domingo, 31 de maio de 2015

A SELVAJARIA DE AUSCHWITZ É A SELVAJARIA DA TROIKA




A selvajaria de Auschwitz definiu o imperialismo alemão: assassinar homens mulheres e crianças de todas as idades. A selvajaria do imperialismo alemão de 2015 é a mesma de Auschwitz.

O FMI associado aos súbditos de Berlim da chamada «Comissão Europeia» e do falso «Banco Central Europeu» sedeado em Frankfurt, representa o apoio do Reich estadunidense ao imperialismo alemão.
O FMI é uma empresa controlada pelos Estados Unidos, cujo objectivo principal é instituir o trabalho escravo, por todo o Mundo, sempre que surgir uma oportunidade. E é com arrogância que defende o trabalho escravo: vem para Portugal defender a descida do salário mínimo para que quem o recebe não possa pagar o alojamento e comer, para que quem recebe o salário mínimo passe fome. E defende os despedimentos arbitrários para que o assalariado se sinta escravo.

A liberdade defendida pelos neoliberais é a liberdade que existia no estádio de futebol de Santiago do Chile transformado em campo de tortura até à morte, com o apoio técnico da CIA, com o apoio da FIFA, com o apoio da UEFA, com o apoio da CONMEBOL, com o apoio da CONCAF, com o apoio ostensivo dos Estados Unidos, da CEE e da NATO. Não me consta que o poder judicial dos Estados Unidos tenha prendido algum dirigente da FIFA por causa destes crimes de tortura e de homcídio (em massa), realizados dentro de um estádio de futebol ou o poder judicial da Suíça.


sábado, 30 de maio de 2015

O NEOLIBERALISMO TEM POR OBJECTIVO IMPOR UMA DITADURA DA BURGUESIA



O neoliberalismo, com a mão visível do mercado a chicotear os trabalhadores, tem por objectivo acabar com a democracia, de facto, e impor uma ditadura da burguesia.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

SER EUROPEÍSTA É AMAR AUSCHWITZ





A chamada «União» Europeia é o que é, não há outra, um conjunto de países que se roubam uns aos outros e fazem guerra uns aos outros, todos dominados pelo imperialismo alemão, apoiado pelo Reich dos Estados Unidos. Neste momento o máximo ódio do imperialismo alemão e dos seus lacaios concentra-se na guerra total contra a Grécia, guerra em que o mafioso italiano Mário Draghi, por ordem de Berlim, está a fomentar a fuga de capitais da Grécia, o mais que pode.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

A «BLITZKRIEG» CONTRA PORTUGAL COM O APOIO DO REICH ESTADUNIDENSE



A criminalidade está em todo o lado, a pior de todas é a chamada criminalidade legal. Um trio da Máfia, dita legal, veio impor a capitulação de Portugal, composto por dois robots de Berlim, um da chamada «Comissão Europeia» e outro do falso «Banco Central Europeu» e por um robot de Washington, o do chamado FMI (que é dominado por Washington).
A guerra contra Portugal, a «blitzkrieg», implicou o empobrecimento súbito da maioria dos portugueses, um súbito e considerável aumento do desemprego, uma brutal baixa dos salários quer na função pública quer no sector privado, a criação da máxima insegurança no trabalho, cortes ilegais nas reformas já atribuídas (que Maria Luís Albuquerque quer voltar a cortar em 2016, para levar à falência definitiva os reformados que ainda se aguentaram, sustentando filhos e netos desempregados) da pobreza e da miséria, e a imposição de uma Ditadura social da alta Burguesia.
Tudo que vale dinheiro e pertence ao Estado é para vender aos amigos ou então ao primeiro mafioso que aparecer.

Vital Moreira e Paulo Rangel são os constitucionalistas que defendem o estatuto de colónia da Alemanha para Portugal. 

quarta-feira, 27 de maio de 2015

A SELVAJARIA NA CARIDADE - ALIMENTOS ESTRAGADOS QUE CAUSAM DANOS GRAVES À SAÚDE FORNECIDOS A CRIANÇAS PELAS INSTITUIÇÕES DITAS CARITATIVAS

«A miséria moral da caridade, das políticas que a promovem e das organizações que a praticam


Vale a pena ler na íntegra a recente notícia do Público sobre o caso de uma mãe, em Sesimbra, que perdeu a ajuda alimentar por se queixar de ter recebido leite fora do prazo, para uma bebé com seis meses. Por mais insólitos que sejam os detalhes deste episódio, ele traduz, muito mais do que se possa pensar, o padrão de actuação das organizações privadas de solidariedade social e, sobretudo, os arranjos institucionais que potenciam este tipo de situações e nos quais repousa a florescente economia política da caridade.

Já não se trata apenas da ideia, latente, de que «para quem é, bacalhau basta». Isto é, a percepção mais ou menos subconsciente, de técnicos e dirigentes, segundo a qual «o pobre» é uma espécie de cidadão naturalmente diminuído, pela sua condição e perante os que o «ajudam», nos seus direitos e dignidade. Tal como já não se trata apenas do desequilíbrio de poder que se estabelece e que cunha, de forma indelével, a relação entre organizações da «sociedade civil» e seus beneficiários, e que impede que muitos casos, como o da mãe de Sesimbra, cheguem ao conhecimento da opinião pública. Isto é, a subordinação, explícita ou tacitamente imposta, que levou Andreia Branco, durante algum tempo, a não reclamar pelo leite fora de prazo, para «não parecer pobre e mal-agradecida». Como já não se trata somente das consabidas discricionariedades, subjectivismos, despóticas arbitrariedades e sobranceiros julgamentos morais, que impregnam as práticas assistencialistas, reforçadas nos últimos anos com o bolor salazarento da «sopa para os que são pobres» e da caridadezinha.

