segunda-feira, 30 de março de 2015

O REGRESSO DA ESPERANÇA A PORTUGAL É DA ESPERANÇA DE DERROTAR O PSD E O CDS NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES


O programa de Passos Coelho foi empobrecer a grande maioria dos portugueses, para beneficiar a pequena minoria da alta burguesia, que constitui cerca de 1% da população de Portugal.
Baixar salários, tornar um inferno a vida aos assalariados com a instauração do medo nos locais de trabalho, criar desemprego, criar falências, criar empobrecimento, criar pobreza, criar fome, levar à morte prematura muitas pessoas por carência de assistência médica foi a prática política da dupla Coelho-Portas, apoiada por Cavaco Silva.

É um país empobrecido e com fome que Passos Coelho diz que está melhor… que as pessoas quando tinham emprego estavam a viver acima das suas possibilidades e que agora que estão desempregadas é que estão bem…

domingo, 29 de março de 2015

À ESPERA DA QUEDA DE PASSOS COELHO EM SETEMBRO OU OUTUBRO DE 2015


Muitos portugueses e portuguesas, bastantes dos quais votaram nele estão à espera das eleições legislativas de Setembro ou Outubro de 2015, para se verem livres do Coelho.

Querem é ver-se livres do Coelho.

sábado, 28 de março de 2015

É NECESSÁRIO INVENTAR IDEIAS NOVAS PARA A ESQUERDA

A Esquerda colapsou globalmente, a nível teórico:
1)   A Internacional Socialista implodiu teoricamente e aderiu ao neoliberalismo
2)   O marxismo-leninismo tem um erro teórico terrível que é o conceito «ditadura do proletariado»
3)   O maoismo confundiu-se com o nazismo no Camboja e em Angola através de Savimbi
4)   O trotskismo não foi experimentado, mas acho que se Trotsky estivesse no lugar de Estaline a Rússia Soviética ou URSS tinha colapsado diante da Wehrmacht.

«Tempos excepcionais




Excertos de um importante texto de Manuel Loff, no Público de hoje.

«Vivemos tempos excepcionais. Um milhão de portugueses desempregados, muitos deles para o resto da vida. Um quarto de nós vive na pobreza, muitos em privação extrema, depois de 700 mil terem abandonado o país nos últimos cinco anos, depois de outros 700 mil o terem abandonado nos dez anos anteriores. (...)

Para criar uma alternativa há, antes de mais, que resistir. Não falo da “resiliência” dos portugueses que Passos apregoa, ofendendo os novos pobres, as mulheres, os homens e as crianças a quem ele roubou emprego e esperança. Falo de uma resistência que permite juntar forças para mudar. (...) Politicamente falando, e como sempre tem acontecido, quem anima e dá sentido a essa resistência está quase sempre à esquerda do PS, isto é, no PCP (a maioria) ou no Bloco de Esquerda, e não está nunca nos partidos do centrão. Vestidinhos de “alternativa responsável”, os socialistas que dirigem ou aspiram a dirigir o partido não fazem uma greve, porque são “negativas”, não organizam um protesto ou uma manifestação, porque são “inúteis”, jamais se comprometem com o mexilhão; limitam-se a dizer-lhe que, se quiser pôr aquela gente de lá para fora, só há uma solução: é votar neles, sem compromisso – e depois se verá. Tem-se chamado a isto o voto útil. (...)

Da situação excepcional que vivemos esperar-se-ia que saíssem alternativas excepcionais. A atomização dos dissidentes do Bloco, somada à sua disponibilidade para servirem de satélite do PS, só contribui para esse velho mito de como é inevitável a divisão da esquerda. Não é daí que virá alguma alternativa. A pergunta evidente é saber se o PCP e o Bloco podem, desta vez, interromper o círculo vicioso da desilusão e baralhar o cálculo perverso do voto útil no PS. Cada um deles tem expectativas próprias para as próximas eleições. Serão elas compatíveis com as de quem eles querem representar? Serão elas suficientes para transformar a resistência em mudança?» " (cit in blog «Entre as brumas da memória»)

sexta-feira, 27 de março de 2015

A LISTA VIP É APARTHEID FISCAL


Ultimamente têm aparecido nas televisões e noutros mídia políticos e comentadores a defenderem o regime de Apartheid que vigorou nos Estados Unidos desde o fim da escravatura até ao governo de Johnson na década de 1960 e também na África do Sul, onde permaneceu penosamente, com grandes apoios em Portugal, quer durante o fascismo, quer na III República.

É curioso que John Kennedy, na qualidade de presidente dos Estados Unidos fez um famoso discurso em Berlim, criticando as injustiças políticas… mas esqueceu-se que no país dele havia ainda um regime de Apartheid…

VARIAÇÕES DO IMPERIALISMO ALEMÃO PERANTE A CRISE FINANCEIRA

A CRISE DO CAPITALISMO DE 2008 foi provocada pela plutocracia ou oligarquia financeira estadunidense, que, ostensivamente vive fora e acima da Lei. Arranjaram um bode expiatório, que foi Madoff, para ficar na cadeia o resto da vida, mas os outros não só ficaram impunes como receberam dinheiro do Estado.
Na Europa, a Alemanha viu nesta crise um meio de expandir o seu poder imperial, nomeadamente sobre a França. Portugal tornou-se, objectivamente, uma colónia da Alemanha...

«BES - O ERRO DE PACHECO PEREIRA




A PROPÓSITO DO DEBATE NA QUADRATURA DO CÍRCULO SOBRE A “RESOLUÇÃO” DO BES



Pacheco Pereira afirmou ma Quadratura do Círculo que a “resolução” do BES foi imposta de fora para dentro. Não disse isto para defender o Governo. Pelo contrário, para demonstrar a sua irrelevância. Há, porém, boas razões para supor que as coisas se passaram de forma diferente.

Como bem se sabe, a União Europeia, mais concretamente, a Alemanha foi encarando e aceitando durante a crise do euro vários modos de acudir à falência dos bancos para evitar o descontrolo completo da crise financeira.

As primeiras medidas foram as de nacionalização, quase sempre usadas pelos países mais poderosos; depois, aceitou-se a recapitalização por parte dos Estados com dinheiro dos próprios Estados, obviamente proveniente de empréstimos por eles contraídos no mercado de capitais; posteriormente, a recapitalização pelos Estados com dinheiro de fundos constituídos pelos Estados-membros; a seguir, adoptou-se relativamente a Chipre a medida excepcional de os bancos serem salvos com dinheiro dos depositantes (evidentemente, porque o dinheiro depositado nos bancos de Chipre não era de depositantes da zona euro); finalmente, quando a situação dos grandes bancos e dos maiores países já estava relativamente controlada, adoptou-se a “resolução”…que até Agosto de 2014 não só não tinha sido aplicada em nenhum país como também a directiva que a consagrava não tinha sido transposta pela maior parte dos membros da zona euro.

