segunda-feira, 30 de junho de 2014

OS QUE MAIS FALAM EM DIREITOS HUMANOS SÃO DOS QUE MAIS OS DESPREZAM


Tenho aqui referido que um dos mitos mais falsos da União Europeia e dos Estados Unidos é a propaganda da ideia de que respeitam os Direitos Humanos. Quem faz esta propaganda faz de conta que Guantánamo e as suas sucursais, umas conhecidas, outras secretas, são instituições de caridade.
Fiquei surpreendido quando li, num blog afecto ao Bloco de Esquerda, umas verdades muito inconvenientes para a mitologia da União Europeia e dos Estados Unidos.

«Leio e releio a notícia, com uma primeira sensação de não a ter compreendido bem e uma segunda de viver já num mundo às avessas: por iniciativa do Equador e da África do Sul, foi apresentado à ONU um projecto de resolução, que vai levar à elaboração de um tratado que vincule todas as multinacionais a não desrespeitarem direitos humanos nos países em que operam e a serem, para esse efeito, supervisionadas pelos governos dos respectivos países.

De que se está a falar? De «garantir condições de trabalho dignas, que contribuam para equiparar as que existem na Índia ou no Bangladesh às dos assalariados nos estados ocidentais». Também, de «lutar contra a contaminação de solos e de rios e contra a perseguição dos defensores de direitos humanos». Porque é hoje «claro que os crimes de lesa humanidade cometidos por empresas transnacionais (...) não podem continuar e ficar impunes».

A resolução foi aprovada. Óbvio? Sim, à primeira vista, mas deixa de o ser – ou talvez não – quando se vê a distribuição dos 47 votos: 20 a favor, 14 contra, 13 abstenções. Fica aqui a lista:

Votos a favor: Argélia, Benim, Burkina Faso, China, Congo, Cuba, Etiópia, Índia, Indonésia, Costa de Marfim, Cazaquistão, Quénia, Marrocos, Namíbia, Paquistão, Filipinas, Rússia, África do Sul e Venezuela.
Abstenções: Argentina, Botswana, Brasil, Chile, Costa Rica, Gabão, Kuwait, Maldivas, México, Peru, Arabia Saudita, Serra Leoa e Emiratos Árabes Unidos.
Votos contra: Áustria, República Checa, Estónia, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Japão, Macedónia, Montenegro, Coreia do Sul, Roménia, Reino Unido, Estados Unidos.


Realcei os votos contra, por razões que me abstenho de comentar: 11 países europeus, Estados Unidos e dois países asiáticos «ricos». Vergonha, 14 vezes vergonha.» [In blog «Entre as brumas da memória»]

domingo, 29 de junho de 2014

MÉXICO ELIMINADO POR ÁRBITRO CORRUPTO PORTUGUÊS QUE INVENTOU UM PENÁLTI

Os árbitros internacionais portugueses são escolhidos pela sua desonestidade.

Pedro Proença foi escolhido para fazer batota e fez batota. Arjen Robben atirou-se para o chão, porque, provavelmente, já sabia que havia um árbitro desonesto para eliminar o México.


O padrão FIFA na arbitragem é a desonestidade, é a corrupção.


Holanda 1 – México 1 e soma-se + 1 do árbitro para a Holanda.

O padrão FIFA está sintetizado na foto a seguir:



A LUTA DE CLASSES SOCIAIS INTENSIFICA-SE

O oligarca estadunidense Warren Buffett tem razão quando diz que a luta de classes existe mesmo e que a classe dele (dos oligarcas ou alta burguesia) tem a iniciativa nessa luta e está a vencer.

«A presidente do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, uma fonte inesgotável de charme e declarações surpreendentes. Desta vez e depois de recordar que os níveis de desigualdade nos Estados Unidos atingiram os níveis da Grande Depressão e que, no Reino Unido, França e Alemanha, esses níveis voltaram aos valores de um século atrás, afirmou que “as oitenta e cinco pessoas mais ricas do mundo, que cabem num só autocarro de dois pisos de Londres, controlam o mesmo montante de riqueza como a metade da população global — isto é 3,5 biliões de pessoas”.