O dado novo, mais relevante, é o do incentivo e total legitimação política desta cultura retrógrada e moralmente desprezível de intervenção social, que se quer hegemónica. Como? Dispensando estas organizações de qualquer espécie de escrutínio e do cumprimento das mais elementares regras de política social pública (incluindo a dignidade e a qualidade das respostas), ao mesmo tempo que são despejados, sobre elas, abundantes recursos orçamentais. Muito para lá - sublinhe-se - dos recursos que foram retirados às famílias, no âmbito dos apoios que até aqui recebiam, com acompanhamento técnico, através do RSI ou do CSI. Bem vindos pois à «indústria da pobreza» de Isabel Jonet, que contribui para que o Estado «não se meta demais em coisas em que não deve» e onde a «a caridade vale mais que a solidariedade», pois «é amor (...) e serviço». Como pôde aliás constatar a mãe da bebé de seis meses, Andreia Branco.» (In blog «Ladrões de Bicicletas»)

ZONA EURO ZONA DE GUERRA – A «BLITZKRIEG» CONTRA A GRÉCIA



A «União» Europeia é uma zona de guerra como o Iraque. Berlim e os seus lacaios estão a tentar destruir a Grécia.


«Solidariedade europeia com a Grécia


Apelo dos movimentos gregos para uma mobilização de bases europeia
Unidos contra a austeridade e a injustiça social

O resultado da corrente batalha contra a austeridade definirá o futuro não só dos gregos mas também dos povos da Europa que lutam por mais democracia e igualdade. Durante os governos anteriores, a Grécia costumava ser a cobaia, mas tornou-se agora o exemplo positivo que algumas foças querem esmagar.

É preciso, portanto, construir uma frente de militância política e social europeia contra a pressão das instituições da UE, que estão a estrangular a sociedade grega ao reiniciar os programas de austeriade implementados ao longo dos últimos quatro anos por outros governos, com resultados catastróficos. O povo grego, com o seu voto de 25 de janeiro, condenou as políticas de austeridade, bem como as leis contra os trabalhadores e os programas de privatização. As políticas defendidas pelo SYRIZA adoptaram as exigências dos sindicatos e dos movimentos sociais da Europa durante os últimos 10 anos. Agora precisamos do apoio desses movimentos para ajudar a afastar estas pressões e proceder a um programa progressista de justiça social. O establishment europeu, porque está com medo, precisa de castigar o novo paradigma de democracia e de justiça social defendido pelos representantes do povo grego: não o vamos deixar!

No período que vai de agora até Junho, haverá negociações entre o governo grego e as instituições europeias. A elite económica tem dificuldade em aceitar que alguém desafie as suas políticas e proponha um plano alternativo para a economia. Estão a usar todas as formas de chantagem contra o povo grego e o seu governo. Mostrem-nos que não estamos sozinhos nesta luta!

É imperativo pressionar estas instituições para que abandonem este comportamento inaceitável. Há que fazê-las aceitar que são os cidadãos da Europa que têm de decidir o seu futuro. Com base nas decisões tomadas recentemente no encontro de Atenas, de dia 2 de Maio, nós, uma coligação alargada de organizações sociais, sindicatos e redes, intelectuais, artistas, organizações de migrantes e vários grupos políticos progressistas, ecologistas e da esquerda activos na Grécia, propomos uma série de acções internacionais, a ter lugar entre 20 e 26 de Junho, de forma a criar um ambiente social e político positivo que apoie a luta grega. Nesse sentido, queremos organizar um evento aqui, em Atenas, no dia 27, para partilhar as nossas e as vossas experiências de mobilização e solidariedade. É importante para transformar os povos europeus de espetadores passivos a participantes activos desta história.

Este evento providenciará o espaço necessário para estes atores exprimirem as suas preocupações em relação às negociações mas, sobretudo, para trazer à superfície a necessidade de contrabalançar as pressões do sistema contra as exigências do governo grego, anti-austeritárias e pela justiça social. É extremamente importante enviar uma mensagem política clara. A sociedade grega não está sozinha. Temos de mostrar que todos nós estamos decididos a apoiar as exigências continuadas deste movimento. O povo grego decidiu quebrar o consenso neoliberal, e fê-lo votando por um governo de esquerda que apoiasse esse programa. A solidariedade e o gigantesco apoio popular serão a melhor maneira de confrontar o nosso lado com a elite económica e política europeia.

Vamos lutar por uma Europa da dignidade e da solidariedade contra a Europa do lucro, a Europa-Fortaleza. Apelamos a todas as forças políticas e sociais que façam parte desta semana de solidariedade para construir coligações nacionais fortes, para apoiar a luta contra a austeridade europeia.

(Daqui)`» (In blog «Entre as brumas da memória»)

terça-feira, 26 de maio de 2015

PORTUGAL FOI ARRUINADO PELO IMPERIALISMO ALEMÃO ALIADO AO REICH DOS ESTADOS UNIDOS E PELOS SEUS LACAIOS COELHO E PORTAS. PORTUGAL FOI AJUDADO A SER ARRUINADO



A Troika, crime organizado de Estado, obedece a Washington que manda no FMI, e a Berlim que manda na falsa «Comissão Europeia» e no falso «Banco Central Europeu», aberração institucional empenhada em crimes de fuga de capitais e outros, dirigida por um elemento da Máfia italiana.
O Reich estadunidense apoia o imperialismo alemão na expansão para Leste, no século XXI, na Europa, tão defendida por Hitler, mas também na expansão para Sul.


O Pétain 2 de serviço, chame-se Sarkozy ou Hollande, apoia sempre o imperialismo alemão.
Passos Coelho disse que pretendia ir para além da Troika, no empobrecimento de Portugal. E a actual ministra das Finanças Maria Luís Albuquerque disse que era preciso, em 2016, fazer mais cortes nas reformas já atribuídas. (Em Outubro os reformados que votem no PSD ou no CDS).
É, secretamente, sugerindo intenção pouco honesta, que o Reich estadunidense e o imperialismo alemão, estão a negociar um tratado comercial transatlântico, do qual se sabe muito pouco.


