quarta-feira, 30 de setembro de 2015

COLIGAÇÃO ALEMANHA À FRENTE DOS MENTIROSOS COELHO E PORTAS QUER FORMALIZAR O DOMÍNIO DE BERLIM


Os mentirosos do costume o Coelho e o Portas, andaram a arruinar a maioria dos portugueses, por ordem de Berlim, durante os últimos 4 anos e querem levar esse arruinamento muito mais longe.

Sádicos e masoquistas, sadomasoquistas preparam-se para votar nos seus carrascos, nos carrascos dos seus pais e nos carrascos dos seus filhos. Berlim agradece mais uma colónia… 

terça-feira, 29 de setembro de 2015

A coligação Alemanha à Frente de Coelho e Portas quer assassinar Portugal


Os dois vigaristas Coelho e Portas, apoiados pelas máfias internas e externas, pela Máfia de Berlim via falso «BCE» e falsa «CE», mentem copiosamente, todos os dias. Nem sequer têm programa de governo. Agora o Coelho que pôs os funcionários públicos e os reformados a passarem fome para poderem pagar as prestações, quer que votem nele...
O Coelho e o Portas, que querem que Portugal continue a ser uma colónia da Alemanha, proibiram o feriado de 1 de Dezembro de 1640, dia da Restauração da Independência de Portugal.
O vigarista e traidor Paulo Rangel acha que o tribunal Constitucional de Portugal deve obediência a Berlim, via Frankfurt e via Bruxelas e à Constituição da Alemanha, não à Constituição de Portugal.

Estes vigaristas querem assassinar Portugal, querem que Portugal seja uma colónia da Alemanha. O programa deles é o mesmo dos últimos quatro anos. Quem votar nestes burlões e traidores estará a destruir qualquer ideia de esperança, estará a destruir Portugal.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

O triunfo do Mal, através da Troika, na Grécia, por imposição militar e em Portugal com a ajuda dos traidores, tornou-se contagioso, o Mal impera ma ex-UE

O triunfo da Ditadura do Mal assolou a Europa com Adolf Hitler, Mussolini e Pétain na primeira metade do século XX, o triunfo da Ditadura do Mal, na Europa, com Angela Merkel, Renzi e François Hollande, assola a Europa em 2015.

Muitos portugueses começaram a ter prazer em fazer mal, em fazer mal aos outros ou sadismo e em fazer mal a eles próprios ou masoquismo, é este o eleitorado PSD-CDS, sadomasoquista.

«[P]or que é que o centro-esquerda, de modo geral, não beneficia das falhas dos seus adversários políticos? A principal razão reside na sua absorção das políticas do centro-direita, que remontam há quase três décadas: a aceitação de acordos de livre comércio, a desregulamentação de tudo e, na zona euro, das regras orçamentais vinculativas e da versão mais extrema de independência do banco central no mundo inteiro. Eles são completamente indistinguíveis dos seus adversários (...) Quando a zona euro foi construída foi com alicerces neoliberais. Lembro-me de um proeminente político social-democrata que tinha orgulho em saber de cor todas as regras do Tratado Europeu. Ninguém questionou se as regras faziam sentido (...) Será que os partidos de centro-esquerda teriam um melhor desempenho se se voltassem de novo para a esquerda? A eleição de Jeremy Corbyn como líder do Partido Trabalhista britânico pode anunciar essa mudança. Mas a Grã-Bretanha não está vinculada ao consenso da zona euro. Aí basta apenas uma mudança de governo para mudar a política, enquanto na zona euro seria necessária uma alteração do Tratado - ou, mais provavelmente, uma revolução. Está longe de ser evidente que os atuais partidos de centro-esquerda vão aparecer como agentes de mudança. Eu suspeito que não.

Wolfgang Munchau, editor associado na área de assuntos europeus, Financial Times (traduzido no DN).»
(In blog «Ladrões de Bicicletas»)

A direita PSD-CDS quer mais injustiças sociais, mais opressão sobre os trabalhadores, mais empobrecimento e mais sofrimento

«A coligação de direita tem um projecto claro e coerente para o país

A coligação de direita tem um projecto claro e coerente para o país. Assume que a economia portuguesa, tal como existe, não tem possibilidade de vingar no mundo globalizado. Como tal, defende que o país tem de ser profundamente transformado, de modo a torná-lo mais atractivo ao investimento. Para isso, é preciso tornar o investimento empresarial mais rentável, o que só se consegue no curto-prazo reduzindo os custos para as empresas.

