sábado, 28 de fevereiro de 2015

TSIPRAS ACUSA OS TRAIDORES QUE GOVERNAM PORTUGAL E A ESPANHA DE TENTAREM DERRUBAR O GOVERNO DA GRÉCIA


Os dois bandos de traidores que governam Portugal e a Espanha, especializados em roubo à maioria dos cidadãos, constituem a NOVA DIVISÃO AZUL DA WEHRMACHT, e esforçam-se por derrubar o governo do Syriza.




PASSOS COELHO, CAVACO SILVA E PAULO PORTAS CONDENARAM OS PORTUGUESES À POBREZA «ETERNA». E ANTÓNIO COSTA TAMBÉM?


AUSTERIDADE NÃO SIGNIFICA AUSTERIDADE SIGNIFICA EMPOBRECIMENTO.
Se houvesse honestidade na chamada «União Europeia» diziam que estavam a implementar medidas de empobrecimento.

O programa do governo PSD-CDS foi o EMPOBRECIMENTO dos portugueses, para além da Troika. Na lógica destes traidores, as pessoas quando estavam relativamente bem na vida estavam mal, depois de terem EMPOBRECIDO «estão melhor»!!!!!!!


«Como nós dizemos em Portugal, os amigos são para as ocasiões. E numa ocasião difícil para o País, em que muitos não acreditaram que o país tinha condições para enfrentar e vencer a crise, a verdade é que os chineses, os investidores disseram presente, vieram e deram um grande contributo para que Portugal pudesse estar hoje na situação em que está, bastante diferente daquela que estava há quatro anos atrás. E queria agradecer à China todo o apoio que nos deu e que certamente não esqueceremos e que é um sinal do muito que ainda temos para desenvolver nas relações entre todos nós.» (Palavras de António Costa)

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

ANTÓNIO COSTA NÃO CRITICOU O EMPOBRECIMENTO COMO PROGRAMA DO GOVERNO PSD-CDS


António Costa, líder do Partido Socialista, disse uma frase muito infeliz quando deu a entender que Portugal está melhor, depois de ter sido arruinado pelo governo PSD-CDS. Esta apreciação significa uma perda de votos nas próximas eleições legislativas.

Alfredo Barroso, um dos fundadores do PS, abandonou o PS, desiludido com António Costa, por causa das infelizes declarações de António Costa. 

Depois da ministra das Finanças de Portugal, ostensivamente, ter apoiado mais uma vez, as políticas de empobrecimento de Portugal, impostas pelo imperialismo alemão, António Costa desiludiu, muito acentuadamente, os portugueses, empobrecidos, falidos desempregados, esfomeados e mortos por falta de assistência médica, ao dar a entender que Portugal arruinado está melhor, do que antes de estar arruinado.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

ANTÓNIO COSTA E A IMPLOSÃO IDEOLÓGICA DA INTERNACIONAL SOCIALISTA


Quem decidiu que a Grécia não deveria ter já sido expulsa da moeda euro foi Ângela Merkel. Hollande e outros da Internacional «Socialista» nada de nada fizeram para ajudar a Grécia.
António Costa desprezou os portugueses empobrecidos, falidos, desempregados, a passar fome, as famílias dos mortos por ausência de assistência médica, quando deu a entender que os portugueses empobrecidos, arruinados, falidos, desempregados, esfomeados e a sofrer com a morte de familiares vítimas da ausência de assistência médica estão melhor na desgraça do que quando a vida lhes corria bem.

O PASOK é  a melhor imagem da implosão ideológica da Internacional «Socialista».

