quarta-feira, 29 de abril de 2015

PRESIDENTE DO EUROGRUPO DECIDIU PROIBIR A DEMOCRACIA NA GRÉCIA, ALEGANDO QUE A DEMOCRACIA É CARA

O analfabeto funcional que preside ao Eurogrupo, falou para os seus colegas e para as suas colegas também analfabetos funcionais, dizendo-lhes que está proibida a Democracia na Grécia. Para este analfabeto funcional a Grécia não pode fazer um referendo sobre o seu destino! Os analfabetos funcionais é que sabem lixar a Grécia.
Para este grupo de imbecis, pomposamente, designado por «Eurogrupo», a Civilização Europeia começou nas colónias bálticas da Alemanha...

POLÍCIAS PRENDERAM E ASSASSINARAM UM JOVEM NEGRO, POR PURA CRIMINALIDADE



Nos Estados Unidos, os polícias, prenderam e assassinaram e chamam aos assassinos «autoridades».

terça-feira, 28 de abril de 2015

O TERRORISMO DA TROIKA ABATEU-SE SOBRA A GRÉCIA E SOBRE PORTUGAL


A Troika é um grupo terrorista.
Em Nuremberga foram julgados os elementos da elite do nazismo alemão. Foi julgado um programa de governo.
A troika é uma associação terrorista, como era a elite alemã-nazi. A guerra da troika contra a Grécia é semelhante à guerra da Alemanha nazi contra a Grécia.

O governo PSD-CDS foi caracterizado pelo terrorismo social, que continua.

EUROGRUPO QUER APUNHALAR A GRÉCIA


Mara Luís Albuquerque quanto a conhecimentos de Geografia, de Filosofia, de Literatura e de Arte deve ser uma atrocidade de analfabetismo funcional. Os seus colegas do «Eurogrupo» são como ela, atrocidades de analfabetismo funcional.
São estes analfabetos e analfabetas funcionais que querem expulsar a Grécia da Zona Euro.

As três colónias bálticas da Alemanha (Letónia, Estónia e Lituânia) são um excelente exemplo do que a União Europeia não deve ser. As colónias da Alemanha são carne para canhão do imperialismo alemão de 2015.

sábado, 25 de abril de 2015

A REVOLUÇÃO DE 25 DE ABRIL DE 1974 TEM UM PRESO POLÍTICO EM 2015, QUE É JOSÉ SÓCRATES


A explicação do que era a ditadura fascista-mussoliniana salazarista-marcelista era por exemplo, meter na cadeia, sem julgamento, os inimigos políticos.


Um grupo restrito de inimigos de José Sócrates colocou-nos de novo no 24 de Abril de 1974!!!

quinta-feira, 23 de abril de 2015

A REVOLUÇÃO DE 25 DE ABRIL DE 1974 TEM UM PRESO POLÍTICO EM 2015, QUE É JOSÉ SÓCRATES


A explicação do que era a ditadura fascista-mussoliniana salazarista-marcelista era por exemplo, meter na cadeia, sem julgamento, os inimigos políticos.

Um grupo restrito de inimigos de José Sócrates colocou-nos de novo no 24 de Abril de 1974!!!

Pouco a pouco a ordem política-social de 24 de Abril de 1974 está a ser restabelecida em Portugal.

domingo, 19 de abril de 2015

JUDEUS APRENDERAM COM HITLER A TEORIA DO «ESPAÇO VITAL» E AS VÍTIMAS DESSA BARBÁRIE SÃO OS PALESTINIANOS



JUDEUS DE VÍTIMAS DOS ALEMÃES PASSARAM A CARRASCOS DOS PALESTINIANOS... A HUMANIDADE NÃO TEM EMENDA?

«Plano para rotular produtos de colonatos israelitas na UE enfurece Israel

Ministro dos Negócios Estrangeiros diz que mais valia a Europa “marcar os produtos com uma estrela amarela”.