Ainda que se tratasse de uma mera imagem, este hipotético autocarro ficará para sempre na memória de qualquer ser humano com um pingo decência, como um autocarro chamado vergonha. (...)» [In blog «Entre as brumas da memória»]

sábado, 28 de junho de 2014

O DIA DO PEREGRINO

«SÁBADO, 28 DE JUNHO DE 2014


Uma maioria sem medo do ridículo

  • «O projeto de resolução da maioria PSD/CDS-PP para criar o Dia Nacional do Peregrino (13 de maio) foi hoje aprovado no Parlamento(...) A resolução recomenda ao Governo a instituição do Dia do Peregrino lembrando que em Portugal “existe uma forte tradição na realização de peregrinações cristãs direccionadas para os mais variados locais de culto, com destaque para aquelas que se decorrem no Santuário de Fátima, que envolve inúmeras pessoas”. A condição de peregrino “não se esgota na intenção de caminhar direcção de um lugar sagrado”, segundo o texto, defendendo que “importa também valorizar o motivo que o levou a fazer essa jornada, determinante para a sua vida, onde muitas vezes se procura o sentido da própria existência, como um percurso interior”.» [In blog «Esquerda Republicana»]

  • «A Resolução foi aprovada por PSD+CDS+PS. Deste último partido, é certo que 26 deputados se abstiveram (porquê, terá havido declarações de voto?) e que 4, apenas 4, votaram contra: Pedro Delgado Alves e Marcos Perestrello, Isabel Moreira e Sérgio Sousa Pinto. Como são 74 (julgo...), e mesmo que um ou outro já estivesse em modo fim-de-semana, a maioria votou a favor. Registe-se.» (In blog «Entre as brumas da memória»)

A TROIKA EM KIEV


A Troika (Washington/FMI + Berlim/falso «BCE» e falsa «CE») estabeleceu no caderno de encargos para Kiev, o bombardeamento de bairros exclusivamente habitados por civis com canhões e aviões e consequente matança de homens, mulheres e crianças de todas as idades, estabeleceu ainda no caderno de encargos queimar vivos sindicalistas em Odessa, fazer uma limpeza étnica de ucranianos de etnia russa, e ainda a proibição da liberdade religiosa, a proibição da liberdade de expressão de pensamento, a proibição da liberdade de manifestação, prisões arbitrárias e torturas e a proibição da língua russa áqueles e àquelas que não conhecem outra.
Iniciado o cumprimento do cadernos de encargos o dinheiro começou logo a chegar a Kiev.
Estes são os factos. O que dizem mentirosos e mentirosas não conta, o que conta é o que eles e elas fazem ou mandam fazer.


Digamos que o governo dos traidores PSD-CDS de Portugal apenas foi obrigado a matar doentes, por recusa de tratamento, especialmente com hepatite C. 

AS CONTRADIÇÕES DO FMI

«FMI diz que afinal teria sido melhor reestruturar a dívida de Portugal


Christine Lagarde lidera o Fundo Monetário Internacional
D.R.
27/06/2014 | 11:01 |  Dinheiro Vivo

O Fundo Monetário Internacional está a rever a excepção que permitiu emprestar dinheiro a Portugal, Grécia e Irlanda sem uma reestruturação da sua dívida. No início dos resgates houve dúvidas relativamente à sustentabilidade da dívida destes países, mas foi possível evitar a reestruturação. Agora, essa possibilidade pode acabar.

De acordo com um artigo apresentado ao Conselho Consultivo do FMI, e hoje citado pelo Jornal de Negócios, técnicos desta instituição defendem que existem vantagens em reescalonar as dívidas quando existem dúvidas de sustentabilidade.
No ano passado, a instituição chegou a mencionar o "erro" de não se ter renegociado a dívida grega no início do primeiro resgate. E agora, estes técnicos mostram que Portugal e a Irlanda teriam saído a ganhar se tivesse havido uma renegociação.
O que o documento - The Fund's Lenging Framework and Sovereign Debt - refere é que a excepção criada para a Grécia (e posteriormente a Portugal e Irlanda), e que permitiu saltar a renegociação de dívida, foi demasiado rígida por "implicar uma reestruturação de dívida definitiva". E propõem que seja eliminada para dar lugar a uma nova regra que diga que deve haver reestruturação sempre que existirem dúvidas relativamente à sustentabilidade da dívida.
"Comparado com um resgate simples, um reescalonamento pode expandir o financiamento de curto prazo para um país sob pressão e permitir um ritmo mais gradual de consolidação orçamental", diz o documento citado pelo Negócios.» (In«dinheirovivo.pt»)

sexta-feira, 27 de junho de 2014

OS OLIGARCAS E OS GOVERNOS DOS ESTADOS UNIDOS E DA UNIÃO EUROPEIA (AO SERVIÇO DA ALTA BURGUESIA) TÊM VERGONHA E MEDO DE FAZER NEGOCIAÇÕES ÀS CLARAS SOBRE A IMPOSIÇÃO DO NEOLIBERALISMO COMO FUNDAMENTALISMO TEÓRICO DO QUOTIDIANO