A ideologia que a Troika impõe é o neoliberalismo, ideologia que defende a Ditadura social da alta burguesia, ideologia tão acarinhada e praticada por Pinochet e por Margaret Thatcher.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

ESPANHA – MUDANÇAS IMPORTANTES NAS ESCOLHAS DOS ELEITORES: PODEMOS E CIUDADANOS EMERGEM COMO FORÇAS POLÍTICAS DECISIVAS PARA A CONSTITUIÇÃO DE MAIORIAS


O PP de Rajoy e o PSOE deixaram de dominar a política espanhola. Novas ideias, novas escolhas dos eleitores.

Entretanto continua a guerra da «União» Europeia contra a Grécia. A «União» Europeia está a apoiar a fuga de capitais da Grécia, numa guerra suja, ostensiva, do imperialismo de Berlim e de seus colaboracionistas, contra o povo grego.

domingo, 24 de maio de 2015

A DITADURA EXERCIDA POR UM PEQUENÍSSIMO CLUBE DE INIMIGOS DE JOSÉ SÓCRATES É UMA BANDEIRA DA III REPÚBLICA EM 2015


Freitas do Amaral foi o único político, que ponto por ponto, demonstrou que prisão de José Sócrates, se rege pelas normas da ditadura de Salazar e de Marcelo Caetano. É óbvio, um grupo de indivíduos que não gosta de José Sócrates meteu-o na cadeia, porque não gosta dele, tal como Salazar e a PIDE faziam quando não gostavam de um político, metiam-no na cadeia.

Quando se comemorou a Revolução de 25 de Abril de 1974, neste ano de 2015, já não se comemorou a prisão arbitrária e o abuso do poder do fascismo mussoliniano-salazarista-marcelista, porque isso já está de novo em vigor em 2015.


A credibilidade dos políticos mede-se muito pela sua coerência. Ora, não se pode andar a criticar os abusos do poder através das prisões arbitrárias do fascismo mussoliniano-salazarista-marcelista e, ao mesmo tempo apoiar os mesmos abusos de poder através de prisões arbitrárias.
Uma das coisas mais anedóticas da III República é a ausência de espírito crítico em relação ao poder judicial, para muitos, um feudo fascista integrado na III República.
Montesquieu em «O Espírito das Leis» (1748) demonstrou a necessidade de separação dos poderes judicial, executivo e legislativo, análise com a qual estou de acordo. Ora, não foi só o abuso do poder por parte do poder judicial que determinou a prisão de José Sócrates, mas também a incompetência grosseira dos deputados, que criaram os textos em que se baseia o abuso do poder sobre José Sócrates. É um abuso grosseiro: um indivíduo demitido, por incompetência, por José Sócrates é que determinou a sua continuação na prisão.

Esses indivíduos e indivíduas que exercem cargos de juiz ou juíza e de magistrado ou magistrada do Ministério Público são indivíduos e indivíduas como os outros e como as outras, não são vacinados com a vacina da honestidade, porque ela ainda não foi inventada.

Aqueles e aquelas, com cargos no poder judicial, que na Internet ainda gozam com a prisão de José Sócrates mostram-nos o grau de decadência a que chegou a III República, em 2015.

sábado, 23 de maio de 2015

OS DIREITOS E LIBERDADES INDIVIDUAIS E A GUERRA


Em alguns países da União Europeia e em alguns Estados dos Estados Unidos e também na Noruega e no Canadá (que pertencem à NATO) há mais direitos e liberdades individuais do que no resto do Mundo. Noutros países pode haver também  muitos direitos e liberdades individuais, mas não mais do que nos atrás referidos.
Na Rússia, pressionada pela sua componente asiática, há menos direitos e liberdades individuais do que nos  Estados atrás referidos, que ou pertencem à NATO ou à União Europeia, ou a ambas as organizações (como é o caso de Portugal).

E este diferencial nas liberdades e direitos individuais justifica a guerra, a expansão da NATO para Leste e o cerco à Rússia? É óbvio que não, é o contrário, num clima de paz, há mais tendência para aumentarem os direitos e liberdades individuais.

Sobre este tema dos direitos e liberdades individuais, tem bastante interesse o referendo realizado ontem na Irlanda sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo, em que houve uma clara vitória do sim.

«Líder da campanha pelo "Não" reconhece derrota no referendo ao casamento gay na Irlanda
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Fotografia © EPA/AIDAN CRAWLEY

Segundo uma contagem inicial, o 'sim' terá ganho por cerca de dois boletins em cada três: "É objetivamente uma impressionante vitória para o sim", reconheceu David Quinn.
Um dos principais líderes da campanha do 'não' ao casamento homossexual na Irlanda admitiu já a derrota, após o referendo histórico realizado sexta-feira sobre a legalização dessas uniões naquele país.
"Esta é uma clara vitória para o lado do sim" ao casamento gay, disse em declarações à televisão irlandesa RTE David Quinn, diretor do Instituto Iona, um dos organismos que defendem os interesses da comunidade católica.
O mesmo responsável disse que, segundo uma contagem inicial, o 'sim' terá ganho por cerca de dois boletins em cada três: "É objetivamente uma impressionante vitória para o sim".
Mais de 3,2 milhões de irlandeses foram chamados sexta-feira às urnas para se pronunciarem contra ou a favor do casamento homossexual num país onde a influência da Igreja Católica, embora em declínio, continua forte.
A questão colocada aos irlandeses propunha uma alteração à Constituição para autorizar "o casamento entre duas pessoas, sem distinção de sexo".» (in jornal «Diário de Notícias» net)

Segundo o que tenho lido, a chamada cultura «gay», tem por base o livro do cientista inglês Charles Darwin (1809 – 1882) «A Origem das Espécies», de 1859. Ora, este livro de Darwin exclui qualquer intervenção divina na origem da Humanidade e considera que a origem da Humanidade foi obra da Natureza. A cultura «gay» considera que há um determinismo que determina a orientação sexual na espécie humana, determinismo esse atribuído à Natureza.