Os produtos vindos de colonatos judaicos em território ocupado deveriam ser rotulados de forma a que a sua origem fosse clara, defenderam na semana passada os ministros dos Negócios Estrangeiros de 16 países europeus numa carta à alta representante para a Política Externa da União Europeia, Federica Mogherini – mais um passo na reprovação europeia dos colonatos, considerados ilegais pela lei internacional.
A União Europeia já publicou, em 2013, linhas de orientação para acordos com Israel que excluem instituições de colonatos, para prevenir que estas beneficiem da canalização de fundos, bolsas ou prémios. Foi a primeira vez que o facto de a União Europeia considerar ilegais os colonatos judaicos (como fazem, aliás, também os EUA, principal aliado de Israel) trouxe consequências práticas.
Agora, vários países da União Europeia (Áustria, Bélgica, Croácia, Dinamarca, Eslovénia, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Malta, Portugal, Reino Unido e Suécia) querem que os consumidores europeus possam distinguir se os produtos que compram vêm de Israel ou dos colonatos. O crescimento destes aglomerados “ameaça a perspectiva de um acordo final justo” entre israelitas e palestinianos, argumentam. A Autoridade Palestiniana queixa-se há muito que parte da expansão dos colonatos ocorre em zonas que estão a cortar o seu território, deixando um futuro Estado palestiniano com três zonas não-contíguas na Cisjordânia.
“Os consumidores europeus têm de ter confiança no conhecimento da origem dos bens que estão a comprar”, escreveram os ministros na carta, citada no diário hebraico Ha'aretz. “A aplicação correcta da protecção do consumidor da UE e a legislação de rotulagem da UE é necessária para assegurar que os consumidores não estão a ser enganados”.
A reacção de Israel foi forte. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Avigdor Lieberman, disse com ironia numa entrevista que os produtos dos colonatos poderiam ser então “marcados com uma estrela amarela”. Lieberman referia-se ao símbolo que a Alemanha de Hitler e os territórios ocupados pelos nazis forçavam os judeus a usar.  
Em 2012, um relatório de várias organizações europeias acusava a União Europeia de hipocrisia por criticar os colonatos mas importar grandes quantidades de produtos lá produzidos, com um valor estimado de mais de 250 milhões de euros por ano. Estes incluem produtos agrícolas como tâmaras, uvas, abacates, ervas aromáticas e citrinos ou cosméticos usando minerais do Mar Morto. A grande maioria diz no rótulo “feito em Israel”. 
No Reino Unido há desde 2009 linhas de orientação sugerindo que os produtos vindos da Cisjordânia sejam classificados como “produto de colonatos israelitas ou produto palestiniano”, uma desginação que, diz o relatório, a maioria dos supermercados adoptou de modo voluntário. » (In «Jornal Público»)

sábado, 18 de abril de 2015

A GUERRA DE 2015 CONTRA A GRÉCIA


A plutocracia que domina a chamada «União» Europeia e os seus agentes políticos estão em guerra, neste ano de 2015, contra a Grécia.
É semelhante a uma guerra militar só que os meios são a chantagem financeira e a chantagem financeira.

Chamar «União» a conjunto de Estados que se querem destruir uns aos outros é dose de hipocrisia a mais…

quarta-feira, 15 de abril de 2015

A CAMINHADA PARA O SUICÍDIO DA «UNIÃO» EUROPEIA É SEMELHANTE À QUEDA DO AIRBUS NOS ALPES


A Airbus é a única grande empresa que é, efectivamente, europeia, sendo os principais países nessa empresa a Alemanha e a França.
Dizem que foi por caus da Airbus, que François Hollande teve que recuar e capitular perante Berlim.
Qualquer dia, Berlim, via Frankfurt, vai cometer um erro trágico contra a Grécia.

Estamos à espera de um acto suicida de Berlim, para breve, dentro de um mês (ou dois) motivado pela Grécia.

CRISE E DECADÊNCIA DE PORTUGAL


Vivemos numa época de crise e de decadência de Portugal.
A submissão a Berlim, directamente ou via Frankfurt e Bruxelas, tem sido uma desgraça para os portugueses
O «Tratado Orçamental» é muito perigoso e foi assinado pelo PSD + CDS + PS.
À Esquerda do PS há falta de coerência teórica, é necessário explicar, pelo PCP, que o conceito «DITADURA DO PROLETARIADO» deu origem à implosão do marxismo-leninismo na Rússia e que o PCP nada tem a ver com esse perigoso conceito. O BE tem que explicar bem qual é a ideologia que lhe serve de referência.
A falta de esperança é a prova de que um regime em que o factor Trabalho perde continuamente direitos, cria um vazio existencial de grandes dimensões. Portugal está em crise e em decadência.

