quarta-feira, 30 de abril de 2014

O SONHO AMERICANO DUROU 43 MINUTOS

O sonho americano de 43 minutos mostra como é uma civilização de bárbaros que anda dar lições de moral ao Mundo. Esta civilização norte-americana demorou 43 minutos a assassinar um americano, imaginemos se fosse um iraquiano, um palestiniano ou um afegão. Quem são os assassinos? Em primeiro lugar os eleitores, depois os deputados, depois o governador, depois os juízes depois os médicos, os enfermeiros e os polícias.
Um preso condenado à morte recebeu uma injecção letal numa prisão em Oklahoma nesta terça-feira (30) e agonizou durante 43 minutos.

Este é o orgulho americano, esta barbárie é para continuar, há muito quem goste disto.
A enfermeira assassina é parecida com esta acima.

GUERRA É MESMO GUERRA, FASCISMO É MESMO FASCISMO, O PODER EM KIEV É EXERCIDO POR UMA JUNTA FASCISTA, ESPIONAGEM É MESMO ESPIONAGEM

«Pró-russos negociam libertação de "prisioneiros de guerra" na Ucrânia

Observador sueco é libertado após chegada de negociadores da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa no leste da Ucrânia. Enquanto isso, Barack Obama acusa Rússia de "não mover um dedo" para resolver a crise.

Grupo mantido sob custódia dos separatistas é apresentado à imprensa
Militantes pró-Rússia libertaram neste domingo (27/04) um dos oito observadores da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) detidos na última sexta-feira em Slaviansk, leste da Ucrânia. Segundo uma porta-voz dos insurgentes, o militar sueco sofre de diabetes, e por isso decidiu-se por libertá-lo.
O observador deixou o prédio da administração da cidade ucraniana, dominado pelos separatistas, e saiu em um carro da OSCE. Mediadores da organização desembarcaram no leste da Ucrânia neste domingo para negociar com os rebeldes a libertação do grupo.
Antes, os militantes haviam apresentado os observadores europeus que há dois dias são mantidos como "prisioneiros de guerra", assegurando que eles não estão sendo mal tratados.
O alemão Axel Schneider, porta-voz do grupo de reféns, negou que eles sejam espiões da Otan, como acusam os separatistas. Observado por quatro rebeldes armados, Schneider frisou que ele e os colegas são "oficiais da OSCE com status diplomático", e garantiu que todos estão em boas condições de saúde. "Não posso ir para casa de livre vontade", disse o prisioneiro alemão a repórteres.
Ao todo, 13 observadores militares – oito estrangeiros e cinco ucranianos – foram detidos na sexta-feira passada em Slaviansk, no leste da Ucrânia, por militantes pró-russos. Segundo o serviço de segurança da Ucrânia, os oficiais do país cumpriam a missão de prender um cidadão russo, suspeito de matar um parlamentar ucraniano. Os insurgentes alegam, porém, que os agentes buscavam prender líderes pró-russos.
Vyacheslav Ponomarev, líder dos rebeldes, havia declarado que, "como a cidade vive uma situação de guerra, qualquer militar que não tenha a permissão deles será detido e considerado prisioneiro de guerra".» (In «DW» net)

Os prisioneiros de guerra de Guantánamo (e das suas sucursais umas conhecidas outras secretas) é que não são considerados prisioneiros de guerra, mas infra-homens.

A PERSISTÊNCIA DO FASCISMO NA POLÍCIA BRASILEIRA

«É a mesma coisa? Não, não é a mesma coisa. É o dar maior importância àquilo que é importante, a vida de um jovem de 17 anos – mesmo que, por hipótese, a Polícia Militar fale verdade e seja um delinquente – e não aos bens que, ao contrário desse jovem, podem ser substituídos. É, entre a propriedade e a vida, escolher a vida.

«Mesmo que a Polícia Militar falasse verdade», disse. Permito-me desconfiar das autoridades? Sim. Sei que passaram 40 anos sobre o 25 de Abril, mas não me fazem esquecer que polícias e procuradores e juízes puderam, durante anos, subscrever informações falsas. Há muitos anos, um grande jornalista brasileiro, Caco Barcelos, teve a coragem de analisar centenas de mortes de jovens brasileiros que, segundo a polícia de S. Paulo, eram delinquentes e tinham sido mortos por disparar contra a polícia. Encontrou muitos e muitos casos em que os jovens não tinham cadastro e tinham sido mortos com tiros na nuca. Os carros ditos roubados eram, por vezes, dos seus pais, que tinham permitido que os guiassem. Tendo lido o livro – por sinal disponível na net, Rota 66 , Rota meia-meia – a dúvida metódica parece-me de rigor.