«Você amará o tratado transatlântico, você adorará TISA !
Mercredi 25 Juin 2014 à 16:00 | Lu 43858 fois I 44 commentaire(s)

Régis Soubrouillard
Journaliste à Marianne, plus particulièrement chargé des questions internationales En savoir plus sur cet auteur

"L'Humanité" divulga (…) o tratado comercial negociado por cerca de 50 países entre eles os Estados Unidos e a França. Previsto para entrar em vigor em 2015 (…) o TISA (ou Acordo sobre o comércio dos serviços) visa favorecer uma liberalização (…) do comércio dos serviços (saúde, transportes, energia, água, etc.) Uma negociação que se desenrola no maior segredo e que entusiasma a Câmara de comércio dos Estados Unidos que já vê a América a meter a mão no mercado mundial dos serviços.

Os serviços públicos como água, educação, saúde, transportes, mas também a troca irrestrita de dados... Tudo está sobre a mesa do novo acordo comercial que negoceiam no maior segredo, os Estados Unidos, a União Europeia, e 20 outros estados (…) na embaixada da Austrália em Genebra.
  
A negociação incide sobre o comércio dos serviços e visa nomeadamente uma vasta liberalização dos serviços públicos. As normas deste Acordo sobre o comércio dos serviços (ACS em francês Trade In Services Agreement em inglês) deviam manter-se secretas “cinco anos depois da conclusão de um acordo” ou do fim das negociações em caso de fracasso.  Wikileaks revelou em 19 de Junho o anexo do tratado   em preparação consagrado aos serviços financeiros ao qual  o jornal diário  l’Humanité consagra um grande dossiê.
  
Segundo l’ Humanité, as revelações "evidenciam, com efeito, a amplitude da ofensiva lançada por Washington, seguido pelos Estados membros da União Europeia para permitir às multinacionais  monopolizarem, no futuro, o comércio de produtos financeiros,  e ainda serviços de todos os principais mercados transatânticos e transpacíficos, cujas negociações avançam no maior secretismo"». (In «Marianne» net)

A SELECÇÃO DE PORTUGAL E O HORROR AO MOMENTO PRESENTE


Os traidores do governo PSD-CDS perante os horrores do momento presente falam num futuro melhor. O momento presente é este – a maior parte dos portugueses está muito pior do que estava no governo de José Sócrates.

Antes do Mundial de Futebol do Brasil 2014, era previsível que Portugal perdesse com a Alemanha e que ganhasse aos Estados Unidos e ao Gana. Os factos estiveram muito perto das previsões, só não estava previsto Portugal empatar com os Estados Unidos, mas até nem perdeu.
Não é muito aceitável sobrevalorizar a derrota com a Alemanha, que era previsível e esperada.

Portugal perdeu a qualificação no jogo contra os Estados Unidos.
O horror ao momento presente foi decisivo para o fracasso de Portugal no jogo contra os Estados Unidos.
Ora, se Cristiano Ronaldo tivesse concretizado as oportunidades de golo que teve contra o Gana, Portugal tinha goleado o Gana. Mais uma vez, o horror ao momento presente levou a selecção de Portugal ao fracasso. Cristiano Ronaldo é um especialista em concretização. É um especialista a marcar golos. Quando está frente ao guarda-redes costuma rematar para dentro da baliza fora do alcance do guarda-redes. Quando marca livres, especializou-se a colocar a bola dentro da baliza fora do alcance do guarda-redes.