Esta solução foi pensada para os países mais fracos onde ainda subsistissem problemas no sistema bancário.

Quando a crise do BES atingiu o ponto de não retorno, quando já não era possível esconder por mais tempo o que se estava a passar, o Governo e o Banco de Portugal que aguentaram a situação, porventura com a cumplicidade da Troika, até à saída desta, viram-se confrontados com a necessidade urgente de tomar uma decisão: nacionalização, recapitalização ou resolução.

A decisão que melhor servia os interesses políticos do Governo era evidentemente a resolução. Era a melhor porque era a que mais facilmente permitia fazer o confronto com a catastrófica decisão do governo Sócrates de nacionalizar o BPN e era também a que demagogicamente facilitava veicular a mensagem: “sem custos para os contribuintes”.

Para que esta solução se apresentasse como a única capaz de actuar num curtíssimo espaço de tempo, era necessário que o BCE retirasse imediatamente ao BES a qualidade de “contraparte elegível”, isto é, deixasse de o financiar.

Certamente que o BCE estava desejoso de estrear, nomeadamente num país como Portugal, a sua nova forma de atacar a falência dos bancos, impossível de pôr em prática num grande país ou relativamente a um grande banco europeu. Para que o BCE concordasse com a solução que o Governo português estava a encarar, bastaria que lha pedissem. E foi o que fizeram. Pediram ao BCE que facilitasse a aplicação da “resolução” pelo Banco de Portugal, cortando definitivamente o crédito ao BES.

Quem pediu? Obviamente, o Governo com o apoio do Governador do Banco de Portugal.

Duas coisas mais: Primeira, passa pela cabeça de algum ser pensante que o terceiro maior banco do sistema bancário português fosse riscado de cena por decisão do Banco de Portugal? Segunda, passa pela cabeça de algum ser pensante que semelhante decisão na Alemanha, em França, na Itália ou mesmo em Espanha pudesse ser decidida pelo governador do respectivo banco central nacional ou que nalgum destes países um banco com dimensão proporcional à do BES fosse resolvido, quer por pressão do BCE, quer por decisão do governo desse país?

Ultima questão: porque actuou deste modo Passos Coelho? Para além das duas razões demagógicas e partidárias já acima referidas, a grande razão subjacente à decisão de Passos/Maria Luís deve procurar-se no plano estratégico evidenciado aquando de uma reunião de quadros do PSD em que Passos declarou que o grande objectivo político do Governo era o de “democratizar a economia”. “Democratizar a economia” consistiria na desregulamentação das relações de trabalho – ou seja, patrões e empregados “democraticamente” colocados no mesmo plano, sem protecções, nem privilégios à parte mais fraca – e na eliminação dos velhos poderes fácticos que continuavam a desempenhar um papel preponderante e altamente nocivo na economia portuguesa.

Esta a estratégia de Passos. E é à luz desta estratégia que tudo se explica e compreende. E …depois continuem a dizer que ele não sabe o que anda a fazer!» (JM Correia Pinto in blog «Politeia»)

quinta-feira, 26 de março de 2015

CORRE RAPAZ CORRE – UM FILME SOBRE O NAZISMO QUE ACABA A MEIO


«Corre rapaz corre» é um filme sobe o nazismo, que, globalmente, se pode considerar bom.
O nazismo é puro racionalismo ao serviço do Mal. A selvajaria dos alemães fica clara, assim como o colaboracionismo de muitos polacos. É um rapaz judeu que foge para salvar a vida.
No fim aparecem os russos, melhor, o Exército Vermelho, da URSS, que vai aniquilando o poder nazi à sua passagem até concretizar a conquista de Berlim, que dá origem ao fim da guerra, de que o rapaz toma conhecimento através da rádio.
Cresce e acaba por ir parar a Israel.
Os judeus foram torturados e assassinados, à escala industrial, pelos alemães, cerca de seis milhões foram mortos.
O nazismo foi um produto do capitalismo e da Democracia, Hitler ganhou eleições livres. A maldade pura do nazismo tornou-se contagiosa e de tal maneira que as principais vítimas do nazismo, os judeus, foram martirizados e contagiados pelo Mal Absoluto. As selvajarias dos judeus sobre os palestinianos revelam contágio do Mal Absoluto.

Também os actuais países da NATO foram contagiados pelo nazismo. A NATO é uma organização imperial inspirada no imperialismo nazi… 

quarta-feira, 25 de março de 2015

TEMPO DE QUEDA E DE DECADÊNCIA


O ex-primeiro-ministro José Sócrates é um preso político preventivo, à boa maneira salazarista.
A família Espírito Santo está em queda livre, aquela que foi a família, da alta burguesia, mais poderosa da III República.
Cavaco Silva está em queda livre de popularidade, os que não votaram nele estão decepcionados com ele, mas também muitos dos que votaram nele.
O governo de Passos Coelho está em queda, tem feito patifarias em cima de patifarias, à maioria dos portugueses, é governo sem princípios válidos, é imoral, com ilegalidades em cima de ilegalidades.
François Hollande está em queda livre e Rajoy também, por se ajoelharem perante Berlim e suas barbaridades austertárias.

A chamada «União» Europeia caiu ao chão, em vez de melhorar a qualidade de vida dos cidadãos «ajudados» leva-os à ruína, fabrica desemprego, empobrecimento, pobreza e fome.

O regime da III República de Portugal, nos últimos anos, criou um ambiente semelhante ao dos 3 últimos nos da Monarquia Constitucional cartista.
Gostaria que das eleições de Setembro emergisse uma coligação de Esquerda para governar Portugal.
O governo da Alemanha (Direita + SPD) chantageia, oprime e insulta barbaramente a Grécia governada pelo Syriza, que resolveu sair do rebanho…
O tempo histórico na Europa acelerou bruscamente com a derrota monumental dos partidos servos da Alemanha na Grécia.
É difícil fazer previsões para um mês, e muitíssimo mais para um ano…

A grande esperança dos portugueses está na queda do governo de Passos Coelho e Paulo Portas, através das eleições de 2015. Se depois destas legislativas o PSD e o CDS saírem de cena será um grande passo em frente.

terça-feira, 24 de março de 2015

TEMPO DE QUEDA DE UMA FAMÍLIA DA ALTA BURGUESIA PORTUGUESIA PORTUGUESA QUE ARRUINOU MUITA GENTE QUE NELA CONFIAVA


Vivemos o tempo da queda da família da alta burguesia mais poderosa na III República de Portugal, que arruinou totalmente alguns pequenos investidores que nela confiavam.

O governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, ficou mal na fotografia e no Parlamento tentou justificar-se, mas como regulador falhou mesmo.

segunda-feira, 23 de março de 2015

O SUICÍDIO POLÍTICO DO PS DE HOLLANDE



O PSF ao imitar a Direita, com a política de submissão ao neoliberalismo e à ditadura de Berlim, mostrou que assim não tem espaço político. O PSF de Hollande submisso à austeridade ou empobrecimento imposto pela ditadura de Berlim não tem espaço político, porque para isso há a Direita tradicional.

domingo, 22 de março de 2015

A DIREITA ACHA QUE OS INDVÍDUOS DA ESQUERDA TÊM QUE SER UNS DESGRAÇADOS ESFOMEADOS. NUNCA OUVIRAM FALAR DO EMPRESÁRIO RICO FRIEDRICH ENGELS

Os indivíduos da Direita, nos seus delírios, acham-se donos das democracias burguesas, porque são as únicas que existem (o poder económico pertence à plutocracia burguesa ou oligarquia burguesa). Não há nenhuma democracia que não seja dominada pela alta burguesia em 2015.
Então os da Direita pensam que os da Esquerda ou são pobres ou devem ir à falência para se tornarem pobres.
As democracias burguesas vivem da domesticação dos povos, mas essa domesticação falhou na Grécia, em 2015.

"Varoufakis, a esquerda e o caviar




«Deu brado a reportagem da Paris Match com o ministro grego das Finanças Yanis Varoufakis. (...) A maioria dos indignados (...) não pode aceitar que um homem que se diz de esquerda tenha uma boa casa, com vista para a Acrópole, e, imagine-se, beba vinho branco à refeição. Para a direita chouriço, embrutecida pelo reaccionarismo, a esquerda caviar, aquela que tem bom gosto, educação, cultura e aprecia os prazeres da vida, é uma afronta.

E porquê? Porque a direita chouriço considera que o povo, e ainda mais o povo de esquerda, deve viver na miséria, não ter dentes, contentar-se com pouco, ou nada. A felicidade é coisa para os muito ricos que a direita chouriço venera e protege custe o que custar. Se a esquerdalha começa a gostar das coisas boas onde é que isto vai parar? (...)

Este preconceito, como tantos, tem pouco a ver com a realidade. A esquerda organiza-se para defender os mais humildes e com menos poder, os descamisados, por imperativo de um pensamento e de uma visão elaborada do mundo. Mais liberdade, mais progresso, em resumo. Na origem das ideias de esquerda estão normalmente homens e mulheres com acesso à educação, algum bem-estar ou mesmo riqueza. Karl Marx nasceu numa família abastada de Trier. O seu parceiro de luta, Friedrich Engels, com quem escreveu o Manifesto Comunista, era rico por via da importante indústria têxtil familiar. O anarquista Mikhail Bakunin tinha ascendência nobre. O pai de Fidel Castro foi um emigrante galego que depressa se tornou num rico produtor de cana do açúcar. Álvaro Cunhal, para citar um comunista português, nasceu numa família da alta burguesia. Mário Soares sempre foi rico. Francisco Louçã nunca foi pobre. (...)

Qualquer sociedade que se preze deve ambicionar o enriquecimento colectivo, seja sob a forma de oportunidades para todos, seja de bem-estar e felicidade geral. A riqueza não é uma mera acumulação de dinheiro. A riqueza é aquilo que permite à espécie humana evoluir, desde o plano individual ao colectivo. Só a riqueza permite realizar as mais arrojadas ambições humanas. Curar todas as doenças, viver para sempre, conquistar o espaço, imaginar o impossível. Já para não falar de garantir condições de vida digna para todos. Por isso, da mesma forma que ser pobre não é sinónimo de ser de esquerda, ser rico não é sinónimo de ser de direita. Aliás, a esquerda é em si mesmo uma importante riqueza das nossas sociedades. Porque quer mudar o que está mal e se bate pelo bem colectivo. Porque é uma força de reforma, inovação e quando necessário de revolução. Porque tem sido, desde sempre, e só pode continuar a ser, o principal motor da melhoria da condição humana. Com ou sem caviar.»

Leonel Moura"
(In blog «Entre as brumas da memória»)

MÁRIO DRAGHI É O MAFIOSO QUE AJUDOU A FALSIFICAR AS CONTAS DO ESTADO DA GRÉCIA QUANDO ESTAVA A DIRIGIR O GOLDMAN SACHS EUROPA


sábado, 21 de março de 2015

O CONTO DE FADAS DA LISTA VIP. NEM AS CRIANÇAS ACREDITAM NO COELHO NEM NA MULLHER QUE SE SENTOU AO LADO DO MF DA ALEMANHA


«A tal lista




«Querem que acreditemos que foi um miserável quadro das finanças que se lembrou de fazer a lista VIP sem dizer nada a ninguém. Pois, aposto que também criou uma lista de gajas boas. Alguém acredita que o desgraçado fez a lista sem dizer nada ao chefe? Não me digam que um pobre quadro do Fisco estava muito preocupado com os VIP. Só se o "Fama Show" está a dar cabo deste país.

Um problema é que, entretanto, o director-geral diz que ele também não é responsável nem mandou fazer a lista, nem conhece quem tenha mandado. Estamos perante uma lista que surgiu de geração espontânea, um pouco como o Novo Banco. Maria Cavaco ainda vai dizer que a lista era o terceiro segredo de Fátima. (...)

A meu ver, esta lista VIP é um escândalo que devia fazer rolar cabeças e não a pobre cabecinha do Brigas. Ter uma lista destas é como chegar ao restaurante e ter sala privada porque sou VIP, mas somos todos clientes e donos do restaurante e somos obrigados a ir lá almoçar e jantar. (...) A lógica da lista VIP é a habitual: há cidadãos de categoria A e D. Porque o funcionário das finanças não pode aceder ao ficheiro do PM, mas pode aceder ao da ex-namorada, do vizinho que estende a roupa molhada, ou da próxima que ele quer papar.»  