De rigor parecer-me-ia também, que, um dia, contabilizássemos sem pudor as vítimas das muitas guerras ditas contra o narcotráfico e as comparássemos com as vítimas das drogas traficadas. E que pensássemos, seriamente, se não estaríamos a repetir os erros da lei seca – sobre cuja bondade tantos livros e filmes nos deixaram sem ilusões – e se não seria mais sensato pôr-lhe fim, retirando aos traficantes o controlo do comércio.» (Diana Andringa cit. in blog «Entre as brumas da memória»)

UCRÂNIA - UMA BOMBA DE EFEITO RETARDADO CRIADA POR LENINE E APERFEIÇOADA POR ESTALINE



«La crisis de Ucrania acelera la descomposición del sistema occidental unipolar

La crisis de Ucrania no ha modificado radicalmente el panorama internacional, pero sí puede decirse que está acelerando los cambios que ya habían comenzado. La propaganda occidental, que nunca antes había sido tan intensa, esconde principalmente a los pueblos de los países miembros de la OTAN la realidad de la decadencia de Occidente. Pero esa propaganda carece de efectos concretos sobre la realidad política. Rusia y China, y junto a ellas los demás países del grupo BRICS, van ocupando progresivamente el lugar que les pertenece por derecho en las relaciones internacionales.