Bastava Cristiano Ronaldo executar os remates com a qualidade em que se especializou para que Portugal tivesse goleado o Gana. Foi um erro grave considerar que Portugal não podia golear o Gana, até podia se Cristiano Ronaldo estivesse inspirado. Cristiano Ronaldo teve no jogo contra o Gana uma grande oportunidade de se afirmar perante todo o Mundo e não a aproveitou.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

PORTUGAL FOI ELIMINADO NA FASE DE GRUPOS NO MUNDIAL DO BRASIL 2014


PORTUGAL NÃO MERECEU ESTAR NA COPA DO BRASIL, A SUÉCIA MERECIA MAIS.
Como explicar esta contradição?
Na fase de grupos, na Alemanha, a Alemanha estava a golear a Suécia por 4 - 0. Mas o jogo tem 90 minutos, a Suécia nunca atirou a toalha ao chão, atacou a baliza da a Alemanha, no final do jogo a goleada provisória da Alemanha por 4 - 0, deu em 4 - 4!!!!!!!!!!
Mas a  Suécia ficou pelo caminho, porquê? Porque apareceu o melhor jogador do Mundo, que marcou 4 golos à Suécia muito difíceis, tarefa só ao alcance do melhor jogador do Mundo.
E esse melhor jogador do Mundo quase não apareceu no Mundial do Brasil.
Mesmo depois de ter perdido por 4 - 0 com a Alemanha, Portugal podia passar a fase de grupos. Ronaldo fez um cruzamento para a cabeça de Varela à melhor jogador do Mundo que deu um golo excelente contra os EUA. Por quais razões Ronaldo não fez isso 6 ou 7 vezes nesse jogo?
Contra o Gana Ronaldo marcou um golo à melhor jogador do Mundo, rematou para a parte da baliza que não tinha ninguém, não rematou contra o guarda-redes. Ronaldo teve oportunidades para marcar 5 ou 6 golos ao Gana, mas rematou contra a barra e não para dentro da baliza e depois rematou contra o guarda-redes ou para o sítio onde o guarda-redes estava, diferentemente do que fez no 2º golo contra o Gana em que rematou para dentro da baliza, para longe do alcance do guarda-redes.
Depois faltou o cigano Quaresma, que nem sequer foi convocado por ser cigano e ser violento. Mas Pepe não é cigano e foi violento, comprometendo assim os interesses da selecção. Quaresma devia ter sido convocado e ensinado a autocontrolar-se.
Na minha opinião está explicado o desastre de Portugal, em parte.
Depois outra parte, foi escandalosa a ida da selecção para os Estados Unidos jogar contra o México e contra a Irlanda, só para a FPF ganhar dinheiro, quando devia ter ido para o Brasil e ter jogado no Brasil, com uma seleção parecida com os Estados Unidos e com outra africana, parecida com o Gana.
Ouvi os críticos depois do jogo com o Gana na RTP, na SIC e na TVI. Os críticos são muito piores que a selecção.
Está provado que a FPF recebeu dinheiro da Inglaterra para abdicar do direito a jogar a meia-final com a Inglaterra em Liverpool, em 1966 e foi jogar a Londres contra os interesses de Portugal.
Portugal tem sido caracterizado por não querer vencer.

A EXPLORAÇÃO CAPITALISTA ESTÁ A AUMENTAR

Um dos aspectos mais trágicos da Democracia é que um pequeno grupo de oligarcas (ou alta burguesia), que representa cerca de 1% da população na maioria dos países, consegue domesticar e submeter a maioria esmagadora da população, cujos conceitos base que sustentam a estrutura do pensamento são impostos pelos oligarcas e por todo o parelho de propaganda montado por eles, em 2014 sobretudo nas televisões.