Grande parte dos custos que as empresas enfrentam são receitas de outras empresas (por exemplo, a energia, os transportes, as comunicações) e nesses não se pode tocar, pois estar-se-ia a retirar lucros a uns para dar a outros. Há que reduzir os custos das empresas noutros lados, onde os investidores não saiam prejudicados. Onde? Nos salários, nos impostos e nas contribuições para a segurança social.

Os salários reduzem-se desregulamentando as relações laborais, destruindo a negociação colectiva, permitindo a generalização da precariedade, mantendo o desemprego elevado e reduzindo as condições de acesso ao subsídio de desemprego (para forçar os trabalhadores desempregados a aceitar salários mais baixos). Os impostos reduzem-se restringindo ao mínimo, e de forma duradoura, os compromissos do Estado com a educação, a saúde e a protecção social. As contribuições sociais das empresas reduzem-se diminuindo as pensões e outras prestações sociais financiadas pelo orçamento da segurança social, bem como exigindo aos trabalhadores que paguem do seu bolso uma parcela cada vez maior da protecção contra a doença, a invalidez, o desemprego e a velhice.

O resultado será um país com mais pobreza, mais desigualdade, onde a precarização da vida é a regra e onde todos os que podem procurarão construir o futuro noutras paragens. Vários exemplos históricos mostram que uma sociedade assim está condenada a prazo. Eu olho para este projecto e vejo Portugal a transformar-se numa reserva de mão-de-obra barata do continente europeu, onde a paz social dependerá cada vez mais do exercício de um poder autoritário e repressivo.

A coligação de direita diz que não, que é assim que se constrói o futuro. Foi isso que procurou fazer nos últimos quatro anos e é isso que continuará a fazer se ganhar as eleições. Quem acredita que é este o caminho faz bem em votar PàF.» (Ricardo Paes Mamede, in blog («Ladrões de Bicicletas»)

domingo, 27 de setembro de 2015

INDEPENDENTISTAS CONSEGUIRAM A MAIORIA ABSOLUTA NO PARLAMENTO DA CATALUNHA


Os partidários da independência da Catalunha, estão, factualmente, com a maioria absoluta no Parlamento eleito nas eleições de hoje. Muitas coisas novas se irão passar a seguir.

sábado, 26 de setembro de 2015

O dinheiro não traz a felicidade, mas o empobrecimento, a pobreza e a miséria fazem felizes os votantes no Coelho

Nada melhor do que mais umas doses cavalares de empobrecimento, de pobreza e de miséria… e de fome, é o que pensam os reformados e os funcionários públicos que vão votar no Coelho…



«OPINIÃO

É mau, mas quem é que quer saber?

Portas, que desonra o honesto capacete de aço dos trabalhadores dos estaleiros, fez, antes de sair de Viana, uma prece a Santa Luzia para que ilumine os eleitores para que votem no PaF.



