade policial às imagens e sons colhidos pelas equipas televisivas, nas instalações da RTP, no dia seguinte, 15 de Novembro, sobretudo, para captar e gravar as imagens que não passaram para o público, isto é, não foram editadas na cobertura noticiosa dos acontecimentos de 14 de Novembro. Isto, independentemente das circunstâncias em que ocorreu aquele acesso, ou seja, se a autoridade se identificou e adiantou razões, quem facultou o acesso e como ele se desenrolou, o que tudo não vem agora ao caso (mas que só pode ter uma explicação: o interesse da autoridade policial na identificação de presumíveis suspeitos que estiveram na manifestação, podendo até envolver posteriormente a detenção de tais suspeitos).

Não é, pois, uma situação de videovigilância, por via de câmaras de vídeo utilizadas pela autoridade policial, e que se rege por regras próprias, que não interessa analisar aqui.

Ora, é só este último patamar negativo que importa apreciar, tendo, sobretudo, em vista a perspectiva constitucional que lhe diz respeito.» (In jornal «Público» de 27 de Dezembro de 2012, autor Guilherme da Fonseca, juiz-conselheiro jubilado do TC)

FBI E SURPRESA INESPERADA


«Jason Leopold, um jornalista do Truth-Out, descobriu que o FBI ”planejava organizar ataques com atiradores furtivos contra manifestantes”. Segundo os documentos revelados, “a inteligência indicou que os manifestantes de Nova York e Seattle tinham planeado protestos semelhantes em Houston, Dallas, San Antonio e Austin, Texas” o que levou o FBI a “reunir informações contra os líderes dos grupos de protesto, obter fotografias e, em seguida, formular um plano para assassinar as lideranças através de snipers.”

Esta notícia, que está a ser divulgada pelos principais meios de comunicação com independência face ao império, parece não ter importância aos olhos dos editores comprometidos com o consenso e não saiu das caixas de correio electrónico dos bantustões do pensamento único. Se fosse um plano para retirar pedras da calçada, e fazer com que estas caíssem sobre polícias armados e preparados para a guerra social, encontrado num qualquer alçapão anarquista, quantas pessoas já teriam sido chamadas pelo bureau? Se esta notícia nos chegasse de Caracas, de Gaza ou de Teerão, quantos títulos os respectivos governos já teriam tido direito por querer eliminar as diferentes “oposições democráticas”?

Perdida a batalha pela razão, sobra-lhes a pólvora e a cobardia. Obama, como é evidente, tem responsabilidades e há cabeças que terão que rolar. Ou Washington retira de cena quem orquestrou este plano ou, a preferir o silêncio, relega a quem, mais ou menos como eles, esteja disposto a fazê-lo pela calada. “One man’s terrorist is another man’s freedom fighter” é um postulado que nunca como hoje fez tanto sentido, sendo que Obama, como o FBI, estão do lado do terror.» (In blog «5 Dias net»)

GUERRA DA SÍRIA – OS «BONS» CONTRA OS MAUS?


Para os «média» dominantes na civilização ocidental na Guerra da Síria temos os «bons» contra o regime de Assad.
Os «bons» são obviamente os terroristas que assassinam crianças com carros-bomba. Mas, na ONU os «bons» terroristas, isto é, terroristas eficientes porque massacram homens, mulheres e crianças com carros-bomba são apoiados pela degradante «Internacional Socialista», dentro da qual se destaca François Hollande, pelo «PPE» («Partido Popular Europeu») e pela Administração Obama.
Os «bons» matam e esfolam homens, mulheres e crianças. Os terroristas dos carros-bomba foram apoiados na ONU pelos EUA, e pela União Europeia.
A responsabilidade de uma Guerra é de quem a começa, e quem começou a Guerra da Síria foram os terroristas que matam com carros-bomba.
Os «média» dominantes na civilização ocidental estão a elogiar o estatuto de traidor à pátria e de desertor. Do lado do Assad um general desertou para o lado dos terroristas que matam homens, mulheres e crianças com carros-bomba. Esse desertor considera os terroristas que matam homens, mulheres e crianças com carros-bomba os «bons».
Esta civilização ocidental que pratica a Tortura em Guantánamo chama «bons» aos terroristas que matam homens, mulheres e crianças com carros-bomba.
Estamos numa fase de acentuado descalabro moral e ético da civilização ocidental.
Dinheiro para ajudar os terroristas «bons» que matam homens e mulheres e crianças na Síria com carros-bomba não falta na União Europeia, só falta dinheiro para resolver a crise da Zona Euro.
A Guerra da Síria está a causar grande mortandade, mas os responsáveis por uma Guerra são aqueles que começam a Guerra, no caso da Síria quem começou a Guerra foram os matadores de homens, mulheres e crianças com carros-bomba do chamado «Exército “Livre” “Sírio”». A palavra livre até é adequada porque o «E”L””S”» tem a liberdade de matar homens, mulheres e crianças com carros-bomba.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

OS 100 MELHORES FUTEBOLISTAS ACTUAIS SEGUNDO UM JORNAL DO PAÍS QUE INVENTOU O FUTEBOL


The 100 best footballers in the world - interactive

Welcome to the Guardian's choice of the world's top 100 footballers. We asked our 11-strong international panel of experts to name their top 30 players in action today and rank them in order of preference. Once the lists were submitted, the players were scored on their ranking by each panellist: a No1 choice allocated 30pts, No2 29pts and so on down to selection No30, given one point. In a four-part series online and in print we will reveal the results

Starting with No100 at the very end, click on the individual player in the interactive below for our writers' argument for their placing in the 100. And you can read here how we came to ranking the hundred and a blog on the top 10 here