«Por um salário digno – uma campanha bem esgalhada

O salário, do ponto de vista do capital, deveria garantir apenas a manutenção e a reprodução da força de trabalho. Mas hoje nem sequer esses mínimos cumpre, levando ao esgotamento dos trabalhadores, que são empurrados para situações de endividamento e dependência de esquemas assistencialistas.
No Reino Unido, um grupo militante encetou uma campanha simples que poderia e deveria ser imitada noutras paragens. Portugal, por que não?
Modificando slogans de propaganda da cadeia de supermercados Tesco, ShareAction, um grupo que combate os baixos salários no Reino Unido alterou etiquetas de preços da Tesco e colocou-as nas lojas. «Apenas 8,80 libras por hora. Uau! 1,39 mil milhões de libras de lucro!», diz o exemplo na foto.
Com 310 mil trabalhadores, a cadeia de supermercados Tesco é o maior empregador do sector privado do Reino Unido. Mas nem todos os trabalhadores são pagos acima do salário mínimo, actualmente fixado em £ 6,31 por hora.
O salário mínimo vital corresponde a um cálculo do mínimo necessário para pagar habitação, alimentação e outras necessidades básicas. Em Londres, está calculado em £ 8,80 por hora e no resto do país em £ 7,65.
O grupo ShareAction também pede às pessoas que protestem tirando uma foto à entrada de uma loja Tesco, segurando um pequeno cartaz que exorta a empresa a «valorizar os seus trabalhadores». Depois de tirarem a foto, os clientes são incentivados a publicá-la nas redes sociais, como o Facebook e o Twitter.
Um inquérito independente constatou que os trabalhadores mal pagos ficam cada vez mais endividados, são forçados a recorrer a bancos alimentares e a prestações sociais para sobreviver.
Cerca de 5,24 milhões de trabalhadores na Grã-Bretanha – mais de um quinto da força de trabalho – recebem abaixo de um salário digno.» (In blog «5 Dias net»)

PROVOCAÇÕES DA NATO CONTRA A RÚSSIA – A NOVA GUERRA FRIA ESTÁ A AQUECER MUITO


Não sou monárquico, já no século XVIII, no livro «O Contrato Social» (1762), o filósofo iluminista franco-suíço Jean-Jacques Rousseau (1712 - 1778) arrasava os defensores da monarquia, defendendo que todos os governantes devem ser eleitos, considerando que havia uma clara superioridade da república sobre a monarquia, numa época em que a Europa era dominada pelas monarquias, que se baseiam no facto de haver pessoas de imaginário sangue azul. Para mim a monarquia é um modelo de Apartheid, porque rejeita o princípio da igualdade.
Estas provocações dos ingleses contra os russos são vergonhosas e são de brincadeira, porque numa guerra a sério os russos arrasavam Londres com uma única bomba de hidrogénio. Uma guerra a sério contra a Rússia seria com bombas atómicas de alta potência a rebentarem dos dois lados, digamos que seria um mau negócio. Como não-monárquico recuso-me a utilizar conceitos monárquicos. Só reconheço 4 reis: o rei de copas, o rei de espadas, o rei de ouros e o rei de paus.

Fragata da Marinha»  Britânica «intercepta navio russo no Báltico, após navio se desviar perto de águas protegidas pela NATO

·                HMS Montrose estava participando de um exercício na costa dinamarquesa quando
·                   A fragata tipo 23 investigou um navio não identificado quando  pegou no radar
·                Navio de guerra russo RFS Soobrazitelny realizava manobras de rotina
·                  Demonstração de força demonstrou determinação da NATO para proteger os seus 28 membros» para fazer negócio de exportação de material de guerra. Este negócio é sobretudo bom para Washington.
                  «É o mais recente em uma série de encontros entre forças britânicas e russas 
25 de junho de 2014 |

Um navio de guerra da Marinha» Britânica «interceptou um navio militar russo que  se desviou próximo de águas protegidas pela NATO no Báltico em um eco da Guerra Fria. 
HMS Montrose, uma fragata Tipo 23 , estava participando  num exercício multinacional na costa dinamarquesa, quando ela foi enviada para investigar um navio de superfície não identificado» que detectou no radar. 
«Apesar de mar agitado e ventos nó 30, a equipe identificou o navio desconhecido como a  fragata de classe Steregushchiy RFS Soobrazitelny, de 104 metros de comprimento contornando águas dinamarquesas enquanto navegava a oeste, no mar Báltico.
  Despachado: HMS Montrose, um Tipo 23 fragata, estava participando de um exercício multinacional na costa dinamarquesa, quando ela foi enviada para investigar um navio de superfície não identificado pegou no radar.

Identificado: A classe Steregushchiy fragata longa 104metre-RFS Soobrazitelny, um navio de guerra russo, parecia estar realizando manobras de rotina em águas internacionais

Como HMS Montrose fechado com o navio russo, aviões de patrulha um Ilyushin IL-20 (…) russo da marnha foi detectado e apareceu em cima, circundando os dois navios. 
Foi uma das escaramuças mais significativas  da Marinha» Britânica  «com navios de guerra russos na região desde que a crise começou a Ucrânia.» Fonte: («Um Novo Despertar 2»)

quarta-feira, 25 de junho de 2014

O REGIME FASCISTA-NAZI DE KIEV OU O LADO OBSCURO DA UNIÃO EUROPEIA E DO IMPERIAL-COLONIALISMO DE WASHINGTON


«Proyecto oficial de limpieza étnica en Ucrania

Mientras el nuevo presidente ucraniano, Petro Porochenko, acaba de firmar un acuerdo con los responsables de la República del Donbass, Andrew Korybko recuerda que la sublevación no estuvo motivada solamente por la negativa a reconocer el régimen golpista de Kiev. Se trata sobre todo de un esfuerzo por adelantarse al proyecto oficial de limpieza étnica contra la población rusoparlante.