O livro do historiador romano Suetónio (69 – 141), «Os Doze Césares» (121), sobre os finais da República Romana e sobre a época de expansão do Império Romano, mostra-nos uma sociedade que aceitava a homossexualidade, por razões culturais, de maneira muito diferente da actual cultura «gay».
Segundo Suetónio, dos doze Césares, onze tiveram relações sexuais com mulheres e com homens, exceptuando-se apenas Calígula, que teria tido relações sexuais exclusivamente com mulheres.
Júlio César, o general muito temido e invencível da República Romana, que conquistou a Gália, e depois se tornou ditador, segundo Suetónio, tinha relações sexuais com mulheres e com homens.
[O comandante dos gauleses, Vercingetórix, rende-se a Júlio César (pintura de Lionel Royer)]

«”Sobre as vidas de Césares”, tradução literal do latim “De vitis Caesarum”, mais conhecido em português como “Vidas dos Doze Césares”, é o conjunto de doze biografias que inclui a de Júlio César e os onze primeiros imperadores do Império Romano: Augusto, Tibério, Calígula, Cláudio, Nero, Galba, Otão, Vitélio, Vespasiano, Tito e Domiciano.


Escrito em 121, durante o reinado do imperador Adriano, foi o trabalho mais popular do secretário pessoal de Adriano, Suetónio, e o mais longo entre seus escritos remanescentes.» (In «Wikipedia»)

sexta-feira, 22 de maio de 2015

DO EIXO BERLIM – TÓQUIO AO EIXO BERLIM – WASHINGTON, NO SÉCULO XXI


Os Estados Unidos constituem uma república oligárquica, em que há a considerar
1)   O poder da oligarquia da alta burguesia
2)   O poder do Parlamento
3)   O poder do Presidente da República
4)   O poder judicial

Ora o poder da oligarquia da alta burguesia, em 2015, está mais concentrado na alta burguesia financeira, baseado na ideologia neoliberal que defende a existência de um grupo de grandes delinquentes, fora da lei e acima da lei. A chamada desregulamentação financeira, na prática representa a colocação dos delinquentes da alta finança fora da lei e acima da lei. Desregulamentar significa deixar a alta burguesia financeira praticar crimes que não são regulamentados, como não são regulamentados ficam impunes. A ideologia neoliberal defende que a alta burguesia financeira deve ter o direito de inventar novos crimes e ficar impune depois de os cometer. São crimes de burla: os banqueiros inventam um produto financeiro, que não vale nada para quem o compra, burlam os compradores e ficam impunes.

Na era George W Bush foi a oligarquia dos petróleos, que se impôs, ao ponto de provocar uma guerra no Iraque, com um ritual cómico-trágico.

O Parlamento dos Estados Unidos ou Congresso permite que os congressistas sejam comprados pela oligarquia do dinheiro. A esta compra dos parlamentares chamam fazer lóbi.
O Presidente da República tem muito poder, se não tiver o Parlamento ou Congresso contra ele. Se o Congresso for hostil ao Presidente da República, este tem os poderes muito limitados.
Os neoconservadores é que teorizaram a nova doutrina do Reich estadunidense que segundo eles deve dominar o Mundo sozinho.
O poder judicial é, assumidamente, bárbaro, praticando a pena de morte em larga escala.

No século XX os Estados Unidos estiveram em duas guerras mundiais contra o imperialismo alemão. Na última década do século XX e no século XXI, os Estados Unidos estimularam o imperialismo alemão ao qual se aliaram. A expansão para Leste na Europa foi muito defendida por Hitler. Na última década do século XX e no século XXI, há uma grande expansão para Leste, na Europa, do Reich estadunidense aliado ao novo Reich alemão.
O poderio do actual imperialismo alemão não se baseia apenas no apoio dos Estados Unidos. Para ser possível é essencial a traição da França e o regresso da Itália à política de aliança com Berlim defendida e praticada por  Mussolini.
Dentro da chamada «União Europeia» Berlim manda e os outros obedecem. O Tratado Orçamental, imposto por Berlim, constitui, na prática, a formalização do novo imperialismo alemão.


A ideia de Fim do Mundo é dominante para justificar esta Ditadura de Berlim sobre a chamada «União Europeia» (que já não une, que pratica a guerra contra países membros). Poucos são aqueles que acham que o imperialismo alemão possa falhar, como falhou em 1918 e em 1945.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

O OBJECTIVO DO FMI DOMINADO POR WASHINGTON E DA «CE» E DO «BCE» DOMINADOS POR BERLIM É INSTAURAR A POBREZA DITA «CIENTÍFICA»

Do socialismo «científico», que foi algo que nunca existiu, passamos para o chamado capitalismo «científico», que é uma gigantesca fraude teorizada por vendedores de banha de cobra, de astrólogos, a que chamam «economistas liberais».

O FMI, a «CE» e o «BCE» são criadores de empobrecimento, de pobreza, de falências, de desemprego, de miséria, de fome, de morte, e de trabalho escravo.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

OS ESTADOS UNIDOS PRATICAM A PENA DE MORTE EM LARGA ESCALA E NINGUÉM NA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL CRITICA. OS CARRASCOS E CARRASCAS SÃO RECRUTADOS NO MERCADO INTERNO

"Novas oportunidades para sair da sua zona de conforto




«A oferta de emprego, divulgada no site do Ministério do Serviço Público, indica que a função será “executar os condenados à morte” e não exige qualquer qualificação particular ou experiência.»" (In blog «Entre as brumas da memória»)

terça-feira, 19 de maio de 2015

A ESSÊNCIA DA ALEMANHA É AUSCHWITZ, A ESSÊNCIA DA «UNIÃO EUROPEIA» É AUSCHWITZ, SER EUROPEÍSTA É AMAR AUSCHWITZ





Factualmente foram responsáveis pelas selvajarias de Auschwitz, a Alemanha, a Áustria, a Itália, a França, a Finlândia, a Roménia, a Hungria e a Bulgária. E ainda a Polónia ocupada, a Ucrânia ocupada e as repúblicas bálticas. Os polacos recebiam dinheiro para colocarem crianças em Auschwitz.


Como podemos constatar as selvajarias de Auschwitz são, em primeiro lugar, da responsabilidade da Alemanha; mas o abastecimento de Auschwitz de homens mulheres e crianças, de todas as idades, para serem torturados e assassinados, foi um projecto europeu, foi um trabalho colectivo dos europeus.