Eu acho que a comunicação social devia mostrar muito mais Portas e Passos e a coligação colocá-los no centro de todos os cartazes. Mais Portas até do que Passos. Mas parece que não o vai fazer, com medo que as caras assustem os eleitores e lhes lembrem que é o PSD e o CDS que estão por detrás da coligação.
Os símbolos dos partidos também estão envergonhadamente escondidos, como se o PaF fosse uma coisa nova e lustral. Mas, quem é que quer saber?
Na rua, é o engano habitual, de pessoas que não podem aparecer em público sob pena de serem insultadas. Admito que outros partidos façam o mesmo, para disfarçar fraquezas, embora a CDU seja o único que não o faz de todo. Tem gente suficiente para enquadrar os candidatos e não é recebida com hostilidade em lado nenhum. O logro, aliás mais uma mentira numa política de mentiras tão habitual como o ar que se respira, é tão evidente que não percebo que os órgãos de comunicação social, em particular a televisão, aceitem enganar objectivamente os seus espectadores apresentando-lhes “passeios de rua eleitorais” completamente artificiais, em que Passos e Portas aparecem rodeados por guarda-costas e “jotas” (que no PSD são habitualmente pagos para acompanharem as caravanas). Aliás, a campanha do PaF nada em dinheiro e muito tempo depois iremos saber que os custos de campanha, foram “por acaso” ultrapassados para o dobro. Mas, quem é que quer saber? 
Porém, dos actos eleitorais da coligação aquele que mais suscita do meu ponto de vista uma reacção mais dura foi a visita de Paulo Portas aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo. Como está tudo adormecido e ninguém reage a nada, aceitou-se este acto como mais um acto normal de campanha, quando ele na realidade devia infundir muita e muita preocupação e indignação. Mas quem é que quer saber?
Preocupação, porque revela uma arrogância desenvolta de quem acha que pode tudo e pode fazer tudo. Mesmo humilhar os outros, que é a essência do que aconteceu nos Estaleiros, onde muitos trabalhadores foram usados para servir de paisagem ao “sucesso” do governo, sem poderem, sob pena de perderem o seu emprego, exprimir-se livremente. Portas visitou-os com os patrões ao lado e grande cópia de jornalistas e câmaras, com o habitual chapéu de função, desta vez um capacete, batendo com os pés no chão de metal, como se fosse um general dum exército de ocupação. Mas quem é que quer saber?
Portas repetiu os mesmos números que Passos Coelho referiu numa outra visita aos mesmos Estaleiros, quando falou do “erro do passado” que “acabou em bem”. Os patrões da Martifer, por seu lado, acham que o governo pode usar as instalações de que são concessionários para a propaganda política da coligação, sem um átomo de hesitação. Por muito que se possa criticar homens como Belmiro de Azevedo ou Alexandre Soares dos Santos, duvido que aceitassem patrocinar uma sessão de propaganda do governo nos seus supermercados. 
E, no entanto, nada há de mais revelador, não só dos interesses que apoiam este governo, como das suas ideias sobre a sociedade e o papel dos trabalhadores, do que esta visita imperial num dos raros sítios onde ainda há trabalhadores. Na realidade não são os mesmos trabalhadores de antes, não tem os mesmos direitos e não ganhem os mesmos salários. Mas quem é que quer saber?
É natural que a empresa que ficou com a subconcessão dos Estaleiros, a West Sea da Martifer, não perca oportunidades em receber os governantes a quem muito deve. Seja Aguiar Branco, seja Passos Coelho, seja agora Paulo Portas. Em Maio deste ano, Passos Coelho visitou os Estaleiros e anunciou “que vai entregar à West Sea a construção de dois Navios Patrulha Oceânicos”, por ajuste directo, ou seja, sem concursoA encomenda por ajuste directo no valor de 77 milhões, foi justificada pela “urgência”, depois da Marinha ter sido impedida de os contratar aos Estaleiros quando estes eram públicos. Mas quem é que quer saber? 
Portas passa por cima destas minudências e atira os números do “sucesso” sem hesitar, como se espera de um propagandista, Passos pelo contrário, entaramelou-se. Quando da sua visita aos Estaleiros, seguiu-se uma complicada, como é costume, explicação sobre o que é que tinha acontecido aos trabalhadores dos Estaleiros: havia 520 a trabalhar, 200 contratados, 320 subcontratados. Dos contratados, aqueles pelos quais a Martifer tinha responsabilidades, apenas 160 tinham vindo dos antigos estaleiros (que tinham 609 trabalhadores à data da privatização). Claro que, muito naturalmente, porque a vida é difícil, houve trabalhadores que pediram a rescisão do contrato e o estado pagou as respectivas indemnizações, subsídios de desemprego e reformas. Em inícios de 2014, a empresa pública em vésperas de privatização, previa para “limpar” estes trabalhadores cerca de 30 milhões de euros. À data da concessão, a Martifer prometia contratar 400 dos 609, coisa que não fez. Agora promete dobrar o número de trabalhadores, dos 200 para os 400, “nos próximos tempos, tendo em conta que o Primeiro-Ministro acaba de anunciar que vai entregar à West Sea a construção de dois Navios Patrulha Oceânicos”. O Almirante Melo Gomes, que foi Chefe do Estado-maior da Armada, não deixou de comentar, com ironia, a “superioridade da gestão privada quando esta é financiada pelo erário público”. Mas quem é que quer saber?» (In «Público» net)

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

O plano para destruir Portugal da Troika alemã (falsa «CE» + falso «BCE») – estadunidense (FMI) e da Troika interna, Coelho + Portas + Cavaco, tem muito apoio nas vítimas desta orgia de destruição do Estado de Direito, da Democracia, e do bem-estar da maioria da população

O dinheiro não traz a felicidade e, por isso, o EMPOBRECIMENTO deve trazer muita felicidade…

A alegria de ir à falência, a alegria de perder o emprego, a alegria de ser exportado ou exportada, a alegria de ter um emprego precário e com um salário miserável, a  alegria de perder os subsídios de férias e de Natal e a revolta contra o Tribunal Constitucional que os repôs, a alegria de saber que nem daqui por 50 mil anos a dívida estará paga… estas estranhas alegrias dão votos à Direita.

