sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

A PENÍNSULA DA CRIMEIA ANTES DO GOLPE DE ESTADO PALACIANO DO UCRANIANO NIKITA KRUTCHOV NA URSS EM 1954


A Península da Crimeia em 1953 pertencia à República Socialista Soviética da Rússia [no mapa atrás tem o número 22], em 2014 Federação da Rússia, como se pode ver pelo mapa acima em que a RSS da Rússia aparece a vermelho.
Através de um golpe de Estado palaciano na URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) o ucraniano Nikita Krutchov, retirou território à RSS da Rússia  que entregou à República Socialista Soviética da Ucrânia [no mapa atrás tem o número 21], no ano de 1954.
Os comunistas russos em 1964 fizeram um golpe de Estado através do qual demitiram Krutchov, mas não foram suficientemente inteligentes para restituírem à RSS da Rússia o território retirado por Krutchov a favor da RSS da Ucrânia. Assim hoje a República da Federação da Rússia está penalizada, em território, pelo golpe de Estado palaciano do ucraniano Krutchov de 1954.
Foi a ideia de «fim da História» e a ideia de que a URSS seria «eterna» que bloquearam o raciocínio dos comunistas russos que depuseram Krutchov. Em última análise, a actual República da Federação da Rússia foi muito prejudicada, pelo desenho das fronteiras da União Soviética pelo regime marxista-leninista.

PORTUGAL EMPOBRECE E ENTRE 28 PAÍSES DA UNIÃO EUROPEIA ESTÁ EM 9º LUGAR NO RANKING DA POBREZA


A política de empobrecimento de Passos Coelho e Paulo Portas, às ordens de Berlim, tem sido um sucesso no aumento da pobreza.
Há, especialmente na blogosfera, quem utilize o conceito novilíngua, para classificar o uso de palavras capciosas pelo governo PSD-CDS/PP e pelos seus apoiantes. Austeridade significa empobrecimento, ajustamento também significa empobrecimento, aumento da competitividade significa pagar salários de miséria. Nesta perspectiva se uma empresa reduzir para metade os salários dos trabalhadores, colocando-os na miséria, significa que aumentou a sua competitividade. Inevitabilidade significa Ditadura, porque só nas ditaduras as coisas são inevitáveis. 
No ranking da pobreza da União Europeia atrás de Portugal, em 28 países, só ficarão a Bulgária, Roménia, Croácia, Hungria, Polónia, Letónia, Grécia e Estónia.
Para a Troika, liderada por Berlim, é preciso empobrecer ainda mais Portugal e para a Troika Portugal deve empobrecer ainda mais, urgentemente.


«Delírios, farsas e ilusões

O Ricardo Paes Mamede já se referiu, aqui e aqui, ao irrealismo perverso que povoa os cenários macroeconómicos resultantes das recentes avaliações da Troika. Nesses termos, para que Portugal possa reduzir o peso da dívida pública no PIB entre 2014 e 2019 é necessário, entre outras condições: alcançar um crescimento nominal na ordem dos 3,6% ao ano (2013 fechou com uma contracção de 1,6%); obter um défice orçamental primário de cerca de 2% em 2015 e em torno dos 3% em 2019 (foi de 0,5% em 2013); fixar a procura interna entre 0% e 1,4% (foi de -1,1% no final de 2013); e garantir a descida das taxas de juro da dívida pública a dez anos para valores entre os 3 e os 4% (quando estas persistem em rondar os 5%, mesmo depois do anúncio, aos sete ventos, do «milagre económico português»).

Como já vem sendo habitual, a plausibilidade destas estimativas estatela-se ao comprido quando se constatam as suas contradições. De facto, não é expectável um aumento da procura interna quando, ao mesmo tempo, se pretende reforçar a dose de austeridade, sendo igualmente ilusório pensar, como sublinha o Ricardo, que os níveis de endividamento das famílias e das empresas (a que se soma o desemprego e a emigração) possam alimentar a expansão do consumo interno e do investimento. Ao que acresce, ainda, a circunstância de ser necessário um aumento inaudito das exportações para que a procura externa líquida compense a anemia prolongada do mercado interno (e a estabilização das importações), expectativa que a própria Comissão Europeia, nas suas «Previsões de Inverno», tratou já de refrear.