A Esquerda europeia espera em vão pelos amanhãs que cantam na «União Europeia». Os amanhãs não cantam na «União Europeia». Factualmente, a «União Europeia» (comandada de Berlim directamente, de Berlim via Frankfurt e de Berlim via Bruxelas, com o apoio dos países colaboracionistas e dos políticos colaboracionistas) e os europeístas querem transformar a Grécia, Chipre, Portugal e a Itália em quatro gigantescos Campos de Concentração como o de Auschwitz. Empobrecimento, salários de miséria, sofrimento, pobreza, miséria, desemprego, fome e morte, são as imposições da União Europeia, de facto, em nome dos Tratados como o de Maastricht e como o Tratado Orçamental e em nome dos compromissos assumidos pelos políticos colaboracionistas contra os seus povos.


Quem está à espera que a «União Europeia» mude para melhor, está à «espera de Godot», está à espera do contrário do que está a acontecer, diante dos nossos olhos. Neste momento o ódio e a selvajaria da «União Europeia» estão mais concentrados em arruinar a Grécia e o povo grego.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

O BENFICA FOI CAMPEÃO NACIONAL DOIS ANOS SEGUIDOS, GRAÇAS A UM GOLO DE UM JOGADOR DO BELENENSES


O Benfica precisava de ganhar em Guimarães para ser campeão nacional. No entanto, os seus jogadores não eram, nem foram capazes de marcar um golo ao Vitório de Guimarães, na cidade de Guimarães, ontem. Um jogador do Belenenses, Tiago Caeiro, fez o trabalho por eles, marcou um golo… ao Porto e entregou o campeonato ao Benfica.

A PSP aterrorizou crianças, em Guimarães, ontem, agredindo, barbaramente, o pai diante delas. As polícias portuguesas são caracterizadas pela incompetência no combate à criminalidade, e pela brutalidade selvática em agresões aos cidadãos. Os actos de selvajaria das polícias portuguesas tem sido muito elogiados pelo governo PSD-CDS.


Os adeptos do Benfica festejaram o bicampeonato, em Lisboa na Praça Marquês de Pombal.

domingo, 17 de maio de 2015

A INFÂMIA INTELECTUAL NÃO PRESCREVE. A INFÂMIA INTELECTUAL DE MIGUEL SOUSA TAVARES QUE COPIOU PARTES DO LIVRO «CETTE NUIT LA LIBERTÉ» PARA O LIVRO EQUADOR NÃO PRESCREVE

A INFÂMIA INTELECTUAL MOSTRA-NOS OS FALSOS VALORES DE UMA ÉPOCA. A infâmia intelectual e as suas cumplicidades mostram-nos os falsos valores de uma época de maneira altamente vil e chocante. São estes praticantes e cúmplices da infâmia intelectual que andam a falar da ética e da moralidade. Certamente que é da ética e da moralidade da infâmia intelectual e das suas cumplicidades.

Os jornalistas portugueses, especialmente os das televisões, são especializados em ocultar as verdades inconvenientes, para os seus patrões e administradores, e para outros colegas jornalistas  e comentadores de televisão.
Há tempos escrevi o que se segue e que continua actual.


Enquanto estive a ouvir o moralismo de Miguel Sousa Tavares, lembrei-me de um «post» que tinha publicado sobre ele.

A RTP, a SIC e a TVI, que tanto criticam a Censura na Coreia do Norte, também fazem Censura, tipo Coreia do Norte. Fazem censura omitindo factos relevantes e depois mentem de má-fé como tem sido no caso de cópia, irrefutavelmente comprovada, de frases inteiras do livro «Cette nuit la liberté», por Miguel Sousa Tavares, para o livro «Equador». Que grande copianço, que grande plágio, do «moralista» Miguel Sousa Tavares. Parece que estamos na Coreia do Norte, porque a verdade sobre este estranho caso não pode ser divulgada.
Estive a ver o programa da «SIC Notícias» «Conversas Improváveis», às 23 horas, enquanto preparava este «post», em que participou o «moralista» Miguel Sousa Tavares e Francisco Louçã. Nesse programa insinuou-se, claramente, que Miguel Sousa Tavares não praticou plágio. Mas copiou parte de um livro como podemos ver neste blog. Mentir, mentir, mentir.


Uma curiosidade da Censura que é praticada em Portugal é que é Estatal e Privada.
Há várias Comissões de Censura Estatal com nomes complicados, para darem a entender que praticam a Censura, em nome da «Liberdade», isto é, da Liberdade de Praticar a Censura.
Mas, hoje vamos tratar das Censuras de Tipo Feudal, isto é, das Censuras Privadas.

Quem lê os «media» tradicionais portugueses fica com a ideia de que os autores do livro «Cette Nuit la Liberté» fizeram grande copianço, pelo livro «Equador».
Neste caso de copianço ganha relevo especial a questão dos frangos.
Pelos vistos «Cette Nuit la Liberté» copia por «Equador» a questão dos frangos, sem especificar se os frangos são ou não frangos de aviário.
Ficámos a saber, que as Armas de Destruição Maciça do Iraque eram para destruir os frangos de aviário de «Sir Bhupinder Singh, chamado “ O Magnífico”, sétimo marajá de Patiala».