A máfia das televisões, a máfia dos comentadores, a máfia de Bilderberg, a máfia dos assessores e das assessoras, a máfia dos tachos, a máfia do BPN, a máfia dos submarinos alemães, a máfia do Pavilhão Atlântico, a máfia dos colégios privados pagos com dinheiros públicos… todas estas máfias não dão para eleger um único deputado…    

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

A Grécia é um país sob ocupação militar, que capitulou incondicionalmente


A propaganda da NATO [e quase todos os países da «União» Europeia pertencem à NATO (exceptuam-se a Suécia, a Finlândia, a Áustria e a Irlanda)] diz que as ditaduras são obra dos maus e que os bons vivem em Democracia e respeitam os Direitos Humanos.
A ditadura militar estrangeira que domina a Grécia nem precisa de movimentar tanques, porque os gregos estão manietados. A Ditadura Militar que ocupa a Grécia, para a destruir, é feita pelos chamados «bons», o PPE (Partido Popular Europeu) coligado como PSE (Partido Socialista Europeu).

O objectivo da Troika que dirige a ocupação militar da Grécia é destruir a Grécia, simplesmente…

terça-feira, 22 de setembro de 2015

A procissão dos desgraçados e o trabalho escravo imposto pela troika alemã («CE» + «BCE») - estadunidense (FMI) e pela troika interna, pelo Coelho, pelo Portas e pelo Cavaco

A troika alemã-estadunidense e a troika interna Coelho, Portas e Cavaco impuseram o trabalho escravo através de salários de fome e de insegurança (ou precariedade) absoluta.


Aqueles e aquelas que foram desgraçados pelas troikas, funcionários públicos, reformados, trabalhadores do privado despedidos e outros com salários de fome vão votar nos seus carrascos, porque o dinheiro não traz a felicidade e a privação do mesmo provoca empobrecimento pobreza e miséria e fome. Agradecidos pelo empobrecimento e pela pobreza e pela miséria aqueles que foram roubados pelas troikas, em diversas procissões, vão votar nos seus carrascos, querem empobrecer ainda mais…

domingo, 20 de setembro de 2015

SYRIZA GANHOU AS ELEIÇÕES DE HOJE NA GRÉCIA

O Syriza de Tsipras vai bastante à Frente da Nova Democracia na contagem dos votos.

D. Afonso Henriques assassinado no túmulo? Em 4 de Outubro de 2015 os portugueses vão rejeitar a independência de Portugal e votar nos traidores que querem que Portugal seja uma colónia da Alemanha?


A Máfia do Pavilhão Atlântico, a Máfia dos Colégios Privados, a Máfia do BPN, a Máfia dos Submarinos Alemães, a Máfia dos Assessores e das Assessoras, e todas as outras máfias do PSD e do CDS não suficientes para ganhar nenhuma eleição.

Só se as vítimas votarem nos seus carrascos é que o Coelho das maravilhas desgraçadas ganhará as eleições de 4 de Outubro de 2015.


Se a política do Coelho de impedir o progresso, de não fazer nada, tivesse sido aplicada ao longo do século XIX Portugal não tinha uma única via férrea e não tinha nenhuma estrada, só caminhos de terra batida…

sábado, 19 de setembro de 2015

O RASGAR DA BANDEIRA?




Se, em 4 de Outubro de 2015, forem confirmadas algumas sondagens e a coligação PSD-CDS, vencer as eleições teremos mesmo muitas pessoas a rasgar a bandeira portuguesa. (A ideia seria transformar Portugal numa colónia da Alemanha e substituir a bandeira portuguesa pela da Alemanha).

