É pois todo um exercício de desonestidade e cinismo, de um falso wishful thinking, que envolve, uma vez mais, as previsões estabelecidas pelo FMI no relatório da 10ª avaliação do Memorando de Entendimento. Aliás, basta comparar essas previsões com as da versão inicial do Memorando (em Junho de 2011) e com a crueza dos números (gráficos aqui em cima), para concluir pelo menos três coisas:

1. É o ano de 2008, marcado pelo deflagrar da crise financeira, que constitui o momento central de desestabilização da situação económica do país, agudizando de forma exponencial alguns dos factores críticos que vinham de trás (mas que estavam, até aí, com margens relativas de controlo político, incomparáveis com o caos que desde então se instalou). De facto, é a partir deste ano que se alteram, de modo muito evidente, as trajectórias do PIB nominal (que entra em efectiva estagnação) e do desemprego, da dívida e do défice (que disparam - em sintonia com que se passou na maior parte dos países europeus - para níveis nunca registados desde 2000).

2. O optimismo sobre as virtudes da «austeridade expansionista», tão lunaticamente acarinhada por Vítor Gaspar, é desfeito num ápice. As metas e objectivos inscritos na versão inicial do Memorando de Entendimento (de cujos «méritos» Eduardo Catroga se ufana) fracassam em toda a linha. Entre a realidade e a ficção do «súbito ajustamento estrutural» passa a existir um indisfarçável gap: entre 2011 e 2013 o PIB contrai (quando as previsões iniciais, de 2011, apontavam para um cenário de crescimento); o desemprego galopa (quando deveria, segundo o governo e a Troika, começar a descer a partir de 2012); o défice estagna nos 6% (quando era suposto descer até aos 3% em 2013); e a dívida pública aumenta a um ritmo muito superior ao previsto (não estagnando - como se previa - no final do ano passado).

3. Perante uma economia dilacerada e uma sociedade a deslaçar-se, por que razão se haveria de acreditar que uma receita falhada vai começar, de súbito, a funcionar? Porque se acertam os relógios para a fim do Memorando, se o que importa são as «condicionalidades» associadas à saída (seja ela mais suja ou menos limpa)? Sem reestruturar a dívida (e mantendo-se os constrangimentos da pertença ao euro), como considerar plausível a inversão do ciclo económico, se a vigência do Tratado Orçamental limita implacavelmente quaisquer políticas de natureza contra-cíclica? O truque é simples: basta ignorar tudo isto e empurrar com a barriga, trasladando consecutivamente, numa espécie de mito de Sísifo ao contrário, os «amanhãs que cantam» para o ano seguinte. Isto é, mal se constate que os amanhãs de ontem, afinal, hoje não cantaram.» (In blog «Ladrões de Bicicletas»)

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

EMPOBRECIMENTO E MENTIRA – O PROGRAMA DO PSD DO COELHO


É chocante ver os desempregados sem dinheiro para pagarem as suas contas, muito mais ainda observar os desempregados que já passam fome.
É particularmente triste ouvir muitos desempregados dizerem que acham que nunca mais conseguirão emprego. esta política quer matar a esperança.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

O REICH DOS VENCIDOS E OS SEUS LUCROS


«Austeridade nos outros é refresco para o Estado Alemão


Alemanha consegue em 2013 um excedente orçamental. No entanto, como o gráfico abaixo mostra (via Krugman), este foi dos países que menos austeridade impôs entre 2009 e 2013. Surpresa? Nem por isso, se tivermos em conta que o maior crescimento económico permitiu maiores receitas fiscais e que a Alemanha suporta taxas de juro sobre a sua dívida historicamente baixas, reflexo da fuga de capitais do Sul.

» (In blog «Ladrões de Bicicletas»)

A MENTIRA COMO PROGRAMA POLÍTICO


George W Bush popularizou a mentira como programa político. O jornal inglês de The Guardian transformou em imagem este programa de G W Bush.


O PSD no seu programa político da mentira diz que os portugueses, na sua maioria, estavam pior antes de serem empobrecidos por Passos Coelho, os que tinham emprego estão agora melhor desempregados e alguns dos desempregados estão melhor a passarem fome, do que quando tinham emprego e comiam bem, antes do governo Passos-Portas.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

O REICH DOS 3%


A criminalização das políticas de Esquerda, como a submissão à DITADURA DE BERLIM, com a submissão à Ditadura de Berlim da norma do défice de 3%, a chamada «regra de ouro» dos 3% de défice, que é uma regra de chumbo, que impede a Democracia de funcionar em termos orçamentais, mostra que Berlim já dita leis na União Europeia. Com a submissão à Ditadura de Berlim na norma dos 3% já não há Democracia plena.