“«Porque é que estamos a discutir as eleições presidenciais de 2016 em vez de discutir as eleições legislativas de 2015? Mais precisamente: porque é que estamos a discutir as presidenciais do ano que vem em vez de discutir a política que o Governo está a levar a cabo hoje e as alternativas que deviam ser postas em prática? (...)

A primeira razão para o interesse prematuro que as eleições presidenciais despertam consiste no facto de essa ser, neste momento, a única coisa política que existe para discutir. Não que não haja temas nem razões diárias para discutir política. O que escasseia são os litigantes nessa discussão, as propostas em cima da mesa e, mais ainda, a defesa firme de uma posição. Faltam ideias e faltam campeões dessas ideias. As arenas onde tudo isto devia acontecer estão quase vazias. O que falta é o PS a fazer oposição e a dizer claramente o que quer e a mostrar que quer algo muito diferente do que o Governo faz. O que falta é o resto da esquerda a mostrar que quer pôr em prática outra política e não apenas enunciá-la. A política tem horror ao vazio e os cidadãos também e, na falta das grandes batalhas exaltantes que devíamos estar a travar, escolhem as batalhas menores, qualquer coisa que lhes dê a sensação de estarem vivos. António Costa não percebe isto e decidiu fazer seu lema a triste boutade de Seguro: “Qual é a pressa?”. (...) Se as presidenciais entram na agenda do PS só depois das legislativas, se o programa de Governo do PS vai ser apresentado em Junho e se entretanto o PS vai para banhos deixando o campo aberto à propaganda do Governo, temos boas razões para nos interrogar se existe realmente um pensamento político alternativo no PS ou apenas um leve enfado por estar na oposição. (...)

Finalmente, há outra boa razão para falar de presidenciais. É que as presidenciais vão ser o momento onde nos veremos livres daquele espectro que assola a política e que nos envergonha tanto ou mais do que PPC. E isso, só por si, é uma boa notícia. E estamos precisados de boas notícias. Nem que seja só daqui a um ano.»


José Vítor Malheiros(Cit. in blog «Entre as brumas da memória»)

segunda-feira, 13 de abril de 2015

TEMPO DE CAMPANHA ELEITORAL, DE CRISE E DE DECADÊNCIA


A Democracia tem vários problemas para o poder, nomeadamente a liberdade de expressão de pensamento e as eleições.
Há, em Portugal, um grande desânimo, provocado pela colonização alemã que está em curso.
Vital Moreira e Paulo Rangel são dos mais ferrenhos defensores da colonização alemã, e da transformação de Portugal numa colónia da Alemanha, como são, por exemplo as repúblicas Bálticas (Estónia, Letónia e Lituânia). Para eles o Tribunal Constitucional de Portugal deve obediência a Berlim, via Frankfurt e Bruxelas.
Quando, abertamente, é defendido o fim da independência de Portugal, há um ambiente de crise e de decadência, semelhante ao que se instalou depois da batalha de Alcácer Quibir.

APESAR DA DEMOCRACIA DA III REPÚBLICA DE PORTUGAL PARECER CONSOLIDADA, HÁ AINDA UMA GRANDE DIFICULDADE NO CONVÍVIO DEMOCRÁTICO ENTRE PESSOAS COM OPINIÕES POLÍTICAS DIFERENTES.

CRÍTICAS FUNDAMENTADAS AO PODER

«Três razões para perceber Passos Coelho


"Essa foi talvez a única importante reforma que não conseguimos completar neste domínio fiscal durante estes quatro anos". 

Há várias formas de entender as recentesdeclarações de Passos Coelho sobre a necessidade de reduzir “os custos do trabalho”. 

Primeiro, Pedro Passos Coelho não percebeu que já conseguiu reduzir os “custos do trabalho”. De acordo com os dados fornecidos pelas empresas ao INE, os quadros de pessoal reduziram-se de 2010 a 2012 (ano mais recente das estatísticas) em 331 mil postos de trabalho (menos 9%!), em que se verificou a desaparição de 81 mil empresas. E o valor dos gastos com pessoal reduziu-se nessa dimensão (menos 9%). Mas se os gastos por trabalhador se reduziram apenas em 1%, o volume de vendas caiu nesses dois anos 7% , a prestação de serviços 12% e, consequentemente, o valor criado pelas empresas 14% e o excedente bruto de exploração (rendimento das empresas) caiu 21%. 