João Quadros»
(Ct. in blog «Entre as brumas da memória»

sexta-feira, 20 de março de 2015

JOSÉ SÓCRATES ESTÁ PRESO E OS TERRORISTAS QUE MATARAM O PADRE MAX SÃO ELOGIADOS E UM ATÉ TEM UMA ESTÁTUA



Terrorismo igual ao do Estado Islâmico já tivemos em Portugal, e os terroristas foram bem-sucedidos. Mataram o padre Max e uma mulher que seguia no carro dele.

quinta-feira, 19 de março de 2015

A GRÉCIA PREPARA A SAÍDA DO EURO

A GRÉCIA PREPARA A SAÍDA DO EURO, PORQUE A MÁFIA NEOLIBERAL DA DIREITA E DA INTERNACIONAL «SOCIALISTA» QUER QUE OS GREGOS MORRAM À FOME!!!!

«A estratégia do Syriza chegou ao fim



Hoje à noite haverá uma reunião ao mais alto nível da UE com o Primeiro-Ministro grego. Há minutos, ouvi declarações de Angela Merkel que desvalorizam esta reunião. Não é este o enquadramento institucional para que se tomem decisões, disse. Manifestamente, a estratégia de confronto desenhada pelo Syriza não deu os resultados pretendidos.

Sobre a presente situação, o economista Costas Lapavitsas, deputado do Syriza, deu uma entrevista muito esclarecedora. Traduzo este pequeno excerto:

"Penso que a liderança do partido sabe que tem pela frente uma escolha difícil: mantemos-nos fiéis ao programa que apresentámos ao povo grego? Ou submetemos-nos ao que as instituições, o Grupo de Bruxelas, a troika ou o que lhe queiram chamar, nos querem obrigar a fazer? Estas duas coisas são incompatíveis.

Então não há um caminho intermédio?

Não há um caminho intermédio. A Zona Euro não o permite. Pergunta-me se penso que a liderança foi surpreendida? Sim, suspeito que foram em alguma medida. Porque a minha leitura da situação é a de que a liderança acreditava realmente que se poderia mudar os alinhamentos políticos, podia-se mudar a aritmética eleitoral e, nessa base, mudar a Europa, mudar as políticas europeias.

Então o que deverá fazer o governo grego, na sua opinião?

A Grécia precisa de ponderar o verdadeiro caminho alternativo, deixar esta união monetária falhada.
Claramente, é o único caminho que estava disponível desde o início - basicamente, a saída. Se vamos aplicar este programa, como o Syriza proclamou, e que não é radical - o programa do Syriza é apenas keynesianismo moderado -, precisamos de pensar seriamente sobre como vamos sair da Zona Euro."»
(In blog «Ladrões de Bicicletas»)

A LISTA VIP É CONTRA O PRINCÍPIO DA IGUALDADE PERANTE A LEI


A LISTA VIP DO IRS existiu mesmo. Os mentirosos do costume, Coelho e compadres, andaram a dizer que não havia uma lista de contribuintes especiais… mas havia mesmo…

Há um Estado dentro do Estado ou o Coelho é que deu a ordem para a elaboração da LISTA VIP dos privilegiados…

quarta-feira, 18 de março de 2015

EXTREMA-ESQUERDA ALEMÃ DENUNCIOU VIOLENTAMENTE EM FRANKFURT OS CRIIMES CONTRA A HUMANIDADE DO «BCE»


A evolução média da espécie humana em termos éticos e morais é muito baixa em 2015.

Se fosse elevada os dirigentes do «BCE» seriam julgados em Nuremberga, como foram os dirigentes nazis, por crimes contra a Humanidade.
O «BCE» espalha desemprego, pobreza, fome, sofrimento e morte.

terça-feira, 17 de março de 2015

SOBRE A ESSÊNCIA HUMANA


Auschwitz não devia ter existido, mas existiu.

A responsabilidade do que aconteceu em Auschwitz não é só de Hitler e da elite nazi, é também de todas as pessoas que votaram em Hitler, em eleições livres.
Hitler e os que votaram nele, em eleições livres, estavam cheios de maldade pura.
Os nazis eram alemães, mas as suas crueldades ultrapassaram a Alemanha e caracterizam parte da espécie humana.
Há muita maldade humana em estado puro, mas há também outra parte da espécie humana que luta pelo bem comum.
Numa época em que se fala tanto em religiões há que não esquecer que há muitas pessoas que não acreditam em nenhuma delas. E entre os não crentes há muitos que usam a dúvida metódica cartesiana aplicada aos que professam as religiões, e algumas pessoas que as professam fazem o contrário daquilo que pregam.
Na política, em muitos casos, há quem faça o contrário daquilo que apregoa (como o Passos Coelho).

A religião troikal-neoliberal fez mais selvajarias contra Portugal e contra a Grécia do que o chamado Estado Islâmico.

domingo, 15 de março de 2015

A DIREITA DIVERTE-SE COM O SOFRIMENTO DAS PESSOAS ESPEZINHADAS POR BERLIM E PELO REBANHO DO EUROGRUPO


Passos Coelho disse que o programa do seu governo era empobrecer os portugueses. Um bocado surpreendentemente uma família da alta burguesia financeira também empobreceu, a família Espírito Santo. É uma excepção à regra.
A pequena minoria da alta burguesia tem enriquecido globalmente, embora como foi referido, nem toda essa pequena minoria, que constitui cerca de 1% da população.
Os trabalhadores assalariados tem sido arruinados. Houve uma brutal descida dos rendimentos disponíveis de muitas famílias que têm que vender activos para não irem à falência. As chamadas classes médias com têm sido empobrecidas brutalmente. Mas, há casos de falência efectiva, de famílias das chamadas classes médias. O desemprego tem atirado para a ruína muita gente. É que acaba o subsídio de desemprego e não aparece emprego para muita gente.
Abaixo das classes a situação é desoladora, em muitos casos há fome, sim há mesmo fome!
Os funcionários públicos e os reformados foram atingidos violentamente com os cortes nos subsídios de férias e de Natal. Salvou-os o Tribunal Constitucional. Mas o dinheiro abruptamente confiscado foi muito e criou situações muito más, que muitos não imaginavam nos piores pesadelos!
A derrocada da qualidade de vida dos funcionários públicos e dos reformados arrastou consigo grande parte do sector privado. O mercado interno empobreceu de tal maneira que muitas empresas faliram e outras fizeram muitos despedimentos. A baixa dos rendimentos dos funcionários públicos e dos reformados do sector público e também do sector privado pressionou a diminuição dos salários no sector privado.
O chamado factor trabalho empobreceu muito. Mas os que não perderam o emprego viram a qualidade das condições trabalho diminuir muito. PRECARIEDADE é um conceito que explica a insegurança de muitos assalariados, do sector privado e do sector público. O trabalho precário é uma marca dos tempos que correm… Muitos trabalhadores deixaram de ser tratados como pessoas e passaram a ser tratados como números.
Houve um retrocesso civilizacional de grande magnitude.
Portugal entrou para a «União» Europeia para que a qualidade geral de vida melhorasse… e, de repente, dessa falsa «União Europeia» vieram ordens para um retrocesso civilizacional de alta magnitude!!!!!!!!!!!!!!!
Na Grécia arruinada surge um governo que faz frente às desgraças impostas por Berlim e pelos seus lacaios… Ameaças, chantagens, insultos violentos de Berlim e dos seus lacaios, abatem-se sobre o governo da Grécia liderado pelo Syriza…