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

UM CONTO DE FADAS É DIZER QUE A UNIÃO EUROPEIA EXISTE, POIS JÁ FOI DESTRUÍDA E SUBSTITUÍDA PELO IV IMPÉRIO ALEMÃO


A União Europeia já não existe foi destruída pela Alemanha e seus lacaios e substituída pela DITADURA DE BERLIM, que configura um poder imperial.
Continua a expansão para Leste do imperialismo alemão, em 2015 aliado ao Reich dos Estados Unidos, que colocou blindados frente à fronteira da Rússia, na Estónia que fazia parte da URSS. Gorbatchov e Ieltsin comportaram-se de facto como inimigos da Rússia e como amigos dos inimigos da Rússia.





terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

A MOEDA EURO É UMA ARMA DE GUERRA DO IMPERIALISMO ALEMÃO



Estruturalmente, a médio prazo, as aberrações chamadas moeda euro e o falso «Banco Central Europeu» irão arruinar sectores fundamentais da indústria exportadora da França e da Itália, nomeadamente a indústria automóvel. É do interesse da França e da Itália fazer implodir a Zona Euro e forçar a Alemanha a voltar ao marco, que lhe dificultará as exportações.

«Para cada país da União Europeia e no período 2003–2013, houve uma diminuição da riqueza produzida, vulgo PIB. A Grécia e Portugal lideram este infeliz ranking, com 6 anos de recessão em 11 anos de calendário (55%). A recessão grega foi seguida (2008–2013) e a portuguesa foi em 2003 e entre 2008 e 2013, aqui interrompida com um crescimento de 1,9% em 2010. A Itália com 5 anos negativos e a Espanha e Irlanda com 4 anos de decréscimo do Produto marcam também esta classificação. O conjunto da União Europeia suportou 2 anos de recessão, e de todos os Estados-membros, só a Polónia (sem euro) atravessou este período sem qualquer registo técnico de recessão anual, com um notável crescimento médio anual neste século de 3,7%!

Portugal registou uma recessão acumulada de 6,9%, enquanto a Grécia chegou a 26,3%, número equivalente à queda verificada na Grande Depressão americana (1929–1933).» (Bagão Félix in jornal «Público»)

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

A IDEOLOGIA DE ÂNGELA MERKEL E DOS TRAIDORES E DAS TRAIDORAS QUE GOVERNAM PORTUGAL E A ESPANHA ÉTICA E MORALMENTE É NEONAZISMO PURO E DURO

A Grécia foi arruinada pelos traidores do PASOK e da Nova Democracia, que impuseram um programa de guerra contra o povo grego que foi elaborado por Berlim e seus lacaios.

A Grécia foi arruinada por uma guerra económica-financeira comandada por Berlim, estando com uma queda do PIB igual à dos Estados Unidos, durante a Grande Depressão da década de 1930, que se seguiu à crise de Outubro de 1929, isto é, de uma quebra no PIB de 26%.


Uma quebra de 26% do PIB na Grécia devido às políticas impostas pela Troika às ordens da Alemanha não comove Berlim nem os traidores que governam Portugal e a Espanha, essa Grande Depressão na Grécia, com o desemprego massivo, com a fome generalizada, com as mortes por falta de assistência médica, estas desgraças não comovem Ângela Merkel nem os traidores e traidoras que governam Portugal e a Espanha, ética e moralmente tão cruéis como os nazis.

Dentro de pouco tempo não será discutida a saída da Grécia, mas a saída da França e da Itália do euro.

Os alemães, com o euro, estão a arruinar a indústria automóvel da França e da Itália. A França vai ter que forçar a Alemanha a regressar ao marco. Será a França a fazer implodir mesmo a Zona Euro.


Na guerra do euro o caso da Grécia é uma manobra de diversão, quem vai fazer implodir mesmo a Zona Euro vai ser a França.





Com o euro é muito mais fácil vender na França e na Itália automóveis Mercedes-Benz e outros semelhantes. Se o euro acabar e a Alemanha tiver que vender os Mercedes-Benz e outros semelhantes em marcos ficarão muito mais caros na França e na Itália.