 | CIUDAD DE MÉXICO (MÉXICO)  
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La crisis ucraniana ha puesto en evidencia la magnitud de la manipulación de las opiniones occidentales por los grandes medios de comunicación televisivos, como CNNFox NewsEuronewsTelevisa y la mayoría de la prensa escrita alimentada por las agencias noticiosas. La manera en que el público occidental está desinformado es impresionante, pese a que hay abundante información disponible en Internet.
Es muy preocupante que muchos ciudadanos del mundo se dejen llevar por una rusofobia jamás vista, ni en los peores momentos de la guerra fría. La imagen que la maquinaria mediática nos impone es que los rusos son unos «bárbaros atrasados» frente a los «civilizados occidentales».
El importantísimo discurso de Vladimir Putin el 18 de marzo, después del referendo en Crimea, fue prácticamente boicoteado en todos los medios. En cambio, se dedicaron amplios espacios a las reacciones occidentales. Naturalmente, todas negativas. En ese discurso, Putin explicó detalladamente que la crisis en Ucrania no fue provocada por Rusia y presentó con toda racionalidad la posición rusa y los legítimos intereses estratégicos de su país en la era postconflicto ideológico.
Humillada por el trato que le impuso Occidente a partir de 1989, Rusia despertó con Putin y empezó a reanudar una política de gran potencia buscando reconstruir posiciones en la línea histórica tradicional de la Rusia zarista y después de la Unión Soviética. La geografía determina muchas veces la estrategia. Rusia, después de haber perdido –según la fórmula de Putin– gran parte de sus «territorios históricos» y de su población rusa y no rusa, se fijó como gran proyecto nacional y patriótico, recuperar su estatus de superpotencia, de actor «global», asegurando en primer lugar la seguridad de sus fronteras terrestres y marítimas. Eso es precisamente lo que quiere impedir un Occidente inmerso en su visión unipolar del mundo.
Como buenos ajedrecistas, Putin y su equipo tienen varias jugadas de adelanto, basadas todas en un conocimiento profundo de la historia, de la realidad del mundo y de las aspiraciones de gran parte de las poblaciones de los territorios anteriormente controlados por la ex Unión Soviética. Vladimir Putin conoce a la perfección las divisiones de la Unión Europea, sus debilidades, la capacidad militar real de la OTAN y el estado de las opiniones públicas occidentales, poco deseosas de aumentar los gastos militares en un periodo de recesión económica. A diferencia de la Comisión Europea, cuyo proyecto coincide con el de Estados Unidos en cuanto a consolidar un bloque euroatlántico político-económico-militar, los ciudadanos europeos no quieren seguir ampliando la Unión Europea hacia el este ni admitir en ella a Ucrania, Georgia ni ningún otro país ex soviético.
Con sus gesticulaciones y amenazas de sanciones, la Unión Europea, siguiendo servilmente a Washington, no demuestra otra cosa que el estado de impotencia en que se encuentra para poder castigar seriamente a Rusia. Su peso real no está a la altura de sus ingenuas ambiciones de moldear el mundo a su imagen.
Por su lado, el gobierno ruso, reactivo y astuto, aplica respuestas graduales, poniendo en ridículo las medidas punitivas de Occidene. Putin se dio incluso el lujo de anunciar que iba a abrir una cuenta en el Rossiya Bank, de Nueva York. Él todavía no habla de limitar el suministro de gas a Europa occidental, conservando esta carta en su manga, por si acaso, pero obliga a los occidentales a pensar en una reorganización total de sus fuentes de energía, algo que tardará años en concretarse.
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Aprovechando los errores y divisiones de Occidente, Rusia está en posición de fuerza. Putin goza de una popularidad extraordinaria en su país y en las comunidades rusas de las naciones vecinas. Sus servicios de inteligencia tienen seguramente informaciones de primera mano sobre las fuerzas en presencia en toda la zona ex soviética. Su aparato diplomático le da sólidos argumentos para arrebatar a los países occidentales el monopolio de la interpretación del derecho internacional, en particular sobre la autodeterminación de los pueblos. Como era de esperarse, Putin se refirió al caso de Kosovo para resaltar la incoherencia de los occidentales y su papel en la desestabilización y guerra de los Balcanes.
Las vociferaciones occidentales bajaron entonces de tono y en la cumbre del 24 de marzo, en La Haya, el G7 decidió no excluir a Rusia del G8, contrariamente a lo anunciado días antes, sino limitarse a «no participar en la cumbre de Sochi», dejando así abierta la posibilidad de reactivar en cualquier momento el G8, foro privilegiado de diálogo con Rusia creado... a petición del G7, en 1994. Moscú no pide nada. Los occidentales tendrán que dar el primer paso. Eso fue un primer retroceso del G7.
El segundo retroceso fue el de la OTAN. Obama fue muy claro al anunciar que no habrá intervención militar occidental para ayudar a Ucrania, solamente una promesa de cooperación militar para reconstruir el potencial militar de Ucrania, que actualmente se limita en gran medida a material soviético obsoleto. Van a tardar años en construir un nuevo ejército. Y ¿quién va a pagar eso? No se sabe con certeza en qué estado están las fuerzas armadas ucranianas. Moscú invitó a los militares que lo desearan, herederos del Ejército Rojo, a incorporarse al ejército ruso. La flota de Ucrania pasó totalmente a control ruso.
Tercer retroceso de Estados Unidos: se habla de conversaciones secretas muy adelantadas entre Washington y Moscú para imponer a Ucrania una nueva constitución, aprovechar las elecciones del 25 de mayo para establecer un gobierno plural –sin los extremistas neonazis–, llegar a un acuerdo de «finlandización» de Ucrania, excluyendo su ingreso a la OTAN pero permitiendo acuerdos económicos tanto con la Unión Europea como con Rusia. De paso, Moscú y Washington dejarían a la Unión Europea fuera de la jugada, manteniéndose así las dos superpotencias en un tête-à-tête excluyente para los europeos. Con tales garantías Moscú podría dejar de alentar el separatismo de otras provincias ucranianas y en Transnistria [1], cumpliendo así el compromiso de respeto de las fronteras europeas y ofreciendo a Obama una salida decorosa. La jugada de Putin es magistral.
El G7 no calculó que tomando medidas para aislar a Rusia, aparte de aplicarse a sí mismo una serie de «castigos sadomasoquistas», según la fórmula del ex canciller francés Hubert Védrine, estaba acelerando un proceso muy profundo de recomposición del mundo a favor de un bloque no occidental liderado por China y Rusia reunidos en el grupo de los BRICS.
En reacción al comunicado del G7 del 24 de marzo los cancilleres de los BRICS, también reunidos en La Haya, expresaron su rechazo inmediato a cualquier medida de aislamiento contra Rusia, aprovechando de paso su reunión para condenar el espionaje estadunidense a sus líderes y exigir a Estados Unidos que ratifique la nueva repartición de los derechos de voto en el FMI como primer paso hacia un «orden mundial más equitativo».