                              (Fonte: «Expresso» net)

É um governo de traidores que arruinou Portugal. Paulo Rangel e Medina Carreira, dois dos mais destacados propagandistas da troika e da destruição do Tribunal Constitucional, que deve obedecer a Berlim e aos «mercados», segundo estes propagandistas da Direita anti-Constituição, devem exultar com o carácter masoquista de alguns portugueses.
A dívida contraída por este governo é impagável, o Estado está a ser destruído. Os funcionários públicos e os reformados ficaram sem sete salários e sofreram ainda mais alguns cortes, o que se reflectiu no sector privado onde a quebra salarial em alguns sectores se traduziu em 50%.
O emprego diminuiu, as injustiças sociais são cada vez piores, a fome cresce por aí, o Capital é altamente beneficiado à custa do factor Trabalho. A emigração massiva e a greve demográfica evidenciam o optimismo que vai por aí...

A Máfia do Pavilhão Atlântico, a Máfia dos Colégios Privados, as máfias associadas ao PSD e ao CDS estão a roubar o Estado, diante dos nossos olhos.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

GUERRA TOTAL CONTRA A INTELIGÊNCIA E A INSTRUÇÃO DAS PESSOAS DAS TELEVISÕES PORTUGUESAS E DE OUTROS MÍDIA: O EFEITO BOOMERANG DAS INVASÕES COLONIAIS DO IRAQUE E DA SÍRIA

No blog «Entre as brumas da memória», que eu por vezes cito li um excerto de um editorial do jornal «Público», que, claramente, defende as guerras coloniais no Médio-Oriente. É preciso matar o Assad, ou se não for possível tirá-lo do poder e … deduzo eu, entregar o poder na Síria ao Estado Islâmico.
A vaga de refugiados que chega à Europa é uma consequência das guerras coloniais do Iraque e da Síria.


O Estado Islâmico é consequência das invasões coloniais do Iraque e da Síria.

E já agora, aqueles que defenderam a entrada da Turquia para a «União» Europeia, por que não voltam a fazê-lo???!!!

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

A «OVERDOSE» DE FUTEBOL

"Quando o futebol é o contrário da democracia


«Não sei se a realização de três jogos de futebol no dia das próximas eleições legislativas, decidida pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional (por imposição dos próprios clubes, segundo as notícias), vai ter alguma influência sobre a abstenção. (...)
Não se pode dizer que a posição dos clubes seja surpreendente. Os clubes de futebol habituaram-se nas últimas décadas, em Portugal e em muitos outros países, a ocupar uma posição acima da moral e da lei, sancionada pelo furor das paixões das multidões que o jogo move. Se existe sectarismo nos partidos, o sectarismo é o coração e a razão de ser do futebol, um sectarismo que atravessa classes e ideologias, profissões e regiões. Daí que os clubes de futebol se tenham habituado a um estatuto de excepção, a uma constante protecção por parte dos poderosos de todos os outros poderes e, nomeadamente, a um tratamento de favor por parte do estado, que espalha pelos clubes benefícios que retira dos nossos bolsos sem que se levante um clamor indignado na sociedade, como seria normal. (...)
Os grandes cúmplices da arrogância dos clubes de futebol são, naturalmente, os media, que concedem a este desporto/negócio um estatuto de verdadeiro desígnio nacional e o equiparam (quando não o sobrepõem), em todos os espaços noticiosos ou de comentário, às questões mais fundamentais da nossa sociedade.
Não existem palavras para descrever a vergonha que deveria ser para uma redacção de jornalistas abrir um telejornal com um fait-divers de futebol, mas isso acontece com uma frequência assustadora nas nossas televisões. Um clube muda de treinador? Os primeiros vinte minutos de todos os telejornais são dedicados à “notícia”, acrescentados de horas de debates com a participação de especialistas, alguns deles figuras conhecidas do mundo político. (...)
Cabe aos media colocar o futebol no seu lugar - um jogo, um hobby, um negócio, uma rede de interesses que deve ser fiscalizada e não um projecto nacional nem uma actividade estratégica - e ajudar a devolver à cidadania o que é da cidadania.»

José Vítor Malheiros "   («Cit. in blog «Entre as brumas da memória»)

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Os Estados Unidos ditos defensores de Mundo Livre são directamente responsáveis pela prisão, tortura e assassinato do poeta e cantor chileno Victor Jara

«Victor Jara, há 42 anos



Victor Jara foi assassinado em 15 (ou 16) de Setembro de 1973, poucos dias depois do golpe em que morreu Salvador Allende.
No dia 11, estava nas instalações da Universidade, que foram cercadas por militares, sendo depois transportado para um Estádio transformado em campo de concentração, onde foi torturado e assassinado.
Poucas horas antes de morrer, escreveu o seu último poema – «Somos cinco mil» – que chegou até nós graças aos seus companheiros de cativeiro.