E estamos a falar apenas até 2012. A partir desse ano, entraram em vigor as alterações à lei laboral que conseguiram reduzir substancialmente a factura salarial média individual, que redundou - segundo os dados mais recentes - numa transferência de valor dos trabalhadores para as empresas superior a 3 mil milhões de euros, por ano. 

Dir-se-á que isso não é ainda suficiente. Mas nesse caso, quem possa dizer isso está como Passos Coelho que parece que não ter entendido por que é que não conseguiu no seu mandato reduzir ainda mais os “custos do trabalho”. 

Olhe para este gráfico: 

Fonte: Estatísticas das Empresas, INE
Os gastos salariais - já com contribuições para a Segurança Social -  pesavam em 2012 pouco mais de 21% do valor de produção, valor que pouco mudou desde 2004. Ou seja, para reduzir 1% o valor da produção (e com o preço final das mercadorias ou serviços, para os tornar mais competitivos), os salários teriam de reduzir-se 5%. Se fosse necessário realizar uma desvalorização de 16% - como queria o FMI em 2011 – os salários teriam dereduzir-se 80%! Ou seja, a única forma de o conseguir seria... introduzir robots nas empresas e exterminar os trabalhadores! 

Segundo as mesmas estatísticas, os serviços fornecidos às empresas pesam cerca de 35% do valor de produção. Quase o dobro dos gastos com pessoal. Mas por que é que se insiste tanto na redução dos "custos do trabalho"?

Foi em parte por isto:

1)  que o relatório que os técnicos de vários ministérios e do Banco de Portugal elaboraram em Julho de 2011, questionaram a eficácia de uma descida das contribuições sociais, como forma de compensar a impossibilidade de uma desvalorização cambial. 

2) ou que surgiram críticas técnicas e mesmo do patronato após o anúncio de Passos Coelho a 7 de Setembro de 2012 de que a Taxa Social Única (TSU) dos trabalhadores iria aumentar de 11 para 18%, enquanto a das empresas iria descer de 23,75 para 18% (ver minuto 10)Foi uma ideia que Vítor Gaspar admite ter discutido com António Borges ("Vítor Gaspar por Maria João Avillez"). Disse então Passos Coelho: "Não existem curas rápidas que substituam a preparação cuidadosa e paciente do crescimento económico. Mas podemos agir com rapidez para aliviar e estancar o aumento do desemprego." E a medida "rápida" foi adoptada com esse objectivo. 

Mas face à oposição generalizada - que, segundo Gaspar - teve uma "grelha de leitura" muito "simplista" e que "parecia saída de um documento socialista do século XIX" (transferência de rendimento  dos trabalhadores para as empresas), levou o Governo a recuar e, em vez disso, a aprovar no OE 2013 o "enorme aumento de impostos", que ainda perdura.

Mas nesse caso porque insiste Passos Coelho em fazer renascer um nado morto? 

Essa é a terceira razão: Passos Coelho não tem condições para reintroduzir a medida, embora apareça agora a defender uma descida da TSU para as empresas de forma faseada, sem que se perceba: 

1) quem pagará a medida - se os trabalhadores, a receita de IVA ou da própria Segurança Social; 
2) qual a dimensão da descida e qual a sua eficácia, já que, se os gastos com pessoal pesam 21% da produção, as contribuições para a Segurança Social pesam 20% dos gastos de pessoal! Ou seja, para que a produção desça apenas 1%, as contribuições para a Segurança Social teriam de descer ao redor de 25%. Ou seja, a receita das contribuições para a Segurança Social teriam de sofrer um corte de 17% para conseguir o fraco resultado de descer 1% no preço final. 

E quem beneficiaria mais? As grandes empresas, com grandes concentrações de massa salarial e em bens nada transacionáveis nos mercados internacionais.  

Mas eu acho é que Passos Coelho não quer reintroduzir a medida; quer antes sacudir todas as culpas da má situação do paísda subida do desemprego e do fraco crescimento económico, dar um passo em frente. Encontrar um bóia de salvação para as eleições. Como se a culpa não está na sangria provocada pela austeridade, mas em todos que o deixaram aplicar as medidas necessárias para salvar o país.

Na verdade, Passos Coelho sempre soube muito bem como ganhar eleições.» (in blog «Ladrões de Bicicletas»)

domingo, 12 de abril de 2015

A MÃO INVISÍVEL DO MERCADO CHICOTEIA CADA VEZ MAIS OS TRABALHADORES PORTUGUESES


A troika fez os possíveis para acabar com a independência de Portugal.
Paulo Rangel e Vital Moreira defendem o fim da independência de Portugal e há mais como eles.
A vida dos trabalhadores assalariados está cada vez pior…

O «Tratado Orçamental» tem como objectivo acabar com a independência de Portugal.