TENTATIVA DE GOLPE DE ESTADO DO REICH DOS ESTADOS UNIDOS CONTRA A DEMOCRACIA NA VENEZUELA


«OS ESTADOS UNIDOS, A ALEMANHA, O CANADÁ, ISRAEL E O REINO UNIDO LANÇAM A «OPERAÇÃO JERICÓ»

Obama falha o seu golpe de Estado na Venezuela

Mais uma vez, a administração Obama tentou mudar pela força um regime político que lhe resiste. A 12 de fevereiro, um avião da Academi (ex-Blackwater), disfarçado como aeronave do exército venezuelano, devia bombardear o palácio presidencial e matar o presidente Nicolas Maduro. Os conspiradores tinham previsto colocar no poder a antiga deputada Maria Corina Machado e fazê-la aclamar, de imediato, por antigos presidentes latino-americanos.

 | DAMASCO (SÍRIA)  
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O presidente Obama com o seu conselheiro para a América Latina, Ricardo Zuñiga, e a conselheira nacional de segurança, Susan Rice.
© White House
O presidente Obama tinha prevenido. Na sua nova doutrina de Defesa (National Security Strategy), ele escreveu : «Nós ficaremos do lado dos cidadãos cujo exercício pleno dos direitos democráticos está em perigo, tal como é o caso dos Venezuelanos». Ora, sendo a Venezuela, desde a adopção da constituição de 1999, um dos mais democráticos Estados do mundo, esta frase deixava pressagiar o pior, no sentido de a impedir de prosseguir na sua via de independência e de redistribuição de riqueza.
Foi a 6 de fevereiro de 2015. Washington tinha acabado de terminar os preparativos para o derrube das instituições democráticas da Venezuela. O golpe de Estado tinha sido planificado (planejado-br) para 12 de fevereiro.
A «Operação Jericó» foi supervisionada pelo Conselho Nacional de Segurança (NSC), sob a autoridade de Ricardo Zuñiga. Este «diplomata» é o neto do presidente homónimo do Partido Nacional das Honduras, que organizou os “putschs” de 1963 e de 1972 a favor do general López Arellano. Ele dirigiu a antena da CIA em Havana, (2009-11) onde recrutou agentes, e os financiou, para formar a oposição a Fidel Castro, ao mesmo tempo que negociava a retomada das relações diplomáticas com Cuba (finalmente concluída em 2014).
Como sempre, neste tipo de operação, Washington vela para não parecer implicado nos acontecimentos que orquestra. A CIA agiu através de organizações pretensamente não-governamentais para dirigir os golpistas : a National Endowment for Democracy (Contribuição Nacional para a Democracia- ndT) e as suas duas extensões, de direita (International Republican Institute) e de esquerda (National Democratic Institute),Freedom House (Casa da Liberdade), e o International Center for Non-Profit Law (Centro Internacional para Assistência Jurídica Gratuita- ndT). Por outro lado, os Estados Unidos solicitam sempre os seus aliados para sub-contratar certas partes dos golpes, neste caso, pelo menos, a Alemanha (encarregada da protecção dos cidadãos da Otan durante o golpe), o Canadá (encarregue de controlar o aeroporto internacional civil de Caracas), Israel (encarregue dos assassínios de personalidades chavistas) e o Reino Unido (encarregue da propaganda dos “putschistas”). Por fim, mobilizam as suas redes políticas a estarem prontas ao reconhecimento dos golpistas : em Washington o senador Marco Rubio, no Chile o antigo presidente Sebastián Piñera, na Colômbia os antigos presidentes Álvaro Uribe Vélez e Andrés Pastrana, no México os antigos presidentes Felipe Calderón e Vicente Fox, em Espanha o antigo presidente do governo José María Aznar.
Para justificar o “putsch”, a Casa Branca tinha encorajado grandes companhias venezuelanas a açambarcar, mais do que a distribuir, as mercadorias de primeira necessidade. A ideia era a de provocar filas de espera diante das lojas, depois infiltrar agentes nas multidões para provocar tumultos. Na realidade se existiram, de facto, problemas de aprovisionamento, em janeiro-fevereiro, e filas de espera diante das lojas, jamais os Venezuelanos atacaram os comércios.