El G7 no esperaba una reacción tan contundente y rápida de los BRICS. En la práctica esto quiere decir que el Grupo de los 20 (G20), del cual el G7 y los BRICS son los dos pilares, podría pasar por un momento de crisis antes de su próxima cumbre en Brisbane, Australia (15 y 16 de noviembre), sobre todo si el G7 persiste en querer excluir a Rusia. Es casi seguro que una mayoría de países del G20 condenará las sanciones adoptadas contra Rusia, aislando así al G7. En su comunicado, los cancilleres de los BRICS consideran que definir quién es miembro del G20 y para qué sirve es una decisión a tomar por todos los miembros del grupo «en igualdad de condiciones» y que «ningún integrante [del G20] puede unilateralmente determinar su naturaleza y carácter».
Los BRICS llaman a resolver la crisis actual, en el marco de las Naciones Unidas, «de manera serena y de alto nivel, abandonando el lenguaje hostil, las sanciones y contrasanciones». Bofetada con guante blanco. El G7 ya está avisado: tendrá que hacer muchas concesiones para conservar algo de influencia en el G20. Se ha metido en un callejón sin salida.
En los próximos meses se perfilan dos acontecimientos fundamentales:
Uno es la visita de Vladimir Putin a China, en mayo. Los dos gigantes están a punto de firmar un convenio energético de gran alcance que va a modificar profundamente el mercado energético mundial, estratégica y financieramente. Las operaciones compraventa ya no se harían en dólares sino utilizando las divisas nacionales de cada país. Si Europa occidental decide cambiar de proveedor, Rusia no tendrá ningún problema para reorientar las exportaciones de sus recursos naturales. En el mismo movimiento de acercamiento, China y Rusia están desarrollando una cooperación industrial para la producción del cazabombardero Sukhoi 25.
El otro hecho es que en la próxima cumbre de los BRICS, que tendrá lugar en Brasil en julio, después del mundial de futbol, se podría acelerar el lanzamiento del Banco de Desarrollo, decidido en 2012, en reacción a la falta de voluntad de los países del G7 de cambiar las reglas del juego en el FMI y el Banco Mundial para dar más peso a los países emergentes y a sus monedas junto al dólar en las transacciones internacionales.
Finalmente, otros factores poco comentados por los medios occidentales revelan que la interdependencia entre Occidente y Rusia es también una realidad en el terreno militar. Desde 2002, Rusia aceptó cooperar con la OTAN en Afganistán para facilitar la logística de las tropas occidentales. A petición de la OTAN, Moscú autorizó el tránsito por el territorio ruso de suministro no letal para las tropas de la International Security Assistance Force(ISAF), por vía aérea y terrestre, entre Duchambé (Tayikistán), Uzbekistán y Estonia, vía una plataforma multimodal en Ulianovsk, Siberia. Se trata de abastecer un ejército de varios miles de hombres (lo cual representa toneladas de cerveza, vinos, queso, hamburguesa, lechuga, indispensables para mantener en alto la moral de las tropas). Y eso se hace con aviones civiles rusos ya que las fuerzas aéreas europeas no tienen los aviones de carga necesarios para sostener un despliegue militar de tal envergadura. El acuerdo de la OTAN y Rusia firmado en octubre de 2012 profundiza esa cooperación, indispensable para los occidentales e incluye la presencia de un importante destacamento ruso, dotado de 40 helicópteros, en territorio afgano, donde capacitan al personal afgano principalmente para la lucha contra el narcotráfico. Pero Rusia se negó a dejar pasar por su territorio el material pesado de la OTAN repatriado hacia Europa, lo que obligó a la ISAF a utilizar una ruta aérea (Kabul-Emiratos Árabes Unidos) y marítima hasta los puertos occidentales, multiplicando así por 4 el costo de la retirada. Es el precio a pagar para evitar los ataques de los talibanes contra los convoyes que se retiran entre Kabul y el puerto de Karachi. Para el gobierno ruso, la intervención de la OTAN fue un fracaso, pero su retirada precipitada de Afganistán antes de fines de año va a generar un caos que puede afectar la seguridad de Rusia y desencadenar un nuevo brote de terrorismo.
Rusia tiene también muchos contratos de armamento con países europeos. El más importante es la fabricación en Francia de 2 buques portahelicópteros [clase Mistral] por un monto de 1 300 millones de euros, ya pagados por Rusia. Si [Francia] cancela el contrato, las consecuencias serán miles de empleos perdidos en ese país, que tendrá además que rembolsar a Rusia los pagos ya realizados y multas por incumplimiento de contrato. Sin hablar de algo muy importante en el mercado del armamento: la pérdida de confianza en el proveedor, que podría afectar la industria armamentista francesa, como ya subrayó el ministro ruso de Defensa.
No hay que olvidar tampoco que sin la intervención de Rusia los países occidentales no habrían logrado un acuerdo con Irán sobre el tema de la proliferación nuclear, ni tampoco con Siria sobre el desarme químico.
Estos son los hechos que no comentan los medios occidentales. La realidad es que, por su arrogancia, torpeza y desconocimiento de la historia, el bloque occidental está precipitando la deconstrucción sistémica del mundo unipolar, ofreciendo en bandeja a Rusia y China una oportunidad única para fortalecer un nuevo bloque con el apoyo de la India, Sudáfrica y Brasil, y probablemente de muchas otras naciones. El cambio ya estaba en marcha, pero a un paso lento y gradual. Ahora todo se acelera y la interdependencia cambia todas las reglas de la globalización.
En cuanto al G20 de Brisbane, será interesante ver cómo se posiciona México después de las cumbres del G7 en Bruselas (en junio) y de los BRICS en Brasil (julio). La situación va a evolucionar muy rápidamente y va a exigir mucha agilidad diplomática. Si el G7 persiste en su actitud de aislar a Rusia, el G20 podría desintegrarse. México, atrapado en las redes del TLCAN [2] y del TPP [3], tendría entonces que escoger entre zozobrar con el Titanic occidental o adoptar una línea autónoma, conforme a sus intereses de potencia regional con vocación mundial, acercándose a los BRICS.
[1] «Solicita Transnistria adhesión a la Federación Rusa», Red Voltaire, 24 de marzo de 2014; «Pravy Sector filtra la frontera de Ucrania con Transnistria»,Red Voltaire, 27 de abril de 2014. Ver además nuestro dossier sobre Transnistria.
[2] Tratado de Libre Comercio de América del Norte, firmado entre Canadá, Estados Unidos y de México para instaurar una zona de libre comercio
[3] TTP, siglas en inglés del Trans-Pacific Partnership, y designado en español como Acuerdo Estratégico Trans-Pacífico de Asociación Económica. Su objetivo es liberalizar las economías de los países con costas a ambos lados del Pacífico.» (In «Red Voltaire»)