O TRIUNFO DA REVOLUÇÃO FASCISTA MUSSOLINIANA EM KIEV


Os jornalistas dos noticiários das televisões portuguesas além de mentirosos são ignorantes.
Não sabem o que foi a revolução popular fascista de Mussolini em Roma.
Ficam admirados com os palácios da rainha de Inglaterra, que ninguém elegeu, ou será que ela ganhou as eleições para rainha com maioria absoluta??? Ou será que é de sangue azul e no Reino Unido não há a igualdade dos cidadãos perante a lei?
Sabem esses jornalistas que a Península da Crimeia foi retirada à república da Rússia, por um golpe de Estado palaciano do ucraniano Krutchov (em 1954), quando liderava a União Soviética, e entregue à RSS da Ucrânia?

E sabem que os dirigentes comunistas russos, depois de terem tirado o poder a Krutchov, através de um golpe Estado, não foram suficientemente inteligentes para anularem a entrega da Península da Crimeia à RSS da Ucrânia e a entregarem à RSS da Rússia?
Em Portugal, exceptuando o jornal «i», a comunicação social emite o ponto de vista de Berlim ou de Washington, tentando que o leitor ou ouvinte ou telespectador adira a tais pontos de vista. Quem quiser pontos de vista muito diferentes tem que os procurar na Internet.

A seguir, vai um texto do jornalista francês Thierry Meyssan, que não está às ordens nem de Berlim nem de Washington, nem dos seus seguidores.






"«SOB OS NOSSOS OLHOS»

Poderá Washington derrubar três governos ao mesmo tempo?

O poder de um Estado mede-se, ao mesmo tempo, tanto pela sua capacidade para se defender, como pela de atacar, numa ou em várias frentes. Nesta perspectiva, Washington tenta mostrar, pela primeira vez, que pode derrubar três governos simultaneamente, na Síria, na Ucrânia e na Venezuela. Se conseguir alcançar isso, nenhum governo estará em condições de ser capaz de lhe resistir .