Para reforçar a sua actuação económica o presidente Obama havia assinado, a 18 de dezembro de 2014, uma lei impondo novas sanções contra a Venezuela e vários dos seus dirigentes. Oficialmente, tratava-se de sancionar as personalidades que teriam reprimido os protestos estudantis. Na realidade, desde o princípio do ano, Washington pagava uma importância —quatro vezes superior ao ordenado médio— a gangues para que eles atacassem as forças da ordem. Os pseudo-estudantes mataram, assim, 43 pessoas em alguns meses, e semearam o terror nas ruas da capital.
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Antigo número 2 da ISAF no Afeganistão, o general Thomas W. Geary é hoje em dia o encarregado de Inteligência no SouthCom.
A acção militar era supervisionada pelo general Thomas W. Geary, a partir do SouthCom em Miami, e Rebecca Chavez, a partir do Pentágono, e sub-contratada ao exército privado da Academi (antiga Blackwater) ; uma sociedade actualmente administrada pelo almirante Bobby R. Inman (antigo patrão da NSA) e por John Ashcroft (antigo Attorney General—Procurador Geral— da administração Bush). Um avião Super Tucano, de matricula N314TG, comprado pela firma da Virgínia, em 2008, para o assassínio de Raul Reyes, o n°2 das Farc da Colômbia, devia ser caracterizado com um avião do exército venezuelano. Ele deveria bombardear o palácio presidencial de Miraflores e outros alvos, entre uma dezena deles pré- determinados, compreendendo o ministério da Defesa, a direcção da Inteligência e a cadeia de televisão da ALBA, a TeleSur. Dado o avião estar estacionado na Colômbia, o Q.G. operacional da «Jericó» tinha sido instalado na embaixada dos Estados Unidos em Bogotá, com a participação directa do embaixador Kevin Whitaker e do seu adjunto Benjamin Ziff.
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Alguns oficiais superiores, no activo ou na reforma(aposentação-br), haviam registado, com antecedência, uma mensagem à Nação, na qual anunciavam ter tomado o poder a fim de restabelecer a ordem. Estava previsto que eles subscreveriam um plano de transição, publicado, a 12 de fevereiro, de manhã, pelo El Nacional e redigido pelo Departamento de Estado dos EUA. Um novo governo teria sido formado, dirigido pela antiga deputada Maria Corina Machado.
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O golpe de Estado devia colocar no poder Maria Corina Machado. A 26 de janeiro, ela recebia, em Caracas, os seus principais cúmplices estrangeiros.
Maria Corina Machado foi a presidente da “Súmate”, a associação que organizou e perdeu o referendo revogatório contra Hugo Chávez Frias, em 2004, já com o financiamento daNational Endowment for Democracy (NED) e os serviços do publicitário francês Jacques Séguéla. Apesar da sua derrota, foi recebida com toda a pompa pelo presidente George W. Bush, no Salão oval, a 31 de maio de 2005. Eleita como representante pelo Estado de Miranda, em 2011, ela tinha aparecido de súbito, a 21 de março de 2014, como chefe da delegação do Panamá na reunião da Organização dos Estados Americanos (O.E.A). Ela fora, de imediato, demitida do seu lugar de deputada por violação dos artigos 149 e 191 da Constituição (da Venezuela- ndT).
Para facilitar a coordenação do golpe, Maria Corina Machado organizou, em Caracas, a 26 de janeiro, um colóquio, « O Poder da cidadania e a Democracia actual», no qual participaram a maior parte das personalidades venezuelanas e estrangeiras implicadas.
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Pouca sorte! A Inteligência Militar venezuelana vigiava as personalidades suspeitas de ter fomentado um complô, anterior, visando assassinar o presidente Maduro. Em maio último, o Procurador de Caracas acusava Maria Corina Machado, o governador Henrique Salas Römer, o ex-diplomata Diego Arria, o advogado Gustavo Tarre Birceño, o banqueiro Eligio Cedeño e o empresário Pedro M. Burelli, mas, eles negaram a autoria dos “e-mails” alegando que tinham sido falsificados pela Inteligência Militar. Ora é claro, eles estavam todos conluiados.