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OS INIMIGOS DA REESTRUTURAÇÃO DAS DÍVIDAS NA ONU

"A propósito de reestruturações da dívida



«A Assembleia Geral das Nações Unidas votou por uma ampla maioria os "princípios gerais" relativos a reestruturações de dívidas soberanas, propostos pela Argentina e G77 + China. O tema proporciona vários debates.

Por um lado, os promotores da iniciativa mostram-se satisfeitos com 136 votos a favor, 42 abstenções e 6 negativos. Naturalmente, os votos negativos são nada menos do que dos EUA, da Grã-Bretanha, da Alemanha, do Japão, do Canadá e de Israel e os EUA têm poder de veto nas instituições financeiras internacionais. Além disso, são o país onde os detentores de obrigações especulativas da Argentina, os fundos abutre, conseguiram apoio judicial e sentença final contra a Argentina por 1.600 milhões de dólares. A isso há que acrescentar os encargos impostos por não ser cumprida a exigência legal dos EUA, já que é a Argentina que reconhece a possibilidade de litigar contra um país numa sede externa, neste caso em  Nova Iorque.

Por outro lado, a resolução não é vinculativa e será válida apenas para o futuro, pelo que não atinge as questões específicas que actualmente preocupam a Argentina no conflito com os fundos abutre e com a justiça dos Estados Unidos. A resolução permite pensar e discutir a viabilidade operacional das disposições e, ainda mais, o alcance daquilo que foi aprovado pela ONU e quem são os beneficiários. Enquanto o texto é inspirado nos direitos soberanos dos países devedores, a resolução confirma essencialmente os direitos dos credores. Esses direitos nunca são postos em causa, deixando de lado uma reivindicação socialmente generalizada, que se baseia nas auditorias ou investigações sobre a dívida para definir a sua legitimidade ou falta dela, incluindo o carácter odioso das mesmas.»" (Cit. in blog «Entre as brumas da memória»)

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Duas frentes da guerra do imperialismo alemão aliado ao Reich dos Estados Unidos – a frente Sul na Grécia e a frente Leste na Ucrânia e já foi reestruturada a dívida na frente Leste…


Depois de ter colapsado diante do exército da Rússia Soviética (ou URSS) o exército alemão perdeu a capital do III Reich para os russos; e muito mais… A fronteira Lesta da Alemanha recuou mil anos empurrada pelo exército russo, para trás dos rios Óder e Neisse, que correm de Sul para Norte, a chamada linha Óder-Neisse. Os territórios mais a Oeste ficaram para a Polónia, que, como compensação perdeu um território ainda maior para a União Soviética.
Para a República Soviética da Rússia só ficou a parte mais a Leste da Prússia Oriental, hoje Kalininegrado.
Lenine transformou a Rússia, em 1922, numa federação de repúblicas, a que chamou URSS ou União Soviética, mais por razões administrativas, como o prova a criação da Transcaucásia (que incluía a Arménia, o Azerbaijão e a Geórgia). Lenine teve uma boa ideia, mas viveu pouco tempo para a aprofundar, porque faleceu em 1924.
O seu sucessor Estaline, natural da Geórgia, criou novos critérios para a definição das repúblicas, aparentemente, com base em razões étnicas. Mas o próprio Estaline entrou em contradição com os seus critérios. Mas sempre considerou a Crimeia como fazendo parte da República Soviética da Rússia.
Os neoconservadores estadunidenses resolveram aliar-se ao imperialismo alemão para realizarem a «expansão para Leste» tão defendida por Hitler no «Mein Kampf».
A conquista da Ucrânia pelo Eixo Washington – Berlim foi a matar e implantaram um regime fascista nazi em Kiev, aproveitando a covardia de Putin e dos deputados que o apoiam, apenas «corajosos» para diminuírem os direitos e liberdades individuais dos cidadãos russos e das cidadãs russas.
Emprestaram dinheiro ao regime de Kiev, além de lhe terem dado armas e munições de graça.
Agora proibiram a reestruturação da dívida na frente Sul, na Grécia e já consumaram a reestruturação da dívida na frente Leste, já reestruturaram a dívida da Ucrânia…

A DESONESTIDADE JORNALÍSTICA, SEM VERGONHA, A MÁFIA JORNALÍSTICA AO ATAQUE - GOEBBELS AO ATAQUE NA RTP 1

«RTP: ao serviço do público ou da AD?