 | DAMASCO  
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Desde quando são as revoluções apoiadas pelo imperialismo? (em cima: praça Maidan, Kiev).
Washington que, em 2011, falhou em conseguir bombardear, simultaneamente, a Líbia e a Síria, está em vias de tentar uma nova demonstração da sua força: organizar mudanças de regime, em três Estados de uma vez, em regiões diferentes do mundo: a Síria (CentCom), a Ucrânia (EuCom) e a Venezuela (SouthCom).
O poder de um Estado mede-se, ao mesmo tempo, tanto pela sua capacidade para se defender, como pela de atacar, numa ou em várias frentes. Nesta perspectiva, Washington tenta mostrar, pela primeira vez, que pode derrubar três governos simultaneamente, na Síria, na Ucrânia e na Venezuela. Se conseguir alcançar isso, nenhum governo estará em condições de ser capaz de lhe resistir .
Para o conseguir, o presidente Obama mobilizou quase toda a equipe do seu Conselho de segurança nacional.
Primeiro, a conselheira Susan Rice e a embaixatriz na ONU, Samantha Power. Estas duas mulheres são as campeãs do discurso «democrático». Elas fizeram disso uma das suas especialidades, desde há muitos anos, ao preconizar a ingerência nos assuntos internos dos outros Estados sob pretexto de prevenir genocídios. Mas, por trás desse discurso generoso, elas estão-se nas tintas para as vidas dos não- americanos, como o demonstrou a Sra Power aquando da crise das armas químicas de Ghoutta. A embaixatriz, que estava perfeitamente ciente da inocência das autoridades sírias, saiu de viagem, com o seu marido, para assistir na Europa a um festival de cinema consagrado a Charlie Chaplin, enquanto o seu governo denunciava um crime contra humanidade do qual tornava responsável o presidente el-Assad.
Depois, os três responsáveis regionais: Philip Gordon (Próximo-Oriente e África do Norte), Karen Donfried (Europa e Euroásia) e Ricardo Zuñiga (América latina).
• Phil Gordon (amigo pessoal e tradutor de Nicolas Sarkozy) organizou a sabotagem da Conferência de paz de Genebra 2, enquanto o dossiê palestiniano não seja regulado à maneira dos EU. Durante a segunda sessão da conferência, enquanto John Kerry falava de paz, ele reunia, em Washington, os chefes dos serviços secretos jordanos, cataris, sauditas e turcos para preparar um enésimo ataque. Os conspiradores reuniram um exército de 13.000 homens, dos quais apenas 1.000 receberam uma breve formação militar, para conduzir blindados e tomar Damasco. O problema está em que a coluna arrisca ser destruída pelo exército sírio antes de chegar à capital. Mas, eles não conseguiram chegar a entendimento sobre o modo de a defender, sem distribuir armas anti-aéreas que pudessem, ulteriormente, ser usadas contra Israel.
• Karen Donfried é uma ex-oficial do serviço nacional de inteligência para a Europa. Ela dirigiu durante muito tempo o German Marshall Fund (Fundo Marshall Alemão- ndT) em Berlim. Actualmente ela manipula a União europeia para mascarar o intervencionismo de Washington na Ucrânia. Apesar da fuga de uma conversa telefónica da embaixatriz Victoria Nuland, ela conseguiu fazer crer aos Europeus que a oposição em Kiev queria juntar-se a eles, e bater-se pela democracia. Ora, mais da metade dos revoltosos da praça Maidan são membros de partidos nazis, e arvoram os retratos do Colaboracionista Stepan Bandera.
Por fim Ricardo Zuñiga é o neto do presidente homónimo do Partido nacional das Honduras, que organizou os golpes-de-estado de 1963 e de 1972 a favor do general López Arellano. Ele dirigiu a agência da CIA em Havana, onde recrutava agentes e os financiava para formar a oposição a Fidel Castro. Ele mobilizou a extrema-esquerda trotskista venezuelana para derrubar o presidente Nicolas Maduro, rotulado de ser estalinista.
O conjunto das operações é mediatizado sob a batuta de Dan Rhodes. Este especialista da propaganda já escrevera a versão oficial do 11 de Setembro de 2001, redigindo o relatório da comissão de inquérito presidencial. Fê-lo de modo a fazer desaparecer qualquer traço do golpe de Estado militar, (o poder foi retirado das mãos de George W. Bush cerca das 10h da manhã e só lhe foi restituído à noite; todos os membros do seu gabinete e os do Congresso foram metidos nos bunkers de segurança para «garantir a sua vida»), de maneira a que só ressalte a versão de atentado.
Nos três casos, o discurso Americano repousa sobre os mesmos princípios: acusar os governos de ter morto os seus próprios cidadãos, qualificar os opositores de «democráticos», lançar sanções contra os «matadores», e em definitivo realizar golpes de Estado.
A jogada começa, sempre, por uma manifestação no decurso da qual os oponentes pacíficos são mortos, e onde os dois campos se acusam das violências. Na realidade, as forças especiais dos E.U. ou da Otan colocadas sobre os telhados, atiram ao mesmo tempo sobre a multidão e sobre a polícia. Como foi o caso em Deraa (Síria) em 2011, em Kiev (Ucrânia), e em Caracas (Venezuela) esta semana. Por azar, as autópsias realizadas na Venezuela mostram que duas das vítimas, um opositor e um pró-governamental, foram mortos pela mesma arma.
Qualificar os opositores de democratas é um simples jogo de retórica. Na Síria, estes são takfiristas apoiados pela pior ditadura do planeta, a Arábia Saudita; na Ucrânia alguns pró-europeístas sinceros estão rodeados de inúmeros nazis; na Venezuela jovens trotskistas de boas famílias rodeados por milícias patronais. Por todo o lado aparece o falso oposicionista EU, John McCain, a trazer o seu apoio aos reais e falsos opositores locais.
O apoio aos opositores incumbe à National Endowment for Democracy(Promoção Nacional para a Democracia-ndT)(NED). Esta agência do governo americano apresenta-se, mentirosamente, como uma ONG financiada pelo Congresso. Mas, ela foi criada pelo presidente Ronald Reagan, em associação com o Canada, o Reino Unido e a Austrália. É dirigida pelo neo-conservador Carl Gershman e pela filha do general Alexander Haig (antigo comandante-supremo da Otan, depois secretário de Estado), Barbara Haig. É a NED, (na realidade o departamento de Estado), quem emprega o senador da «oposição» John McCain.
A este dispositivo é preciso juntar o Albert Einstein Institute (Instituto Albert Einstein-ndT), uma «ONG» financiada pela Otan. Criada por Gene Sharp, formou agitadores profissionais a partir de duas bases, na Sérvia (Canvas) e no Catar (Academy of change-Academia da mudança,ndT).
Em todos os casos Susan Rice e Samantha Power assumem ares ultrajados antes de parar as sanções —logo aliviadas pela União europeia—, quando são elas as comanditárias das desordens.
Resta conseguir finalizar os golpes de Estado. E, isto, ainda não está feito. Washington tenta, assim, mostrar ao mundo que é o mestre de sempre. Para estar ainda mais seguro de si, lançou as operações ucraniana e venezuelana durante os Jogos Olímpicos de Sochi. É certo que a Rússia não se mexerá, com medo de ver a sua festa estragada por atentados islamistas. Mas Sochi acaba este fim-de-semana. Será, agora, a vez de Moscovo de jogar.
Tradução
Alva 
Fonte
Al-Watan (Síria)" (In «Red Voltaire»)