Ao rastrear estes conspiradores a Inteligência Militar descobriu a «Operação Jericó». Na noite de 11 de fevereiro, os principais líderes do complô, e um agente da Mossad, foram presos e a segurança aérea reforçada. Outros, foram apanhados a 12. No dia 20, as confissões obtidas permitiram deter um cúmplice, o presidente da câmara (prefeito-br) de Caracas, Antonio Ledezma.
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O presidente da câmara de Caracas, Antonio Ledezma, era o agente de ligação com Israel. Viajou secretamente para Telavive, em 18 de maio de 2012, para se encontrar, lá, com Benjamin Netanyahu e Avigdor Lieberman. Ele, representava o chefe da oposição venezuelana, Henrique Capriles Radonski.
O presidente Nicolas Maduro interveio imediatamente, na televisão, para denunciar os conspiradores. Enquanto, em Washington, a porta-voz do departamento de Estado fazia rir os jornalistas, que se recordavam do golpe organizado por Obama nas Honduras, em 2009 —quanto à América Latina—, ou mais recentemente da tentativa de golpe na Macedónia, em janeiro de 2015 —quanto ao resto do mundo—, declarando a propósito: «Estas acusações, como todas as precedentes, são ridículas. É uma prática política estabelecida de longa data, os Estados Unidos não apoiam mudanças políticas por meios não constitucionais. As mudanças políticas devem ser realizadas por meios democráticos, constitucionais, pacíficos e legais. Nós temos verificado, em várias ocasiões, que o governo venezuelano tenta desviar a atenção das suas próprias acções, acusando para isso os Estados Unidos, ou outros membros da comunidade internacional, por causa de acontecimentos no interior da Venezuela. Estes esforços, reflectem uma falta de seriedade por parte do governo da Venezuela, em fazer face à grave situação com a qual está confrontado».
Para os venezuelanos este golpe, falhado, coloca uma questão séria: como manter viva a sua democracia se os principais líderes da oposição estão na prisão, pelos crimes que se aprestavam a cometer contra a própria democracia? Para aqueles que pensam, erradamente, que os Estados Unidos mudaram, que não são mais uma potência imperialista, e, que agora defendem a democracia no mundo inteiro a «Operação Jericó» é um tema de reflexão inesgotável.
Os Estados Unidos contra a Venezuela
- Em 2002, os Estados Unidos organizaram um golpe de Estado contra o presidente eleito, Hugo Chávez Frias [1], depois, eles assassinaram o juiz encarregado da investigação, Danilo Anderson [2].
- Em 2007, eles tentaram mudar o regime organizando, para tal, uma «revolução colorida» com grupos trotzkistas [3].
- Em 2014, deram a impressão de renunciar ao seu objectivo, mas apoiaram grupos anarquistas afim de vandalizar, e desestabilizar, o país. Foi a Guarimba [4].
Tradução
Alva
[1] «Opération manquée au Venezuela» (Fr- «Operação falhada na Venezuela»- ndT), por Thierry Meyssan, Réseau Voltaire, 18 mai 2002.
[2] « Notre ami Danilo Anderson assassiné à Caracas » (Fr-« O nosso amigo Danilo Anderson assassinado em Caracas»- ndT) , «La CIA derrière l’assassinat de Danilo Anderson ?» (Fr- « Está a CIA por trás do assassínio de Danilo Anderson ?»- ndT), por Marcelo Larrea, Réseau Voltaire, 19 novembre et 1er décembre 2004. “FBI and CIA identified as helping Plan Venezuelan Prosecutor’s Murder” (Ing- « FBI e CIA identificados como tendo ajudado a Planear o Assassínio do Procurador Venezuelano»- ndT), por Alessandro Parma, Voltaire Network, 11 November 2005.
[3] «Venezuela : conclusion d’une année déterminante » (Fr- «Venezuela : conclusão de um ano determinante»- ndT), por Romain Migus, Réseau Voltaire, 10 octobre 2008. Ver também a resposta de Gene Sharp às nossas acusações : «L’Albert Einstein Institution : la non-violence version CIA» (Fr- « Instituto Albert Einstein : a não violência à moda da CIA»- ndT), por Thierry Meyssan, Réseau Voltaire, 4 juin 2007.
[4] “Os EEUU contra a Venezuela: a Guerra Fria se esquenta”, Nil Nikandrov, Tradução Marisa Choguill, Strategic Culture Foundation (Rússia), Rede Voltaire, 9 de Março de 2014. «Las “guarimbas” de Venezuela: derecha embozada», por Martín Esparza Flores, Contralínea (México), Red Voltaire , 28 de abril de 20»