O Prós & Contras de amanhã, 14/9, tem como tema «Teríamos um ex-primeiro ministro preso se o PS fosse governo?» (Por outras palavras, tempo de antena oferecido ao dr. Rangel e seus amigos.)

Muitas reacções no Facebook e no Twitter.



(Luís Vargas no Twitter) » «Cit. in blog «Entre as brumas da memória»)
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domingo, 13 de setembro de 2015

A CORRUPÇÃO SELVÁTICA DA TROIKA NA GRÉCIA - CRIMES CONTRA A HUMANIDADE PRATICADOS PELA TROIKA E PELO «EUROGRUPO»

«Varoufakis: “Como a troika recusou o único corte salarial do meu mandato”

Dijsselbloem e Varoufakis
Em maio, o então ministro das Finanças da Grécia anunciou que ia cortar “simbolicamente” os salários dos administradores do Fundo Helénico de Estabilidade Financeira em 40%, tal como aconteceu à generalidade dos funcionários públicos gregos durante a crise. Esta semana revelou que a troika rejeitou essa medida.
O único corte salarial imposto por Varoufakis no seu mandato, que foi notícia em maio, regressou agora à imprensa. É numa entrevista à revista australiana Monthly que Varoufakis conta a história por detrás desse corte:
O nosso aparelho de Estado foi contaminado pela troika de forma muito, muito grave. Deixe-me dar um exemplo. Há uma coisa chamada Fundo Helénico de Estabilidade Financeira (FHEF). É um fundo que tinha inicialmente 50 mil milhões – quando tomei posse tinha 11 mil milhões – com o propósito de recapitalizar os bancos gregos. Isto é dinheiro que os contribuintes da Grécia pediram emprestado para ajudar os bancos. Eu não nomeei o seu administrador e não tive nenhum papel na forma como tratavam dos seus assuntos face aos bancos gregos. O povo grego que me elegeu não tinha nenhum controlo sobre como era usado o dinheiro que pediu emprestado.
A dada altura descobri que a lei que criou o FHEF me dava um poder, que era o de determinar o salário daquela gente. Eu apercebi-me que os salários daqueles funcionários será gigantesco para o nível da Grécia. Num país com tanta fome e em que o salário mínimo tinha caído para 520 euros por mês, estas pessoas estavam a ganhar cerca de 18 mil euros por mês.
Então decidi, já que podia fazê-lo, exercer esse poder. Usei uma regra muito simples. As pensões e os salários tinham baixado em média 40% desde o início da crise. Emiti uma portaria a reduzir os salários destes funcionários em 40%. Ainda seria um salário enorme, enorme… E sabem o que aconteceu? Recebi uma carta da troika, a dizer que a minha decisão fora recusada por não estar devidamente justificada. Ou seja, num país em que a troika insiste em que as pessoas que ganham 300 euros de pensão passem a ganhar 100 euros, estavam a recusar o meu exercício de corte na despesa, a minha possibilidade enquanto ministro das Finanças em limitar os salários daquelas pessoas.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

O NEOLIBERALISMO NO CHILE COMEÇOU EM 11 DE SETEMBRO DE 1973 E FOI APOIADO PELOS EUA E PELA CEE, OS FALSOS DEFENSORES DOS DIREITOS HUMANOS

«11.9.15


11.09.1973 – A tragédia chilena



11 de Setembro de 1973 foi uma data trágica para o Chile, o dia em que o regime democrático foi derrubado por uma acção conjunta dos militares e outras organizações chilenas, com o apoio do governo dos Estados Unidos e da CIA.

Salvador Allende afirmou, bem antes desse dia, que estava a cumprir um mandato dado pelo povo em 1970 e que só sairia do palácio depois de o cumprir. Ou que o faria «com os pés para diante, num pijama de madeira». Assim aconteceu.

Depois, foi o que é conhecido: 30.000 chilenos foram assassinados durante o regime de Pinochet.»
(In blog «Entre as brumas da memória»)






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