A «NOVA NORMALIDADE» É O EMPOBRECIMENTO E O TRABALHO SEM DIREITOS

«Que nem pirata



«Passos Coelho, com a sua pala ideológica, só consegue ver muito à direita e não enxerga nada do que transformou o Mundo depois da II Guerra Mundial. O seu Governo é o campeão do desvio de rendimentos do trabalho para o capital e da criação de mecanismos – onde se incluíram importantes alterações aos processos e condições da prestação e organização do trabalho – que, em nome do combate à dívida "pública", têm servido para transferir e concentrar riqueza. Não contente com a sua "obra", coloca ainda hoje a redução dos custos de trabalho como a grande questão para "conseguirmos ser mais atractivos para o investimento".

O desprezo pelo desenvolvimento conseguido na sociedade portuguesa, a obsessão ideológica, a negação da memória histórica e o atrevimento tão típico da ignorância, convergem na estruturação das receitas deste primeiro-ministro, que contribuiu significativamente para pôr em marcha um processo de retrocesso social e civilizacional no nosso país. (...)

Quanto mais precário e instável for o trabalho e mais baixa a exigência de qualificações dos trabalhadores; quanto mais reduzido for o nível de formação de patrões e gestores e estes tiverem de decidir em contexto de inseguranças e fragilidades, menos possibilidades teremos de nos tornar mais produtivos. Por outro lado, a efectividade dos direitos no trabalho e a existência de relações de poder equilibradas entre trabalhadores e patrões são determinantes para moldar a valorização que se atribui ao trabalho, para garantir emprego, e ainda para definir o sentido concreto do desenvolvimento económico, social, cultural e político de uma sociedade.

Já chega de chantagens e maldades sobre os trabalhadores. Precisamos, é certo, de melhorar o nível de gestão, mas talvez sejam mais perniciosas as "excepcionais" capacidades dos Zeinal Bava que actuam neste país do que as fragilidades e falta de motivação (que são reais) para inovar e aprender de muitos pequenos patrões, inseridos numa economia e sociedade tolhidos por uma austeridade sem sentido.

O tempo que vivemos sem dúvida exige aprendizagens no trabalho, desde logo aos gestores, mas também nos desafia a trabalhar outros rumos e compromissos de desenvolvimento e a encontrar governantes sérios e capazes.» (Carvalho da Silva, cit in blog «Entre as brumas da memória»)

DEMOCRACIA E SOMBRAS


Há um domínio esmagador da blogosfera pelo pensamento de Direita.
Pouco ou nada posso fazer contra isso. Os blogs da Esquerda à esquerda do Sousa Pinto do PS, que anda na política para se governar a ele próprio, com mais visitas, implodiram: O «Arrastão» e o «5 Dias net».
O livre-pensamento dentro da Esquerda é considerado perigoso.
Acho miseráveis os textos do escritor António Lobo Antunes.
Não está aqui em causa gostar ou não da literatura colonialista dele, refiro-me aos textos que procuram ou deviam procurar contribuir para o bem-comum, para ajudarem a criticar o rotativismo da III República, muito parecido com o rotativismo que conduziu a monarquia à sua queda.

A brutal queda da qualidade de vida da maioria dos portugueses, leva-nos à fascização da Democracia. Para quem viu o filme de ficção sobre Mozart «Amadeus» digo que que os Salieris tomaram conta de Portugal, dos mídia dominantes, nomeadamente das televisões.

sábado, 11 de abril de 2015

PODER IMPERIAL E COLÓNIAS NA «UNIÃO» EUROPEIA

O imperialismo na União Europeia está a acentuar-se, os pequenos paíoses são tratdos como colónias pelo imperialismo alemão e pelos colaboracionistas.