(In «Red Voltaire»)

domingo, 22 de fevereiro de 2015

A EXPANSÃO PARA LESTE DA ALEMANHA COM O APOIO DOS ESTADOS UNIDOS JÁ IMPLICOU O FORNECIMENTO DE ARMAS PESADAS A KIEV



A Alemanha forneceu ao regime de Kiev 570 canhões M109 e os Estados Unidos canhões Paladin de 155 mm e mísseis antitanque Javelin.

Fonte: Red Voltaire, edição em francês

A DITADURA DE HITLER NA ZONA EURO, DIGO, DE ÂNGELA MERKEKL, SÓ É POSSÍVEL COM A IMPLOSÃO IDEOLÓGICA DA INTERNACIONAL «SOCIALISTA»


A Nova Divisão Azul da Wehrmacht, constituída pelos traidores e traidoras que governam Portugal e a Espanha, conta muito menos na Zona Euro do que a França e a Itália.
A Internacional «Socialista» tornou-se a Internacional Neoliberal ex-Socialista. O neoliberalismo sob o ponto de vista social representa os interesses da pequena minoria que é a alta burguesia, é total e absolutamente insensível ao sofrimento que provoca às classes médias e às outras abaixo. A ordem dada por Ângela Merkel para a Zona Euro é empobrecimento, palavra muito clara e que por isso é substituída por outra que quer dizer o mesmo que é austeridade na Zona Euro.
A União Europeia deveria ser para pôr a política ao serviço do bem-comum. Mas, neste momento é uma zona de guerra, sobretudo contra a Grécia governada pelo Syriza. Uma guerra, em princípio, é constituída por mais que uma batalha. Neste momento apenas sabemos que a expulsão da Grécia da Zona Euro foi adiada. Além de favorecer socialmente a alta burguesia, favorece a Alemanha.

A Zona Euro está debaixo de uma ditadura de Ângela Merkel, com o colaboracionismo de muita gente da chamada Internacional «Socialista».

A REVOLUÇÃO FASCISTA MUSSOLINIANA DE KIEV


O falso escritor que é o jornalista José Rodrigues dos Santos será tão estúpido e ignorante que acredite no que diz na RTP sobre a Ucrânia, ou é suficientemente hipócrita para dizer o que a voz do dono quer ouvir? O dono entenda-se o governo de Berlim ou de Washington.

A Revolução fascista mussoliniana de Kiev é uma obra da aliança do imperialismo alemão com o Reich estadunidense, na expansão para Leste defendida por Hitler. Os Estados Unidos mudaram de campo, aliaram-se à Alemanha.




sábado, 21 de fevereiro de 2015

O ACTUAL IMPERIALISMO ALEMÃO BASEIA-SE NAS ABERRAÇÕES CHAMADAS MOEDA EURO E FALSO «BCE»

As leis da moeda euro e do falso «BCE» são perigosas aberrações, que já provocaram na Grécia uma quebra no PIB igual à dos Estados Unidos durante a Grande Depressão de 1929 e da década de 1930.