«DER SPIEGEL» EXPRIME A PROPAGANDA DO IMPERIALISMO AMERICANO EM ALEMÃO

«Der Spiegel é o braço armado e influente da máquina de matar de Washington na Alemanha.» (In «Red Voltaire»)


«Eventos de sexta-feira demonstraram o quão rapidamente um país pode ser movido para este conflito. Foi quando os separatistas pró-russos tomaram o controlo de um autocarro que transportava observadores militares do Gabinete de Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) e detiveram os oficiais. A partir de terça-feira, sete observadores ainda estavam na prisão, incluindo quatro alemães - três membros das forças armadas da Bundeswehr e um intérprete.» (In «Der Spiegel»)

Aqueles que apoiam a junta fascista de Kiev, querem mandar nos russos que vivem na Ucrânia, a junta fascista de Kiev foi eleita por quem? Os russos da Ucrânia são obrigados a obedecer à junta fascista de Kiev, porque a NATO manda? Agora a NATO manda nos russos?
Quero recordar que a República Socialista Soviética da Ucrânia foi inventada por Lenine e confirmada por Estaline. A criação da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas foi uma ideia generosa de Lenine (que pensava que a URSS seria eterna), mas a criação da URSS fez-se com prejuízo da Rússia e a marcação das fonteiras internas da URSS prejudicou bastante as populações russas.
A NATO gosta de atacar quem tem Armas de Destruição Maciça Imaginárias, não gosta é de atacar quem tem Armas de Destruição Massiva autênticas e em quantidade suficiente para destruir três planetas iguais à Terra.

A nova Guerra Fria desencadeada pela NATO contra o capitalismo russo e contra a China mostrou a estes dois países que têm que continuar a desenvolver Armas de Destruição Massiva de grande qualidade e em quantidades muito para além da destruição total do planeta Terra. Só assim estarão imunes a um ataque da NATO, só assim.

AGUARDAMOS A CANONIZAÇÃO DE PINOCHET E DE VIDELA


«Wojtyla foi hóspede do carniceiro Pinochet na mesma varanda de La Moneda usurpada ao presidente Salvador Allende, escolha democrática dos chilenos, quando não secara ainda o sangue dos democratas assassinados na arena do estádio nacional de Santiago.» (In «JSF» net)
O papa João Paulo II foi canonizado por ter apoiado o ladrão, torturador e assassino Pinochet, que com a ajuda da CIA de Nixon, derrubou a Democracia no Chile, levou à morte o presidente eleito Salvador Allende (na foto acima) e fuzilou num estádio de futebol, em Santiago do Chile, os opositores ao fascismo com o apoio de Washington, Bruxelas, Bona, Paris e Londres, da FIFA e da UEFA.

A Igreja Católica está, em 2014, a voltar aos exemplares valores da Inquisição.
              Auto de Fé, em Lisboa, no Terreiro do Paço, Gravura de 1682

terça-feira, 29 de abril de 2014

O TERRORISMO DA TROIKA-QAEDA E OS JORNALISTAS TERRORISTAS E COMENTADORES TERRORISTAS QUE APOIAM O ATAQUE TERRORISTA DA TROIKA-QAEDA CONTRA PORTUGAL

Para mim Medina Carreira não é apenas um terrorista político pró-Troika-Qaeda, que defende que os juízes do Tribunal Constitucional de Portugal devem desprezar a Constituição portuguesa e devem aplicar a Constituição da Alemanha, que está por detrás da Troika-Qaeda, ele é um criminoso de delito comum, denunciado por uma testemunha como fazendo parte de uma quadrilha de colarinho branco, mas essa testemunha foi anulada, pela corrupção do regime.
As televisões estão cheias de Medinas Carreiras, terroristas que querem aterrorizar os portugueses com a ideia de que só há duas alternativas ou trabalho escravo ou morte.

A SELVÁTICA DITADURA MILITAR DO EGIPTO É UM DOS REGIMES MAIS MONSTRUOSOS DO PLANETA TERRA E FOI INCENTIVADA, E É APOIADA E FINANCIADA PELO REICH NORTE-AMERICANO E PELA MONSTRUOSA UNIÃO EUROPEIA

Para o Reich de Washington, para a NATO e para a monstruosa União Europeia, uma das aberrações de 2014, ganhar umas eleições livres no Egipto é um crime punível com a pena de morte.
Instigada por Washington, pela NATO, pela União Europeia e por Israel, a Ditadura Militar Selvática do Egipto está a preparar-se para realizar um genocídio dos quadros dos vencedores das eleições livres do Egipto. O seu crime foi terem vencido eleições livres.
A quadrilha em que se transformou o exército do Egipto, tem como inimigo mortal quem ganhar eleições livres. Organizaram uma palhaçada a que chamam julgamentos em que um palhaço genocida faz de juiz e considera ser contra Israel um crime punível com um genocídio e também crime punível com genocídio ganhar umas eleições livres no Egipto.