Se alguém sai do rebanho, dirigido pelo pastor alemão é violentamente atacado…

sábado, 14 de março de 2015

CONTRA A RELIGIÃO TROIKAL-NEOLIBERAL E OS SEUS DOGMAS


Os dogmas da religião troikal-neoliberal são muitos: empobrecimento do factor trabalho a que chamam austeridade, privatizações, de tudo o que dá lucro, e na «União» Europeia o  maldito «TRATADO ORÇAMENTAL», assinado pelo PSD, CDS e PS… que provoca a austeridade «eterna»…


"A responsabilidade da audácia



O artigo de Sandra Monteiro em Le Monde Diplomatique (ed. portuguesa) de Março:

«Como vamos sair disto? Organizando-nos e lutando, em todos os tabuleiros possíveis, para mudar uma correlação de forças que nos é altamente desfavorável. Fazendo os compromissos capazes de conseguir, desde já, o essencial: reverter a austeridade; reestruturar a dívida; fortalecer o Estado social; impor justiça à máquina fiscal e contributiva; mudar, ou incumprir, os tratados (orçamentais, comerciais) que impedem o desenvolvimento das economias e a estabilização de padrões de vida dignos em termos sociais e laborais.

As forças e os poderes que beneficiam com a crise austeritária e com a financeirização da economia têm todo o interesse em afirmar que isto é impossível. Que são delírios radicais de quem não vê as melhorias e não percebe que só com mais austeridade (e mais dívida, portanto) e mais cumprimento dos tratados europeus e das regras impostas pelas instituições da globalização neoliberal, é que a receita mostrará todas as suas potencialidades salvíficas.

Esta receita pode ter enganado muitos, mas já não engana a maioria. Porque não resiste à realidade de populações que vivem cada vez pior. Esgota-se nas suas próprias contradições e mentiras. Esgotou-se para o povo grego, que perdeu a esperança nas políticas austeritárias e foi encontrá-la onde elas eram recusadas com determinação e clareza, abrindo a porta para que outras alternativas comecem a ser possíveis. De imediato choveram, do lado dos poderes e instituições europeias, ideias verdadeiramente democraticidas: não há alternativa à arquitectura e às políticas (hoje) dominantes; as eleições não têm capacidade para mudar nada (seja qual for a vontade popular democraticamente expressa).

Pelo menos tão perigosas como estas são duas outras mensagens que se tenta passar, não apenas ao povo grego, mas a todos os europeus: em primeiro lugar, que quem defende políticas de reversão da tragédia social, ou até humanitária, só pode ser um radical de extrema-esquerda (quando ainda há pouco seria visto como um moderado social-democrata); em segundo lugar, que quem está numa posição de fragilidade (porque precisa de recorrer a crédito externo, por exemplo) não pode fazer outra coisa senão ser subserviente e aceitar tudo o que lhe é imposto.»"
(«Cit in blog «Entre as brumas da memória»)

sexta-feira, 13 de março de 2015

O 11 DE MARÇO É O DIA A SEGUIR AO DIA 10

«NO ANIVERSÁRIO DO 11 DE MARÇO




A PROPÓSITO DE UM ARTIGO DO EXPRESSO




Tomei agora conhecimento de um artigo publicado na Revista do Expresso sobre um putativo projecto de decreto-lei que visava criminalizar todos os que tinham colaborado com o regime fascista (pides, políticos e vários outros). Há dias um amigo meu disse-me que o jornalista que publicou esse artigo “estava a investigar” o assunto e quereria falar comigo para me perguntar o que é que eu conhecia sobre ele. Como logo disse a esse meu amigo que nunca tinha ouvido falar em tal coisa e muito menos visto tal documento, o jornalista deve ter-se desinteressado do meu depoimento e não me contactou.

Depois de ter lido o que foi publicado, acho interessante dizer o seguinte: o dito jornalista não sabe donde provém o dito papel nem onde foi discutido, mas sabe que esse dito papel estaria guardado numa gaveta do advogado José Manuel Galvão Telles que agora o terá dado a conhecer. E ter-lhe-ia lá chegado pela mão de Vítor Alves, ou melhor, do Gabinete de Vítor Alves (Maria João Seixas, sua adjunta) que todavia também não sabe quem lho enviou.

Não há uma única pessoa quer do Gabinete de Vasco Gonçalves quer das que tinham assento no Conselho de Ministros (ministros e Secretários de Estado) que alguma vez tenha tratado do assunto nessa sede. O mesmo se diga do Conselho da Revolução.

Das pessoas ouvidas sobre o assunto, há as que tiveram acesso ao documento (Galvão Telles, Sousa Brito) e as que opinam sobre ele sem nunca o terem visto e sem nunca terem ouvido falar dele na época em que supostamente existiu.

Fala-se também no dito artigo de umas prisões, por sabotagem económica, de alguns empresários de segunda linha muito próximos do fascismo. Vasco Vieira de Almeida conta uma história que não está em condições de provar e que a mim, que conhecia bem o meio, me parece muito puco verosímil ter-se passado nos termos narrados. Outros falam dessas prisões com a hipocrisia típica de quem descontextualiza os factos e os comenta como se estivessem a ocorrer hoje, numa situação “politicamente normalizada”.

Enfim, é a História a reescrever-se todos os dias à luz do presente. Pior do que isso: é a história e o jornalismo a fazer-se segundo os padrões éticos de um qualquer “rui santos” que disserta sobre qualquer tema ou intriga com base em sucessivos processos de intenções completamente à revelia de qualquer facto susceptível de suportar as conclusões a que se pretende chegar ou indiciar.

Mas sobre o dito documento, importa ainda dizer o seguinte: muita, muita gente considerou que Revolução se desprotegeu ao não ter agido com mais firmeza contra os grandes baluartes do fascismo, advogando uma responsabilização dos seus principais agentes conexionada com o exercício das funções exercidas, à semelhança do que se fez um pouco por toda a parte depois da II Guerra Mundial relativamente aos nazis, aos fascistas e aos colaboracionistas em geral.