«Lord Mountbatten savait porquoi il avait été rappelé à Londres. Depuis qu’il avait quitté son commandement suprême interalliédu Sud-Est asiatique, il avait solvente répondu à l’invitation du Premier ministre soucieux de recueillir son avis dans les affaires concernant cette partie du monde. Au cours de la dernière visite, l’interêt de Clement Attlee s’était cepandant concentre suru n pays qui n’avait pas appartenu au théâtre d’ópérations sous son autorité, les Indes. Mountbatten avait tout à coup ressenti
“une impression très désagréable”. Sa prémonotion s’était montrée justifiée. Attlee avait en effet l’intention de le nomer vice-roi des Indes, de lui le donner ainsi le poste le plus élevé de l’Empire, la prestigieuse fonction d’une longue ligné d’Anglais qui avait présidé aux destinées d’un cinquième du genre humain. Mais ce n’était pas pour gouverner l’Empire des Indes que Clement Attlee avait choisi Louis Mounbatten. C’était por accomplir la mission la plus douloureuse dont pouvait s’acquitter un Britannique, organiser le retrait de l’Angleterre des Indes.
Ce prestigieux amiral de sang royal ne souhaitait pour rien au monde se voir confie cette tâche d’exécuteur. Dans le naif espoir d’obliger Attlee à renoncer à sa nomination, il avait subordonné son acceptation à tout un éventail d’exigences allant»
(page 22)


«Le seigneur incontesté des plaisirs de la chasse et de la chair avait été le père du chancelier de la Chambre des princes, Sir Bhupinder Singh, dit “Le Magnifique”, septième maharaja de Patiala. Avec sa stature colossale, ses cent trinte Kilos, ses moustaches relevées comme les cornes d’un taureau brave, sa splendide barbe noire, soigneusement enroulée et noué derrrière le cou à la vraie mode des Sikhs, ses lèvres sensuelles et l’arrogance de son regard, il paraissait être tombé d’une gravure mogole. Pour le monde de l’entre-deux-guerres, Sir Bhupinder incarna toute la splendeur des maharajas des Indes. Son appétit était tel qu’il pouvait avaler sans effort vingt kilos de nourriture chaque jour. Il dévorait volontiers deux ou trois poulets à l’heure du thé. Il adorait le polo et, galopant à la tête de ses “Tigres de Patiala”, il avait remporté sur tous les terrains du globe des trophées qui emplissaient son palais. Pour permettre ses prouesses, ses écuries abritaient cinq cents des plus beaux spécimens de la race chevaline.»
(page 238)







Miguel Sousa Tavares em todas as televisões, nos jornais e revistas, atacou violentamente os que o acusaram de plágio.
Este caso chegou a ir a julgamento. As pessoas que Miguel Sousa Tavares acusou, cujos nomes não foram divulgados, foram julgadas e, OBVIAMENTE, absolvidas. Mais, o Tribunal decidiu que os leitores deviam ler estes dois livros e avaliarem, por si, se houve ou não plágio.
OBVIAMENTE, QUE A DECISÃO DO TRIBUNAL NÃO FOI DIVULGADA PELAS TAIS TELEVISÕES. TAMBÉM NÃO FOI DIVULGADA PELAS REVISTAS, NEM PELOS JORNAIS DE MAIOR AUDIÊNCIA.

Observação: Quem não sabe francês tem que seleccionar e copiar os textos em francês primeiro e depois usar o «Google tradutor».
Se usar o «Google translate» do blog ele não é perfeito. Se seleccionar língua portuguesa nada traduz, dizendo que o blog já está na língua portuguesa. Se traduzir para inglês ou espanhol (castelhano) ou outra língua, só traduz o que está na língua portuguesa, deixando o que está em francês, na mesma, isto é, na língua francesa.
Por outro lado o «Google Tradutor» não traduz textos fotografados, que são editados através de imagens.

Cópia é plágio, plágio é roubo de ideias, plágio é infâmia, plágio é corrupção infame.


 ISTO NÃO É PLÁGIO ? (Para quem não sabe ler a língua francesa)



«Luís Bernardo Valença, instalado confortavelmente num assento de uma carruagem de 1ª Classe, recosta-se e observa a paisagem alentejana ao mesmo tempo que vai rememorando as circunstâncias desta sua inesperada viagem. Estava em Lisboa e foi chamado a Vila Viçosa, ao palácio real, onde será convidado a assumir uma função absolutamente inesperada: a de Governador de S. Tomé.



Louis Francis Mountbatten, instalado confortavelmente no assento de um automóvel, recosta-se e observa a paisagem londrina ao mesmo tempo que vai rememorando as circunstâncias desta sua inesperada viagem. Estava em Zurique e foi chamado a Downing Street, residência do Primeiro-Ministro, onde será convidado a assumir uma função absolutamente inesperada: a de último Vice-Rei da Índia.Ambos são jovens bem parecidos com ambições e consideram absurdas as propostas que lhes são apresentadas.Assim se iniciam os livros «Equador», de Miguel Sousa Tavares, e «Fredom at Midnight», de Dominique Lapierre e Larry Collins.

Sousa Tavares, na bibliografia publicada nas últimas páginas notifica a consulta de La Pierre, Dominique e Collins, Larry – «Cette nuit la liberté», Éditions Robert Laffont, Paris 1975.

As parecenças poderiam ficar por aqui. Mas não ficam. Quem lê a forma como os livros se desenvolvem nota a olho nu variadíssimos pontos comuns. Não só de construção como até de linguagem.Uma observação mais atenta dá-nos conta de que há parágrafos inteiros que foram pura e simplesmente traduzidos, quase ao pormenor. Outros tiveram uns pequeninos toques: ligeiras alterações de nomes ou de números.

Assim se constituem as fraudes.

«Equador» foi um caso raro de marketing e de vendas. O que teriam a dizer sobre isso os pobres Lapierre e Collins.Considerámos a hipótese de fazer aqui, para os menos entendidos na língua inglesa, a tradução dos parágrafos originais. Seria tempo perdido: a tradução de Sousa Tavares é suficientemente razoável.Cada um de nós poderá verificar tranquilamente, pelos seus próprios olhos, as indiscutíveis semelhanças entre os dois livros. E ler, no original, o que o autor de «Equador» fez passar por seu, sem pudor. Imperdoável.Nas páginas de onde saíram estes nacos de prosa, outros há que poderiam merecer aqui menção honrosa. Mas isso seria tirar o prazer de quem pode, a partir de agora, lançar-se na «corrida à cópia», descobrindo a seu bel-prazer mais algumas pérolas da exploração de trabalho alheio.Na bibliografia adjacente à 1ª Edição de «Equador», Sousa Tavares apresenta 29 livros consultados. Esfregamos as mãos de contentamento: se em apenas um livro conseguiu retirar tudo o que aqui se publica, imagine-se o que iremos encontrar nos restantes 28...