O REICH NORTE-AMERICANO CONQUISTOU MAIS UMA COLÓNIA: AS FILIPINAS


A maior ameaça à paz mundial é o Reich norte-americano, e a maior organização criminosa, de ladrões, torturadores e assassinos, do planeta Terra é a NATO.
Não é só Portugal que está a ser governado por traidores, as Filipinas estão a ser governadas por traidores que venderam este país ao Reich norte-americano, para este ameaçar a China.
As Filipinas só perdem com a ocupação militar estrangeira, não ganham nada de nada.
O Reich norte-americano iniciou uma nova Guerra Fria, contra o capitalismo russo e contra a China. O Reich norte-americano, excluindo a questão judaica e o racismo, em política externa é igual ao Reich de Hitler, espalha sofrimento pelo Mundo inteiro.
Na América do Sul o Reich norte-americano já conquistou a Colômbia. Agora dá tudo por tudo para lançar a Venezuela numa guerra-civil, financiando o fascismo de rua de Capriles.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

A TROIKA-QAEDA, OS SEUS MANDANTES E AS SUAS OBSESSÕES


A Troika-Qaeda é comandada por Ângela Merkel que manda na chamada «Comissão Europeia» e no falso «Banco Central Europeu» duas aberrações. Outra aberração é o FMI uma instituição criminosa que se dedica ao terrorismo, dirigido, no papel por Christine Lagarde, uma empregada da alta burguesia.

A Troika-Qaeda é pior que a Al-Qaeda, porque causa danos muito mais graves, atinge muitas mais pessoas com os seus atentados terroristas na Zona Euro.
A implosão do marxismo-leninismo na Europa convenceu a alta burguesia e os seus lacaios de que pode mostrar os seus crimes a toda a gente. O objectivo principal da alta burguesia é colocar os trabalhadores o mais próximo possível da escravatura. Através da Troika-Qaeda criou um regime de terror a que chamou Ditadura dos Mercados. Os mercados são o demónio, produzem a escravatura e as alternativas para a alta burguesia e seus lacaios são escravatura ou morte.

domingo, 27 de abril de 2014

A TROIKA-QAEDA QUER RESTABELECER O TRABALHO ESCRAVO EM PORTUGAL

A Troika-Qaeda, às ordens de Berlim, quer trabalho escravo em Portugal, através da precariedade, do facilitismo para despedir, e do desemprego.

sábado, 26 de abril de 2014

OS DONOS DA GUERRA



«¿Es Washington una amenaza?

Estados Unidos vela por sus aliados en todo el mundo con paternal solicitud. Es «el país de la libertad» y tenemos que estarle eternamente agradecidos por su infinita bondad. Pero una minoría significativa piensa que Estados Unidos es, en realidad, la principal amenaza para la paz mundial e incluso para su propia población. Ahí están los hechos, observa Mowitz.