Há quem ache que muitos países terão mesmo que deixara a Zona Euro, para recperarem a sua independência.



«Quando participei no primeiro debate televisivo realizado em Portugal sobre o euro ("Prós e Contras", 15 Abril 2013), afirmei que a moeda única iria acabar. Da mesma forma que a Inglaterra de 1931 não aguentou a política de austeridade imposta por um sistema monetário que excluía a desvalorização da moeda - no padrão-ouro, o reequilíbrio externo teria de ser alcançado por redução dos salários, a chamada "desvalorização interna" -, também nos nossos dias, um dos países sujeitos à política cruel imposta pela UE acabará por sair. O primeiro será a Grécia, os outros vão a seguir, ao ritmo do respectivo ciclo político.

Entretanto, o discurso do medo voltará às televisões. Dir-nos-ão que sair do euro é uma calamidade porque perderemos metade do poder de compra, que os bancos vão falir e perderemos as nossas poupanças, que o Estado não pagará aos funcionários públicos e pensionistas, que seremos excluídos dos mercados para todo o sempre e, argumento último de quem está inseguro, que a Alemanha nos invadirá para restabelecer a ordem. Do serviço público de televisão, gerido por comissários políticos, não se pode esperar uma informação isenta e fundamentada. Não haverá recolha de depoimentos de especialistas estrangeiros que ponham em causa o pensamento dominante, não haverá debate honesto com uma participação plural que ultrapasse o discurso partidário rotineiro. Dos canais privados também não podemos esperar que cumpram as exigências básicas de pluralismo, nem que as autoridades competentes o exijam. O que temos visto fala por si. Aliás, os analistas que ocupam o palco estão no bolso dos grupos económicos e da finança. Um governo de salvação nacional também terá de resgatar a comunicação social e pô-la ao serviço do interesse público.


Recordemos então algumas ideias simples que os portugueses não têm direito a debater nos  media de grande audiência. Quando Portugal sair do euro, todos os contratos realizados sob jurisdição nacional ficam automaticamente redenominados em novos escudos, segundo a jurisprudência internacional ( lex moneta , 1 escudo = 1 euro). Assim, todos os empréstimos bancários, depósitos, salários, pensões, preços nas lojas, etc., passam a escudos e, a partir desse dia, o Estado apenas paga e recebe em escudos. O Estado fica sem problemas de liquidez porque os seus défices - necessários para estimular a economia - ficam cobertos por financiamento interno, quer do sector privado, que procura obrigações do Tesouro para aplicações seguras, quer do Banco de Portugal, a entidade pública que emite moeda. Portanto, sair do euro significa a libertação do país dos humores dos mercados financeiros. Quanto às necessidades de financiamento em outras moedas, os últimos dias mostraram-nos que os EUA estão dispostos a ajudar para evitar o recurso aos seus rivais. Note-se que os BRIC têm agora um banco que é alternativa ao FMI. 
(...) » (João Rodrigues in blog «Ladrões de Bicicletas»)

OS TRAIDORES QUE GOVERNAM PORTUGAL E A ESPANHA ESTÃO EM GUERRA CONTRA A GRÉCIA OU A NOVA DIVISÃO AZUL DA WEHRMACHT




sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

O ACTUAL IMPERIALISMO ALEMÃO

A vitória do Syriza na Grécia veio clarificar o que é a Zona Euro, um império alemão. Quem manda é Berlim, os outros obedecem. Este imperialismo alemão começou a ser preparado com o Tratado de Maastricht.
Até que ponto os povos arruinados por este novo imperialismo alemão estarão dispostos a suportá-lo?
A implosão ideológica da chamada Internacional «Socialista» tem facilitado esta cavalgada germânica.

É curioso, este imperialismo alemão foi buscar a III estrofe do hino do III Reich, para hino da actual Alemanha. O imperialismo alemão só avança se os outros países deixarem.