A seguir, o tema desenvolvido, com citação no blog «Entre as brumas da memória»

«Desgeopolitizados






«Hoje a poeira está mais assente do que ontem. que estava tudo muito excitado a cascar na ida de Tsipras ao salão de Putin, mas é impressivo (para não usar palavras menos caridosas) que muito comentariato europeu ache que os periféricos não têm "activos geopolíticos" e que, por isso, que algum desses ex-PIIGS queira fazer algo em torno do tema seja, de imediato, gozado, insultado, ridicularizado. O ponto de "desgeopolitização" chegou tão baixo na escala que só Merkel ou Hollande, para esse comentariato, têm direito a jogar esse monopólio seja em Beijing, em Moscovo, em Teerão ou Tel-Avive, por exemplo. Quanto muito, aos periféricos "desgeopolitizados", é concedido o favor de fazerem algum caixismo-viajante de feira exportadora ou promoção de vistos gold. Ora, quando se empurram países que têm história e activos geoestratégicos reais (não de ficção) para a sarjeta, o feedback da coisa daqui a algum tempo não vai ser educado.» 

Jorge Nascimento Rodrigues, no Facebook.»

quarta-feira, 8 de abril de 2015

ELEIÇÕES LEGISLATIVAS EM FINAIS DE SETEMBRO OU COMEÇOS DE OUTUBRO DE 2015 PODEM MUDAR PORTUGAL



A caminhada para as próximas eleições legislativas de começos de Outono de 2015 já começou.
Os grandes beneficiários das medidas do governo PSD-CDS foram os elementos da alta burguesia, mas só representam 1% da população.

A evolução da Humanidade está ainda pouco avançada. É este escasso desenvolvimento da Humanidade que produz o paradoxo democrático, que é o facto de muitas das vítimas votarem nos seus carrascos.


O escritor italiano Lampedusa escreveu que «É PRECISO MUDAR TUDO PARA QUE TUDO FIQUE NA MESMA».


Espero que a Esquerda tenha muito mais votos e muito mais deputados que a Direita. Contrariando o pessimismo de Lampedusa, espero que a Direita seja derrotada e que não fique tudo na mesma.


O maior problema da Esquerda portuguesa está no campo teórico. O PS afundou-se no neoliberalismo, com o PASOK, com o SPD e com o PSF. O PCP nunca explicou os graves erros teóricos do conceito DITADURA DO PROLETARIADO, conceito esse que levou à implosão de todo o marxismo-leninismo na Europa. O BE tem lidado mal com a liberdade de expressão, sentiu-se muito incomodado com a liberdade de opinião de Mário Soares, sobre o caso da prisão preventiva ilegal de José Sócrates. Quando o BE virou costas ao presidente negro da República de Angola, José Eduardo dos Santos, deixou estupefacta parte da Esquerda, porque esta atitude neocolonial-racista é típica da extrema-direita!!!! E Portugal chegou a andar a vender angolanos como escravos… O tráfico de escravos foi uma das atitudes mais bárbaras e mais vergonhosas da civilização europeia.
O Partido Livre é constituído por elementos que apoiaram as selvajarias imperiais-coloniais da NATO. Marinho Pinto, um dos mais inteligentes líderes políticos actuais, tem muitíssimo pouca formação teórica, leu muitos livros de Direito, mas poucos sobre as bases históricas da Esquerda.

A Esquerda portuguesa não se entende e o chicote homicida da mão invisível do mercado abate-se sobre os trabalhadores portugueses.


Marx e Engels nunca exerceram o poder político mas inventaram o conceito «ditadura do proletariado» e não previram os abusos de poder que ocorreriam à sombra deste conceito. É, em minha opinião, necessário rever o marxismo em muitos aspectos, mas em primeiro lugar, é necessário excluir o conceito «ditadura do proletariado.

O BE não tem uma consistência ideológica clara, mas não deve esquecer o conceito do Império Romano «à mulher de César não lhe basta ser séria, tem também que parecer séria».