A Revolução é um processo altamente dinâmico em que todos os dias acontecem coisas novas e por vezes surpreendentes. As necessidades da luta revolucionária mudavam a cada dia sempre em função dos objectivos traçados e da acção contra-revolucionária. E como os “pides” a muito breve trecho deixaram de constituir um problema (ficou célebre aquela tarja da Penitenciária de Lisboa, onde vários estavam presos, que dizia: “Queríamos aderir e não nos deixaram!”) e como a maior parte dos responsáveis políticos e dos altos funcionários do fascismo breve se afeiçoou à nova situação política, é natural que esses “agentes do passado” tenham deixado de constituir um problema por mais que algumas vozes isoladas continuassem a exigir justiça e vingança.

Os problemas foram outros: numa primeira fase os spinolistas e certos meios económicos com eles imediatamente identificados pretenderam “normalizar” a Revolução colocando-a num patamar muito próximo daquilo que gostariam tivesse sido a transição marcelista. Nesta fase, a questão colonial teve importância. A Revolução e a independência das colónias estavam intimamente ligadas, pelo que qualquer movimento que tivesse em vista impedir esse objectivo facilmente se tornava no alvo principal da luta revolucionária, nesta fase e neste plano dominada pela iniciativa do MFA, nomeadamente Melo Antunes, e apoiada sem reservas pelos partidos de esquerda e com algumas reticências do PS de Soares que preferia identificar-se com Spínola embora nunca cortando, no plano retórico, as pontes com o outro lado para não ficar isolado.

Depois de esta fase ter sido superada e de Spínola ter sido obrigado a capitular anunciando num célebre discurso a independência das colónias como um dos objectivos da Revolução, entrou-se numa nova fase em que a luta andava à volta da questão de saber se o “Programa do MFA” admitia ou não mudanças estruturais no plano económico e social. Com os spinolistas ainda activos, já desligados do governo mas com poder nos quartéis, a clivagem na sociedade civil e nos meios políticos passava por aqueles que entendiam (e actuavam nesse sentido) que era função da Revolução avançar no domínio das conquistas sociais e económicas e aqueles, do lado dos quais estava o Partido Socialista, gestores e executivos que iniciaram a sua experiência empresarial no fim da ditadura e certos meios empresariais ainda activos, que achavam que o papel do Governo Provisório e do MFA era o de preparar o país para a realização de eleições constituintes no quadro das quais se institucionalizariam as principais reformas da sociedade portuguesa.

Acontece que a Revolução tem os seus ritmos, tanto os impostos directamente pelo movimento revolucionário como os gerados pela reacção que estes provocam, acabando, muitas vezes, por se fazer num dia aquilo que há meses vinha sendo discutido. Os spinolistas e a direita, cada vez mais marginalizados pela marcha da Revolução, principalmente pelo clima que então se vivia, organizam nova acção destinada a tomar o poder e a pôr cobro a qualquer tipo de veleidade revolucionária, interpretada num sentido muito lato. Dito de outro modo: o objectivo era o de recriar um poder autoritário que provavelmente iria até onde fosse necessário e até onde fosse capaz de se afirmar.

Mais uma vez foram derrotados pelo MFA e pelo Povo. Explorando o sucesso da vitória as forças revolucionárias institucionalizaram o MFA e alteraram as bases económico-sociais da sociedade portuguesa, nacionalizando os principais meios de produção e a maior parte da terra a sul do Tejo. Apanhado nas curvas e vertigens da Revolução, o PS viu-se obrigado a apoiar com indisfarçável mal-estar a situação política saída do 11 de Março. Esgotada a cartada spinolista, sem ligações ao MFA, o PS estava destinado a passar um mau bocado se a Esquerda Revolucionária tivesse tido o bom senso de nunca alienar uma parte do MFA mesmo que para isso tivesse de desacelerar o ritmo da Revolução e aceitar um status quo mais consensual entre as forças que importava manter do mesmo lado.

Mas como a Revolução é uma vertigem, uma espécie de paixão avassaladora não há razão que se imponha nem calculismo que nela sobreviva. E foi assim, abreviando, que chegamos ao que hoje temos!» (JM Correia Pinto, in blog «Politeia»)

quinta-feira, 12 de março de 2015

O PROGRAMA ELEITORAL DO PSD E DO CDS PARA AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES É FAZER AINDA MAIS CORTES NOS RENDIMENTOS OS TRABALHADORES DO SECTOR PÚBLICO E PRIVADO E DOS REFORMADOS

Se o PSD e o CDS ganhassem as próximas eleições tínhamos uma ainda mais brutal lista de cortes nos rendimentos dos trabalhadores e dos reformados tanto do sector público como privado. Esperemos é que sofram uma pesada derrota.

quarta-feira, 11 de março de 2015

BELMIRO AZEVEDO ROUBOU A FORTUNA DO PATRÃO, O BANQUEIRO PINTO DE MAGALHÃES, PELO MÉTODO SICILIANO DE EXTORSÃO SOBRE A VIÚVA E O PODER JUDICIAL «LEGALIZOU» ESSA EXTORSÃO SICILIANA


O poder judicial que mantém o ex-primeiro-ministro José Sócrates na cadeia sem julgamento foi o poder judicial que «legalizou» o roubo por extorsão da fortuna monumental do banqueiro Pinto de Magalhães por Belmiro de Azevedo.


Belmiro de Azevedo, forçou, por extorsão, típica da Máfia siciliana, a debilitada viúva do banqueiro Pinto de Magalhães, a dar-lhe a sua fortuna e ela «deu-lha»...