 | BERLÍN (ALEMANIA)  
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Der Spiegel, brazo armado e influyente de la máquina de matar de Washington en Alemania, hoy se complace en contarnos la fábula del buen alemán tan querido por los estadounidenses que hasta lo consideran digno de entrar en el círculo de la confianza [1]. Este cuento tiene su origen en un sondeo realizado –y no podía ser de otra manera vistos los resultados– por la embajada de Alemania interrogando a 1 517 ciudadanos de Estados Unidos [2].
Es evidente que se hace lo que se puede para que los alemanes vean con buenos ojos las futuras acciones militares en beneficio de la finanza y del gran capital internacionales. Losbandidos de la clase dominante se esfuerzan con toda su voluntad por obtener el favor de la opinión a golpe de estudios tendenciosos y por borrar el «nunca más la guerra» que aprendimos [los alemanes] de las 2 guerras mundiales que perdimos en el pasado siglo.
Al final del artículo, el fusil de asalto transatlántico [Der Spiegel] considera «absurdo» el resultado de otro sondeo que arroja como resultado que el 17% de los alemanes ven en Estados Unidos «la mayor amenaza para la paz mundial», lo cual sitúa a esos alemanes a la cabeza de la lista de enemigos públicos [3].
En mi opinión, eso prueba que existe, al margen de la corriente dominante, una cultura política alternativa sorprendente a pesar del monumental volumen de llamados a la guerra de los plumíferos corruptos. Esto –por supuesto– no es del agrado de Der Spiegel, mensajero de Estados Unidos que se queja de ver que ese país es muy criticado por su actuación hacia Irán, Siria y Corea del Norte. Y el grupo más joven de personas interrogadas es todavía más claro en ese sentido, con un 25% que considera que Estados Unidos es «el mayor peligro para la paz mundial».
Y es cierto que, independientemente de lo que podamos pensar sobre la situación política existente en Irán, Siria o Corea del Norte, hay que reconocer que esos países se hallan bajo la amenaza de Occidente y no al revés.
En el caso de Siria, Estados Unidos no tiene el menor escrúpulo en respaldar con palabras y hechos las bandas de al-Qaeda creadas por las monarquías del Golfo para derrocar un gobierno extranjero. Siguiendo una tendencia ya ampliamente confirmada en estos tiempos, Estados Unidos y sus aliados de Occidente siguen divulgando, sin verificarlas, las informaciones provenientes de Human Rights Watch, que acusa al régimen de Assad de utilizar buldóceres como arma de guerra. Los periodistas-delincuentes ya fueron tendenciosos e hipócritas tratar el tema del uso de gases de guerra, que los «expertos» de Human Rights Watch también atribuyeron de manera «casi segura» a las tropas del gobierno sirio. Pero ahora sabemos que los «rebeldes» afiliados a al-Qaeda y sus padrinos estadounidenses, franceses, británicos y sauditas tenían todas las razones del mundo para perpetrar ese tipo de actos –y que estaban además en condiciones de hacerlo– para justificar una intervención militar directa de Occidente.
Las ONGs como Human Rights Watch son además el tipo de producto que hay que consumir con muchísima moderación. Es precisamente gracias a la ayuda de ONGs-pantallas que se hace posible provocar «revueltas» contra gobiernos que no agradan y siempre se trata de los gobiernos de países que se resisten al «nuevo orden mundial» orquestado por Wall Street y el Pentágono, países donde las ONGs recurren a individuos dispuestos a implementar una «revolución» a cambio de dinero, de iPads, de iPhones o simplemente de comida.
Knut Mellenthin publica en Junge Welt que desde su llegada a la Casa Blanca [el presidente estadounidense Barack] Obama ha ordenado el asesinato de más de 3 000 personas en todo el mundo mediante 390 ataques con drones [4]. Ninguna de esas personas tuvo derecho a un proceso judicial que permitiese determinar con certeza algún tipo de responsabilidad en la realización de algún hecho que pudiese justificar algún tipo de condena. Lo único que se tuvo en cuenta para acabar con las vidas de miles de ciudadanos de otros países fueron algunas conclusiones de espías que actúan de forma clandestina y la luz verde que dio Obama, cosa que no sucede en Irán, ni en Siria, ni en Corea del Norte.
La clase dominante de Estados Unidos tampoco es muy melindrosa cuando se trata de volver las armas contra su propia población. Otro artículo de Junge Welt nos informa que «Desde el 11 de septiembre de 2001 más de 5 000 civiles han muerto a manos de la policía en Estados Unidos» [5]. Katie Rucke, periodista independiente, se refiere a la violencia armada de la policía contra la población estadounidense señalando que desde «el 9/11» han muerto tantos estadounidenses en su propio país como soldados estadounidenses en el frente de guerra en Irak. Conclusión de la periodista:
«En términos de estadística, los estadounidenses deberían tener más miedo de sus propios policías que de los “terroristas”.»
[1] “US-Bürger sehen Deutschland in Führungsrolle”, por Sebastian Fischer, 30 de enero de 2014.
[2] “American Impression of Germany Found Stronger than Ever”, German Missions in the United States, 30 de enero de 2014.
[4] “Massenmord per Drohne”, por Knut Mellenthin, Junge Welt, 31 de enero de 2014.
[5] “Wenn Cops Killer werden”, de Jurgen Heiser, Junge Welt, 31 de enero de 2014.» (In «Red Voltaire»)

3 D – DEMOCRATIZAR, DESCOLONIZAR, DESENVOLVER


Muita gente dizia que os objectivos da Revolução de 25 de Abril de 1974, se podiam sintetizar em
1)   Democratizar
2)   Descolonizar
3)   Desenvolver

A explicação, clara, do chamado PREC (25 de Abril de 1974/25 de Novembro de 1975) só poderá ser possível se forem desclassificados documentos secretos dos Estados Unidos, Do Reino Unido e da Espanha. Se ainda existirem serão documentos relacionados com Portugal de 25 de Abril de 1974 a 25 de Novembro de 1975.
A ascensão de Passos Coelho ao poder, com base num programa cheio de mentiras, deu origem a um regime mentirocrático, em que vivemos.
É bom lembrar a frase de Paul Joseph Goebbels «uma mentira de tantas vezes ser repetida passa a ser verdade».


A maioria PSD/CDS que domina o Parlamento fez Censura à Associação 25 de Abril, proibida de exercer a liberdade de expressão de pensamento dentro do Parlamento, a que chamam «Casa da Democracia», conceito publicitário para justificar os atropelos à Democracia pela actual maioria parlamentar.