domingo, 23 de fevereiro de 2014

O MOVIMENTO FASCISTA DE RUA DA UCRÂNIA JÁ ATACOU A SEDE DO PARTIDO COMUNISTA DA UCRÂNIA - O ROTEIRO DE MUSSOLINI EM ROMA ESTÁ A SER COPIADO




«Urgente! O escritório-sede do Partido Comunista da Ucrânia foi atacado e danificado


Central-office-of-the-comunista-Party-de-Ucrânia-KievOs desenvolvimentos na Ucrânia tomaram o carácter mais dramático. O departamento de CPRF Internacional tem a recente notícia de que em Kiev, capital da Ucrânia, um gangue escandalosamente comportando de militatntes bem preparados atacou o quartel-general do Partido Comunista da Ucrânia. Bandidos desconhecidos atacaram a sede do CPU, quebrou janelas e danificou os móveis dentro.De acordo com o que os nossos camaradas nos disseram ainda não há vítimas entre os comunistas no edifício.» [In site oficial do «Partido Comunista da Federação da Rússia»]

O FASCISMO DE MASSAS NA UCRÂNIA


«O presidente do parlamento ucraniano renuncia sob ameaça


  
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Ameaçado de morte, Volodymyr Ribak, presidente da Rada ucraniana (Parlamento), demitiu-se em 23 de Janeiro de 2014, deixou a sede do Legislativo.
Os deputados imediatamente presentes aprovaram uma série de movimentos, incluindo a libertação de ex-primeira-ministra Yulia Tymoshenko, condenado a sete anos de prisão por abuso de poder na negociação de um contrato com a Rússia sobre as importações de gás.
Simultaneamente, os neo-nazistas invadiram os principais edifícios do governo após tomar um arsenal militar.» (In «Red Voltaire»)

sábado, 22 de fevereiro de 2014

O REGRESSO VITORIOSO DO FASCISMO DE RUA À EUROPA EM 2014


O movimento fascista de massas na Ucrânia é uma cópia da marcha sobre Roma de Mussolini.

O golpe de Estado em Kiev do movimento fascista de massas é uma cópia do golpe de Estado de Mussolini em Roma.


O movimento fascista de rua ucraniano demitiu o presidente da República, através de um golpe de Estado mussoliniano em Kiev, pelo simples facto de este ter ganho as eleições, pelos vistos ganhar umas eleições é um «crime».

Tal como acontecera com o golpe de Estado de Mussolini em Roma, o golpe de Estado mussoliniano em Kiev teve um apoio apaixonado de muitos jornalistas portugueses.

A UCRÂNIA, A RÚSSIA E O REICH DOS VENCIDOS


Em primeiro lugar interessa analisar a Europa em 1913.


Também interessa verificar as subdivisões do Império Austro-Húngaro.

A seguir o mapa dos grupos étnicos do Império Austro-Húngaro.



A seguir observemos a Europa depois da I Guerra Mundial em 1919. 

Dissolução do Império Austro-Húngaro pelo Tratado de Trianon. As três regiões fundamentais, a cinzento a Áustria, a castanho claro claro a Hungria e a cor rosa a Bósnia e Herzegovina. Este tratado formalizou, no essencial, em 1920, o que já se passava no terreno, após a vitória dos Aliados na I Guerra Mundial.


Pormenores sobre as regiões em 1919

O I Reich da Alemanha no século X (dez) em 962

O II Reich da Alemanha em 1913

A República Alemã de Weimar em 1919

O III Reich da Alemanha em 1943

Depois de ter perdido a II Guerra Mundial a Alemanha foi dividida em zonas de ocupação. Temporariamente dividida em dois Estados e numa cidade-estado (Berlim Ocidental) a Alemanha somados os dois Estados e a cidade-estado ficou, em território, tal como é hoje, reduzida a menos de metade do III Reich e ainda mais pequena que a República de Weimar.