A família Pinto de Magalhães perante este roubo tão ostensivo foi para tribunal contra Belmiro Azevedo e o poder judicial «legalizou» a extorsão!!!!!!

terça-feira, 10 de março de 2015

COELHO EM FUGA, CAVACO QUER PROIBIR A CAÇA AO COELHO…


O «grande estadista» Cavaco Silva é um político mesquinho, sempre ao lado das vigarices do Coelho.
Passos Coelho mentiu, descaradamente, para ganhar eleições, disse que não cortava o subsídio de férias e o subsídio de Natal mentirosamente. Cortou, brutalmente, os subsídios de férias e de Natal, arruinando muitas famílias. Andou a arruinar os outros e fez falcatruas com a Segurança Social e no IRS para benefício próprio…
«A tolerância zero foi o critério que o Governo PSD-PP anunciou como cerne da sua política. Só que se tratou de tolerância zero apenas para com os cidadãos comuns, contribuintes habituados a viver acima das suas possibilidades e cujos luxos tinham condenado o país a uma dívida gigantesca. Tolerância zero para com os desempregados e pensionistas, habituados a subsídios e pensões de luxo que era preciso cortar. Tolerância zero para com os pobres, que viviam à tripa-forra de RSI e de abonos de família que foram reduzidos ou cortados. Tolerância zero para com os recibos verdes que ganhavam fortunas que por vezes chegavam mesmo a exceder o salário mínimo. Tolerância zero para com os utentes do SNS que tiveram de passar a pagar mais por uma urgência hospitalar do que por uma consulta privada. E tolerância zero para com os cidadãos gregos, culpados dos mesmos pecados e do pecado de terem votado à esquerda. Mas esta tolerância zero viveu e vive paredes-meias com a tolerância infinita, com a libertinagem permitida a banqueiros e gestores que levaram as suas empresas à falência fazendo desaparecer não se sabe bem em que bolsos milhares de milhões de euros, aos autores de fugas ao fisco gigantescas, às PPP e swaps que garantiram enormes lucros sem risco à custa dos contribuintes, às Tecnoformas que ganharam dinheiro sem se saber porquê e que pagaram a consultores sem se saber em troca de quê. O primeiro problema da tolerância zero é esse: o da falta de equidade. É que nunca a tolerância zero se estende a todos.

O que mais choca nas dívidas de Pedro Passos Coelho à Segurança Social é esta desigualdade: a tolerância e a compreensão que pede para si, um político experiente e bem pago, e a tolerância e a compreensão que não teve para centenas de milhares de famílias pobres. (...)

Hoje sabemos que o primeiro-ministro recebeu durante anos uma remuneração que não é claro se se devia a trabalho realizado ou se se destinava apenas a “abrir portas”. Que não pagou ao Estado durante cinco anos uma contribuição que devia ter pago. Que diz que não pagou porque não sabia que devia pagar. Ou porque não tinha dinheiro. Que quando soube que devia, adiou o pagamento. Que só pagou parte da dívida quando soube que um jornal ia publicar a história. Que o devemos desculpar porque não é perfeito.


A tolerância é apenas outro nome do bom senso e da humanidade. Não queremos ser condenados pelo primeiro deslize, pela mínima falta. Mas ao recusar para os outros qualquer magnanimidade, o primeiro-ministro perdeu o direito a beneficiar de qualquer atenuante.» (José Vítor Malheiros in jornal «Público», cit. in blog «Entre as brumas da memória»)

segunda-feira, 9 de março de 2015

QUANDO ABRE A CAÇA AO COELHO? É NECESSÁRIA A CAÇA AO COELHO


Coelho beneficiou da ausência da caça ao coelho durante cinco anos. Os sermões do Cavaco são só para os cavaquistas, para quem não é cavaquista valem zero. Mesmo contra a vontade do Cavaco é preciso abrir a caça efectiva ao coelho.


domingo, 8 de março de 2015

DAS LUTAS DE LUTHER KING À PRESIDÊNCIA DE BARACK OBAMA



A Revolução Liberal que conduziu à independência dos Estados Unidos (1776), tinha como fundamento ideológico as correntes iluministas francesas que defendiam a república contra a monarquia. Como os textos dos iluministas franceses republicanos são diversos, parece-me importante referir o livro de Jean-Jacques Rousseau «O Contrato Social» (1762), que viria a ser considerado a «Bíblia» da I República da França, implantada em 1792. Mas, além de defender a república contra a monarquia este livro de J-J Rousseau, defendia a soberania popular (conceito que está na base da Democracia Contemporânea) e… condenava total e absolutamente a escravatura…
A República dos Estados Unidos recuperou a ideia da Democracia da Grécia Antiga, que era esclavagista…
Quando o presidente Lincoln prometeu acabar com a escravatura, os Estados do Sul deram origem a dois países distintos, a Confederação dos Estados do Sul esclavagista e o resto dos Estados Unidos (a União). A chamada Guerra da Secessão dos Estados do Sul terminou com a vitória dos Estados do Norte (1861-1865) e com a consequente extinção da escravatura. É bom lembrar que quando era óbvia a vitória de Lincoln, este foi assassinado e parte dos elementos do seu governo por uma conspiração sulista-esclavagista (em 15 de abril de 1865), mas a guerra ainda não tinha terminado (acabou em 28 de Junho de 1865).
Depois da libertação dos escravos foi criado, de facto, um regime de apartheid que só terminou na década de 1960, durante a presidência de Johnson.
Luther King foi assassinado (1968) por causa da sua luta contra o apartheid, pela igualdade no direito de voto.

Sem dúvida que a primeira vitória eleitoral para presidente da República dos Estados Unidos do negro Barack Obama, graças aos votos de homens e mulheres brancos, foi um acontecimento histórico quer a nível interno quer a nível planetário (e a segunda também). Muita gente esperava era muito mais do presidente Barack Obama e ficou desiludida. Mas hoje é dia de realce daquilo que foi, efectivamente, o grande avanço civilizacional, que representou a eleição de um negro para presidente da República dos Estados Unidos. Barack Obama não esqueceu aqueles que lhe abriram o caminho e comemorou os 50 anos da marcha de Selma.

DIA INTERNACIONAL DA MULHER - ÂNGELA MERKEL MANDA NA «UNIÃO EUROPEIA» E ESTÁ EM GUERRA QUENTE CONTRA A RÚSSIA ATRAVÉS DOS LACAIOS DE KIEV E EM GUERRA FINANCEIRA CONTRA A GRÉCIA


A ALEMANHA DE HITLER (ÂNGELA MERKEL + SPD?) A ITÁLIA DE MUSSOLINI (RENZI?) E OS EUA DE OBAMA AMEAÇAM ATACAR A RÚSSIA COM NAVIOS DE GUERRA, BASEADOS NA BULGÁRIA




sábado, 7 de março de 2015

A MITOLOGIA NEOLIBERAL DAS PRIVATIZAÇÕES É CONTRA O BEM COMUM


Uma das aberrações da Troika (FMI + «CE» + falso «BCE») é roubar à maioria dos cidadãos empresas, altamente rentáveis e estratégicas, para as vender a quem tiver dinheiro (ou a quem não o tendo o consiga arranjar). E, em termos de dívida pública, os lucros dessas empresas serviriam para enriquecer o Estado, serviriam para que o Estado obtivesse receitas.

Cavaco já anda a apoiar a campanha eleitoral do Passos Coelho, há que agradecer a negociata do lucrativo Pavilhão Atlântico.