O hino da Alemanha actual é a terceira estrofe do hino da Alemanha nazi [Deutschland über alles (A Alemanha acima de tudo)], a música é a mesma.

«Das Lied der Deutschen (A canção dos alemães) ou Deutschlandlied (Canção da Alemanha) é uma canção cuja terceira estrofe é o hino nacional da Alemanha.

Das Lied der Deutschen foi escrita por August Heinrich Hoffmann von Fallersleben, em 1841, na ilha de Helgoland, sobre uma melodia da peça Quarteto do Imperador, composta em 1797 por Joseph Haydn.»

O hino da Alemanha nazi tinha a mesma música de Haydn e era o mesmo poema, que o da Alemanha actual, com 3 estrofes. Hitler escolheu 3 estrofes do poema. A Alemanha Ocidental, oficialmente, não tinha hino. Foi Helmut Khol que escolheu o hino da Alemanha nazi, após a reunificação, a mesma música e o mesmo poema, só que escolheu do hino da Alemanha nazi e retirou a I estrofe e a II estrofe, deixando apenas a III estrofe.




Em alemão
«Das Lied der Deutschen
I
Deutschland, Deutschland über alles,
Über alles in der Welt,
Wenn es stets zu Schutz und Trutze
Brüderlich zusammenhält,
Von der Maas bis an die Memel,
Von der Etsch bis an den Belt
Deutschland, Deutschland über alles,
Über alles in der Welt.
II
Deutsche Frauen, deutsche Treue,
Deutscher Wein und deutscher Sang
Sollen in der Welt behalten
Ihren alten schönen Klang,
Uns zu edler Tat begeistern
Unser ganzes Leben lang.
Deutsche Frauen, deutsche Treue,
Deutscher Wein und deutscher Sang.
III
Einigkeit und Recht und Freiheit
Für das deutsche Vaterland!
Danach laßt uns alle streben
Brüderlich mit Herz und Hand!
Einigkeit und Recht und Freiheit
Sind des Glückes Unterpfand.
Blüh' im Glanze dieses Glückes,
Blühe, deutsches Vaterland.»
Tradução para português
«A Canção dos Alemães
I
Alemanha, Alemanha acima de tudo
Acima de tudo no mundo,
Quando sempre, na defesa e resistência
Fica unida fraternalmente,
Do Mosa ao Nemen
Do Ádige ao Belt
Alemanha, Alemanha acima de tudo
Acima de tudo no mundo.
II
Mulheres alemãs, fidelidade alemã,
Vinho alemão e canto alemão
Devem manter no mundo
O seu velho e belo som,
inspirá-nos para acto nobre
durante toda a nossa vida.
Mulheres alemãs, fidelidade alemã,
Vinho alemão e canto alemão.
III
Unidade e justiça e liberdade
Para a pátria alemã.
Zelaremos todos para isso
Fraternamente com coração e mão!
Unidade e justiça e liberdade
São a garantia da felicidade.
Floresça no esplendor dessa felicidade.
Floresça pátria alemã!» (Fonte: «Wikipedia»)

GRÉCIA E EUROGRUPO CHEGARAM A UM ACORDO DE 4 MESES

A Nova Divisão Azul, às ordens de Berlim, os traidores que governam Portugal e Espanha, deram tudo por tudo para impedirem o acordo.

MARIA LUÍS ALBUQUERQUE FAZ PARTE DA NOVA DIVISÃO AZUL ÀS ORDENS DE HITLER, DIGO, DE ÂNGELA MERKEL





O CRIME MAIS GRAVE DE QUE É ACUSADO JOSÉ SÓCRATES É DE TER VENDIDO O LUCRATIVO PAVILHÃO ATLÂNTICO A UM FILHO A PREÇO DE SALDO


José Sócrates é ainda acusado de ter ganho, sem dignidade, dinheiro em acções do BPN com lucros de 140%.

José Sócrates é ainda acusado de ter gerido o BPN de maneira obscura sem dignidade.