Estaline, natural do actual território da Geórgia, que dirigia a Rússia Soviética ou União Soviética (mais precisamente União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, U.R.S.S., desde 1922, por decisão de Lenine) durante a II Guerra Mundial impôs o recuo da fronteira Oriental da Alemanha de mil anos, do século XX (vinte), para a linha dos rios Óder e Neisse do século X (dez). Os Estados Unidos e o Reino Unido, também vencedores da II Guerra Mundial, não se opuseram a tão drástica decisão. Para concretizar a sua decisão Estaline mandou expulsar casa a casa, das cidades, vilas e aldeias todos os civis alemães que viviam a Leste da linha Óder-Neisse (mais de dez milhões), muitos deles levando apenas as roupas. Por razões geográficas Estaline deu uma parte da Alemanha, bem maior que Portugal à Polónia, avançando a fonteira Oeste da Polónia até aos rios Óder e Neisse. Como compensação deste benefício concedido à Polónia Estaline anexou parte da Polónia que passou para a União Soviética.

No século XXI a Alemanha resolveu criar o IV Reich que se chama União Europeia.


O IV Reich da Alemanha conhecido por União Europeia faz lembrar o Império Romano. No Império Romano havia uma moeda única, o sestércio, para todo o império, enquanto que no IV Reich da Alemanha conhecido por União Europeia a moeda única, o euro, não vigora em todo o império, mas apenas em parte dele chamada Zona Euro. Também se deve referir que os líderes do IV Reich conhecido por União Europeia são naturais da Alemanha, enquanto que no Império Romano muitos imperadores não eram naturais da Itália como Trajano, que era natural do actual território da Espanha, o mais poderoso imperador romano. «Marco Úlpio Nerva Trajano (em latim: Marcus Ulpius Traianus; 18 de setembro de 53 — 9 de agosto de 117) nasceu em Itálica (atual Santiponce), na Bética, no sul da Hispânia, perto de Híspalis (depois Sevilha) em 53 d.C. Foi imperador romano de 98 a 117. Durante sua administração, o Império Romano atingiu sua maior extensão territorial graças às conquistas do leste. Trajano também é notado pelos seus extensos programas de obras públicas e as políticas sociais implementadas durante o seu reinado.» [Fonte «Wikipedia»] A seguir o Império Romano governado por Trajano.


A Ucrânia nunca tinha existido como nação independente e foi anexada por conquista à Rússia pelo czar Pedro o Grande no século XVII (dezassete).  [Pedro I da Rússia (em russo: Пётр Алексеевич Ромáнов; transl.: Pyotr Alekseyevich Románov) (Moscovo, 9 de Junho de 1672 — São Petersburgo, 8 de Fevereiro de 1725, alcunhado O Grande (em russo: Великий; transl.: Velikiy) 1 , foi czar da Rússia, e primeiro Imperador do Império Russo] (Fonte «Wikipedia») 
Lenine dirigiu a revolução comunista de Outubro de 1917 na Rússia.
A seguir um mapa da Ucrânia em 1920. Neste mapa verifica-se que a Península da Crimeia não pertencia à Ucrânia (pertencia à República Socialista Soviética da Rússia).
(21 Ucrânia, 12 Checoslováquia, 13 Polónia,  15 Hungria, 17 Roménia, 16 Jugoslávia)

Outro mapa da Europa em 1923


Lenine era russo, mas em 1922 ao transformar a Rússia em União Soviética prejudicou a república da Rússia e abriu uma caixa de Pandora.
Sucedeu-lhe Estaline, que não era russo, mas natural da actual Geórgia, como vimos.
Após a II Guerra Mundial para a república da Rússia só ficou da Alemanha Kalininegrado, a parte mais oriental da Alemanha (Prússia Oriental).
Depois de Estaline, passou a mandar na URSS um ucraniano, Nikita Krutchov, que deu mais território da república da Rússia à Ucrânia, a Península da Crimeia, no Mar Negro, no que se pode chamar de golpe de Estado palaciano em 1954.
Os russos fizeram um golpe de Estado e destituíram Krutchov e a partir daí a URSS foi sempre dirigida por russos, mas não foram suficientemente inteligentes para redesenharem o mapa da URSS de maneira a beneficiarem a república da Rússia.
A Ucrânia que fala russo fazia parte da Rússia e a os comunistas russos é que desenharam as fronteiras da república da Ucrânia, com prejuízo para a república da Rússia, hoje chamada Federação Russa ou Federação da Rússia.
A tal parte da Ucrânia a Oeste que foi conquistada por Estaline era, essencialmente, parte da Polónia. Em 1918 a Hungria foi quase toda anexada e a Galícia, pela Roménia e pela Polónia, com a destruição do Império Austro-Húngaro, que perdeu a I Guerra Mundial, como vimos.