"A EDP vai distribuir 1,040 mil milhões de euros de lucros. Se esta ainda fosse uma empresa pública, esses lucros constituiriam receita no Orçamento do Estado. Tomando como base comparativa os gastos do Estado em rubricas importantes no ano de 2015, conclui-se que é um montante equivalente a mais de metade da despesa da Segurança Social em subsídio de desemprego, a cinco vezes mais que o rendimento social de inserção ou, noutra ótica, a mais de um quarto do investimento público. Se a EDP ainda fosse uma empresa pública, Portugal poderia não ser um dos países da Europa com o preço da energia mais caro. Se a EDP fosse uma empresa pública não existiriam as tais rendas excessivas de que todos falam. Para onde vai o milhão e quarenta mil milhões? Quanto desaguará em investimento produtivo? Quantos empregos irá criar? 

Segundo o jornal "i", desde 2010 até 2014 os gestores e acionistas da PT levaram para casa 3,5 mil milhões de euros. Nesse mesmo período as remunerações dos trabalhadores da empresa diminuíram 5,3%, a remuneração fixa e variável dos administradores aumentou 19%. Se ainda fosse uma empresa pública, grande parte destes 3,5 mil milhões de euros poderia ter sido reinvestida na empresa, desenvolvendo-a e criando emprego e também podia ter ajudado a reforçar os orçamentos da saúde, da educação, ou da proteção social. Em vez disso, para onde foram os 3,5 mil milhões de euros? Esse valor é pouco menos de metade do valor pelo qual foi vendida a PT." »

(Manuel Carvalho da Silva, Jornal de Notícias, cit. In blog «Ladrões de Bicicletas»)

sexta-feira, 6 de março de 2015

quinta-feira, 5 de março de 2015

O COELHO FUGIU AOS IMPOSTOS A GRANDE VELOCIDADE


Passos Coelho fugiu aos impostos, de modo continuado.

O moralista Passos Coelho prega muito para os outros uma moral que não se aplica a ele próprio.


«Após ter votado a lei de bases da segurança social, um deputado diz desconhecer as suas obrigações legais para com a segurança social. Após ter passado anos a dar aulas de catequese, um catequista diz ter ficado com a ideia de que a obediência aos mandamentos era opcional. (...)


Milhares de cidadãos falham o pagamento dos impostos na data estipulada e justificam-se dizendo que o jornal Público não teve a gentileza de os incentivar a saldar a divida.» (Ricardo Araújo Pereira in revista «Visão», cit. in bog «Entre as brumas da memória»)

É interessante um político não saber que tem que pagar impostos…!!! Dá jeito não pagar, é muito desagradável é pagar.

quarta-feira, 4 de março de 2015

ESTADO ISLÂMICO - UMA OPINIÃO EXPLICATIVA

«Quando a vergonha é pouca, de José Goulão



 O Egipto e o Qatar bateram de frente na última reunião da Liga Árabe por causa do Estado Islâmico

O assunto passou quase despercebido, se é que não foi escondido, à douta comunicação social agora entretida a demonizar o Estado Islâmico, e com fartas razões para isso. Mas escapando-lhe o essencial.
E o choque entre o Egipto e o Qatar faz parte do essencial, o oportunismo, a falta de vergonha e a desumanidade que campeiam nas relações internacionais.

 O Egipto está em pânico com o Estado Islâmico porque o grupo se instalou no Sinai, onde continua a reforçar-se, em grande parte devido às consequências do golpe militar que, com o apoio dos Estados Unidos, da União Europeia e da NATO, restabeleceu o regime castrense no país trocando o general Mubarak, fora do prazo de validade, pelo general Al-Sisi. Além de terem espezinhado todos os valores democráticos manifestados através do movimento de Primavera Árabe – que no Egipto foi genuíno – os militares e os seus patronos lançaram-se numa caça contra a Irmandade Muçulmana, a qual, entre muitas culpas, a única que não tem é a de ter ganho com vastas maiorias absolutas todas as eleições livres e limpas realizadas no país. Para o melhor e o pior, é assim que funciona a democracia.
Até aqui, os militares egípcios foram compagnons de route do Qatar e outros regimes que têm como regime-mãe a ditadura terrorista da Arábia Saudita. O caldo entornou-se a seguir, principalmente quando a caça à Irmandade Muçulmana iniciada pelos militares egípcios provocou uma radicalização, óbvia, do islamismo egípcio, oportunidade que o Estado Islâmico não enjeitou. O Egipto viu-se então a braços com mais este problema, que o Qatar e todas as outras ditaduras do Golfo, sob a batuta da Arábia Saudita, continuam a alimentar sem que tal obste a que prossigam as suas alianças políticas, económicas e militares com o civilizado Ocidente.

 Não é necessário ir muito fundo na análise para se perceber que qualquer estratégia montada contra o Estado Islâmico estará votada ao fracasso se não assentar no isolamento das petromonarquias do Golfo, os seus principais financiadores e recrutadores. Ora nem essa entidade una e indivisível que dá pelo nome de eixo Estados Unidos-Israel, nem a União Europeia, deram qualquer sinal de confrontar a Arábia Saudita, o Qatar e apêndices com as consequências do seu apoio ao terrorismo islâmico. Pelo contrário, a família real saudita continua a refastelar-se nos Estados Unidos, a fazer circular toneladas de petrodólares sujos pelos circuitos financeiros internacionais; o Qatar é o menino bonito que prepara os estádios das mil e uma noites para o mundial de futebol de 2020, construídos com sangue de escravos; o Dubai & companhia transformaram-se em mecas do turismo novo-rico e em sujeitos admirados dos discursos basbaques de marionetes da política europeia, com Hollande e Renzi à cabeça; e o Bahrein continua a acoitar a estratégica Quinta Esquadra norte-americana.

Enquanto isso, o Egipto vê-se a contas com o Estado Islâmico no meio de uma crise social sem solução, mas em vez de o combater no Sinal vai fazer-lhe guerra na Líbia, isto é, cumpre a tarefa de que a NATO o incumbiu e que é a de tentar por um bocadinho de ordem num país que a NATO deixou no caos em que se encontra, fazendo-o desaparecer do mapa, que não do mapa dos grandes negócios do petróleo.

Por tudo isto, o Egipto e o Qatar bateram de frente na última reunião da Liga Árabe. É a ordem natural das coisas quando a ordem internacional é guiada pela falta de vergonha. Nada mais previsível, é a ordem natural das coisas, o primeiro ficou com o Estado Islâmico em casa ao permitir que outros lhe façam os trabalhos de casa, e o segundo financia-o.» (In blog «Antreus»)