Não há Democracia Económica, não há Democracia Financeira, a alta burguesia financeira, ostensivamente, diz que vivemos sob a Ditadura dos Mercados. Não há Democracia Social, as desigualdades e as outras injustiças sociais são cada vez piores. A Democracia Social é um exército de desempregados esfomeados que faz descer os salários e os direitos do Trabalho.


Portugal de potência colonial passou a colónia da Alemanha.


Desenvolver é algo totalmente contrário ao que os terroristas a Troika-Qaeda querem, assim como os seus agentes internos. Eles querem tornar Portugal um país subdesenvolvido, cheio de desempregados esfomeados, querem endeusar o Capital e ao mesmo tempo tornarem o trabalho muito precário, muito mal pago, o mais possível próximo da escravatura.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

A RENDIÇÃO DO DITADOR FASCISTA MARCELO CAETANO FOI EM 25 DE ABRIL DE 1974 NO QUARTEL DO CARMO DA GNR, EM LISBOA


As televisões portuguesas existem para mentir, existem para substituírem a censura estatal pela censura por «razões editoriais». Existem para nos dizerem que só há um caminho, o caminho imposto por Berlim, para nos dizerem que os portugueses devem viver no desemprego esfomeados, por falta de meios, e que mesmo assim a miséria ainda é pouca, isto é, porque os desempregados esfomeados ainda não morreram à fome porque vivem acima das suas possibilidades, e que é necessário mais um ajustamento para que os desempregados morram mesmo à fome e quando isso acontecer estarão na «nova normalidade» neoliberal.
Num desses noticiários fiquei a saber que a GNR (Guarda Nacional Republicana) foi criada há 600 (seiscentos) anos. Há 600 anos estávamos em 1414 e o chefe do Estado era o rei D. João I, que pelos vistos não era monárquico e terá fundado a Guarda Nacional Republicana.
O artigo sobre a GNR da «Wikipedia» foi escrito por uma pessoa com uma opinião diferente, que afirma que a Guarda Nacional Republicana foi criada no século XIX (dezanove) o que até faz sentido, como a República foi implantada em 5 de Outubro de 1910 ficámos a saber que 1910 foi no século XIX (dezanove), o que tem muita lógica, a 1910, tiramos o 10 e fica o século 19 (dezanove), obviamente.

Mas até há que diga, por aí, que 1910 foi no século XX (vinte) e que a GNR foi criada pelo Partido Republicano, através do Decreto-Lei de 3 de Maio de 1911, sendo o primeiro-ministro Manuel de Arriaga (presidente do Governo Provisório da I República Portuguesa) cargo que na atrás referida data acumulava, na prática, com o de presidente da I República.

A CORJA DO REGIME ÀS ORDENS DOS TERRORISTAS DA TROIKA-QAEDA DISSE MENTIRAS REPUGNANTES NO PARLAMENTO


Dois elementos da rede terrorista às ordens da Troika-Qaeda estiveram na SIC Notícias a defenderem a escória do regime e a dizerem mal dos que fizeram o 25 de Abril. Por desprezo por este tipo de vigaristas cuja profissão é mentir nem digo o nome deles. As ditas instituições democráticas não caem, porque não há uma ideologia revolucionária alternativa, mas por não caírem não deixam de ser repugnantes, porque a maioria dos deputados e deputadas são burlões e burlonas, burlaram os eleitores.
Um terrorista da Troika-Qaeda chamado Passos Coelho ganhou as eleições, porque mentiu aos eleitores. Sem essas escandalosas mentiras não teria ganho as eleições.

O «grande estadista» da capa do jornal oficioso do PSD «Expresso», chamado Cavaco Silva representa a Ditadura de Salazar e Marcelo Caetano contra a qual ele nada de nada fez. Pela acção do Cavaco ainda vivíamos no fascismo.

25 DE ABRL DE 2014 – PORTUGAL ESTÁ SOB UM ATAQUE TERRORISTA DIRIGIDO POR DUAS MULHERES: ÂNGELA MERKEL E CHRISTINE LAGARDE, DUAS PERIGOSAS TERRORISTAS


Muito pior que a Al-Qaeda é a Troika-Qaeda.
A Troika-Qaeda, dirigida pela alemã Ângela Merkel e pela francesa Christine Lagarde, está a atacar Portugal, com o apoio interno do governo terrorista da Troika-Qaeda. Este terrorismo da Troika-Qaeda tem uma série de terroristas ao seu serviço, quer na falsa «Comissão Europeia» quer no falso «Banco Central Europeu». Tem depois o apoio da alta burguesia muito beneficiada com o terrorismo da Troika-Qaeda.
A Troika-Qaeda está a criar em Portugal um exército de desempregados esfomeados e condições de trabalho próximas da escravatura.

A Troika-Qaeda é apoiada na comunicação social por terroristas comunicacionais de ambos os sexos.