A busca vai começar!Orgulhosamente, Sousa Tavares disse um dia: «Eu pus o país a ler!» E pôs. Nunca tantos portugueses terão lido os pobres Lapierre e Collins.BOM APETITE!



«(...)Sir Buphinder Sing, O Magnífico, sétimo marajá de Patiala, não era o mais rico, mas era seguramente o mais imponente dos príncipes indianos, com o seu metro e noventa de altura e os seus cento e quarenta quilos de peso. Todos os dias, despachava vinte quilos de comida, incluindo três frangos com o chá das cinco, e três mulheres do seu harém, depois do jantar. Para satisfazer as suas duas principais paixões – o pólo e as mulheres – o seu palácio abrigava quinhentos puro-sangues ingleses e trezentas e cinquenta concubinas, servidas por um exército de perfumadores e esteticistas, destinado a mantê-las sempre apetecíveis para o apetite voraz de Sir Buphinder. Tinha também o seu corpo privado (sic) de especialistas em afrodisíacos, de modo a mantê-lo capaz de dar conta de tão ingente tarefa. Com o avançar dos anos, tudo foi sendo experimentado na dieta alimentar do marajá, para melhor estimular o seu apetite sexual: concentrados de ouro, prata e especiarias, miolos de macaco decapitado em vida e até rádio. Finalmente, Sua Exaltada Excelência haveria de morrer, prostrado à mais incurável das doenças: o tédio» (...).Miguel Sousa Tavares, «Equador», págs. 245 e 246, 1ª Edição, 2003



«(…) The acknowledged master of his generation in both fields was the Sikh Sir Bhupinder Singh, the Magnificent, the seventh Maharaja of Patiala (...). With his six-foot-four-inch frame, his 300 pounds (…). His appetite was such that he could consume twenty pounds of food in the course of a strenuous day or a couple of chickens as a tea-time snack. (…) To sustain those efforts, his stables harboured 500 of the world’s finest polo ponies. (…) As he came to maturity his devotion to his harem eventually surpassed even his passions for polo and hunting. (…) By the time the institution reached its fullest fruition, it contained 350 ladies. (…) Sir Buphinder opened his harem doors to a parade of perfumers, jewelers, hairdressers, beauticians and dressmakers. (…) Further to stimulate his princely ardours, he converted one wing of the harem into a laboratory whose test tubes and vials produced an exotic blend of scents, cosmetics, lotions and philters. (…) Recourse to aphrodisiacs was inevitable. His Indian doctors worked up a number of savoury concoctions based on gold, pearls, spices, silver, herbs and iron. For a while, their most efficacious potion was based on a mixture of shredded carrots and the crushed brains of a sparrow. When its benefits began to wane, Sir Bhupinder called in a group of French technicians whom he naturally assumed would enjoy special expertise in the matter. Alas, even the effects of their treatment based on radium proved ephemeral (…). His was a malady that plagued not a few of his surfeited fellow rulers. It was boredom. He died of it» (…).Dominique Lapierre e Larry Collins, «Freedom at Midnight», págs. 175 e 176. 2ª Edição, 2002



«Quanto ao marajá de Gwalior, esse, imaginou a mais curta e mais extraordinária das linhas férreas de toda a Índia: era um comboio miniatura, também com os carris em prata maciça, que tinha origem na copa do palácio e penetrava na sala de jantar, através da parede. Aí, sentado em frente a um comando cheio de botões, o próprio anfitrião fazia o comboio correr ao longo da extensa mesa, apitando e acendendo luzes e fazendo-o parar diante de cada convidado para que este se servisse do vagão-whisky, do vagão-Porto, do vagão-Madeira ou do vagão-tabaco».Miguel Sousa Tavares, «Equador», pág. 247, 1ª Edição, 2003



«The passion of the Maharaja of Gwalior (...) was electric trains. (…) It was laid out over 250 feet of solid silver rails set on a mammoth iron table at the centre of the palace banquet hall. (…) By manipulating his control panel, the prince could pass the vegetables, send the potatoes shuttling through the banquet hall, or order an express to the kitchens for a second helping for a hungry guest».Dominique Lapierre e Larry Collins, «Freedom at Midnight», pág. 171. 2ª Edição, 2002



«(...)Também o marajá de Mysore vivia obcecado com as suas capacidades erectivas: a lenda prescrevia que o segredo do seu poder e prestígio entre os súbditos era a qualidade da ercção do seu príncipe, e, assim, uma vez por ano, durante as festas do Principado, o marajá exibia-se ao seu povo, sobre o dorso de um elefante e em pleno estado de erecção. Para isso também ele recorria a todo o tipo de afrodisíacos que os especialistas de ocasião pudessem recomendar. A sua ruína aconteceu quando fez fé num charlatão que lhe garantiu que o melor remédio para uma erecção sempre pronta era pó de diamante: Sua Majestade Elevadíssima arruinou o tesouro real a engolir chás de diamante em benefício do seu ceptro erguido. (...)»Miguel Sousa Tavares, «Equador», pág. 246, 1ª Edição, 2003



«(...)Until the turn of the century it had been the custom of the Maharaja of Patiala to appear once a year before his subjects naked except for that diamond breastplate, his organ in full and glorious erection. (…) As at the Maharaja walked about, his subjects gleefully applauded, their cheers acknowledging both the dimensions of the princely organ and the fact that it was supposed to be radiating magic powers… (…).