terça-feira, 7 de abril de 2015

OS PORTUGUESES TÊM MEDO DA UNIÃO EUROPEIA E DE ÂNGELA MERKEL


Os portugueses têm muito medo da União Europeia, os portugueses têm muito medo das desgraças que a União Europeia lhes impôs ditatorialmente, numa ditadura marcial implacável, sem alternativa. Ditadura da União Europeia ou Morte foi o lema da ajuda da União Europeia, que através da sua ditadura tipo Pinochet arruinou os portugueses e Portugal.
A Ditadura estilo Pinochet da União Europeia impôs o terror no local de trabalho, especialmente na Função Pública. A ameaça de despedimento sem justa causa paira sobre todos os trabalhadores. A DITADURA DA UNIÃO EUROPEIA arrasou a qualidade de vida dos portugueses e destruiu o Estado.
O Tribunal Constitucional de Portugal foi, violentamente, atacado pela União Europeia e pelos seus lacaios em Portugal, Coelho, Portas, Vítor Gaspar (premiado com um tacho no FMI) Maria Luís Albuquerque, Paulo Range, Medina Carreira, Vital Moreira e outros que defenderam que o Tribunal Constitucional de Portugal, em primeiro lugar deve obediência a Berlim.
Tudo que dava lucro foi vendido pela DITADURA DA «UNIÃO» EUROPEIA».
Até os CTT que no tempo de Salazar prestavam serviço público foram privatizados e acabou o serviço público, aos domingos em Lisboa e no Porto estão fechados, até no aeroporto de Lisboa fecham aos domingos.
Dizem que há deflação, mas a EDP subiu 3,5 % o preço da electricidade, arruinando muitas empresas.
Os portugueses têm pânico do futuro, porque a DITADURA DA UNIÃO EUROPEIA CHAMA «REFORMAS» ao acto de arruinar os portugueses e Portugal. O BES foi à falência por ordem directa de Berlim, via Frankfurt.
A CONTRATAÇÃO COLECTIVA JÁ QUASE NÃO EXISTE, PROIBIDA PELA UNIIÃO EUROPEIA, na prática. É para aumentar o medo. Coelho, Portas e Cavaco elogiam os salários muito baixos, miseráveis, porque o trabalho escravo é competitivo.
Os portugueses têm um grande medo das patifarias que a União Europeia lhes prepara para o futuro, os portugueses têm muitíssimo medo do futuro. Receiam que a idade da reforma passe para os 100 anos… O trabalho escravo até à morte foi e é o principal objectivo do neoliberalismo, que é a única ideologia permitida pela DITADURA DA UNIÃO EUROPEIA.
Os portugueses até têm medo das eleições, porque muitos pensam que a DITADURA DA UNIÃO EUROPEIA nunca permitirá um governo que se afaste dos dogmas do neoliberalismo. A desvalorização interna, na prática, ignifica elevado empobrecimento.

A «União» Europeia e o FMI querem a chamada «desvalorização interna», porque consideram o trabalho escravo altamente competitivo.

domingo, 5 de abril de 2015

CRÍTICA AO LIVRO «EQUADOR» E A MST QUE COPIOU PARTE DO LIVRO «CETTE NUIT LA LIBERTÉ»


Os jornalistas portugueses, especialmente os das televisões, são especializados em ocultar as verdades inconvenientes, para os seus patrões e administradores, e para outros colegas jornalistas  e comentadores de televisão.
Há tempos escrevi o que se segue e que continua actual.


Enquanto estive a ouvir o moralismo de Miguel Sousa Tavares, lembrei-me de um «post» que tinha publicado sobre ele.

A RTP, a SIC e a TVI, que tanto criticam a Censura na Coreia do Norte, também fazem Censura, tipo Coreia do Norte. Fazem censura omitindo factos relevantes e depois mentem de má-fé como tem sido no caso de cópia, irrefutavelmente comprovada, de frases inteiras do livro «Cette nuit la liberté», por Miguel Sousa Tavares, para o livro «Equador». Que grande copianço, que grande plágio, do «moralista» Miguel Sousa Tavares. Parece que estamos na Coreia do Norte, porque a verdade sobre este estranho caso não pode ser divulgada.
Estive a ver o programa da «SIC Notícias» «Conversas Improváveis», às 23 horas, enquanto preparava este «post», em que participou o «moralista» Miguel Sousa Tavares e Francisco Louçã. Nesse programa insinuou-se, claramente, que Miguel Sousa Tavares não praticou plágio. Mas copiou parte de um livro como podemos ver neste blog. Mentir, mentir, mentir.


Uma curiosidade da Censura que é praticada em Portugal é que é Estatal e Privada.
Há várias Comissões de Censura Estatal com nomes complicados, para darem a entender que praticam a Censura, em nome da «Liberdade», isto é, da Liberdade de Praticar a Censura.
Mas, hoje vamos tratar das Censuras de Tipo Feudal, isto é, das Censuras Privadas.