Em última análise, a Ucrânia actual divide-se em duas, a antiga que fala russo e pertencia à Rússia desde o czar Pedro o Grande, desde o século XVII (dezassete), e antes disso nunca tinha sido um país independente, e a parte oeste conquistada por Estaline que pertencia à Polónia.

Ora, Berlim, em 2014, quer mandar na Ucrânia, como vingança («révanche») das derrotas na I Guerra Mundial e na II Guerra Mundial.


Em 1939 Hitler e Estaline estavam ambos interessados em adiar o confronto, que parecia inevitável, e que aconteceria, de facto, mais tarde, e que se viria a tornar o maior confronto militar da História da Humanidade. Assim realizaram o Pacto Germano Soviético de 1939, cujos mapas a seguir clarificam.


O que restou da Alemanha em 1945, sob ocupação militar estrangeira. A Leste acaba na linha Óder-Neisse, que se pode observar atrás no mapa do III Reich a azul.

Mapa da Europa em 2014

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

A NATO E A PREPARAÇÃO DA GUERRA NA UCRÂNIA


«Manifestantes de Maidan formados pela Otan em 2006


  
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Um grupo de jovens manifestantes da praça Maidan, membros do grupo nazi Autodefesa ucraniana (UNA-UNSO) recebeu formação em terrorismo numa base da Otan na Estónia, em 2006.
A formação compreendia um treino no fabrico e no manejo de explosivos, assim como em tiro.
Estes jovens foram combater ao lado das forças georgianas aquando do ataque destas contra a Ossétia do Sul.
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Tradução
Alva» (In «Red Voltaire»)

NATO BASTANTE ENVOLVIDA NA GUERRA DA UCRÂNIA


«Canadá financia la oposición armada en Ucrania

  
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El ministerio de Relaciones Exteriores de Canadá entregó una «ayuda excepcional» a una ONG ucraniana para que esta pagara material médico y un hospital de campaña cuya compra ya se había gestionado previamente.
La transacción tuvo lugar el lunes 17 de febrero de 2014, o sea el día anterior a los graves enfrentamientos entre fuerzas antimotines y la oposición armada en la plaza Maidan.»  [In «Red Voltaire»]

A TROIKA OPRIME E HUMILHA A MAIORIA DOS GREGOS E DOS PORTUGUESES


Há muitas pessoas que dizem que ser  inteligente e instruído  em Portugal é muito doloroso, para quem não pertence à pequena minoria da alta burguesia e ao conjunto dos seus lacaios.
Não me refiro ao academismo. Alexandre Herculano e José Saramago, dois escritores consagrados, nunca foram alunos de nenhuma universidade. Mas também não excluo o academismo, especialmente depois de o governo de Coelho e Portas ter arruinado a vida a muitos investigadores. Para não parecer contradição refiro o autodidactismo (como o de Alexandre Herculano e de José Saramago) e também o academismo.
A desonestidade ostensiva e boçal dos noticiários das televisões portuguesas, que apoiam a Troika dominada por Berlim e o governo de Coelho e Portas, é um atentado diário contra a inteligência dos portugueses.
«Há algum tempo que o discurso da retoma da economia tomou conta dos media. Com eleições à vista, o governo tudo fez para que assim fosse. As televisões, sem jornalismo independente e capaz, logo assumiram o papel de megafones.» (Jorge Bateira in blog «Ladrões de Bicicletas»)
A Troika, comandada por Berlim, quer oprimir ainda mais os trabalhadores, quer baixar ainda mais os salários do sector privado (de 2,5 a 5%), quer facilitar ainda mais os despedimentos, quer oprimir e empobrecer ainda mais os funcionários públicos e os reformados e os pensionistas.
Ninguém do lado da Troika e seus apoiantes fala no sector social, ninguém fala das pessoas, querem lá saber do desemprego, do sub-emprego, da fome, das mortes por falta de assistência médica.


Só que mais cedo ou mais tarde os problemas da aberração que é a arquitectura legislativa da Zona Euro chegarão à França com intensidade e então algo irá acontecer.


A Troika, liderada por Berlim, enquanto não puser os portugueses e os gregos, que já passam fome, como estes homens da fotografia,


que passaram fome por ordem de Berlim, não ficará descansada.