  
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Durante la Primera Guerra Mundial, el Imperio Austrohúngaro ordenó el internamiento en Talergof de más de 20 000 rutenos y lemkos, principalmente intelectuales. Talergof no fue un campo de concentración en todo el sentido de la palabra sino más bien un terreno a cielo abierto donde los prisioneros trataban de sobrevivir a la intemperie, totalmente expuestos a las inclemencias del tiempo.
Cien años después del internamiento en campos de concentración de las poblaciones rusoparlantes (los rutenos) que entonces vivían dentro de las fronteras de la actual Ucrania, la historia parece estar a punto de repetirse.
El ministro de Defensa de Ucrania, Mijaíl Koval, anunció públicamente su proyecto de internar a los residentes del Donbass en campos de «filtraje» para reinstalarlos por la fuerza en otras regiones de Ucrania.
Unos días después, el primer ministro Arseny Yatseniuk calificó de «subhombres» a los defensores del federalismo de las regiones orientales de Ucrania.
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Fuente: Embassy of Ukraine in the United States, 15 de junio de 2014.
Los padrinos estadounidenses del régimen de Kiev no sólo se han abstenido de condenar las intolerables declaraciones de Yatseniuk sino que además lo han defendido abiertamente al declarar, por boca de la portavoz del Departamento de Estado Jen Psaki, que Yatseniuk «ha abogado constantemente por la búsqueda de una solución pacífica» [1], lo cual es mentira.
Desde la Agencia de Bienes Inmobiliarios del Estado ucraniano se han filtrado declaraciones más inquietantes aún que hacen pensar en la preparación de una profunda limpieza étnica. Se anunció que extensiones de tierra serán asignadas gratuitamente a los miembros de los servicios especiales del ministerio del Interior y del ejército que están luchando contra los federalistas [2]. Ante la perspectiva de una limpieza étnica de gran envergadura en Ucrania no es necesario ser particularmente inteligente para adivinar a expensas de quiénes se organizará esa entrega de «tierras gratuitas» que recuerda la necesidad de «espacio vital» (Lebensraum) que otros reclamaron en otra época.
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Al menos 1 000 prisioneros murieron en Talergof como resultado de la política de internamiento que aplicaba el Imperio Austrohúngaro.
Fue en 1914 cuando se aplicó por vez primera una política de internamiento en campos de concentraciones contra las poblaciones a las que se condenaba por su empatía con Rusia. Los austriacos internaron a los rutenos y los lemkos (subgrupo étnico estrechamente emparentado con los rutenos o rusinos) afirmando que la obstinación con la que ambos grupos reivindicaban su propia identidad olía a traición. De la misma manera, la negativa de los pueblos del Donbass a renunciar a su propia identidad les vale ahora las actuales acusaciones de traición, lanzadas específicamente por el ministro de Defensa ucraniano, Mijaíl Koval. Este último llegó a ese cargo cuando su precedecesor fue destituido por no haber logrado impedir la reunificación de Crimea con la Federación Rusa [3].
Las declaraciones extremadamente radicales del ministro Koval demuestran que Rusia no estaba errada cuando expresó preocupación, desde marzo de 2014 –o sea, antes de la reunificación– ante el riesgo de crisis humanitaria. Las pruebas de ese riesgo inminente fueron ampliamente expuestas en un Libro Blanco sobre las violaciones de los derechos humanos en Ucrania [4]. Todos sabemos ahora, después de las revelaciones sobre el método que el ministro ucraniano de Defensa piensa aplicar para poner fin a la crisis, que si la población de Crimea no hubiese tomado en sus manos la defensa de sus derechos y solicitado la reunificación con Rusia, los habitantes de Crimea probablemente irían a parar también a los «campos de filtraje» cuya apertura se está programando y que los sobrevivientes serían después deportados lejos de la tierra que los vio nacer.