Quem lê os «media» tradicionais portugueses fica com a ideia de que os autores do livro «Cette Nuit la Liberté» fizeram grande copianço, pelo livro «Equador».
Neste caso de copianço ganha relevo especial a questão dos frangos.
Pelos vistos «Cette Nuit la Liberté» copia por «Equador» a questão dos frangos, sem especificar se os frangos são ou não frangos de aviário.
Ficámos a saber, que as Armas de Destruição Maciça do Iraque eram para destruir os frangos de aviário de «Sir Bhupinder Singh, chamado “ O Magnífico”, sétimo marajá de Patiala».




«Lord Mountbatten savait porquoi il avait été rappelé à Londres. Depuis qu’il avait quitté son commandement suprême interalliédu Sud-Est asiatique, il avait solvente répondu à l’invitation du Premier ministre soucieux de recueillir son avis dans les affaires concernant cette partie du monde. Au cours de la dernière visite, l’interêt de Clement Attlee s’était cepandant concentre suru n pays qui n’avait pas appartenu au théâtre d’ópérations sous son autorité, les Indes. Mountbatten avait tout à coup ressenti
“une impression très désagréable”. Sa prémonotion s’était montrée justifiée. Attlee avait en effet l’intention de le nomer vice-roi des Indes, de lui le donner ainsi le poste le plus élevé de l’Empire, la prestigieuse fonction d’une longue ligné d’Anglais qui avait présidé aux destinées d’un cinquième du genre humain. Mais ce n’était pas pour gouverner l’Empire des Indes que Clement Attlee avait choisi Louis Mounbatten. C’était por accomplir la mission la plus douloureuse dont pouvait s’acquitter un Britannique, organiser le retrait de l’Angleterre des Indes.
Ce prestigieux amiral de sang royal ne souhaitait pour rien au monde se voir confie cette tâche d’exécuteur. Dans le naif espoir d’obliger Attlee à renoncer à sa nomination, il avait subordonné son acceptation à tout un éventail d’exigences allant»
(page 22)


«Le seigneur incontesté des plaisirs de la chasse et de la chair avait été le père du chancelier de la Chambre des princes, Sir Bhupinder Singh, dit “Le Magnifique”, septième maharaja de Patiala. Avec sa stature colossale, ses cent trinte Kilos, ses moustaches relevées comme les cornes d’un taureau brave, sa splendide barbe noire, soigneusement enroulée et noué derrrière le cou à la vraie mode des Sikhs, ses lèvres sensuelles et l’arrogance de son regard, il paraissait être tombé d’une gravure mogole. Pour le monde de l’entre-deux-guerres, Sir Bhupinder incarna toute la splendeur des maharajas des Indes. Son appétit était tel qu’il pouvait avaler sans effort vingt kilos de nourriture chaque jour. Il dévorait volontiers deux ou trois poulets à l’heure du thé. Il adorait le polo et, galopant à la tête de ses “Tigres de Patiala”, il avait remporté sur tous les terrains du globe des trophées qui emplissaient son palais. Pour permettre ses prouesses, ses écuries abritaient cinq cents des plus beaux spécimens de la race chevaline.»
(page 238)






Miguel Sousa Tavares em todas as televisões, nos jornais e revistas, atacou violentamente os que o acusaram de plágio.
Este caso chegou a ir a julgamento. As pessoas que Miguel Sousa Tavares acusou, cujos nomes não foram divulgados, foram julgadas e, OBVIAMENTE, absolvidas. Mais, o Tribunal decidiu que os leitores deviam ler estes dois livros e avaliarem, por si, se houve ou não plágio.
OBVIAMENTE, QUE A DECISÃO DO TRIBUNAL NÃO FOI DIVULGADA PELAS TAIS TELEVISÕES. TAMBÉM NÃO FOI DIVULGADA PELAS REVISTAS, NEM PELOS JORNAIS DE MAIOR AUDIÊNCIA.

Observação: Quem não sabe francês tem que seleccionar e copiar os textos em francês primeiro e depois usar o «Google tradutor».
Se usar o «Google translate» do blog ele não é perfeito. Se seleccionar língua portuguesa nada traduz, dizendo que o blog já está na língua portuguesa. Se traduzir para inglês ou espanhol (castelhano) ou outra língua, só traduz o que está na língua portuguesa, deixando o que está em francês, na mesma, isto é, na língua francesa.
Por outro lado o «Google Tradutor» não traduz textos fotografados, que são editados através de imagens.

Cópia é plágio, plágio é roubo de ideias, plágio é infâmia, plágio é corrupção infame.