An early Maharaja of Mysore was informed by a Chinese sage that the most efficacious aphrodisiacs in the world were made of crushed diamonds. That unfortunate discovery led to the rapid impoverishment of the state treasury as hundreds of precious stones were ground to dust in the princely mills. (…)»Dominique Lapierre e Larry Collins, «Freedom at Midnight», pág. 168. 2ª Edição, 2003»



(In blog «freedomtocopy»)

A APOLOGIA ÉPICA DA INFÂMIA INTELECTUAL

«Equador : Miguel Sousa Tavares
"As ilhas são lugares de solidão e isso nunca é tão nítido como quando partem os que apenas vieram de passagem e ficam no cais, a despedir-se, os que vão permanecer. Na hora da despedida, é quase sempre mais triste ficar do que partir." in Equador

A Obra
"Quando, em Dezembro de 1905, Luís Bernardo é chamado por El-Rei D.Carlos a Vila Viçosa, não imaginava o que o futuro lhe reservava. Não sabia que teria de trocar a sua vida despreocupada na sociedade cosmopolita de Lisboa por uma missão tão patriótica quanto arriscada na distante ilha de S. Tomé. Não esperava que o cargo de governador e a defesa da dignidade dos trabalhadores das roças o lançassem numa rede de conflitos de interesses com a metrópole. E não contava que a descoberta do amor lhe viesse a mudar a vida. É com esta história admiravelmente bem escrita, comovente e perturbadora que Miguel Sousa Tavares inaugura a sua incursão na escrita literária. EQUADOR foi o fruto de uma longa maturação e investigação histórica que inspirou um romance fascinante vivido num período complexo da história portuguesa, no início do século XX e últimos anos da Monarquia."fonte: Oficina do Livro

O Autor
Miguel Sousa Tavares nasceu no Porto. Começou pela advocacia, que abandonou pelo jornalismo, daí chegando aos poucos à escrita literária. Em 2003, publica o seu primeiro romance, Equador, um bestseller, com mais de 250.000 exemplares vendidos em Portugal, editado na Holanda e no Brasil e com traduções em curso em várias outras línguas. Livros editados pela Oficina do Livro: Não te deixarei morrer, David Crockett (2001) - pequenos textos e contos; Anos Perdidos (2001) - edição de crónicas; Equador (2003) - o seu primeiro romance; O Segredo do Rio (2004) - conto infantil, reedição.fonte: Oficina do Livro

Os Prémios
"A tradução italiana do romance Equador - "Equatore" (edição Cavallo di Ferro: http://www.cavallodiferro.com/) - venceu a 25ª edição do prémio literário Grinzane Cavour para o melhor romance estrangeiro publicado em Itália. Considerado o mais prestigiado prémio para a literatura estrangeira publicada neste país, este galardão foi em edições anteriores atribuído a algumas das mais importantes figuras das letras mundiais, como Günter Grass, Carlos Fuentes, V.S. Naipul, Manuel Vasquez Montalban, Doris Lessing, Toni Morrison, J.M. Coetzee ou Mario Vargas Llosa.Este reconhecimento vem corolar a ampla e favorável recepção da crítica italiana ao romance de Miguel Sousa Tavares. Publicado em Outubro de 2005 pela editora Cavallo di Ferro, o livro vai a caminho da 3ª edição, e o autor já tinha sido convidado, com mais 3 autores, para participar na Feira do Livro de Turim, onde Portugal é o país convidado."fonte: Oficina do Livro
1 comentários LIGAÇÕES A ESTE ARTIGO »

Isto prova a ignorância boçal destes italianos, o que indicia uma decadência profunda da Itália.


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CRIME DE PROTECÇÃO À INFÂMIA INTELECTUAL E AO PLÁGIO, ATRÁS PROVADO NEST «POST», COMETIDO PELO MESMO PODER JUDICIAL QUE TEM JOSÉ SÓCRATES PRESO ILEGALMENTE

«Impala paga 100 mil euros a Sousa Tavares após acusação de plágio

Tribunal dá razão ao escritor, que processou a revista Focus por um texto publicado em 2006

Por: Redação / FC    |   14 de Abril de 2010 às 18:10
O escritor Miguel Sousa Tavares vai receber uma indemnização de 100 mil euros do grupo Impala após acusações de plágio feitas num texto publicado na revista «Focus» em 2006. 

Segundo fonte da editora Leya (que publicou o romance Equador), o responsável pelo texto, Frederico Duarte de Carvalho, foi ainda condenado pelo Tribunal Cível de Lisboa ao pagamento de mais oito mil euros por ser o autor de um blogue onde o texto foi reproduzido, informa a agência Lusa. 

O texto referido intitulava-se «Esta Noite o Equador» e relatava a acusação feita pelo blogue freedomtocopy.blogspot.com, que garantia que o livro «Equador» tem partes plagiadas do livro de 1975 «Esta Noite a Liberdade», de Dominique Lapierre e Larry Collins. Também era referida a opinião de William Fisher, um especialista norte-americano em propriedade intelectual, que defende dever-se «considerar plágio quando há cópia textual de parágrafos» e que «factos históricos e ideias não estão protegidos» mas que quando alguém usa as mesmas figuras de estilo (...) é violação dos direitos de autor». 

Sousa Tavares já reagiu, dizendo que «foi feita justiça», considerando, no entanto, que só «em parte [foram] reparados os danos da difamação» de que foi alvo. Isto, para além de faltar «identificar o autor do blogue», que o escritor garante saber quem é, mas que se escusa a nomear. Apesar de ter pedido 250 mil euros de indemnização, considera os cem mil euros um valor «justo». 

A Lusa tentou obter uma reacção da Impala, mas até ao momento não foi possível.»

QUEM NÃO SOUBER LER FRANCÊS, QUE LEIA A TRADUÇÃO INGLESA E VEJA A BÁRBARA DIMENSÃO DO CRIME DE PROTECÇÃO À INFÂMIA INTELECTUAL E AO PLÁGIO, PRATICADO PELO MESMO PODER JUDICIAL QUE TEM NA CADEIA JOSÉ SÓCRATES ILEGALMENTE, COMO FAZIAM SALAZAR E A PIDE.


Ao não julgar os bárbaros e selvagens crimes cometidos pelo poder judicial nos Tribunais Plenários fascistas-salazaristas-marcelistas, a III República assumiu ter em funções o mesmo poder judicial do fascismo salazarista-marcelista, que continua a praticar os mesmos crimes de abuso de poder. O poder judicial fascista-salazarista-marcelista devia ter sido julgado como foram julgados os nazis em Nuremberga. E não devemos esquecer que o marechal Keitel foi julgado também na qualidade de juiz em tribunais militares.
Foi sobretudo pela sua actividade de juiz, que o marechal Keitel do III Reich da Alemanha foi condenado à morte e executado pelos Estados Unidos.