El destino que Korval reserva a los habitantes del Donbass contradice gravemente las normas del derecho internacional y constituye un crimen contra la humanidad. La deportación forzosa y el desplazamiento de poblaciones, su internamiento motivado por el hecho de residir en determinada región así como la adopción de medidas discriminatorias contra un grupo étnico y cultural están formalmente prohibidas a la luz del Artículo 7 del Estatuto de Roma, instrumento constitutivo de la Corte Penal Internacional (CPI).
Para Yatseniuk y sus acólitos del régimen de Kiev, los habitantes de las regiones orientales de Ucrania que se oponen a su política no son otra cosa que «subhombres» [5]. Así que los derechos humanos no se aplican a esas poblaciones. Por consiguiente, esos «subhombres» ya no tendrán derecho a que se les reconozcan sus propiedades, de las que se verán desposeídos durante las “reubicaciones” a las que han de verse sometidos. Sus casas, sus tierras y sus empresas serán el tributo («las tierras gratuitas») que el régimen de Kiev ha prometido a sus jenízaros desplegados en las provincias del este.
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Según el gobierno ruso, desde el inicio de la crisis cientos de miles de ucranianos han buscado refugio en Rusia, donde están siendo albergados por sus familias y amigos. Las autoridades occidentales refutan la importancia del éxodo arguyendo que no se han creado campamentos de refugiados.
Los dirigentes occidentales han optado por ignorar esas violaciones flagrantes de los derechos humanos, aunque siempre se apresuran a emitir denuncias ante supuestas violaciones y en amenazar con intervenciones militares a los culpables que ellos mismos designan. Así se demuestra que la retórica del «deber de intervención humanitaria» y los eslóganes que la acompañan no han sido nunca otra cosa que mentiras al servicio de ambiciones estratégicas hábilmente disimuladas.
La realidad es que, contrariamente al papel pacificador que se atribuyen, los países occidentales encabezados por Estados Unidos que tanto reclaman un supuesto derecho de intervención humanitaria aportan un criminal respaldo al régimen de Kiev, que se dispone a emprender su proyecto de limpieza étnica en Ucrania. Desde que se produjo el golpe de Estado de febrero, numerosos consejeros militares han llegado a ese país y han llovido los dólares mientras que el FBI y la CIA no escatiman la ayuda al nuevo régimen ucraniano. Es indudable que todos esos medios servirán a la junta de Kiev para liquidar, con uso de la fuerza, los movimientos de protesta que se mantienen en la parte oriental del país y para aplastar a los federalistas ucranianos. Estados Unidos se hace directamente cómplice de todos los crímenes de guerra que están cometiendo las fuerzas armadas [6] y los mercenarios [7] a sueldo de Kiev. Así que Washington compartirá igualmente la responsabilidad en el proyecto de limpieza étnica que está preparando el ministro ucraniano de Defensa Mijaíl Koval.
Los 6 millones de habitantes del Donbass se ven hoy ante la amenaza de un desastre humanitario similar al que fue impuesto a sus mayores hace 70 años. Muchos creyeron, erróneamente, que las fuerzas criminales causantes de aquellos horrores habían sido definitivamente barridas del continente europeo y que aquellos tiempos de barbarie, que el régimen de Kiev reinstaura hoy en día con la complicidad y el activo apoyo de sus padrinos occidentales, se habían terminado para siempre.
Fuente: Oriental Review
[1] «Daily Press Briefing», Departamento de Estado, 16 de junio de 2014.
[2] “Ukraine’s Land Agency give land to soldiers in the east for free”, Interfax Ukraine, 16 de junio de 2014.
[3] «Ukraine fires defense minister who lost Crimea to Russia», por Kathy Lally, The Washington Post, 25 de marzo de 2014.
[5] El término «subhombre» existe en la terminología nazi. Esta define a los pueblos del este de Europa (judíos, gitanos, polacos, serbios y varios pueblos eslavos, como los rusos y bielorrusos) como «untermensch», o sea «personas inferiores». Nota de la Red Voltaire.
[7] «Kiev envoie des mercenaires étrangers pour écraser l’insurrection dans le Sud-Est», por Natalia Kovalenko, La Voix de la Russie, 6 de junio de 2014.» (In «Red Voltaire»)