ESTADOS UNIDOS TAMBÉM ENVOLVIDOS NA GUERRA NA UCRÂNIA






Avião de guerra da NATO violou, ostensivamente, o espaço aéreo da Ucrânia e sobrevoou Kiev.
Pelo menos, um avião de guerra da NATO, contra todas as normas do Direito Internacional, violou, colonialmente, o espaço aéreo de um país soberano, membro da ONU.
A arrogância desta violação do espaço aéreo da Ucrânia, por um avião da NATO não tripulado, é tão ostensiva que a NATO deu à CNN imagens de Kiev filmadas por um seu avião de guerra. A CNN divulgou as imagens.

A guerra voltou à Europa em 2014, com o entusiástico apoio das televisões e rádios de Portugal.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

O REICH DOS VENCIDOS



Ângela Merkel, Martin Schulz, Mário Draghi, Olli Rehn e Durão Barroso constituem uma quadrilha de ladrões, torturadores e assassinos tão repugnante como o governo de Hitler.

Martin Schulz (do SPD) parece um subalterno de Hitler. Martin Schulz, tal como o governo de Hitler, deu ordens à Ucrânia (em alemão, em nome dos interesses da Alemanha) que fica no «espaço vital» definido por Hitler no «Mein Kampf» («A Minha Luta»).

A UNIÃO EUROPEIA ESTÁ EM GUERRA CONTRA A UCRÂNIA



A União Europeia, governada por Berlim está em guerra contra a Ucrânia.
A imagem de marca da União Europeia é a de Berlim, é a fábrica de matar pessoas, homens mulheres e crianças de todas as idades, de Auschwitz.
A União Europeia é repugnante, está dominada por Berlim, que voltou à ética de Auschwitz.

Repugnam-me as televisões portuguesas ao serviço da selvajaria de Berlim-Auschwitz.



Berlim quer conquistar a Ucrânia como conquistou a Áustria e a Checoslováquia com o apoio de Paris de Londres.



Há grupos pró-Berlim nas ruas de Kiev que pertencem à mesma linha ideológica dos grupos ucranianos pró-Berlim que ajudaram as SS de Hitler a capturar os judeus, para serem exterminados. Seria bom que informassem o presidente Obama dos Estados Unidos que os alemães exterminaram os soldados negros do exército francês, que capturaram. E também seria bom que o vice-presidente dos Estados Unidos fosse informado, que se antepassados directos dele tivessem sido apanhados pelos ucranianos pró-Berlim em Kiev, teriam sido entregues às SS para serem exterminados.


«A maior parte do que vem sendo reportado pela mídia não revela o fato de que nacionalistas e fascistas de extrema-direita estão ao cerne dos protestos e ataques lançados contra prédios governamentais.
Um dos três principais partidos da oposição que lideram a campanha é o agrupamento antissemita e de extrema-direita Svoboda, cujo líder, Oleh Tyahnybok, afirma que uma "máfia judaico-moscovita" controla a Ucrânia.
Mas o senador americano John McCain não hesitou em dividir uma plataforma com ele em Kiev no mês passado. O partido, que administra a cidade de Lviv, liderou uma marcha este mês com 15 mil manifestantes carregando tochas em memória do líder fascista ucraniano Stepan Bandera, cujas forças combateram ao lado dos nazistas na Segunda Guerra Mundial e tomaram parte de massacres de judeus.

Assim, na semana em que a liberação de Auschwitz pelo Exército Vermelho foi comemorada como Dia Memorial do Holocausto, partidários daqueles que ajudaram a realizar o genocídio são saudados por políticos ocidentais nas ruas da Ucrânia.» (In «Folha de S. Paulo»)





O blogue «5 Dias net» apoia a Lili Marleene ucraniana?
 Agora o blog «5 Dias net» é germanófilo pró-Merkel?












«Los comunistas ucranianos crean milicias populares para luchar contra el fascismo


PC Ukraine

Los comités locales del Partido Comunista de Ucrania (PCU) han creado, en las regiones del este del país, milicias populares para luchar contra los neonazis apoyados por la Union Europea, el conocido como Euromaidan. Después de Odessa, Stakhanov, Simferopol y Dnipropetrovsk, el PCU ha organizado milicias en Louhansk y Zaporizhia.
La creación de la milicia comunista de Zaporizhia fue anunciada por el Secretario General del PCU de la región, Vitaly Misha. La iniciativa ha partido de los propios ciudadanos y de las organizaciones públicas, alarmados por la amenaza fascista. El objetivo de estas milicias será el mantenimiento del orden público, para impedir la desestabilización del oblast de Zaporizhia y bloquear todos los ataques del “banderismo” y resto de grupos de ultraderecha.» [In site «Partido Comunista da Federação Russa»]